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 Lago & Floresta

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AutorMensagem
Ryan Staminkhov Odegaard
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Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
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MensagemAssunto: Lago & Floresta   Qua 24 Jan 2018 - 17:51


Lago & Floresta




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Anya Odegaard E. Metzger
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Ficha Bruxa
Casa: Grifinória
Ano Escolar: 6º ano
Varinha: Choupo, 23cm, inflexível, lasca de chifre de unicórnio

MensagemAssunto: Re: Lago & Floresta   Qua 28 Fev 2018 - 21:27


Mais uma noite
*

Eu odiava aquela época do mês, principalmente quando estava em uma das mansões da família. Virar licantropa nunca era fácil em épocas normais, mas virar em tempos como aquele em que estava de férias acabava sendo ainda pior. A chuva fina caia pela janela de meu quarto enquanto a noite começava a surgir, logo estaria na hora de eu me transformar e por isso precisava sair de forma sorrateira. Vesti um sobretudo preto e desci as escadarias com o maior silencio possível. Apreensiva ao escutar passos, corri para trás de uma das estantes e observei minha madrinha passar distraída por lá. Aguardei alguns instantes e sai porta afora em direção aos terrenos. Caminhei bastante devo dizer, me sentia um pouco cansada e ofegante sem contar que estava um pouco molhada. Aquela sensação piorava a cada seguindo que passava, algo crescendo dentro de mim, eu sabia bem o que seria. O vírus começava a surtir efeito dentro de mim e eu sabia bem que dentro de instantes eu começaria me transformar. Retirar a roupa foi a parte mais fácil, já estava acostumada a fazer aquele pequeno ritual antes da transformação, isso com toda a certeza economizava roupa. Já havia tomado a poção mata-cão antes de vagar por ai, não queria que algo de ruim acontecesse caso eu não chegasse a tempo, principalmente com a mansão cheia.

Senti uma pontada na coluna e em seguida foi como se milhares de agulhas me atingisse. Gritei de dor diversas vezes enquanto segurava a vontade de chorar. Dobrei um pouco o corpo tentando aguentar a dor que me atingia, podia sentir o corpo crescer, a pele se rasgar e se transformar lentamente na pele de lobisomem, tinha a sensação de ter todos os meus ossos quebrando enquanto a forma antes humana, agora se tornava animalesca, como a de um feroz animal. Meus gritos poderiam muito bem ser ouvidos por quem caminhasse ali perto, para minha proteção, minha madrinha havia inventado uma lenda para que todos tivessem medo de ir até a gruta, algo que envolvia fantasmas e criaturas horríveis. No fundo, era apenas eu, gritando, igual naquele instante em que mal conseguia respirar. A transformação estava praticamente no fim. Já não conseguia controlar meu corpo direito, apenas estava ali, como um espirito preso em um corpo que não é seu. Um uivo se formou em minha garganta assim que minha transformação se concretizou. Rapidamente corri para o lado de fora da gruta e uivei para a lua. Precisava me controlar, precisava manter a calma também ou alguém me descobriria. Obriguei meu corpo a me obedecer, vaguei por dentro da gruta sem que fosse para outro lugar, não podia sair de lá, não com tanta gente. A noite passava rápido e minha insistente força de vontade para controlar meu corpo e me obrigar a não sair do local haviam me deixado exausta, lutar contra si mesmo era complicado e apesar de eu ter consciência, fazer meu corpo seguir o que eu planejava era difícil. O sol já surgia ao longe, apesar de não conseguir vê-lo, meu corpo podia sentir, como se a sensação que sentira quando a noite começou a surgir, agora, ela se desfazia. Uma dor intensa se apoderou novamente do meu corpo, dessa vez mais rápida fazendo com que a forma animalesca de antes desaparecesse. Respirei um pouco descompassadamente enquanto sentia meu corpo se acalmar. Coloquei a roupa que havia usado naquela noite e voltei de forma sorrateira a mansão, indo diretamente para meu quarto.

