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 Quarto da Aine

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AutorMensagem
Ryan Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Quarto da Aine   Ter 5 Set 2017 - 19:38


Quarto da Aine


 
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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Sab 9 Set 2017 - 23:32


Debutante...
AINE ODEGAARD

Aine estava parada na frente do espelho, admirando seu vestido novo. Em sua face, estava estampada a insegurança do que a esperava naquela noite. Não fazia nem muito tempo que ela estava em Hogwarts e chegara seu aniversário. Como ela era oficialmente uma debutante, seus pais insistiram em dar uma festa com direito a convites para todos os seus colegas. Claro que ela fizera vários amigos, mas Aine não conseguia deixar de sentir vergonha por ser o centro das atenções, não era do feitio dela. Suspirou e arrumou as mechas de cabelo que caiam sobre os ombros. Escolhera um leve vestido creme de renda com um decote um pouco ousado nas costas, mas nada que não podia ser mostrado. O cabelo estava solto e, a maquiagem, leve apesar do horário da festa. Uma linda e luxuosa festa no jardim, como ela queria. Aine caminhou até a janela, se equilibrando em cima da sandália prateada de salto fino, e ficou observando as pessoas que já chegavam no lugar. Dava para ouvir a música lá de cima e ela sorriu. "Eles estão aqui por você, Aine. Só vá lá e se divirta". Ela respirou fundo e voltou a parar diante do espelho para ver se estava mesmo tudo em ordem, se decidindo se colocava um colar ou não.
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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 0:41

O quarto de Aine
Andrew subiu as escadas lentamente, se esforçando para não fazer nenhum barulho que pudesse entregar sua presença ali. Os pais de Aine nem mesmo o conheciam - na verdade ninguém da família da garota o conhecia -, porém o garoto conseguiu entrar de fininho na casa dos Odegaard com a ajuda de uma empregada muito gentil que o indicou o quarto de sua amiga e o ajudou a entrar sem que ninguém percebesse, logo o mostrando a grande escada que o levaria para o quarto da corvina. - Estou te devendo uma. - Disse para a mulher e lhe deu uma piscadela rápida e divertida - obviamente a fazendo achar graça do gesto tão brincalhão - antes de voltar a subir a escada.

Um corredor se estendeu e Andrew caminhou pelo mesmo um pouco tenso, arranhou sua garganta e passou a revirar seus bolsos enquanto caminhava pelo corredor repleto de quadros de todos os tipos, até que finalmente encontrou o objeto que tanto procurava no bolso direito de sua calça. Respirando fundo, o loiro viu a porta do quarto da garota entreaberta e deu alguns passos lentos até a mesma, mas obviamente não se atreveu a abrir. Andrew era sim um garoto irônico, frio em certos momentos e observador em outros, mas ser cavalheiro era uma coisa que ele sabia fazer muito bem e abusava eternamente desse recurso, nunca deixando de ser um bom braço direito.

E então sem mais delongas bateu na porta, chamando pela garota em uma voz rouca e um tanto quanto baixa: - Aine? Está aqui? - Perguntou esperando que ela abrisse a porta rapidamente.



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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 1:02


Debutante...
AINE ODEGAARD

Aine sobressaltou-se ao ouvir alguém chamando na porta e sentiu seu coração acelerar um pouco ao reconhecer a voz. Andrew. Ela se olhou mais uma vez no espelho, conferindo a aparência, e correu para a porta. Parou por alguns segundos para respirar fundo e não aparentar tanta ansiedade e abriu a porta. - And! - Sorriu. - Que bom que você veio! Entra. - Ela deu alguns passos para o lado e deixou ele entrar, deixando a porta entreaberta atrás dele. Seu pai surtaria se aparecesse ali e encontrasse ela com um menino dentro do quarto e, ainda por cima, com a porta fechada. - Estou tão nervosa. - Riu, apertando os dedos das mãos. - Obrigada mesmo por ter vindo. - Um rubor tomava conta de seu rosto e ela torcia para que a maquiagem estivesse conseguindo esconder. Caminhou mais para dentro do quarto, deixando o garoto mais à vontade. Não era um dos maiores quartos da mansão, mas era o seu cantinho, tinha o seu jeito. O perfume da garota impregnava o lugar e alguns quadros que ela pintara adornavam as paredes. "Ele está tão bonito..." Ela mexia nervosa no cabelo, tentando esconder como estava feliz por ele estar ali. Eles haviam se conhecido alguns dias depois que Aine chegou de Ilvermorny e, coincidentemente, ele chegou de Durmstrang. Depois que Aine o ajudou a encontrar a Comunal da Sonserina, passaram a se encontrar pela escola com cada vez mais frequência e descobriram que tinham muitas coisas em comum. Aos poucos, ela se encantou e passou a nutrir uma certa paixonite por ele. Apesar de sempre ter sido tratada com muito respeito e carinho por ele, Aine duvidava que fosse correspondida. Por isso a surpresa quando ele aceitou seu convite. Convite este que ela levou muito tempo para criar coragem para fazer e precisou ser empurrada por sua irmã no caminho dele, enquanto ele passava no corredor. - Está bem animado lá fora? - Ela voltou a olhá-lo com um sorrisinho bobo nos lábios.
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 1:37

