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 Kongeparken

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Cardinale Sloan Saint
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MensagemAssunto: Kongeparken   Qua 26 Jul 2017 - 11:48


Kongeparken


O parque oferece uma grande variedade de espetáculos divertidos. Veja como um inventor maluco tenta fazer a água queimar e explodir. Tente retirar uma espada de uma pedra na Fairytale Forest e ajude a lavar enormes ursos de pelúcia durante a cerimônia de encerramento do parque. Comece a sua visita no Bamsebotell, um "hotel" de ursinhos de pelúcia, onde as crianças podem deixar seus ursinhos, enquanto aproveitam as atrações do parque. Teste seus nervos na pista de bobsled mais extensa da Noruega, com mil metros de comprimento. Os aventureiros também vão adorar dar uma volta na montanha-russa Bukkerittet, que passa em volta de um castelo a uma velocidade máxima de 70 quilômetros por hora. Suba em uma canoa e faça uma viagem em torno de uma cachoeira por uma passagem aquática. Para algo um pouco mais tranquilo, suba no Humla, o carrossel mais alto da Noruega. Além dos brinquedos, há uma abundância de atividades práticas para manter crianças e adultos ocupados no Kongeparken. Aprenda as sutilezas da confecção do chocolate antes de fazer seus próprios doces na Fábrica de Chocolate Freia. Solte a sua criatividade no Laboratório Fotográfico produzindo incríveis fotos em duas ou três dimensões. Não se esqueça de levar as crianças ao premiado Corpo de Bombeiros Infantil onde elas poderão brincar de bombeiro enquanto aprendem sobre segurança contra incêndios.  

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Arielle Hagewasser Hogan
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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Dom 6 Ago 2017 - 20:58

Uma noite no Kongeparken
A animação de Megan era realmente notável todas as vezes que ela sorria e mudava as cores de seus cabelos curtos, os transformando de pretos para milhares de tons vibrantes e diferentes. A garota adorava se divertir, ainda mais em uma parque de diversão como o Kongeparken. Ela mesma tinha escolhido o lugar, afinal ela não queria ficar entediada no meio de dois adultos que obviamente iram tocar olhares o tempo inteiro naquela noite e, além de ir em todos os brinquedos possíveis, Megan tinha alguns objetivos a cumprir: “ Fazer os dois se conhecerem melhor, ver o pai sorrir e, se conseguisse, fazer Blue contar sobre ela mesma para que eles pudessem ver quem a moça realmente era e saber tudo de bom nela”. Megan com toda certeza era uma lufana de personalidade forte e seguraria seu “excesso de curiosidade” como nunca fez antes. Não era por mal, ela só gostava de conhecer as pessoas e seus modos de pensar, guardando para si cada momento especial que viveu com cada pessoa em sua vida.

Então lá estavam eles na frente do grande parque. Megan ainda não conseguia aparatar sozinha e permanecia com suas mãos firmes no braço direito de seu pai, mesmo quando eles já tinham chegado ao local iluminado e bem movimentado. Olhando ao redor, Megan assentiu satisfeita e olhou o pai com um sorriso divertido. - Acha que ela vai demorar para chegar ? - Perguntou se soltando do pai e dando alguns passos ao lado do homem, esperando que ele dissesse que não. Iron parecia estar um pouco ansioso, porém feliz aos olhos da morena ao seu lado. - Vai ser bom conhecê-la. - Disse passando seus olhos azuis pelo lugar. Jogos, crianças, algodão doce, roda gigante e mais crianças. O lugar era enorme, cheio de risadas e luzes para todos os lados que se olhava. Era bom finalmente sair assim com o pai, já que o mesmo trabalhava muito e eles quase não conseguiam sair para se divertir juntos como pai e filha.