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Anya Odegaard Eltz Kielland Metzger
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Pierre Dresch. Nottingham
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MensagemAssunto: Re: Lago & Floresta   Seg 5 Mar 2018 - 15:13

Em forma de lobo!
O
medo corria sem parar pelas veias do pequeno lobo que corria sem rumo  e porque? Era sua primeira transformação  tudo ocorreu porque ele sentiu muito medo, medo como nunca tinha sentido antes. Pierre tinha consciência, ele conseguia pensar e agir de maneira (humana), mas estava com muito medo, ainda mais depois que viu o próprio pai lançar um feitiço em sua direção e quase acertá-lo. O menino passou pela porta que uma pessoa abriu e só correu, correu como se não houvesse amanhã. Estava assustadinho, com medo e sem saber como tinha virado um cachorro, afinal, para ele o reflexo que tinha visto no espelho em seu quarto era de um cão, ainda era muito novo para conseguir distinguir um cachorro de um lobo. A lua já tomava seu lugar no céu, o sol já tinha se escondido e a noite estava por vir e deixar a área externa da mansão mais gélida. O som das folhas balançando era escutado por ele de maneira mais apurada, ou seja, mais aguçadas e tudo porque ao se transformar em um lobo o menino ganhou a ampliação de alguns sentidos.

Já estava cansado de tanto correr e seu corpo estava falando que era hora de ele parar de correr tanto, além de que ele não escutava nada lhe perseguindo. Ainda em sua forma lupina ele olhou em direção a água do lago e correu até a floresta, onde se escondeu atrás de uma árvore e caiu cansado de tanto correr; O chão gélido ficou de encontro com seu corpinho todo peludo, suas patinhas estavam latejando de ter corrido tanto em pouco tempo e logo em sua primeira transformação. O seu coração batia sem parar e a respiração estava acelerada demais, o ar que ele respirava estava frio demais por causa da noite, a escuridão tomava conta da floresta. Agora o medo de ficar ali no escuro o deixava aflito e fazendo com que ele se encolhe-se ainda mais contra o tronco em que estava escondido. O corpo do menino não aguentava estar naquele estado e foi então que sem ele perceber, seu corpo começou a se mudar e não demorou muito para que voltasse a forma humana. Escutou seu nome ser chamado pela pessoa que lhe trouxe ao mundo, porém não consegui falar nada, ainda estava com muito medo por causa da surra que tinha levado da mesma.


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Pierre Drescher Nottingham

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Desiré Dresch. Nottingham
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MensagemAssunto: Re: Lago & Floresta   Dom 1 Abr 2018 - 16:53


Just a simple touch and it can set you free
We don't have to rush when you're alone with me
A mulher mais velha encarou a filha primogênita com as feições contorcidas em uma careta confusa e ao mesmo tempo irritada, mesmo que estivesse ciente da condição da mais nova, a animaga não tinha muito controle sobre sua própria força quando estava nervosa, consequentemente se acabasse por machucar a filha por conta de seu pequeno problema de temperamento, Desiré jamais se perdoaria. Contudo, ela não poderia deixar de se perguntar o por quê daquela intromissão repentina, para ela, a menina estava longe de ser a pessoa que tentaria ajudar o pequeno Pierre, e por mais que fossem irmãos, ou meio-irmãos, a animaga estava ciente do desgosto de Savannah pelo outro. — Isso é entre mim e o Pierre, saia. - Ordenou a morena, mesmo sabendo no fundo que a filha não a obedeceria, afinal, ela nunca obedecia, muito pelo contrário, Savannah amava ir contra as ordens da mais velha. Fitou Savannah abrir a boca para retrucar, com seu típico jeito grosseiro e rebelde, fazendo com que a morena fechasse ainda mais a cara. — Olhe como você fala comigo, quer apanhar junto do seu irmão? - Retrucou apontando em direção à beirada da cama, onde tinha deixado o mais novo, Desiré jamais abaixaria a cabeça para um adolescente, ainda mais uma adolescente gerada em seu ventre. — Não levante o seu tom de voz para mim, Savannah! Eu não sou suas colegas de escola e muito menos os garotos que você costuma ficar nessas drogas de festa que você vai quando pula a janela. - Berrou no mesmo tom alto. — O filho é meu, eu sei como educar ele e ninguém tem o direito a opinar, muito menos você que nunca gostou dele! - Um dos pontos fracos da morena sempre fora agir demais por impulso e consequentemente acabar falando coisas que ela não devia.

Desiré tinha acabado de se arrepender de sua última frase quando um uivo alto fez com que seu coração disparasse. Primeiro o susto pelo barulho que ela conhecia bem seguido do forte cheiro silvestre característico dos de sua espécie, depois a confusão pelo filho ter sumido e por último, o pequeno filhote de lobo cinza apavorado sobre a cama de Pierre. Desiré ficou completamente em silêncio e com suas orbes arregaladas. Toda a raiva que ela estava sentindo tinha simplesmente sido dissipada e dado lugar a um sentimento que ela não sabia descrever, algo entre surpresa, susto, confusão, alegria. Aquele era seu filho! Sim, ela sabia que era o pequeno Pierre, pois se tinha algo que ela conhecia bem, era o odor que suas próprias crias exalavam. Chocada demais para se manter em pé, a morena deslizou até estar ajoelhada no chão, o sangue corria rapidamente por suas veias, fazendo o coração bater desesperadamente dentro do peito. Fitou o animal assustado se enrolar no meio das cobertas e lençóis da cama e acabar indo parar no chão, preocupada com o pequeno Desiré tapou os lábios com as mãos e então buscou arrumar forças para se levantar, já de pé estava prestes a caminhar até ele quando sentiu uma quarta presença naquele cômodo. Obviamente a morena reconheceu o cheiro único do marido, ela apenas se perguntava como o mais velho reagiria ao saber que seu filho era um animago também, porque ela estava pasma demais para conseguir dizer qualquer coisa. Virou o corpo para trás e fitou ar orbes de Ryan, buscando apoio para a situação que se desenrolava, contudo diferente dela, o Odegaard não tinha super olfato, super audição ou pelo menos estava presente ali na última hora, então ele jamais saberia que o pequeno filhote de lobo jogado no chão do quarto completamente assustado e confuso era sangue de seu sangue. — Ryan, não! - Desiré gritou ao vê-lo sacar a varinha e conjurar o feitiço para se livrar do lobinho, jogando-se contra o marido e abaixando a mão dele que segurava a varinha. Em seguida, tudo aconteceu rápido demais. A morena apenas conseguiu acompanhar o lobo correr e fugir pela porta do quarto enquanto tentava conter o marido. — É o Pierre, Ryan! É o Pierre!! - Gritou outra vez a animaga, apenas para notificá-lo que poderia ter machucado seriamente seu filho.

Deixando para trás as pessoas importantes de sua vida, Desiré começou a correr o mais rápido que barriga saliente lhe permitia, pulando os degraus que tinha acabado de subir com a orelha do filho entre os dedos de dois em dois, e até mesmo esbarrando em alguns parentes do marido que olhavam a cena um tanto intrigados. Ao alcançar o lado de fora, a animaga já não via mais a pelagem cinzenta, então ela fechou os olhos e passou a farejar o ar a mesma medida que aguçava sua audição. — Fique aqui, você já o assustou, se ele te ver pode correr outra vez, eu trago ele. - Murmurou quando o marido a alcançou. Dito isso, a morena iniciou o processo de transformação de seu corpo humano para o animal, assim assumindo a mesma forma do pequeno lobinho que tinha corrido pela floresta, porém maior, mais forte e robusto. Olhou uma última vez para o mais velho e partiu em direção as árvores, seguindo os rastros do cheiro do filho. Desiré correu por pelo menos 5 minutos, a medida que podia, ela até mesmo estava surpresa por ter conseguido se transformar, visto que nas últimas duas gravidez sua animagia tinha ficado um tanto quanto descontrolada. “Achei!”, pensou a loba ao fitar de longe o corpo do filho, que tremia. A mulher voltou para sua forma humana e arfou cansada, apoiando a mão em um tronco de árvore antes de seguir até o filho. Desiré se ajoelhou na terra úmida e passou os braços por debaixo do corpo de Pierre, trazendo-o para mais perto de si até que ele estivesse completamente apoiado ali. Em seus braços, o menino pálido estava tão gélido quanto as águas no inverno, mas aquilo não era problema para ela, não quando ela era o próprio fogo. Apertou ainda mais o corpo junto ao seu e deixou o calor irradiar de si para ele, aquilo bastaria por hora, então ela suspirou aliviada. — A mamãe está aqui, eu vou cuidar de você, vai ficar tudo bem, eu prometo. - Murmurou baixinho, passando as mãos no rosto do menino com carinho. — Você me deu um baita susto hein, confesso que estou surpresa. Jamais pensei que você fosse como eu, Pi. - Confessou, mesmo sabendo que o menor se encontrava desmaiado. —Se bem que faz muito sentido. - Desiré riu sem muito humor e se levantou, apertou Pierre novamente em seus braços e então voltou a caminhar em direção ao castelo onde morava.
with pierre

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it's just me, myself and I, solo ride until I die cause I got me for life. I don't need a hand to hold even when the night is cold, i got that fire in my soul.

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thanks sininho:
 
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Pierre Dresch. Nottingham
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MensagemAssunto: Re: Lago & Floresta   Dom 11 Nov 2018 - 18:03

A idade passa rápido!
T
udo aconteceu quando ele e sua mãe estavam passeando e Pierre viu o pai com uma moça e uma criança de colo, por ser uma menino puro ele ficou alegre ao ver o homem que via na foto que tinha em seu quarto quando tinha trÊs anos de idade, então soltou a mão da mãe e correu até o moço, mas ao chegar e chamá-lo de pai, o homem não tratou ele bem, fazendo o mundo do pequeno cair. Sua mãe não demorou em chegar até ele e puxá-lo pela mão, trocou algumas palavras que o menor não entendeu com o homem e afastou com a criança brigando por ele ter atravessado a rua sem permissão.

Foi assim que aos cinco anos em um momento não muito legal, mas com o passar dos dias ele  foi acostumando-se em ser uma espécie de canino que nem sua mãe, ou seja, por ser um lobo igual a ela, não era do mesmo porte e demoraria um dia para chegar a ficar tão grande como ela, mas ele sabia que um dia chegaria aos pés de Desireé. Com o passar dos anos sua mãe foi lhe ensinando como fazer para conseguir se transformar e até mesmo controlar seus sentimentos, pois quando Pierre ficava com raiva, ele involuntariamente se transformara em um pequeno filhote de lobo-cinzento. Era complicado para uma criança controlar seus sentimentos, porém, ele estava em fase de crescimento e por conta disso conseguiria dar conta das atividades que sua progenitora passava no dia-a-dia para que dominasse sua animagia.

Naquele dia ele acordou mais cedo e procurou a mãe pela casa, porém, a mulher já tinha saído para trabalhar e ele estava sozinho já que as irmãs estavam em Hogwarts. Seguiu tranquilamente até a cozinha e tomou um belo café da manhã com tudo que tinha direito. Conversou um bom tempo com o elfo da família e largou a louça que tinha sujado dentro da pia, só então seguiu para fora do cômodo, era hora de procurar algo para fazer. Subiu escadas acima e foi direto para o quarto, pegou a arma que usava com as criaturas dos céus, ou seja, que ajudava a lançar pedras e mais pedras em direção a criaturas inofensivas, os pássaros.  Com o objeto em mãos pulou os degraus da grande escadaria em direção ao hall e passou correndo entre a porta, indo finalmente para os terrenos. "O que ela está fazendo?" Pensou ao ver a prima sentada de costa de frente para uma árvore e ao se aproximar viu que a mesma estava com um coelhinho no colo. - Porque você está fazendo carinho nele? Os bichos não são para ser nossos amigos, eles nasceram para nos servir, serem usados a nosso favor. - Falou arqueando a sobrancelha esquerda e rolou os olhos ao ver a pequena abraçar o animal contra o corpo. - Se sua mãe ver você fazendo carinho nele, vai ficar de castigo ou algo pior.. Me dá ele! - Mandou estendendo a mão e rosnou quando ela se negou a entregar o que pedia. -  Não vai dar não? - Como a criança ficou quieta, virou o rosto e olhou em direção a casa. - TIAAAA A MAFALDA TÁ FAZENDO CARINHO NO COELHINHOOOOOOOOOO! - Berrou em alto e bom tom, claro que ele sabia que as chances de ela lhe escutar eram praticamente nulas, porém, queria só botar medo na priminha. Virou-se para a menor e baixou, em seguida puxou o animal com força pela pata, fazendo com que ele mordesse o braço de Mafalda. Quando a criatura tentou mordê-lo por causa do jeito que ele lhe pixava, Pierre arremessou a criatura com força contra o tronco da árvore. O barulho do corpo do animal foi oco e quando aquela coisa caiu contra o solo não se mexeu, sim, com apenas oito anos ele já fazia aquele tipo de coisa sem ficar com dó ou remorso, talvez  fosse por isso que sua madrinha o amasse tanto, além de sempre lhe chamar para fazer coisas que achava fascinante, como vê-la abrir alguma criatura em busca de seus órgãos  vitais. - Hey, nem está tão feio, não precisa ficar chorando assim. - Falou olhando o machucado no braço dela e o sangue que escorria por causa da ferida feita através dos dentes da criatura morta. Puxou a barra do vestido que a prima usava e então limpou a sujeira com certo cuidado, porém, não era nenhum pouco delicado no que fazia. - Como você reclama, para de chorar isso irrita, se nem apanhou para isso. - Bufou e rolou os olhos em seguida. - Queria ver se apanhá-se de cinto, acho que você quebra. Acho não, certeza que você quebra. - Afirmou e então caminhou até o corpo morto no chão e o cutucou algumas vezes com o estilingue para ter certeza que ainda não estava vivo. "Mortinho, a dinda vai querer isso." Pensou ignorando o choramingar de Mafalda e então pegou o coelho pelas duas patas traseiras, levantou e olhou para a menina. - Melhor você ir lavar isso ai pode infeccionar e aí seu braço cai e você ficar sem ele pro resto da vida. - Falou dando de ombros em seguida e só então seguiu para dentro da casa, foi procurar tia para dar a criatura, sabia que a mesma faria ótimo proveito dos órgãos dela.

[...]

Após entregar o coelho para sua madrinha e ser muito elogiado por ela, o pequeno deixou a mesma trabalhar e foi para o lago da mansão, pois lá tinha mais contato com a natureza. Ao passar pelos terrenos não viu mais sua prima ali, provavelmente tinha ido limpar o machucado. Em passos calmos ela caminhou pelo local e sentou na frente do lago e encarou a palma da mão por vários minutos, era hora do seu treino, pois todo dia treinava o dom herdado de sua mãe. Com os olhos fixos em cada dedo começou a mentalizar a transformação acontecendo, a mão humana sumindo e assim a pata do lobo-cinzento surgindo, com suas garras e os pelos cinzas cobrindo toda a superfície, de seu membro ficando mais quente, afinal, os cachorros tinham uma temperatura corporal bem diferente dos seres humanos. Sua concentração se pendurou por horas e horas até ele conseguir ter êxito, mas em momento algum chegou a pensar em desistir era filho de uma grande mulher que sempre lhe ensinou a seguir firme quando tomava uma decisão. - Isso consegui! - Exclamou com um grande sorriso nos lábios e comparou a mão da mão esquerda com a pata do lado direito, era incrível a diferença entre elas. Para fazer a mão voltar ao normal ele não teve que ficar concentrado por muito tempo, pois por ser criança não conseguia ficar muito tempo com seu membro transformado em sua forma animaga. O sol já estava se pondo quando ele levantou e seguiu para a mansão, era hora de tomar banho e esperar a mãe voltar de seu trabalho.

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