Potter Go


Você está pronto para essa aventura?
 
InícioPortalFAQGaleriaBuscarMembrosCalendárioGruposRegistrar-seConectar-se
Sejam muito bem vindos ao PotterGo!
:: Topsites Zonkos -[Zks]::
Não deixe de registrar sua trama, só assim você participará da trama principal do RPG! Para mais informações clique aqui!
O sistema de missões já está aberto! Confira já.
Novatos, para melhor entender nosso sistema, não deixe de visitar nosso Guia para Novatos
Convidado, não esqueça de fazer o Teste de Varinhas
Convidado, não deixe de ver nossos cargos disponíveis
Convidado, não esqueça de fazer o Teste do Patrono
Confira as novidades no grupo das Criaturas Mágicas.
ALUNOS, começou o recesso. Não haverão mais aulas nos próximos tempos.
Confira todas as notícias do Profeta Diário aqui.

Compartilhe | 
 

 Quarto do Pierre

Ir em baixo 
AutorMensagem
Ryan Staminkhov Odegaard
Ministro da Magia
Ministro da Magia
avatar

Mensagens : 259

Ficha Bruxa
Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Sorveira, 25cm, semi-flexível, pêlo de Unicórnio.

MensagemAssunto: Quarto do Pierre   Ter 29 Ago 2017 - 17:38


Quarto do Pierre


 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Pierre Ward Odegaard
Crianças
Crianças
avatar

Idade : 6
Mensagens : 26

Ficha Bruxa
Casa:
Ano Escolar:
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Quarto do Pierre   Ter 9 Jan 2018 - 18:42

Não vou mais morder, sério!
O
pequeno nunca tinha visto sua mãe tão brava consigo, geralmente esse tipo de situação era com Savannah, os berros é aquele olhar constantemente eram lançados a sua irmã mais velha, mas hoje estava sendo com ele. Sua orelha estava ardendo, suas pernas pareciam não quererem obedecer o seu comando quando a mãe lhe soltou. Sentia o coração bater forte em seu peito, os pelos seus braços estavam arrepiados. Falar? Bom, sua boca parecia estar colada, pois tudo que ele sabia fazer era olhar para a mais velha. Só teve reação quando a porta mais uma vez foi tratada com violência, sendo batida com força e fechando ele é Desiré no cômodo que era seu porto seguro de todas as noites.

Correu em direção a cama assim que as pernas lhe obedeceram é sentou-se com os pés para fora dela e encarou a mais velha. Não entendia o porquê de ela estar falando que tinha escolhido o pior dia para irritá-la, agora tinha dia para morder e dia para não morder?? Sua cabeça estava confusa quanto a isso enquanto seus olhinhos estavam vidrados nela enquanto ela continuava a falar. Levou a mão até a orelha e a esfregou por causa da quentura, era a primeira vez que estava levando uma bronca parecida com a de Savannah, mas essa parecia ser pior das que via a irmã levar. Como a ordem tinha sido para ficar calado, escutava cada palavra  em silêncio e encolhia os ombros. Como de costume quando era repreendido por algo, levou a mão esquerda até o membro e começou apertá-lo levemente, mas tirou a mão rapidez te do mesmo assim que a ordem foi dada. Porque mulheres implicam quando o sexo oposto faz isso? Não importa se é adulto ou criança, é uma coisa que nasce no sexo masculino, ninguém precisa ensinar.