O quarto de Aine
Abriu um sorriso quando a garota abriu a porta toda tímida e adentrou o lugar. Andrew realmente estava de bom-humor naquela noite e não deixaria que nada nem ninguém estragasse aquilo, pois Aine merecia ter uma boa festa e manter permanecer bem a noite inteira e ele, como um bom melhor amigo, faria de tudo para acompanhá-la o mais educado que conseguia ser.

O loiro então adentrou no quarto da corvina e observou o lugar com olhos atentos em cada detalhe. Muitos quadros e coisas femininas que ele nem sempre via, como cores brilhantes e coisas como almofadas coloridas e coisas que garotas diziam ser “fofas”, mas que ele não entendia nem uma palavra. Olhando para a princesa da noite, percebeu uma tensão e ansiedade nos olhos e na forma como ela apertava seus próprios dedos. Riu levemente e colocou as mãos no bolso. - Vou estar do seu lado o tempo todo, não precisa ficar nervosa. - Comentou ele sorrindo. - Você está linda a propósito... - Disse meio sem jeito, tirando a mão direita do bolso e apontando para o vestido que realmente caia muito bem para a morena. - Mas ainda acho que está faltando algo. - Disse pensativo, até que tirou finalmente o objeto que tanto guardava no bolso da calça. - É pra você, sei que não é grande coisa, mas...Eu achei que combinava com você. - Disse dando a ela uma pequena caixinha azul com uma fita branca formando um laço em cima.  Abrindo o item, Aine encontraria um colar simples, porém extremamente lindo e delicado, contendo várias pedras pratas.

Andrew a olhou por um instante, se perguntando se ela tinha gostado ou não do presente. Sorriu ao observá-la.



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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 6:44


A special day to be a father

Um sorriso discreto, sem mostrar os dentes e pensativo rondava o rosto de Sillaz enquanto ele apreciava a festa bem a distância do seu lugar recolhido. Havia prometido a si mesmo que naquele dia especial não deveria estragar a noite de sua filha. Então de forma alguma poderia ter qualquer ataque de sua ocasional maldição. Os mortos permaneceriam mortos e para isso havia se certificado de além dos feitiços de proteção da casa ter colocado uma combinação própria de runas que manteriam os fantasmas do lado de fora dos domínios da mansão. Outro problema que havia sido mais fácil resolvido foi o do trabalho. Como seu chefe era definitivamente seu irmão, havia sido muito fácil conseguir sair cedo. Não só isso como Ryan e ele havia trabalhado duro para conseguir um presente muito especial para sua princesinha. Um presente único. Até então, sendo ele o mais afastado da família, havia sido aproximado pela festividade de sua filha, da qual poderia dizer que ganharia novos padrinhos em breve. Nem de perto o bruxo pensava que uma festa, da qual fora reticente inicialmente, haveria de ser tão produtiva. O aniversario dela prometia reunir toda a família, mesmo que vivêssemos no mesmo lugar. Esse era mais um dos sinais pelos quais sua filha merecia o apelido que havia lhe dado desde a infância, “luz da sua vida”. Sillaz ainda recordava de quando se casou com Ivy. Ambos queriam muitas coisas, queriam uma vida diferente. O destino, no entanto, haviam tocado os dois com marcas de ressentimento, dor e de inescrupulosa maldade. Eles achavam que seriam engolidos pelas trevas mesmo depois de todos os encalços, mesmo que seu amor transpusesse as grades do impossível. E seu destino só foi realmente selado quando Aine nasceu.

Um pequeno bebê de olhos azuis, cabelo castanho ralo sobre a carequinha lisa e seu sorriso quando o viu. Foi à primeira vez em toda a sua vida que Sillaz chorou. Aine parecia ter herdado toda a luz que para ambos fora abandonada. A medida que ela foi crescendo, se desenvolvendo como uma menina inteligente, simpática e linda, era tomado ainda mais pela certeza de que seria um bom pai e da certeza de que jamais voltaria aquela vida que abandonou. Sillaz se orgulhava de até o momento não ter que ter dito não a sua filha, pois a maior dor de uma criança é não ter tudo que se precisa; de não ter que brigar com ela por culpa de pirraça ou por problemas na escola, porque ela jamais lhe deu motivo. Aine era uma filha que ele sentia que não merecia. E com todas suas imperfeições como um pai ele guardara para ela seu lugar favorito dentro do coração. Numa proporção do qual morreria por ela. Dado isso, tudo que fazia era para lhe dar um excelente futuro, uma vida em que jamais tenha que enfrentar a face do mal, uma vida tranquila, próspera e feliz. Isso resumia o porquê aquele era um excelente dia para ser pai. Pois sua filha haveria de sair feliz daquela noite, por um esforço conjunto seu, de sua esposa e de toda a família. Um esforço que ele não pretendia que fosse em vão.