- Olha Pai, uma montanha russa! Eu preciso ir nela, vai me deixar ir, não vai ? - Perguntou abrindo seu maior sorriso e apontando para a montanha russa um pouco longe deles, logo em seguida abraçando Iron carinhosamente, erguendo a cabeça para olhar o homem alto. - Só uma vez! Assim você pode procurar a Senhorita Blue e quando encontrar eu já vou ter saído do brinquedo. - Tentou convencê-lo com um sorriso divertido. - Posso ir, por favor ? - Perguntou já tirando seu casaco e dando para o pai segurar, torcendo para que ele não recusasse o pedido dela. Ela realmente estava animada, mas fez aquilo justamente para que seu pai procurasse a mulher no meio da multidão e pudesse a cumprimentar devidamente e conversar um pouco com a mesma sem interrupção alguma. Seria uma volta rápida e logo depois Megan poderia conversar com a mulher normalmente. Ela poderia estar errada, mas não tinha o porquê de se apressar naquele momento. Queria que fosse uma noite boa e divertida para todos eles. Voltou então a olhar o pai com um sorriso e depositou um beijo rápido na bochecha do mesmo, como um agradecimento, subindo na ponta de seus pés para alcançar o rosto dele. - Prometo que vai ser só uma volta. - Disse já andando e olhando para trás, indo até uma barraca onde então compraria os tickets para o brinquedo. Suspirou quando olhou o pai caminhar. - Acho que deu certo...- Sussurrou para si mesma com um sorriso estampado na cara. Cupido? De jeito nenhum, ela sabia que o pai era um homem e tanto, que não precisava de nada nem ninguém para conquistar uma mulher linda, mesmo assim ela queria dar o passo que precisava para fazer os dois ficarem um pouco a sós naquele lugar magnífico e alegre. Uma montanha russa para distraí-la e um reencontro para os dois naquela noite estrelada, e então quando ela percebesse, eles já estariam a esperando em frente ao brinquedo em questão de minutos.


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Iron Kielland Metzger
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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Qui 24 Ago 2017 - 17:09

Kongeparken


Megan adorava o período de férias, era quando ela podia dormir e sair, claro que ela não libera uma, ta sempre querendo sair. E para variar ela fez a minha cabeça de ir ao parque com ela, dizia que ela queria conhecer Blue e seria um ótimo lugar. Basicamente ela me arrastou para lá, eu não iria dizer não, pois falei que em suas férias eu aceitava ser arrastado ara todo lugar, adorava ver aquele sorriso no rosto dela e outro motivo era que tinha convidado Blue para sair, e como Megan queria conhece-la, era um bom momento eu acho. Cheguei ao parque e logo me dirigi a uma caminhada lenta pelo local ao lado de Meg - Acho que ela não demora não - Sorrio para a mesma que estava mais empolgada do que não sei o que - Você vai gostar dela, tenho certeza, ela é linda e legal - Sinto meu rosto ficar um pouco vermelho na hora mas logo passa. - Sem comentários - O rosto dela quando viu o meu já dizia tudo, ela queria muito tirar sarro de mim.

Como sempre Megan não podia ver parques que já estava implorando para ir naqueles brinquedos sinistros, quando ela era pequena eu sempre tinha que acompanhar, agora que ela está maiorzinha pode ir sozinha, não que eu deixe sempre - Sabe que acho esses treco perigoso, mas tudo bem, vai.. Uma vez, só até eu achar Blue - Sorrio pegando o casaco dela.

Eu estava ansioso para que Blue chegasse, ela era tão incrível - Tomara que ela goste daqui e goste da Meg - Sussurro para mim mesmo, Logo começo a caminhar lentamente e olhando em volta para ver se conseguia acha-lá - Lá está - A reconheci de longe, comecei caminhar um pouquinho mais rápido - Desculpe - Me desculpo por ter esbarrado em um cara e continuo indo até ela - Olá senhorita - Sorrio a observando - Tudo bem? - Dou um leve beijo em sua bochecha - Espero que goste de lugares movimentados, Megan que escolheu..


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Arielle Hagewasser Hogan
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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Sab 6 Out 2018 - 18:56