Assim que a pergunta foi feita e a ordem para que responder desse foi dada  acabou exitando, pois ela tinha mandado que ficasse calado, mas ao escutar o grito encolheu ainda mais os ombros e passou a deixar que as palavras saíssem de sua boca. - Foi sem querer que eu desobedecido.... - Falou baixinho por causa do medo. - Eu sei que não pode... - Respondeu ao escutar a pergunta de ficar mordendo a nova irmã. - Mas ela não queria me dar o controle!! Eu sempre assisti os episódios aquela hora, mamãe! - Tentou explicar o motivo de ir contra a ordem que recebeu mais de uma vez sobre morder. O fato realmente era que o menino sempre ficava muito mais agressivo quando Alana e Savannah estavam em casa, o modo que elas lhe tratavam com brincadeiras de mal gosto, palavrões e até mesmo batendo nele, refletia em seus atos com outras crianças. Fitou os olhos de Desiré quando ela falou que ele iria apanhar sim, pois não iria mais aturar ele morder ninguém, não importando as circunstâncias. - Eu só mordi porque fiquei bravo, por favor mamãe, não bate!! Eu não vou mais morde! - Pediu com as lágrimas já rolando pelo rostinho. - É verdade sim, eu não vou mais morder, vou não! - Sim, ele estava com medo, muito medo, claro que já tinha levado um tapa aqui e outro ali por travessuras comuns de crianças, mas hoje algo lhe dizia que não seria tapas que receberia. Passou a mão no rosto quando foi mandado que parecesse de chorar porque nem tinha apanhado ainda é esfregou o nariz. Começou a chupar o lábio inferior ao escutar sobre ter que escolher algo e não entendeu, mas ficou olhando para ela enquanto as palavras eram soltas com raiva. Seus olhinhos se arregalaram ao escutar tudo e depois que tinha que escolher entre os objetos ditos. - Não... Não quero escolher.. Eu não vou morde... De novo... - Respondeu balançando a cabeça e tentava a todo custo segurar as lágrimas que passavam a escorrer novamente. Nunca tinha apanhado com nada que não fosse a mão dela e mais que um tapa. Seu corpo tremeu pela maneira que a morena mandou que parasse de demorar e que se não escolhesse ela escolheria de qualquer jeito. - A... A.. mão... - Disse baixinho, mas pela demora de escolher algo a opção escolhida não foi aceita e tinha que escolher entre  as outras. - Eu... Eu... Cin..... Cin..... Cinto.... - Depois de muito custo tentando formar a palavra ela se formou. Ele só conseguia pensar no pai, nunca tinha visto a mãe tão brava, óbivio que não se levantaria com a ordem quando fosse dada e claro que colocaria as mãos na frente da bunda para protegê-la se fosse preciso.

______________________


hold on to what you believe
Pierre Ward Odegaard

Filho de Desiré & Ryan || Irmão de Alana & Savannah || 5 Anos
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Desiré Ward Odegaard
Líder da Ordem de Merlim
Líder da Ordem de Merlim
avatar

Idade : 34
Mensagens : 88
Localização : Sede da Ordem de Merlin

Ficha Bruxa
Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Carvalho, 21 Centímetros, Pouco Flexível, Escama De Sereano

MensagemAssunto: Re: Quarto do Pierre   Qui 25 Jan 2018 - 1:53


Just a simple touch and it can set you free
We don't have to rush when you're alone with me
O sangue ainda quente em suas veias provavam que a mulher cuja feição era fechada e séria estava completamente alterada, não que fosse novidade vê-la assim, a Odegaard era o perfeito exemplo de “temperamental” e todos que já tiveram o prazer de à conhecer sabiam muito bem disso, contudo, nesse dia em específico, Desiré encontrava-se mais nervosa do que de costume. Definitivamente o filho caçula que tremia em sua frente tinha escolhido um péssimo dia para tirar a mãe do sério. Desiré não pretendia, aliás, ela não queria agir daquele modo, porém como Judith, sua progenitora, costumava dizer quando a morena era pequena “para tudo se há um limite” e Pierre havia o ultrapassado. Talvez fosse por conta da gestação que passava, os hormônios sempre mexiam muito com a Ward, seja em períodos de tpm, gestação ou até mesmo no dia a dia. Ou por ser metade lobo, a fera presa dentro de si era completamente impaciente, impulsiva, intolerante, territorialista e irritadiça. Desiré custava para prender tudo aquilo dentro de si. Mesmo que todos dissessem que um animago ao se transformar no animal ainda mantém sua consciência humana, por dentro a morena sabia que não era lá bem assim, ela sentia que quando se transformava suas emoções simplesmente ficavam dez vezes mais intensa, fazendo com que nem ela própria se reconhecesse as vezes.