Para Sillaz naquele momento significava ficar um pouco mais a parte da festa, mas a medida que os elfos terminavam de fazer os preparativos e que sua mulher definitivamente sumir em meio do frenesi da organização  ele ficava ainda mais nervoso. Seus olhos tomaram finalmente conta de suas roupas, o traje havia sido inteiramente escolhido por sua esposa, salvo por esse motivo ter alguma roupa num tom que não fosse o preto. Seu paletó era preto feito do mais fino tecido, sob medida, que se fechava sobre dois botões na parte mais inferior da frente de seu tronco. A gravata da mesma cor se prendia pelas golas a uma blusa social branca bem discreta. Da cintura para baixo, uma calça social preta prendia-se pelo cinto terminando em seus sapatos sociais pretos perfeitamente lustrados. Estava elegante, tão quão gostava de usar esse tipo de roupa, que para ele era casual. Tocou com a mão direita sua barba que havia sido feita há muito pouco tempo, deixando apenas uma camada fina de pelos. Ainda não se acostumara se sentia um bebê com tão pouco pelo. Depois ainda tomado pelo nervosismo da espera acariciou o topo de sua cabeça, da qual o gel e o ressente corte havia lhe dado uma aparência mais jovial ou séria do que antes quando os cabelos ainda eram bem maiores. Decidindo por fim que iria ver como sua filha estava.

Andou até a mesa, pegando uma das bebidas discretamente. Tomou um copo como se não fosse nada e tomou seu rumo para o quarto de Aine. Aquele momento algumas pessoas já haviam chegado. Apoiado sob sua bengala, mesmo que definitivamente não precisasse dela, servindo apenas para compartimento para a varinha, alcançou as escadas subindo sorrateiramente. Parou no meio do corredor para conferir como estava com um dos quadros que elogiou sua aparência e percebeu tão logo que ouvia vozes saindo do quarto de sua filha. Tirou discretamente a varinha da bengala andando devagar. Apareceu na porta, só para ver que Aine não estava sozinha. Colocou tão discretamente quanto tirou sua varinha de volta e pigarreou propositalmente interrompendo a conversa. – Minha filha, vim ver por que demorastes tanto... – A visão realmente havia o pegado desprevenido, mesmo que ele não deixasse transparecer. Empurrou a porta até deixa-la completamente aberta entrando com uma completa calma. – Posso saber quem é o rapaz? – Mesmo que seus olhos ameaçassem engolir o rapaz vivo, pela promessa que havia feito compeliu-se a manter a calma, não queria estragar o dia de sua filha. Tentou oferecer um sorriso, sem muito sucesso e voltou-se a sua expressão de marfim. Seria uma armação de Ivy ou de Vênus? Ou das duas? Não sabia dizer, como o rapaz havia descoberto aquele cômodo tão facilmente.





Última edição por Sillaz B. Odegaard em Dom 10 Set 2017 - 16:33, editado 1 vez(es)
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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 13:52