Era tarde da noite. Noite de incomum incerteza, onde, entediada, Arielle corria seus olhos claros e cansados por toda a extensão da mansão de sua família ao qual estava a dar uma grande reunião entre amigos e conhecidos, que por sua vez a deixavam suspirar de falta de emoção e adrenalina em sua vida. Era tudo uma perda de tempo na opinião daquela loira perdida no meio do salão de festas, uma perda de tempo cheia de mentiras mascaradas entre taças de vinho luxuosas e pessoas que mal lhe conheciam verdadeiramente. “Preciso sair daqui, isso está me sufocando…”, pensou a loira ao se espremer no meio dos milhares de convidados de forma desajeitada e apressada. Mas sua correria não durou muito quando uma mão quente segurou sua cintura aveludada com tecidos de um vestido rosa claro. — O que está havendo com você? Todos os rapazes de boas famílias estão aqui, Ellie. Deveria conhecer um bom pretendente e quem sabe... — começou uma tia a tagarelar, fazendo a menina se desvencilhar das unhas da mulher e respirar fundo. — Me perdoe pela linguagem tia Elena, mas não estou interessada em nenhum destes mariquinhas que estão se jogando para cima de mim. Sabe bem que não sou assim, tudo isso não sou eu… — apontou para o vestido engomado que usava. A mulher pareceu ofendida e, quando abriu a boca para protestar sobre a loira sem ingênua e fria, a garota voltou a falar: — Se me dá licença, preciso de um pouco de ar…— disse o mais formal que podia ser e saiu correndo para fora da visão de qualquer um, indo em direção ao seu quarto no último andar da casa, trocando o vestido por uma roupa jeans simples e sapatos confortáveis, assim também pegando sua varinha e se olhando no espelho, acabando por deixar o coque em seu cabelo do modo como estava e logo em seguida aparatando para seu lugar de infância favorito, o parque de diversões: Kongeparken.

“Um pouco de ar? Preciso é de muito, muito ar!”, pensou ela, abrindo um sorriso ao chegar em um lugar mais afastado e escuro do parque, que aquela hora tarde da noite estaria com poucos trouxas, mas ainda sim com um certa quantidade de adultos e crianças. E, seguindo em passos lentos, Arielle começou a caminhar com as mãos no bolso de trás de seu jeans escuro. Havia ido naquele parque tantas vezes que conhecia o mesmo como a palma de sua mão, sendo um lugar perfeito para reorganizar seus pensamentos e sair da rotina cansativa de ser uma garota perfeita, para ser a rebelde sem limites que a tanto tempo desejou ser.

Seus passos iam diminuindo conforme observava a lua acima de sua cabeça, cheia e luminosa. O vento balançava seus cabelo loiros ainda presos, a noite a envolvia de uma forma estranhamente incrível, assim como seus olhar confiante emitia  uma vontade incessante de arriscar algo novo naquela noite tão agradável. Ela então encarou os rostos que tomavam o lugar agitado por música, luzes coloridas, gritos e aromas doces, procurando conhecer alguém que compartilhasse do mesmo sentido que ela: a vontade de se sentir magicamente única. Viva.



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Última edição por Arielle Hagewasser Hogan em Dom 7 Out 2018 - 15:26, editado 1 vez(es)
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Cosmo Nolan Carmello
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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Sab 6 Out 2018 - 22:11

Cosmo acabara de puxar seu sobretudo e estava fechando o escritório da Estalagem Bowman Wright naquela noite, quando escurou uma aparatação bem na frente do local e, desconfiado, foi ver do que se tratava. Tinha finalizado o seu plantão no fim de semana e precisava ir para casa descansar, mas ficou muito curioso com o barulho que ouviu e a voz feminina do lado de fora do local. Ao descer as escadas, surpreendeu-se com um susto abafado: era a sua chefe. - Sra. Cavendish? A essa hora? Escutou a mesma informando que não lhe devia explicações e pedindo a chave do escritório. Achou muito estranha a situação e perguntou algo que só os dois sabiam. - Sra. Cavendish, eu estava preenchendo uns formulários e esqueci o segundo nome de nosso cozinheiro, é urgente! Ela então respondeu a pergunta corretamente e o rapaz entregou a chave. Minutos depois o mesmo estava recebendo elogios da mesma, que nunca imaginaria a postura do rapaz em uma situação onde poderia ser enganado por uma poção Polissuco. - Agradeço os elogios, mas não precisa ficar fazendo testes comigo. Caso haja alguma desconfiança, demita-me. Sua ousadia já era conhecida da mulher, não a intimidando e finalmente dizendo que precisava um favor do rapaz. O mesmo teria que aparatar para Noruega e procurar o endereço de uma família amiga de sua chefe, para entregar à um hospede o que parecia ser algo de muita importância, estava em uma caixa velha enrolado em um pano bordado. Empurrou-lhe um pedaço de pergaminho com nome e endereço. - Ir para Noruega, no meio da noite, carregando algo que os comensais podem ou não querer à procura de um hospede que pode ser maluco? E em um lugar que eu só fui na minha infância, como diabos vou saber o endereço? A Sra. Cavendish já estava começando a se encher e revirou os olhos, enquanto o rapaz terminava de falar. - E outra, tem come... A mulher aparatou.

- ERA MINHA FOLGA! MINHA FOLGA, SABIA! Bradou Cosmo, com muita raiva e acordando provavelmente a metade dos hospedes do local. Enfiou a droga da caixa no bolso maior de seu sobretudo, tinha o tamanho de uma caixa de música e saiu do local. Imediatamente ouviu mais barulhos de aparatação e olhou para trás, achando que era a sua chefe de novo, mas logo em seguida mais uma aparatação... Eram dois comensais conhecidos e procurados pelo Ministério a Magia. Cosmo aparatou para o único lugar que conhecia na Noruega: Kongeparken.

O rapaz caiu no meio do nada entre os trouxas e provavelmente bruxos que estavam ali, faziam tantos anos que não ia naquele lugar... Lembrava de brincar quando era pequeno ali nos verões e também natais, e tinha uma bruxa que ele lembra de comparar à uma fada. Por mais que se esforçasse, não conseguia lembrar de seu rosto ou de seu nome. Andava sem pressa pelo local, precisava de informações sobre o endereço e teria que perguntar para alguém dali. Mas o mesmo poderia simplesmente passar a noite e procurar no dia seguinte! Estava confuso demais, cansado demais e principalmente irritado demais para tomar decisões, sentou-se em um dos bancos do local apalpando os bolsos para ver se achava seu livro de estalagens e hotéis e, enquanto procurava, deixou despercebidamente sua varinha cair. Alguém pegou-a e entregou para o mesmo, era provavelmente uma das meninas mais atraentes que já vira na vida, mesmo com a pouca iluminação ficava evidente sua beleza. - Obrigado, um comensal me mataria muito fácil, acho que não é o caso. De Hogwarts também, estou certo? Seu rosto me é familiar... O rapaz torna a guardar seus pertences nos bolsos ao se levantar e estende uma das mãos. - Prazer, me chamo Cosmo, Cosmo Carmello. E a senhorita é? Se esforçava para abrir um sorriso, que não saia. Seus problemas ainda rondavam seus pensamentos, cogitou até estar envolvendo mais gente nas suas confusões. - Eu tiraria o seu tempo se dissesse que preciso da ajuda de uma desconhecida para achar um lugar desconhecido e entregar algo desconhecido para uma pessoa ainda mais desconhecida? Esperava arrancar um sorriso ou pelo menos a compaixão da moça com essas palavras. Não conseguiu lugar para ficar e não queria aparatar para perto de Hogwarts para ainda pegar carroças ou barcos e estava visivelmente cansado e preocupado.


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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Dom 7 Out 2018 - 18:53

Os cabelos dourados de Arielle pareciam iluminar seu rosto ainda mais conforme eram soprados pelo vento leve que batia em suas bochechas e se sacudia juntamente de seus movimentos e olhares completamente atentos a tudo e todos que estavam no alcance de sua visão, sempre sendo alguém que observava, mesmo não entregando sua presença logo de imediato. Ela então, dando passos lentos, deixava seus sapatos batem contra o chão de terra firmemente sem se importar com a poeira que teria nos mesmos mais tarde. Ainda caminhava silenciosa quando parou bruscamente no meio do caminho e cravou seus olhos em uma figura sentada em um banco qualquer em meio a multidão de trouxas e bruxos, um garoto de ombros largos e cabelos negros que, de um jeito ou de outro, tinha um ar conhecido ao seu ver. Mordeu os lábios inferiores quando o olhou curiosa, imaginando se deveria arriscar uma conversa com o rapaz moreno e alto sentado a alguns passos mais à frente de onde ela mesma se encontrava. Foi então que chegou mais perto confiantemente para chamar a atenção do “talvez conhecido”. Abriu um sorriso pequeno quando foi chegando cada vez mais perto do banco, para então finalmente ver a varinha do moreno caída no chão, se abaixando para pegar o objeto e devolver o pertence do garoto em suas mãos novamente logo em seguida. — Ei, deixou isso cair...E é melhor esconder antes que mais alguém veja. — Disse ela em um tom baixo no instante que a varinha volta para ele em segurança, ajeitando suas mãos nos bolsos de trás de seu jeans outra vez antes de o observar bem agora que tinha a atenção dele somente para ela. O viu então guardar suas coisas em seus bolsos de forma ágil quando rapidamente se levantou e chegou um pouco mais perto, estendendo uma das mãos para cumprimentar a loira conforme se apresentava como “Cosmo Carmello”. Arielle abriu um sorriso de canto nos lábios rosados, apertando a mão firme de Cosmo. — Arielle, Arielle Hagewasser. É um prazer também, mas para ser sincera acho que já nos conhecemos de algum lugar, não? — Perguntou com uma da sobrancelhas arqueadas conforme tombava sua cabeça um pouco para o lado, como se tentasse ao máximo o reconhecer. A tentativa foi falha entretanto, mas ela acabou por rir baixo e olhar para seus próprios pés, talvez um pouco tímida mesmo que não admitisse tal fato.

Cosmo era mais alto que ela obviamente, o que a fazia olhar para cima toda vez que ia se dirigir a ele ou ouvi-lo, mas nada na primeira impressão que tivera dele parecia a incomodar, muito pelo contrário, algo naquele cabelo bagunçado e naquele jeito de ser a atraía como um imã atrai um metal qualquer. E, de repente, estava quase se perdendo em pensamentos quando o garoto a acordou da realidade paralela a qual ela visitara por um segundo, passando a fazer uma pergunta engraçada e ao mesmo tempo estranha. Arielle riu um pouco com o modo dele de falar. — Não, a desconhecida aqui pode com todo prazer te ajudar a encontrar tantas coisas desconhecidas sem nenhum problema. — Concordou com a cabeça ao falar de forma gentil. — Posso ajudar você se me dizer que item desconhecido é esse. Se essa pessoa mora na Noruega eu certamente vou conhecer, boa parte de meus familiares são Noruegueses. Me permite ver? — A loira estendeu a mão para Cosmo com um semblante confiável em seu rosto radiante, escutando o rapaz, assim reparando em como os olhos verdes chamativos que o moreno possuía eram simplesmente lindos. Uma mecha de seu cabelo claro então caía na frente de seu rosto macio, fazendo a mesma erguer uma das mãos para ajeitar a mecha loira de volta no lugar, sem tirar a atenção de Cosmo, certamente necessitado de uma ajuda rápida. — Ei, não se preocupe, prometo não sair de perto enquanto analisar o objeto... Vou ajudar como puder. — Disse ela, confirmando com a cabeça e o observando outra vez com um olhar mais sério desta vez, mas sempre de forma simples e de postura firme.





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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Dom 7 Out 2018 - 20:02

O rapaz notou uma aproximação diferente com a moça que acabara de conhecer por Arielle Hagewasser e mal sabia pronunciar o sobrenome da mesma para chamá-la de senhorita. Por algum motivo ainda mais curioso que este, confiou imediatamente nela. - Sobre nos conhecermos de algum lugar, primeiro eu agradeço à educação de primeiro mundo que permitiu que você pudesse falar a mesma língua que eu, porque sério, impossível se localizar por placas aqui. Cosmo tinha tantas pendências que precisava organizar em prioridades, mas se esforçou o máximo possível para ser simpático com Arielle, o que aparentemente não era difícil já que ela era encantadora. - Agora em segundo, você sabe o nome desse lugar que estamos? Quero muito saber, aparatei pra cá por memórias da infância e preciso de um ponto de "start" e talvez isso nos ajude a saber de onde nos conhecemos, já que eu vim para Noruega quando pequeno. Não quis parecer esquisito, mas não havia outra maneira de se expressar senão esta. O tempo estava passando lentamente e ele já estava controlando o máximo que podia toda a sua ansiedade, contudo sabia que estava transparecendo suas emoções. Em outras ocasiões, com certeza cortejaria Arielle e ele estava mesmo com planos de fazê-lo. Veio mais uma questão em sua mente que soltou antes mesmo que a jovem pudesse responder a primeira indagação. - E a senhorita está sozinha esta hora da noite em uma espécie de parque com a expressão de "quase" choro, então depois de me ajudar com o desconhecido eu quero te ajudar com isso. Acho justo. Nota o vento soprando os cabelos dela e se perde em devaneios por um momento, voltando logo a prestar atenção na conversa e não apenas em como se sentia atraído por ela.

Fica aliviado quando percebe que a mesma está disposta a ajudá-lo e não o está julgando como maluco da praça. O alivia aumenta ainda mais quando escuta que ela conhece a maioria das famílias e da cidade, o que pode em adição ajudá-lo a conseguir uma estadia em algum muquifo. - Não tinha reparado em seus lindos olhos ant... Quero dizer, desculpe por isso, eu te permito ver... Desde que não seja no meio da rua, eu tenho a impressão de estar mais encrencado do que penso. Cosmo disse sobrepondo as poucas palavras sobre os olhos de Arielle, quase imperceptível seu desvio. "Idiota, ela vai pensar que você quer abusar dela, animal, você precisa dela nesse momento ou vai dormir no relento! Malditos hormônios." Estava cada vez mais difícil conter sua própria fúria, ainda que estivesse se saindo bem. - Eu preciso de um lugar pra ficar por hoje, pelo menos até o amanhecer, você conhece algum lugar assim? Uma Estalagem, hotel ou acampamento? Você me leva em um lugar seguro, eu te mostro tudo que eu sei sobre isso que tenho que entregar, você me ajuda. Após entregar, vou para o lugar que me indicar e provavelmente nunca mais precisará me ver de novo. Até em Hogwarts se nos esbarrarmos eu posso evitar falar com você, se for muito esquisito pra você. Estava falando demais, já começara a suar frio. Era óbvio que o desejo dela era conhecer Arielle melhor, se esse desejo fosse mútuo e em uma situação um pouco menos tensa.

Por fim, Cosmo se sentiu culpado: sabia que já tinha envolvido Arielle. Seu corpo estava sob estresse, sua mente um turbilhão e agora seus olhos só conseguiam observar a jovem que lhe ofereceu ajuda. "Um dia desses vou para um hospício!" Segurou uma das mãos da jovem, olhando-a nos olhos e mais de perto do que antes. - Eu juro pela minha vida que estou sendo sincero e que você pode confiar em mim, e para mostrar isso eu vou mostrar para você o objeto, é como uma caixa com um pano. Só preciso sair do meio de todos esses trouxas e até bruxos. Abriu um sorriso ao observar melhor o rosto de Arielle: a conhecia, de fato, e não era de Hogwarts. "De onde?"


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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Dom 7 Out 2018 - 23:55

O vento gélido, que ainda batia irritantemente no rosto bem desenhado da jovem loira, parecia cada vez mais ficar mais forte e intenso, tentando ao máximo fazer a loira se arrepiar com o frio que a noite levava como sempre tão densa naquela temporada que a famosa Noruega sofria, mas Arielle nem por um segundo se arrepiava, permanecendo com seus olhos claros no rapaz à sua frente, escutando-o e percebendo quão preocupado com o que quer que fosse seu dever ele estava. Sorriu pouco mais um vez. — Eu tinha te visto de longe e achei que te conhecia, além de ver que você precisava de ajuda. Admito que esse lugar é bem difícil de esquecer mesmo, não é atoa que eu também vinha aqui quando criança e… — Parou de falar, franzindo a testa por um breve segundo, assim voltando a olhar Cosmo com ambas as sobrancelhas erguidas.— Ei! Talvez nós nos conhecemos daqui! Bom, pode ter uma possibilidade. — Deu de ombros ao tentar se recordar de alguma lembrança de quando costumava vir até o Kongeparken com seu pai a anos atrás naquela mesma época do ano. Arielle fazia o pai ficar girar na roda gigante e acompanhá-la no brinquedo por milhares de vezes seguidas, dizendo que seu medo de altura só passaria se o homem ficasse junto com a mesma e a passasse confiança para admirar a vista, e realmente funcionou, pois hoje nem se lembra mais da sensação do medo de altura, como se nunca tivesse tido. Era familiarizada com o local de qualquer modo. Havia se apegado com o parque de diversões não só por conta das noites com o pai, mas em particular porque com tantas tecnologias aumentando ainda mais a clientela do lugar, muitos brinquedos velhos e jogos de fliperama foram levados para um prédio escondido dentro do próprio parque, consequentemente se tornando um esconderijo secreto da jovem loira que amava o lugar que ninguém costumava ir muitas vezes olhar ou dava valor algum além dela.

Muito barulho e luzes de neon com milhares de cores ainda os rondavam com tantas pessoas comuns e crianças agitadas correndo pelo local com tanta alegria estampada em seus rostos, obrigando a Ari, com seu jeito descontraído de ser, a dar um passo para mais perto de Cosmo e responder assim sua pergunta sobre o parque e onde exatamente eles estavam. — Esse é o Kongeparken, bem agitado como pode ver, mas antigamente era mais tranquilo, pelo menos na minha memória era. Eu realmente acho que é dá aqui que nos conhecemos, consigo me lembrar do seu rosto com toda certeza. — Falava tudo com muita naturalidade, agora podendo olhar Cosmo mais de perto e concordando com a cabeça vez ou outra com o que ele dizia, mostrando-se interessada no que ele dizia. — Bom, se nos conhecemos mesmo aqui, não vou exitar em te ajudar e receber ajuda, mesmo essa expressão de “quase” choro que diz não existir de verdade em mim...Eu não poderia estar melhor, estou revendo um “talvez” amigo de infância! Acho justo. — Repetiu a última fala do rapaz e deixou uma risada escapar quando começou a andar lentamente na espera do mesmo a seguir pelo parque em busca de um lugar mais calmo, ou talvez seu tal esconderijo no prédio no fundo de toda aquela agitação em meio a deles. Não demorou muito para que Cosmo passasse a andar juntamente dela, que a passos lentos seguia para o prédio mal acabado logo depois de um carrossel que girava em gritaria e cavalos coloridos. Arielle voltou com sua famosa postura de mãos em seus bolsos e caminhava com os olhos a frente, só virando para encarar Cosmo quando o mesmo começou a falar outra vez. A Hogan olhou para o horizonte de novo, dessa vez com um sorriso corrompido por uma mordida em seu lábio inferior. — Vem comigo para aquele prédio mais a frente e poderemos ficar em um lugar mais calmo, assim eu posso entender do que se trata essa coisa desconhecida. É um lugar mais afastado, só tem velharias e brinquedos antigos, você vai gostar assim como eu. E...ah, mais uma coisa...Também achei seus olhos verdes lindos, mas eu não quero me desculpar por isso. — Deixava seu charme meio-sereiano transparecer com uma voz simplesmente encantadora junto do primeiro sorriso aberto verdadeiro que finalmente aparecia em seu belo rosto claro, além de seu cheiro e olhos parecerem ainda mais atrativos, tanto que até alguns homens trouxas que estavam em volta dos dois jovens acabaram parando de andar e encarando a loira de forma abobada. Aquilo somente a fez inflar ainda mais seu dom, até mesmo sem perceber ela caminhava como uma sereia fora d’água. Se ela fosse uma Veela aquilo provavelmente seria ainda pior.

Ari havia ouvido tudo que Cosmo, o moreno alto e impossível de ser confundido, dizia sobre a necessidade dele de encontrar um bom lugar para passar a noite, já que o trabalho que tinha para fazer parecia ser urgente, olhando para o mesmo. Ela parava então na frente da porta de metal nos fundo do prédio e segurava a maçaneta antiga. — Pode ficar tranquilo que não vou achar esquisito te ver por Hogwarts ou qualquer outro lugar, não vai precisar sumir por minha causa, não se você não quiser. — Afirmou ela. — Esse lugar é um esconderijo secreto só meu, mas já que depositou tanto confiança em mim, eu vou dividir ele com você e vamos poder conversar melhor aqui...Só vou pedir para fazer silêncio porque é antigo e ninguém pode nos ver lá dentro. — Disse ela quando sentiu Cosmo segurar sua mão e olhou para os lados antes de confirmar com a cabeça. Abriu a porta que rangeu um pouco com o ferro velho, passando a empurrar uma alavanca que ligava tudo no lugar que, em seguida, fez com que a escuridão fosse substituída por luzes que iluminavam assim o local aconchegante. — Não conheço boas Estalagens ou Hotéis, mas eu passo muitas noite aqui quando quero passar um tempo sozinha. Tem um colchão muito bom no quarto dos fundos, um banheiro e umas coisas minhas como livros e um rádio velho que ainda pega umas estações bem legais caso você se sinta entediado, mas eu duvido muito com esse tanto de jogos de fliperama e velharias. — Comentou ela rindo e apontando para uma porta no fundo do lugar abarrotado de coisas incríveis e iluminadas mesmo não sendo mais usadas atualmente. Arielle então se sentou em um banco largado no espaço a pouco tempo, ainda em bom estado. — Mas então...Uma caixa, não é? — Perguntou ela ajeitando sua jaqueta de frio enquanto o olhava.






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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Seg 8 Out 2018 - 16:58

A primeira coisa que pôde notar fora o odor convidativo do local, deixando qualquer tipo de desconfiança de lado. Com tudo que tinha escutado de Arielle, e realmente se lembrava dela... Quando eram pequenos brincavam juntos e muitos à volta juravam que iríamos ser um casal quando crescêssemos. "Não vou nem apostar nisso pra não me iludir, ela com certeza tem namorado." Lembrou-se bem mais da Noruega do que antes, não se sentindo mais tão desorientado e conseguindo, finalmente, organizar seus pensamentos. Observou o local e gostou do que viu, até moraria por ali depois de uma reforma que mantivesse o toque rústico do ambiente. Sentiu-se à vontade para tirar seu sobretudo, exibindo sua camisa regata, mais de seu jeans e sapatos formais - indo totalmente contra o figurino que estava, mas mostrando que era um rapaz sofisticado apesar de qualquer coisa.
- A propósito, me desculpei por dizer que seus olhos eram lindos não por ter me arrependido. Apenas porque são tão angelicais que duvido que os meus olhos sejam dignos de olhar para os seus. Cosmo estava de volta, e daí se ela tem namorado? - E pode considerar isso um flerte, porque já que você se sentiu à vontade perto de mim, e eu perto de você, irei cortejá-la até que aceite sair comigo. Levantou as duas sobrancelhas olhando para ela e piscou, enfiando a mão dentro do sobretudo agora jogado no encosto do sofá. Entregou o objeto para a loira.

Respirou fundo ao ver que Arielle começou a examinar a caixa, ele tinha observado aquilo mas era inútil tentar abrir ou algo do tipo. - Não temos nada! Apenas 4 iniciais: "K - C - H - J" e um pano com perfume de mulher. O rapaz voltou a ficar um pouco tenso, respirando fundo novamente para se acalmar. - E nem dá pra saber se é de uma mulher, pode ser do marido de uma mulher ou de um cara que usa perfume feminino! Observada a caixa com curiosidade, e após seu momento de curiosidade notou que Arielle estava quieta demais. "Ah não, ela sabe de alguma coisa e não quer me falar?" Percebeu a bela jovem balançando a caixa e até tentando abrir. Tentou pegar a caixa de volta e não conseguiu.

- Tá e agora você não vai me falar o que foi? Eu fiz alguma coisa? Olha fundo nos olhos dela, não era isso. - Já sei, você descobriu de quem é e não quer me falar. Por que não me falaria? É da sua família? É de algo das trevas que você conhece e eu não? Notou que os papéis inverteram e quem estava nervosa agora era ela e não ele. Não falava em tom alto já que não conhecia o local e não sabia quem podia estar por perto, além do risco de pegarem os dois em um local que aparentemente não era de nenhum dos dois. Com o reflexo apenas segundos mais rápido do que o de Arielle, consegue pegar de volta a caixa e a encara. - Olha, preciso entregar para o verdadeiro nome e você disse que ia me ajudar. Me diz o que você sabe, me ajuda! Não me esconde as coisas, ok? Esperançoso, devolve a caixa para ela de bom grado. Aponta a varinha para seu sobretudo e muda a cor dele para roxo escuro - antes era preto. Senta-se no sofá para dar um tempo à moça, coloca o sobretudo na cara para evitar a claridade e o aumento de sua enxaqueca, sabia que não iria ser enganado já que conhecia muito bem Arielle... "A não ser que os anos a tenham mudado tanto quando me mudaram..."



[Só pra garantir, já que não fiz em nenhum anterior: Interação fechada entre Arielle e Cosmo.]

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Cosmo Nolan Carmello

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Varinha: Castanheira, 27cm, inflexivel, pelo de Unicórnio-Cinzento.

MensagemAssunto: Re: Kongeparken   Qui 18 Out 2018 - 6:51

Os dois conversaram e resolveram a questão, nunca mais se viram.

Cosmo aparatou de volta para a Estalagem.


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MensagemAssunto: Re: Kongeparken   

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