Altos níveis de estresse eram o perfeito exemplo de que a fera podia muito bem controlar a mulher quando bem entendesse, fazendo-a perder a cabeça e agir com fervor e exaltação. A fúria contida em seus ossos era grande demais para ser presa em um mero corpo humano, por isso alguns de seus membros já começavam a assumir a forma de um lobo, como por exemplo a íris de seus olhos, que de verde já possuíam um tom dourado, as presas levemente saltadas, as unhas dos dedos das mãos mais longas do que de costume e a inquietação. A morena andava de um lado para o outro no quarto do filho caçula como se a qualquer instante fosse abrir um buraco no chão ou avançar em alguém. Com o canto dos olhos, Desiré fitou os movimentos do menor e ignorou as batidas rápidas do coração do pequeno, ela não iria amolecer agora. Na verdade a possibilidade de não puni-lo de alguma forma nem mesmo passava por sua cabeça, a animaga não gostava de se ver desafiada, ela precisava mostrar para o filho que ela não era o tipo de pessoa que “só falava e nunca fazia”. — Você não tem noção do quanto eu estou irada com você. - Desiré soltou alguns palavrões, palavras quase nunca vistas em seu vocabulário, normalmente usadas quando a mesma se encontrava em alguma missão de seu trabalho secreto, onde podia se deixar levar. — Quando eu disser para você não morder alguém, é para você me obedecer! - Gritou a morena. — Que droga, Pierre! Eu estou farta dessas suas atitudes, você não pode sair batendo, mordendo ou xingando as pessoas quando bem entender. Eu já te disse uma centena de vezes para não fazer isso e parece que entra por um ouvido e sai pelo outro, você vai lá e faz. - Gesticulou afobada algumas vezes durante o breve discurso e voltou a ficar de frente para a criança. — Olha para mim quando eu estiver falando com você. - Disse em meio a um rosnado alto, alto até demais. — Eu queria saber onde eu estou errando, porque parece que tudo o que eu faço ou falo para você e sua irmã vocês dois ignoram. Vocês estão me achando com cara de tonta? Porque se estiverem eu vou fazer questão de provar o contrário. - Desiré ao menos se dava conta das palavras que saiam de sua boca, ela apenas cuspia as coisas que vinham aparecendo em sua cabeça a medida que gritava com a criança.


A usuária do elemento fogo não estava brava somente pelo filho ter mordido outra pessoa, era muito que isso, sua raiva tinha um motivo muito mais profundo. A desobediência. A insubordinação. A rebeldia. Coisas vindas de anos e mais anos. Mesmo sendo uma criança, Pierre estava muito bem ciente daquelas coisas, Desiré procurava educar muito bem seus filhos, quase ao mesmo nível que sua mãe havia a educado. Mesmo que quando pequena tivesse dado dores de cabeça até demais para Judith, a morena sempre entendeu a mãe por querer se os filhos tivessem uma educação impecável. Talvez houvesse puxado mais a falecida Ward do que esperava. — Se sua avó estivesse viva para ver isso ela estaria surtando agora. - Falou um fio de voz. A animaga não gostava de falar sobre a morte dos pais, do trágico acidente e sobre a vida que levavam na Irlanda antes de tudo acontecer, a vida que ninguém sabia. Fixou as orbes douradas no filho que se encolhia sobre a cama e deixou o pensamento infeliz sobre os falecidos para trás, concentrando-se na raiva. — Tira a mão daí, Pierre! - Ordenou se aproximando ameaçadora da pequeno. — Você podia simplesmente ter pedido para Yasmin mudar de canal ou ter esperado ela terminar de ver o desenho dela. Você sabe quantas televisões tem nessa droga de castelo? - Gritou alto, o suficiente para poder ser ouvida de alguns andares. — Inúmeras!!! Dezenas de televisões para ver! Podia ter usado até mesmo a do seu quarto, mas não, tinha que ir até a ocupada e bater na pessoa. Por que? - Continuou a berrar, mal se dando conta que tinha elevado o tom de voz a cada fala. — Me responde, eu estou falando com você então me responda! - A frase saiu acompanhada de mais um segmento de palavrões. — Você me desobedeceu, Pierre, eu mandei não morder. Mas eu juro que essa foi a última vez. - Estreitou os olhos e deixou com que sua alma sonserina falasse mais cedo. Não tinha sido a única filha do casal Ward a ser mandada para a Sonserina atoa. — Mas que droga, eu já disse que a centenas de televisões na casa, precisava ser justo naquela?