Debutante...
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Ela sentia pela quentura que se espalhara por seu rosto que devia estar bem vermelha ao receber o elogio dele. - Você também está... - Falou em um tom baixo, abaixando também os olhos e mexendo nas pontas dos cabelos, tentando esconder como estava envergonhada. Em Hogwarts, eles eram melhores amigos, rindo e brincando o tempo todo. Mas, ali, com os dois tão arrumados, com uma festa luxuosa à espera, e sabendo que dançaria com ele, Aine sentia tudo diferente. Levantou os olhos surpresa quando Andrew lhe estendeu uma caixinha delicada e, quando a abriu, um sorriso tomou conta dos lábios da garota. Um lindo colar delicado estava ali dentro. Aine nunca havia ganhado uma jóia antes que não tivesse sido comprada com sua mãe. - Ah, And! É lindo... - Ela acariciou as pedras do colar. - Eu adorei! - Em um impulso, abraçou o garoto e lhe deu um beijo no rosto. - Obrigada... - Ia falar mais alguma coisa, mas se afastou rápido dele quando notou outra presença no quarto. Seu pai estava parado na porta, encarando Andrew fixamente, o que fez Aine engolir em seco e já pensar em uma explicação. - Papai! - Ela exclamou com um misto de surpresa e susto na voz. - Esse é o Andrew. - Caminhou rápido até o seu pai e entrelaçou o braço livre no dele, o puxando mais para dentro do quarto e o deixando de frente para o garoto. - Ele é um grande amigo da escola. - Lançou um leve sorriso para Andrew, voltando, em seguida, a atenção para o pai. - E ele também é intercambista, acredita? De Durmstrang! - Seu pai adorava Durmstrang. Por fim, para concluir a missão "fazer o papai gostar do Andrew", Aine deu a cartada final. - Ele está na Sonserina, pai. - Ela virou o rosto para Andrew. - Papai foi da Sonserina durante seu período em Hogwarts. - Com isso, ela atravessou devagar o espaço entre os dois e ficou ao lado de Andrew, entrelaçando cuidadosamente o braço no dele. - O And veio ser meu acompanhante na festa... Não tem problema, né, pai? - Aine lançou para o pai um olhar que dizia claramente o quanto era importante para ela que o Andrew estivesse ali e o quanto ela queria estar com ele naquela festa. - Olha que lindo o presente que ele me deu, pai! - Ela estendeu a caixinha à sua frente. Talvez, ver que o Andrew se preocupava com ela ao ponto de lhe dar um presente tão delicado, amolecesse o coração de seu pai. Pelo menos, um pouquinho.
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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 15:40

O quarto de Aine
Andrew sorriu e retribuiu o abraço que ganhou de Aine com força e carinho, porém viu a garota dar um pulo para trás e se distanciar dele em questão de uma fração de segundo. A observou sem entender, porém quando olhou para porta rangendo e dando espaço para que uma bengala entrasse no quarto, uma bengala que era levada por uma homem de aparência séria e rígida que fez Andrew entender o porquê do pulo tão rápido que a corvina havia dado para longe dele. “Papai?”, ouviu a garota exclamar e virou o rosto para qualquer lugar que não fosse os olhos do homem. Aine foi rápida e trouxe o pai para mais perto do garoto loiro quando o mesmo perguntou quem ele era. O garoto então observou a garota o apresentar para o homem e dizer tantas coisas sobre ele que ele nunca comentaria se ela não dissesse, pelo menos não naquele exato momento.

- É um prazer conhecê-lo. -
Estendeu sua mão direita para homem e fez um aceno de cabeça para o mesmo quando se cumprimentaram devidamente. Andrew se segurou ao máximo para não ter uma visão inesperada quando o pai de Aine tocasse a  mão dele. A clarividência do garoto estava cada vez mais descontrolada, ele não conseguia tocar em ninguém se sentir um arrepio subir por entre as costas. Tinha medo de ver as lembranças do homem que ali estava, lembranças que ele não deveria nem mesmo tentar imaginar, lembranças que sua clarividência traria a trona por conta própria, o controlando como um fantoche cego por entre memórias esquecidas no passado ou previsões de um futuro próximo.

Aine então entrelaçou seu braço ao de Andrew e anunciou ao pai que o loiro seria seu par naquela noite de festa, Andrew assentiu. - Será uma honra acompanhar sua filha, Sr. Odegaard. - Comentou ajeitando seu braço junto ao da morena. Escondeu sua preocupação de tocá-la novamente. Andrew e Aine eram muito amigos mas ela sabia que ele evitava ser tocado pois tinha medo de ter visões sobre a vida das pessoas - principalmente da vida dela -. Não queria roubar suas lembranças e muito menos conhecê-la de tal forma estranha, e convenhamos que ter visões sobre ela não seria nada adequado em nenhum momento. E sim, ele gostava da amizade dela, mas não queria a machucar, e implorava sempre para que ela permanecesse  a cinco passos longe dele antes que mais uma vez o mesmo surtasse como sempre acontecia com as piores visões. Mas, talvez Aine já estivesse tão acostumada com aquilo que já não ligava mais.  

A corvina estendeu seu presente para que o pai pudesse ver. Andrew acabou por dizer: - Espero que possa usar ele hoje, Aine. - Comentou ajeitando sua gravata por um instante.- Vai combinar perfeitamente com seu vestido. - Sorriu um pouco, porém voltou ao seu posto e levantou o olhar para o pai da garota.


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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 18:11


A special day to be a father

Sillaz não era nenhum empata, só conseguia sentir os mortos, mesmo assim conseguia notar a tensão no clima quando se fez presente no quarto. Conhecia muito bem o rosto angelical de sua filha para notar o rubor que viu quando olhava para o rapaz, ela gostava dele sem dúvidas. Agora o que faria com isso, era algo que não estava no manual, tal qual nunca houve um manual para ser pai e se tivesse ele certamente não teria lido. Ninguém o diria como deveria criar seus filhos, a não ser que fosse a mãe deles. De todas as imagens que esperava ver aquela era a qual jamais imaginara. Isso só lhe dizia que talvez não fosse um pai tão bom quanto imaginara ou talvez não tão presente. Desde quando ela havia conhecido esse rapaz e como ele conquistou sua confiança tão rápida? Esquadrinhou antes de qualquer coisa. O jovem era loiro, os cabelos curtos cortados num tom bem moderno vestiam-se muito bem. Parecia estranhamente muito com um de seus amigos da infância Lewisnki e não gostava tanto de seus amigos na infância, afinal muitos deles tornaram-se comensais. Depois visualizou sua filha que se aproximava dele. Quem diria, que tão nova sua filha seria tão bela? Aqueles mesmos olhos azuis, os cabelos agora grandes se assemelhavam as cascatas de sua mãe e até dele em alguma medida. Algo mais ele conseguia ver agora. Seu vestido suntuoso, branco, provável que escolhido por Ivy, escondia um corpo de adulta. As crianças crescem tão rápido, de fato. Deixou-se conduzir pelo braço entrelaçado da filha com olhos estreitos e de um silêncio perturbador.  A bengala tateava o chão como se ele de fato precisasse usá-la. A expressão um tanto sem graça do rapaz o deixou confiante. Nenhum dos dois pareciam ter entrado naquela situação por livre e espontânea escolha.

Anotava tudo mentalmente enquanto sua filha falava, dando o mesmo sorriso, sem mostrar os dentes para ela e para o rapaz. Durmstrang? Sonserina? Eram interessantes esses detalhes e se seriam bons ou ruins dependeriam exclusivamente dele. A todo o momento prometia mentalmente que não iria estragar o dia de sua filha, para se manter no controle. Lembrou-se também que filha não sabia que ele havia sido perseguido pelo menos por um ano completo depois de formado por alunos do instituto, recém-formados como comensais. Esses que eram seus amigos, incluído Lewisnki. Seria ele um objeto de vingança colocado naquele momento para destruí-lo? Atacar aonde dói? Pelo que sabia e sabia muito, a maioria deles estavam mortos ou desaparecidos. Se fosse, definitivamente se arrependeriam. Viu depois de um tempo a mão do rapaz se erguer, não pretendia ser mal educado, só se distraiu. Finalmente seu sorriso brotou nos lábios, apesar da expressão séria. – Você parece um pouco comigo quando jovem, temos algumas coisas em comum. – E se fosse, talvez tivesse algum tipo de salvação. Pelo menos foi educado o suficiente para lhe cumprimentar com respeito. Estendeu a mão direita apertando a dele. Viu com desconfiança a sua filha ir para o lado do rapaz. – Gostaria de saber a que pernas anda a Durmstrang e a Sonserina... Qual casa frequenta no instituto? – Deu uma deixa para o rapaz falar um pouco mais sobre si, apesar de reprovar o olhar de sua filha discretamente. Deixaria seu próprio juízo decidir se ele merecia o seu respeito, isso era coisa de adulto.

Tossiu quando sua filha lhe disse que ele seria seu acompanhante. Outra surpresa Aine? Sua filha havia tirado o dia para testar o coração de seu pai. Ponderou mesmo ouvindo a gratidão dele e o olhar de sua filha. Não imaginava ter esse tipo de decisão tão cedo.   – É claro minha filha e espero que a trate muito bem senhor... Qual é seu sobrenome mesmo? – Disse em mais uma cartada inteligente para descobrir a identidade do rapaz. Havia decorado os nomes de todos os criminosos julgados pelo ministério bruxo desde a era do bruxo Potter e essa fora uma das suas preparações para conseguir seu cargo, algo que fez com prazer. Se houvesse qualquer ligação criminosa na família do rapaz, ele saberia. A voz dele vinha em tom de aviso, como um pai zeloso que era e nenhum subterfúgio mudaria isso. Querer a felicidade de sua filha não se alongava em baixar sua guarda.

Pegou por fim o presente do rapaz com uma das mãos, já estava aberto, portanto não precisou retirar-se do apoio. Pegou discretamente o colar devolvendo a caixa. Sem dúvidas pelo teor das pedras era caro e por sua parca experiência do assunto lhe parecia verdadeira. Um bico e uma leve expressão de impressionado surgiram rapidamente no rosto e foi embora. – Belo presente, digno de sua beleza minha filha. –  Sorriu genuinamente para sua filha, ainda não havia lhe elogiado por sua beleza, a paparicado como era de costume. Voltou-se para o rapaz. – Onde compraste? Ando pensando em presentear Ivy. Talvez tenha mais o que aprender com do que ensinar. –  Respirou extremamente altivo em meio a situação. Se sua esposa estivesse naquele lugar definitivamente tudo seria mais tranquilo. Não era definitivamente um homem muito carismático e sim amedrontador. Pretendia continuar assim.



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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Dom 10 Set 2017 - 23:53


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Aine ficou durante alguns minutos observando a conversa de Andrew e seu pai. Uma leve ansiedade podia ser vista no rosto da garota, junto com leves suspiros de desagrado. Era sério que seu pai iria fazer um interrogatório com Andrew? Só faltava mandar uma coruja para o Ministério e puxar a ficha da família dele! Típico. Ela já era acostumada com esse jeito super protetor do seu pai. Desde pequena, quando o via adentrando seu quarto com a varinha em punho quando ela gritava no meio de algum pesadelo até quando começou a investigar cada amigo que se aproximava dela. Até parecia que ele estava esperando algo... De dentro do quarto, Aine já conseguia ouvir a música alta que ecoava da pista de dança e, pela playlist, seu primo Kilieger já havia tomado o controle como ela pedira. Ótimo. Eles tinham quase o mesmo gosto musical e ela confiava no bom senso dele. Dentro do quarto, ao contrário, se instaurava um clima tenso e um silêncio constrangedor entre cada pausa, protagonizado por um pai altivo e intimidador e um Andrew constrangido e envergonhado. - Obrigada, pai. - Ela pegou o presente de volta e sorriu com o comentário de Andrew. - Claro que eu irei usar. Na verdade, eu estava mesmo pensando em qual acessório eu poderia colocar e você resolveu a minha dúvida. - Ela sorriu e deu um leve apertão com os dedos no braço dele em apoio, antes de afastar o braço. Aine sabia que Andrew evitava ser tocado ao máximo devido ao seu dom fora de controle, mas ela esperava que o tecido grosso do paletó do garoto amenizasse um pouco as coisas. Mesmo assim, ele sabia que ela estaria sempre ali e que faria tudo para ajudá-lo caso algo saísse do controle. - Me ajuda? - Ela entregou o colar para o garoto e afastou o cabelo do pescoço e costas, indicando que era para ele colocar o colar nela. Evitou olhar a expressão de seu pai, mas, como seu melhor amigo e remetente do presente, ela achou adequado que ele a colocasse o colar. Admirou as pedras brilhando em seu pescoço diante do espelho, ostentando um sorrisinho nos lábios. - Fiquei bem, pai? - Se virou para o pai e, depois, se virou para Andrew. - E você, And? O que achou? - Perguntou de um jeito mais tímido. Ela gostara de receber o elogio dele alguns minutos atrás. Adoraria receber outro. - O meu par está aprovado, pelo menos, para essa noite, papai? - Ela sorriu divertida e se aproximou do pai, ajeitando as lapelas do paletó dele. - Podemos descer? Eu gostaria de curtir a minha festa. - Fez aquela carinha de pidona que sempre fazia para conseguir dele tudo o que queria e arrematou estalando um beijo no rosto do pai.
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Seg 11 Set 2017 - 23:33

O quarto de Aine
O garoto olhou para Aine no momento em que seu pai disse que os dois eram parecidos, e ele realmente sentia que eles tinham uma forma de pensar parecida pelo modo como o homem falava das coisas e seu jeito de ser logo a primeira vez que o viu entrar com sua bengala elegante no cômodo. Andrew não se sentia mal ou desconfortável ali, até queria conhecer Sillaz - que vez ou outra a corvina acabava por mencionar em suas conversas por Hogwarts junto a ele  - pois imaginava que o mesmo era um homem de muita história ao longo da vida.

E, como sempre gostava de ter respostas para tudo, respondeu a pergunta que lhe foi feita rapidamente. - Haus Land, senhor. - Disse com orgulho, porém não esboçou nenhum sorriso ou feição animada ao dizer tais palavras, logo em seguida continuando a respondê-lo. - Anda muito bem e como sempre bem rígida, senhor. - Assentiu com a cabeça educadamente. - Mas ouso dizer que Hogwarts expandiu meus conhecimentos e minha visão sobre o mundo mágico de uma forma que gostei muito, porém ainda sinto falta do Instituto. - Deixou que somente sua voz surgisse no ambiente, aproveitando o espaço que o homem lhe deu para falar um pouco. E, com o silêncio voltando a aparecer, esperou que um deles decidisse falar, até que - depois da reação de Sillaz ao assunto “acompanhante de Aine” deixar o garoto um pouco preocupado - o homem moreno voltou a falar, retornando com outra pergunta que o garoto logo respondeu - Nikolaevich. - Disse com um pequeno peso nos ombros. Seu pai era o Nikolaevich a qual não tinha a melhor reputação da Rússia e Alemanha, o fazendo não ter tanto orgulho do sobrenome como deveria ter. Tinha sido criado somente pelo pai que não era um bruxo muito “adequado” para cuidar de um filho sozinho, mas essa história se alongava muito mais, tendo como base comensais e uma triste história de separação de irmãos gêmeos ao qual eram portadores da mesma habilidade, a clarividência. Andrew tinha sido separado de sua irmã gêmea quando eram muito jovens e somente ele sabe disso, tendo como objetivo salvar sua irmã de qualquer mal e lugar que esteja pelo mundo a fora. E, tendo somente duas informações sobre a garota - seu nome e sua família adotiva - o garoto luta para encontrá-la e mudar assim o sobrenome pesado que tanto o acompanha de mal grado. Assim, fará o contrário de seu pai e será um homem de verdade e bem, odiando profundamente os termos que o homem segue.

Observando o senhor Odegaard olhar seu presente à garota - ao qual foi realmente difícil de encontrar um que o agradasse -, se virou para  Aine que agora soltava seu braço do dele e agradecia enquanto falava sobre a joia, em seguida pedindo para que o amigo colocasse o item em seu pescoço. - Procurei pela frança no tempo livre, encontrei muitas joalherias…- Dizia enquanto ajudava Aine com o colar, assim terminando o serviço sem demora. - A Place Vendôme foi a que eu encontrei esse colar. - Terminou de responder o pai da garota e a observou com a joia, satisfeito esboçando um sorriso a ela. - Está linda. - Disse ainda sorrindo quando ela o olhou por um breve momento.

Com o tempo correndo, eles já deveriam estar atrasados para a festa. Aine então tratou de se apressar. Andrew sabia que ela estava nervosa e com vergonha de encontrar tantas pessoas em sua festa, porém acreditava que seria uma noite ótima e que nada pudesse estragar aquilo. Ela rodaria seu vestido creme pelo lugar, cumprimentaria os convidados com seu jeito doce e - se dependesse dele - iria esbanjar sorrisos a noite toda.

- Me daria a honra de acompanhá-la, senhorita Odegaard ? - Perguntou mostrando a ela seu braço para que ela voltasse ao posto de antes, mas certa diversão rolava pelo olhos dele, certa diversão que Aine adorava e que a fazia sorrir sempre. Não era uma situação que ele ousava “brincar”, mas queria sim sorrir e não deixar de ser educado, sempre com a felicidade estampada no rosto, como em cores que ele nunca imaginaria ver.


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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto da Aine   Ter 12 Set 2017 - 1:48


A special day to be a father

A noite tornava se uma sucessão de surpresas. Sillaz poderia dizer que a muito tempo não trocava tantas palavras com um estranho, mesmo que em parte sua profissão exigisse o contrário. Os funcionários do Supremo Tribunal costumavam o chamar de pragmático a um nível absurdo e para ele era quase impossível entender o porquê da indignação. Ser justo não significava se atentar aos fatos? Essa não era uma premissa da imparcialidade? Mesmo assim, em parte por sua larga experiência com o submundo da magia, ele entendia que na maioria do tempo era necessário confiar na intuição, mesmo que não fosse ela a bater o martelo. Queria que Andrew entendesse que todas as pessoas deveriam participar por um pequeno tribunal para conquistar sua confiança e no momento se atentando aos fatos, não via nenhum motivo para divulgar certas informações ao rapaz, tal qual, pesava ainda mais, a presença de sua filha. Deveria considerar-se sortudo por ela ter gostado dele, antes mesmo dele ter tempo de vasculhar sua vida. No mínimo poderia dizer que o garoto era perfeito de mais e que se ele se provasse de valor ou seu defeito fosse suportável – e não prejudicasse sua filha – poderia suportar vossa amizade, até que possivelmente algo a mais surgisse naturalmente. Essa face que ele escondia e que apenas sua mulher conhecia. Não era um mal sujeito ou mesmo pretendia prender Aine em uma torre para o resto da vida, só havia sofrido o suficiente para pensar muito, – não uma, nem duas, nem três, incontáveis vezes – antes de confiar em alguém. A felicidade de sua mais velha estaria acima daquelas coisas, pois afinal, no fim de tudo, conseguira ele mesmo encontrar Ivy.

Sua filha havia gostado do seu elogio, enquanto para outro lado Sillaz conseguia manter seu pequeno interrogatório prensando o rapaz na parede. Imaginava que se tudo ficasse muito constrangedor ela tomaria a frente, afinal, mesmo um pouco surdo à situação exterior aquele quarto ou mesmo complementado demais na conversa, já conseguia ouvir o som da juventude em polvorosa do lado de fora. Esperou novamente Aine se dirigir a Andrew, antes que ele pudesse responder aos seus questionamentos. A casa havia acertado e pelo orgulho de suas palavras poderia dizer que ganhara alguns pontos com o mais velho. Levantou o indicador antes de falar, tão orgulhoso quanto. – Saiba meu jovem, que fui artilheiro e monitor por muito tempo da Haus Land. Inclusive foi assim que conheci a mãe de Aine. – Dizia ele não dando demasiada importância ao divulgar aquele tipo de informação que até onde via tinha, pouco ou nenhum peso de barganha. Verdadeiramente havia sido feliz no Instituto e em Haus Land. Comparado a casa de seus raptores onde apenas a tortura e o sofrimento o aguardava, Durmstrang tornou-se seu balsamo, sua verdadeira casa ou mesmo seu refúgio. Eram torturantes os períodos de férias em que tinha que voltar para sua casa. No dia especial de Aine, não usava luvas, mas sim um feitiço transfigurador para sua mão, pois ainda tinha uma pequena cicatriz próxima ao pulso e por todo o corpo. Agradou-lhe ouvir sobre a rigidez do lugar. Conhecia o preconceito dos Ministérios perante a Magia das Trevas, pois o mesmo frequentava um, mesmo assim sabia do potencial positivo delas quando usado por um erudito que fizesse valer o título, ele mesmo sabia disso e os professores de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts também. Colocou uma das mãos distraidamente sobre os lábios ponderando sobre o quanto a Escola de Magia, poderia ter aberto sua mente ou se a sentença era verdadeira. Nesse sentido ele apenas permaneceu calado. Sua crença na pureza de sangue era algo que mantinha a sete chaves dentro de si mesmo. Até que mudou de ideia e disse algo distraído. – De fato são excelentes locais de aprendizado... – Outro breve sorriso despontou de sua boca e foi embora. A verdade é que desejava que sua filha houvesse estudado no lugar e apenas sucumbiu aos desejos de sua esposa ao matricular ela na Escola americana. Quando ela foi para Hogwarts, há pouco tempo, sonhou que seu desejo seria realizado e que ela se juntaria a casa da Sonserina. Desastre foi vê-la entrar para Corvinal. Em seu orgulho ferido, não pode negar que aquele velho chapéu surrado havia acertado.  Puxara muito mais sua mãe no modo extremamente comunicativo, sábio de ser do que seu pai, uma sombra em carne viva.

Mal viu quando sua menina pediu ao rapaz para colocar-lhe o colar no pescoço. Ele absorvia aquele sobrenome como se fosse à última gota de água em um deserto. Onde já ouvira aquele nome? Sabia que em alguma das pastas que leu. 1998? Não, não poderia ser naquele ano. Arquivo 4598. Talvez fossem, alguns crimes graves. Por fim não conseguiu lembrar com precisão e percebeu que se ficasse muito nervoso poderia trazer sua maldição à tona. Buscou se acalmar. Seu irmão Ryan definitivamente poderia o ajudar, ou mesmo ele sozinho. O estagiário recebia alguns honorários extras para cumprir alguns dos seus caprichos de vez enquanto. Fazer mal a sua filha em meio a uma mansão protegida e a uma infinidade de bruxos qualificados ele não iria. Faria questão que a atenção fosse redobrada. Só pode voltar a si quando sua filha chamou sua atenção. Um longo e radiante sorriso abrilhantou seu rosto. – Posso dizer que estás espetacular, minha filha. – Muita sinceridade foi pesada no comentário, pois Sillaz não costumava ser assim com todos, só com seus mais próximos. Imaginava que sua filha seria a mais bela das moças no recinto e isso retumbava seu coração mais rápido do que as batidas instrumentadas pelo Dj da festa. Sillaz poderia se considerar um pai realmente orgulhoso de sua filha. Andrew a coroou também com um elogio, que ele fez em concordar. Óbvio, não ignorou o que pode captar da fala do rapaz sobre as joias. Fazia um tempo que não dava um presente semelhante à Ivy. – Espero conseguir dar uma passada por lá, é um ótimo lugar. – Talvez, uma prometida lua de mel quem sabe... Um movimento que ainda mantinha em débito.

Por fim, pelo que parecia que sua filha estava ansiosa por perguntar e não era para menos ele deu seu veredicto para a noite. – Aine, minha filha eu creio que sim... Para a noite, Andrew está aprovado. Espero que se divirtam. – Esperava que a última parte da frase surpreendesse até mesmo ela e indicou com a bengala a porta para ambos conseguirem finalmente sair. Deixou-os ir à frente e seguiu alguns passos a trás. Não pretendia mais atormentar a noite, como as assombrações o atormentavam. Antes mesmo de descer a escada foi parado por Wolfie que a subia. Ele subiu o corrimão, com uma agilidade peculiar e cochichou em seu ouvido. A surpresa deveria ser preparada em breve, quem diria!!!



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