Frustrada, Desiré fechou os olhos e esfregou com força o rosto, subindo as mãos pelo cabelo, já tinha machucado demais a palma da mão para pensar em fincar as unhas ali. — Quer saber, você vai apanhar. Eu não vou mais tolerar você fazer isso, não importa o motivo. Ah, você vai apanhar muito. - Ainda com suas orbes fechadas, abriu um sorriso nervoso e até mesmo deixou alguns risos escaparem por ali. Ela estava literalmente “rindo de nervoso”. — Você vai apanhar tanto que toda vez que você for fazer algo errado, você vai se lembrar desse dia, e vai lembrar do quanto você apanhou, do quanto doeu, do quanto me irritou, então você vai pensar duas vezes e não vai fazer a coisa errada. - Para sua surpresa, acabou por dizer as palavras mais calma do que esperava. Nem mesmo as súplicas ou os olhos cheios de lágrimas eram capaz de apagar a raiva que a Odegaard sentia. — Mentira, você é um mentiroso, você vai morder sim, você sempre acaba mordendo outras pessoas de novo. - Desiré deu as costas para o menino, pensando exatamente o que iria fazer para puni-lo. Quando o assunto era agressão física, por mais que não se orgulhasse de admitir, era quase que profissional. Já tinha se metido em tantas brigas ao longo de seus anos de vida que nem mesmo podia colocar-las em números. — Pare de chorar, por Merlin, você nem apanhou ainda. Se você quer chorar eu vou te dar um bom motivo para chorar. - Murmurou irritada, a cabeça latejava pelo barulho que o outro fazia. — Bom, escolha. - Abriu ambos os braços e apontou para todo o quarto, repleto de brinquedos. Resolvendo deixar ainda melhor aquela situação, a morena tirou o sapato levemente alto que usava, o cinto de couro que enfeitava a calça jeans, e mais alguns itens perigosos e os colocou sobre a superfície de madeira que ficava ao lado da cama do filho. — Você vai apanhar com um desses itens, isso é inevitável. Estou te dando a chance de escolher, então escolha. Agora. - Dessa vez, Desiré não gritou palavras de ódio, a loba apenas ditou completamente séria. — Eu não estou perguntando se você quer, eu estou mandando você escolher. - Ignorou as súplicas do menor mais uma vez e apontou para a mesa com a sobrancelha erguida. — Se você não escolher, eu vou, e eu te prometo que vai ser dez vezes pior. Escolhe a droga do objeto, Pierre. - A morena ordenou sem nenhum pingo de dó ou remorso, sua mão já estava coçando de vontade de fazer aquilo. — A minha mão não está na mesa, está? Escolha outro. Anda. Eu tenho mais o que fazer. - Quando a resposta não tão clara assim foi dita, Desiré sorriu.


Caminhou lentamente até o cinto de couro — que por um acaso tinha ganhado de presente de sua mãe, antes dela vir a falecer, ironia do destino, talvez. Deixou com que as unhas afiadas percorrerem toda a extensão do couro que revestia o objeto e notou o quanto a mão estava deformada, a pele pálida do pulso descia até os dedos tomando uma forma bizarra, cujos pelos eram de um cinza escuro, quase pretos. A animaga fechou os olhos e respirou fundo, buscando algum tipo de calma que sabia não existir dentro de si.Transformou a mão de volta ao normal — precisaria dela afinal, e agarrou o cinto de couro com força. — Vira. - Ordenou fria e direta. Desiré já esperava que Pierre não fosse obedece-la logo de primeira, qualquer criança faria a mesma coisa em seu lugar, por isso, sem qualquer tipo de paciência, puxou o menor pelo braço virando-o de costas para si e não pensou duas vezes antes de direcionar a tira de couro para a região do bumbum e um pouco das coxas finas. Aquilo provavelmente ficaria marcado algumas semanas.Quantas vezes ela mesma já havia apanhado com um cinto? Bem, inúmeras, ela pensou. Contudo, Desiré não era a mãe dela e nem traria os filhos como Judith a tratava. Ela seria uma mãe melhor, mesmo que para isso tivesse que dar umas cintadas no filho de vez em quando. A morena nunca tinha de fato batido no filho, normalmente nunca passava de usar a mão, então aquela seria a primeira vez que realmente usaria algo daquele tipo. — Acredite, isso está doendo muito mais em mim do que em você. - Falou para Pierre, tentando sobrepor sua voz ao choro alto e sofrido. Desiré estava prestes a bater pela quinta vez no filho com o cinto quando sentiu algo segurar seu braço. A mulher encontrava-se tão irada que nem ao menos se dera conta que alguém tinha entrado no quarto. Claro que a o porta completamente escancarada deixaria a vista aquela maravilhosa cena para quem quer que passasse pelo corredor, e seus sentidos alterados pela raiva a cegavam ao ponto de fazer Desiré tornar-se vulnerável. Como estava agora com alguém segurando o braço que prendia a cinta. A morena estava pouco se lixando para a pessoa que ousara tentar pará-la, alguém burro demais pode-se dizer. Ainda sobre os efeitos de seu forte temperamento, desvencilhou com facilidade o braço das mãos que a seguravam e espalmou a palma da mão sobre o tronco da pessoa que nem se dera ao trabalho de olhar, empurrando com força. Desiré rosnou alto, ser interrompida não a deixava nada contente. O som grave de algo batendo contra o chão e o tom de surpresa foram o bastante para fazer-la voltar a si. Ela tinha acabado de agredir alguém? A animaga virou rapidamente a cabeça para o lado e arregalou os olhos ao ver a filha mais velha no chão. — Por Merlin, Savannah. - Por instinto, soltou o cinto e correu para acudir a mais nova, ajoelhando-se ao lado da mesma sobre o carpete. — Desculpe, eu não queria te machucar, está tudo bem? - Perguntou aflita. — Mas que inferno você veio fazer aqui? Você não tinha nada que se intrometer. - Franziu a testa. Desiré não entendia muito bem o que a menina fazia ali, afinal ela nunca ligou muito para o que acontecia para o irmão mais novo, por que ligaria agora que ele estava apanhando?



______________________

DESIRÉ PHANI CONSTANTINE WARD ODEGAARD
ORDER OF MERLIM; A WOLF; WARD; ODEGAARD; SAVANNAH&PIERRE;; HADES COSPLAY


thanks sininho:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Pierre Ward Odegaard
Crianças
Crianças
avatar

Idade : 6
Mensagens : 26

Ficha Bruxa
Casa:
Ano Escolar:
Varinha:

MensagemAssunto: Re: Quarto do Pierre   Sab 27 Jan 2018 - 14:29

O que está acontecendo comigo??
O
menor sentia a barriga doer estava com medo por ver a mãe daquele jeito. Claro que já tinha escutado palavrões saindo dos lábios dela, mas sempre vinham do quarto de Savannah em discussões entre as duas e não contra ele. Novamente apertou o companheiro ao vê-la se aproximar do objeto e começou a chorar por medo. Quando a ordem foi dada para que se virasse não conseguiu obedecer, o medo não permitia que ele se movesse. Estava congelado seu corpo não lhe obedecia mesmo que quisesse fazer o que a mais velha mandava om tanta raiva. Sentiu seu braço ser puxado e por causa da fora que era botada em si para isso seu corpo se virou sobre a cama fazendo com que ele ficasse de bruços e de costas para a mãe. O contato do couro contra seu corpo fizeram toda região arder e com isso deixou com que o grito escapou por seus lábios mesmo que nas escadas a mais velha tivesse dito que não queria escutar mais nenhum piu, não conseguiu segurar o som da dor que sentia a cada nova cintada que recebia. As lágrimas escorriam por sua face sem parar e o choro era alto, por ser criança não se importava se alguém o escutaria ou não. - PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARAAAAAAAAAAAAA. - Berrou entre o choro, não por ser mal educado, afinal, nunca tinha se atrevido a gritar com a mãe, o grito saiu por causa do desespero que estava sentindo. Sentia seu corpo quente, não só a parte em que o cinto tocava a sua pele, mas sim todas as partes do seu corpo, seu coração estava mais acelerado que o costume  e uma sensação estranha percorreu as veias do garoto.

Talvez a mulher tivesse cansado de bater em si? Talvez o pedido para que parece tivesse feito com que Desiré amolecesse um pouco e achasse que já tinha batido nele o suficiente? Bom, a resposta ele não sabia, mas os minutos que o objeto não tocou seu corpo fez com que o menino subisse mais pela cama chorando. Seu bumbum e as coxas queimavam, fazendo com que ele levasse as mãos até elas e esfregasse entre os soluços que não conseguia segurar. Estava com muito medo, assustado e acuado na cama que acabou se encolhendo sobre o colhão. A vozes de sua mãe ao falar o nome de Savannah parecia ter ficado mais alto, fazendo o menino sentir um incomodo em seu ouvido. Sentia um calor subir por sua coluna a medida que as duas conversava, mas não entendia o porquê de estar sentido aquilo. Apanhar fazia aquelas sensações brotarem? Ele não sabia a resposta, mas estava sentindo algo que nunca sentiu antes. Escutava passos, passos que podia distinguir que vinham do lance de escadas que dava no corredor que seu quarto ficava, mas não tinha a mínima ideia do porque conseguir escutar aquilo. Estava confuso e se apavorava cada vez mais, já estava apavorado por a mãe ter lhe batido daquela maneira e agora estava escutando de uma maneira que nunca tinha escutado na vida. Pode sentir cheiro do perfume que Ryan usava, mas ele não estava no quarto. O cheiro da Desiré tinha ficado mais forte assim como Savannah.

O menino só sabia soluçar e tremer sobre a cama que era sua, sentia o seu cheiro impregnado sobre a colcha com a ilustração de seu desenho favorito. A quentura em seu corpo só aumentou mais e mais, seguida de um formigamento que percorreu toda a sua coluna e o resto de seus membros. Pirre por sua vez fechou os olhos tentando fazer aquilo passar, mas o pequeno não fazia ideia do que estava acontecendo em seu corpo. O menino sobre a cama passou a mudar, seu corpo foi se transformando, a quentura que tanto sentia era seu lado animal saindo. Muitos animagos descobriu seu dom em momentos tensos e de perigo, alguma chave era o que fazia o lado animal brotar. Cada bruxo tinha a sua maneira de descobrir a imensidão de seu poder e a maneira que cada coisa se manifestava. O corpo do garotinho foi coberto por pelos escuros, bem escuros por ainda ser uma criança. Na região do pescoço, do rosto os pelos iam tomando conta sem que o pequeno se desse conta, ele não tinha mais um rosto humano e sim de um lobo, um filhote dos maiores lobos. Suas mãos pequenas e pés agora eram grandes patas, o rabo era grande e as orelhas pontudas se moviam por causa dos pequenos ruídos, que pare ele agora eram altos demais. A quentura em seu corpo agora tinha passado, o que fez o menor abrir os olhos com as íris deles azuise, piscou algumas vezes, ele não estava mais conseguindo distinguir as cores, estava tudo em preto em branco. Escutava a voz da mãe e da irmã, mas não entendia o porquê delas conversarem gritando. Sentou-se na cama e chamou por Desiré, queria pedir desculpar-se, mas tudo que viu foi a mulher lhe olhar de maneira estranha seguida de sua irmã. Agora estava mais confuso que antes, foi então que ao olhar em direção ao armário que ficava do lado da cama viu o reflexo de um filhote de lobo sobre sua cama. Assustado começou a andar para trás e viu que a criatura fazia os mesmo movimentos que si, o que o deixou ainda mais apavorado. Caiu com tudo no chão todo desajeitado e balançou a grande cara que tinha, foi então que alguém entrou no quarto. Ryan adentrou e não demorou em pegar a varinha e apontar para o animal, claro que o filhote se assustou ainda mais, não entendia o que estava acontecendo. Um feitiço foi lançado em sua direção fazendo com que ele corresse assutado para o lado oposto facilidade, estava com uma habilidade que não tendia explicar. Assustado ainda mais que antes viu a porta aberta, correu em direção a ela e passou por baixo das pernas de Ryan, saindo do quarto assustado. Depois de sair do cômodo correu na direção das escadas e saiu batendo de degrau em degrau, não sabia ainda se mover direito na forma que estava e por isso chegou a Hall de barriga no chão e meio tonto por causa da queda, mas sem nenhum machucado. Olhou assustado para os lados e com o coração batendo forte, foi ai que uma pessoa abriu a porta que dava par ao jardim para entrar e o pequeno não pensou duas vezes, saiu correndo para fora, passando mais uma vez por baixo das pernas de alguém e deixando a casa para trás. Se ele saberia explicar essas coisas depois? Claro que não, mas estava com medo do próprio pai que tentou lhe machucar, o que o fez correr em direção a floresta da mansão sem parar.

______________________


hold on to what you believe
Pierre Ward Odegaard

Filho de Desiré & Ryan || Irmão de Alana & Savannah || 5 Anos
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Quarto do Pierre   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Quarto do Pierre
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Teoria-Quarto Haki(tem spoilers)
» Quarto do Orion
» Quarto de Percy
» A (Quarto Raikage)
» Uma noite como outra qualquer

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Potter Go :: Mundo Trouxa :: Europa :: Noruega :: Castelo Odegaard :: Primeiro Andar-
Ir para: