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 O Bar do Caldeirão Furado

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AutorMensagem
Lorena Roux Chevalier
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Idade : 33
Mensagens : 78
Localização : Ministério

MensagemAssunto: O Bar do Caldeirão Furado   Ter 19 Abr 2016 - 23:30


O Bar

Situa-se no térreo, abaixo dos corredores de aposentos. Não detém sofisticação, como os inúmeros bares do mundo trouxa: é sujo, com um aspecto obscuro, medieval, tão abrupto quanto seu barman e um tanto quanto visivelmente compacto. O bar não é apenas usado para servir seus hóspedes com bebidas, mas para fazer reservas de quartos. Localizado em um recinto escuro e mal iluminado, acaba servindo de máscara para a imundice do local. Os copos enfileirados estão a dispor do barman, que com seu paninho sujo sempre tenta limpar quando alguém pede uma bebida. Mas muitas vezes acaba deixando mais sujo do que já era. O assoalho é tão retrógrado, quanto os tampos dos calabouços de castelos: madeiras modestas, imensuravelmente desproporcionais e encaixadas uma nas outras com frestas por entre elas, e estas rangem mais que as tábuas da Casa dos Gritos.

Um balcão de madeira corrompida e escura contém sobre si algumas indiferentes bebidas alcoólicas, uma das únicas coisas que o proprietário se orgulha, porém, que muitas vezes é furtada da mansão dos próprios parentes, desde as bebidas mais digeríveis até as inibitórias ao paladar leigo. Há um pequeno sino no balcão para quando o barman não está por perto, sendo necessário apenas uma sacudidela para chamá-lo. Também é possível ver um quadro onde ficam expostas todas as chaves dos quartos, organizado por números. Muitos bruxos vagos costumam se reunir no balcão, para confabulações suspeitas. Facilmente, chegam ali alguns já embriagados que são enxotados pelo funcionário do local. Outros bebem socialmente, fumando seu cachimbo e observando o local. Volta-e-meia surgem sequestradores ali para obter informações sobre alguns procurados ou pregar cartazes que estampam os rostos aterrorizantes destes.

O dono do Caldeirão não tem o hábito de conversar com seus clientes, simplesmente por ser um velho conservadoramente bruto, exceto com personalidades, o que é escasso, pois seu comércio não é convidativo para pessoas da high society, por isso a irreverência do lugar. Algumas mesas e cadeiras espalham-se desproporcionalmente por entre o pequeno salão à frente do bar. Robert é o único garçom, que é um pouco menos ríspido com os consumidores do que o proprietário do local, ou não.


Cardápio
Hidromel: G$ 2 (dose), G$ 8 (garrafa)
Cerveja amanteigada: G$ 5
Whisky de fogo: G$ 6 (dose), G$ 14 (garrafa)
Milkshake de abóbora: G$ 4
Suco de beterraba: G$ 1
Suco de cenoura: G$ 1
Suco de abóbora: G$ 1
Gosma de verme fervida: G$ 2

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Alison Scavuzzi Natsya
Feiticeiras de Avalon
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Idade : 21
Mensagens : 142
Localização : Rússia/Londres

Ficha Bruxa
Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Ébano, 25cm, farfalhante e Pena de Hipogrifo

MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qui 21 Set 2017 - 23:42


Alison adentrou o bar do Caldeirão Furado e caminhou altiva até uma mesa no meio do salão. Como esperado, a maioria dos frequentantes eram homens e, como esperado também, ela sentiu como se seu corpo estivesse sendo perfurado por cada olhar. É claro que ela já estava acostumada com aquele tipo de reação e aquilo não a importou nem um pouco. - Um suco de abóbora com bastante vodka. - Ela disse em voz, encarando o homem sujo e mal encarado que a admirava de forma pervertida do balcão. Não levantaria para pedir nada, muito menos para buscar. Ele que levasse até ela. E foi como ela quis, como sempre era. - Obrigada. - Alison lançou ao homem um sorriso afetado que não chegou aos seus olhos. - Pode ir embora. - O sorriso sumiu e, como se ele estivesse sob a maldição Imperius, o homem virou as costas e foi embora. Alison bebericou seu suco que era mais vodka do que suco e um leve sorriso se estampou em seus lábios, enquanto ela lembrava do que fizera naquela tarde. Ela não precisava daquele emprego, mas algo naquela loja chamou sua atenção e, quando ela conheceu o dono, concluiu que seus instintos estavam corretos. Ela ia se divertir muito ali, tinha certeza. Soltou uma leve risada ao pensar nas reações que despertara no homem. Ele era forte, ela tinha que admitir, mas nenhum homem conseguira resistir a ela até hoje, e ele não seria o primeiro. Sorveu até o último gole de seu suco, tirou o dinheiro de sua bolsa, deixou sobre a mesa e se levantou. Os olhares a perfuraram até que a mulher passou pela porta e aparatou para seu apartamento.


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Alison Lauren Scavuzzi Natsya ♕
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Sybilla Abaddon Phoenix
Comensal Duelista
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Mensagens : 2

Ficha Bruxa
Casa:
Ano Escolar:
Varinha:

MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sab 30 Set 2017 - 14:54



Descanso de uma noite agitada


Não era difícil andar pelas ruas de Londres quando se estava a semanas naquela cidade. Os passos calmos eram direcionados a algum famoso bar do mundo bruxo e a ruiva parecia saber bem onde queria e deveria ir naquele momento, mesmo que parecesse perdida. Suas mãos estavam vazias, o sobretudo de coloração cinza escura lhe protegia da fina chuva que caia naquele local, segurava um pequeno guarda-chuva também de coloração escura; aquela espécie de traje era algo tão corriqueiro para a Phoenix que sequer lembrava-se que haviam outras cores em seu guarda-roupa. Em seu pescoço, jazia silencioso um colar prateado com pingente da ave mitológica, simbolo de sua família, e que ostentava com tanto orgulho. Entretanto a mesma era de coloração roxa.

Foram precisos somente alguns poucos minutos para que Sybilla chegasse ao destino. Sua mão esquerda tocou de forma leve a porta, empurrando-a sem muita dificuldade segurando-a com o pé esquerdo para que pudesse então fechar o guarda-chuva que lhe protegia. Poucos curiosos vislumbravam as curvas da ruiva que dirigia-se para o canto mais afastado daquele local.




Tagged: Hector Onde: Caldeirão Furado Post: 001

Interação fechada entre Sybilla A. Phoenix e Hector Merle Saint. A intervenção de terceiros sem aviso prévio será completamente ignorada



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Hector Merle Saint

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Mensagens : 8

Ficha Bruxa
Casa: Haus Wasser
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Abeto, 26cm, inflexível, Pena De Fênix Jovem

MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sab 7 Out 2017 - 18:57


Lord Hector
Sim, o meu dia estava extremamente tedioso na mansão Saint, meu pai pegando no meu pé pra eu ajudá-lo com qualquer coisa que pudesse matar a qualquer um de nós, Ethan e a prima Kiara com a guria adotada deles querendo me obrigar a fazer alguma coisa em família, não que eu achasse ruim passar um tempo com a guria, Natasha, pois ela parecia que era uma das minhas, o problema era o meu irmão e a minha prima/cunhada encherem o saco por, sei lá o que de "perigoso" que a gente pudesse fazer. Sem ter mais opções, vesti-me, como de costume, com um elegante terno de camisa branca e calças e blazer negros, meu sapato mais lustroso, coloquei minha varinha no bolso interno do paletó e saí. Do meu quarto mesmo aparatei.

Desaparatei em um beco escuro, mas sabia exatamente onde estava, andei alguns metros, me misturando na multidão, até chegar a um lugar maltratado, que logo se revelou o meu destino: "O Caldeirão Furado" fica em Londres... e entrei no pub. Comprimeitei o bartender, conhecido meu de longa data, afinal não ele não iria conhecer um de seus clientes mais assíduos? segui até proximo a ele, fazendo com os lábios sem falar nada: "O de sempre..." e segui para uma cadeira na ponta do balcão. Logo eu estava com meu uísque de fogo em mãos, aliviado por ter saído daquele antro de maluquices que era a casa da minha família. Percebi então uma presença feminina diferente, alguém que eu não conhecia ainda do bar, entrar e seguir para um canto. Acenei para o bartender, que iria me juntar a ela, e assim o fiz.

- Não achas um local muito esfarrapado para uma lady tão formosa? - péssima cantada, Hector, mas fazer oque, além de sempre ter sido o pior dos gêmeos em cantadas, as doses de uísque já não ajudavam mais em nada...
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Damon O. Saint
Redatores do Profeta Diário
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Mensagens : 10

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Casa: Haus Land
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Faia, 26cm, flexível, escama de Dragão das Montenhas

MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sex 13 Out 2017 - 21:32


O Homem é o Lobo do Próprio Homem
CONDE OLAF


Precisava dar um jeito de espairecer as idéias para conseguir escrever algo para aqueles opressores que eu tinha de chamar de chefe, onde ja se viu, me chutar só por que sou velho... Enfim, me esgueirei pelos corredores da redação do Profeta, saí a andar e quando vi ja estava no Caldeirão Furado. Grunhi um "melhor que nada" e entrei no bar, pedindo uma garrafa de Hidromel, bebericando-a aos poucos, enquanto pensava na vida. Podia me aposentar, mas daí gastaria muito mais para minhas viagens.

- Foda-se, eles não vão se livrar de mim assim tão fácil... - Grunhi em voz alta, batendo no balcão e derramando um bocado do meu hidromel. Acabei com aquela garrafa e pedi mais uma. Olhei com um olhar sombrio para alguns que ali estavam, até me deparar com uma jovem diferente do "público comum" dali. Aproximei-me dela, tentando ser o mais gentleman possível. - O que uma moça tão distinta que aparenta ter a mais alta classe faz aqui no meio desse bando de desajustados? - disse educadamente sorrindo e estendendo um copo com hidromel para ela.
XXXX words for GD&TOP


#Postagens bloqueadas entre Damon Olaf Saint e Robin Phoenix Ward.
#Interações de terceiros fora previamente combinadas serão completamente ignoradas.
#Ataques e afins serão ignorados
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Robin Phoenix Ward

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Casa: Sonserina
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Carvalho Inglês, 19 cm, inflexível e impermeável, fio de cabelo de Fada

MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sab 14 Out 2017 - 17:36

Uma noite no beco diagonal


Era realmente um dia difícil para Robin, após uma bateria de testes e exames, sentia-se exausta e também um pouco chateada. Não conseguia entender porque andava tão descontrolada ultimamente, e isso tem afetado diretamente em suas habilidades como bruxa. Andava se arrastando pelos calcanhares, carregando com si o peso da dúvida e também do medo. Apesar de poder se cuida sozinha e saber se defender muito bem, não dúvida do que Robert era capaz. Robert era um major do exército trouxa. Sim, ela teve um relacionamento com um trouxa, e esse relacionamento depois de algum tempo, tornou-se abusivo, agressivo e traumatizado para a jovem bruxa.  

Claro que ela não era maluco de contar a sua condição bruxa para ele, mas de algum modo ele sabia que havia algo de muito peculiar com a vida reservada que ela tinha. Principalmente da sua área profissional. Enfim, tudo o que ela queria entender, é como voltar a controlar suas habilidades, mas já não tinha dúvidas que cem por cento daquele descontrole era por seu emocional abalado. Passando pelo beco diagonal, sentindo-se um pouco mais protegida, avistou o caldeirão furado. Não era tão charmoso e nem um pouco acolhedor, mas era seguro estar cercada pelos mais diversos tipos de bruxos. Sendo elas medíocres ou não.

Adentrou ao local, foi até a recepção e reservou um quarto. Logo em seguida foi levada aos aposentos, onde jogou-se na cama e tentou tirar um cochilo. Fechou os olhos e apagou por algumas horas, quando acordou o feixe de luz que entrava pela janela empoeirada do quarto já havia sumido. Levantou-se e jogou uma água no rosto, deu um jeito no cabelo e desceu para jantar. O bar estava lotado e as mesas estavam todas ocupadas. Robin deu uma volta e viu que o balcão ainda tinha alguns lugares disponíveis.  Pediu uma cerveja e uma porção de coelho, em breve o pedido chegou e ela estava comendo e bebendo distraída.

Quando de repente assustou-se com o homem que mais parecia um duende grunhindo e batendo a garrafa na madeira velha do balcão.  Ela tentou não olhar, e ficou mordendo a bochecha a ponto de controlar a sua raiva. Percebeu pelo canto do olho que o homem a olhava, e fechou os olhos na esperança que ficasse invisível e ele não a visse ali. Nenhum dos seus esforços valera a pena, ele virou-se e falou que com ela. Ela ficou olhando para frente tomando toda a sua cerveja de uma vez enquanto ele fazia uma pergunta, na tentativa de um contato.

-Isso não é da sua conta! -Respondeu a bruxa rispidamente, erguendo o copo para o atendente do bar lhe encher a caneca de cerveja. Logo ele trouxera a segunda rodada de cerveja, enquanto Robin fingia não notar a presença do homem ao lado.  


Obs: Postagem atemporal entre Robin Phoenix Ward e Damon Olaf Saint.
Qualquer interação de terceiros será desconsiderada.

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Arielle Hagewasser Hogan
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Dom 12 Nov 2017 - 17:13


Comemorando  a  Vitória

Uma jovem mulher de longos cabelos ruivos entrou no bar a passos largos e firmes sob os saltos pretos de finíssima estrutura, com as mãos nos bolsos do casaco felpudo de cor bege e os olhos verdes esmeralda sobre todos os bruxos presentes no local. Aquela mulher era Megan, mas ela estava totalmente diferente do normal, usufruindo de sua Metamorfomagia para entrar no lugar sem ser reconhecida enquanto analisava o bar e esperava a pessoa que já deveria estar ali, mas que por seus olhos, que agora eram de uma forte cor esverdeada, estava muito atrasado.

Megan trincou os dentes revirando os olhos e suspirou andando até uma mesa vazia no fundo do bar que estava pouco frequentado naquela noite de ar frio. A mulher de aparência ruiva tirou seu casaco e o depositou em uma cadeira ao seu lado, logo ajeitando os cabelos cacheados e apoiando os cotovelos na mesa de madeira escura que se encontrava a sua frente. – Esse lugar continua a mesma coisa de sempre. – Comentou ela em tom baixo, esperando pelo garçom de avental sujo de bebidas que passava perto de si carregando uma grande bandeja. – O que vai querer? – Perguntou o Homem em tom amargo e severo. – Whisky de fogo, por favor. – Disse ela modificando sua voz, uma voz suave e bela. – Muito obrigada. – Sorriu acenando com a cabeça para o garçom mal-humorado e o viu partir com passos pesados.

Talvez aquele lugar não fosse o mais adequado para uma comemoração, mas ela queria sair para qualquer um bar qualquer e só conseguiu pensar no Caldeirão Furado. Ser aceita no seu emprego dos sonhos a fez ficar extremamente feliz, vendo que todo o seu grande esforço para seguir os passos do pai – e agora a própria madrasta –, haviam valido a pela, tendo agora o ótimo emprego de Repórter que quis desde os seus 15 anos. O foco da Comemoração era beber com o grifino que amava desde o 5 ano de Hogwarts, se divertir trocando várias risadas com o grifino e, no fim de tudo, irem para casa se lembrando que dali para frente tudo só iria melhorar para ambos. Mas, por algum motivo ela achou melhor esconder sua aparência verdadeira pelo fato de estar no local completamente sozinha, pois enquanto o namorado não chegava, ela não se sentia confortável em permanecer ali com sua forma normal. Usava a metamorfomagia para tudo em sua vida, não só por hobbie ou para sua própria vontade e defesa, mas também porque em tempos como aquele, um jornalista deveria sempre estar preparado para qualquer acontecimento no mundo bruxo, e como nova repórter seu trabalho concedia em tê-la de olhos abertos e com sua aparência variada sempre para captar tudo e todos sem nem mesmo ser reconhecida.

O garçom então voltou com a bandeja cheia, juntamente com o Whisky que a ruiva havia pedido minutos atrás. O copo bateu de encontro a mesa. – Mais alguma coisa? – Perguntou ele erguendo uma das sobrancelhas. – Sabe me dizer se viu um homem alto, cabelos compridos e olhos castanhos passar por aqui antes que eu chegasse? – Perguntou ela levando o copo até a boca e esperando uma resposta clara. O moreno barbudo negou dando de ombros. – A única maluca de vir aqui essa hora da noite sozinha é a você, senhorita. – Cuspiu ele. Megan mordeu os lábios de raiva e o olhou fixamente. – Não é tão tarde assim! Agora se me dá licença pode dar as costas e só voltar quando minha companhia estiver presente, obrigada. – Disse levantando o copo em direção do lugar que o mesmo veio, segundos depois levando o copo até a boca e bebendo o líquido. Lançou um olhar para o relógio de pulso que carregada. 22:18 em ponto. Realmente não estava assim tão tarde considerando que muitos bruxos passavam por ali muito mais tarde do que dez da noite em um sábado. Ela não era a única, as cadeiras não estavam completamente vazias, algumas pessoas ainda estavam presentes, somente aquele garçom que não tinha um pingo de vontade de trabalhar falara aquilo como uma grosseria grátis para a bela dama, só por conta da mulher estar sentada sozinha.

Balançando o copo, Megan observou o mesmo quase vazio e o colocou na mesa. Pietro chegaria, ela só não sabia quando.  



Postagens fechadas entre Megan e Pietro. Qualquer intervenção será ignorada.

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Arielle H. Hogan
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Crystal O'Leary Cavendish
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua 15 Nov 2017 - 18:07

O'Leary Cavendish

Um grande temporal inesperado se deu início quando tarde da noite Crystal vagava com as mãos dentro do casaco de couro e os saltos altos batendo fortemente contra a calçada cimentada de um vilarejo trouxa na Irlanda, onde ela só estava presente pois precisava visitar um conhecido de sua família, Marco. O homem que parecia ser ranzinza a maioria do tempo, estava extremamente doente e passara longas e eternas noites sem podem nem ao menos conseguir se mexer, tudo por conta de ter tido um grave acidente em sua vida de Auror, a qual o fez ser atingido por um Obliviate por um de seus inimigos, dessa forma sendo mantido em casa junto com a esposa e os filhos. Crystal sempre o visitava para fazer companhia ao mesmo, que nem ao menos se lembrava dela. “Apesar de tudo, agradecemos por sua visita, Crys”, dissera Morgoret, a esposa de Marco quando a loira abriu a porta da residência, deu um último abraço apertado na mulher mais baixa que ela e disse em uma curta e rápida frase que precisava ir se encontrar com o marido no Caldeirão Furado, se desculpando mais uma vez por não poder ficar mais tempo. Crystal não era de muitas palavras, ela sorria muito, agia muito, mas pouco falava se percebesse que o momento não precisava de palavras, mas sim de grandes gestos. E assim ela deixou o lugar, aparatando dali direto para o famoso Caldeirão.

A chuva intensa que estava ocorrendo na Irlanda era totalmente diferente do clima nas ruas do Pub bruxo, tendo poucas pessoas passando na rua naquele fim de tarde, juntamente dos poucos automóveis que ali passavam. Crystal parou na frente de uma vitrine e ajeitou sua aparência no reflexo do vidro. Sorriu logo depois de passar o batom nos lábios e ajeitar por fim os longos cabelos dourados, assim prosseguindo para o Pub que certamente já estava mais do que cheio.

A mulher passou seus olhos azuis pelo local vazio para sua surpresa, somente tendo poucos bruxos e bruxas espalhados pelo lugar. Crystal avistou seu marido sentado em uma mesa distante de todas as outras, parecia distraído pensando em várias coisas. A mulher riu e negou com a cabeça, sabendo que o mesmo deveria estar pensando no trabalho ou em coisas do tipo. Crystal caminhou com os saltos altos chamando a atenção das pessoas presentes, indo até a mesa que James estava e sorrindo ao vê-lo. – Eu me atrasei de novo? – Perguntou ela sorridente. O ouvindo falar enquanto tirava o casaco e o depositava em no encosto da cadeira a frente de James. – Não se preocupe com o meu atraso, no final das contas eu sempre te recompenso.  – Disse ela com sua voz bela, se aproximando do moreno e levando seus lábios até os dele em meio aos sorrisos charmosos que ela sempre tinha. Não importava quantos anos se passassem, ela permanecia com o mesmo sorriso perfeito no rosto que irradiava gentiliza e calmaria. Ela então se sentou na cadeira a frente do marido e segurou a mão direita do mesmo. – Mal dormi a noite passada, porque estava esperando você chegar do trabalho. Na manhã seguinte você saiu tão cedo que eu só percebi quando não te vi mais deitado do meu lado. – Ela suspirou, falando em tom baixo. – Eu acho que precisamos passar essa noite juntos, não acha? Beber e ficar juntos como nos velhos tempos. – Acariciou então a mão do mesmo, levando seus olhos azuis brilhantes ao encontro dos olhos dele, não evitando de sorrir mais uma vez. Àquela altura ela não pensava em mais nada além de ficar com a pessoa que mais amava em toda a sua vida, querendo somente tê-lo perto de si pelo tempo que pudesse, não se importando em beber milhares de Whisky’s se fosse preciso.


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Posts entre Crystal e James. Qualquer intervenção será ignorada.

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James Kielland Cavendish
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qui 16 Nov 2017 - 14:28

A moment with my queen




A mente de James vagava preocupado enquanto bebericava sua bebida ardida, os acontecimentos dos últimos dias causava-lhe inquietação. Havia ido a Bulgária sobre um pretexto de uma potencial ação dos comensais no pais, mas retornou de lá com um Psicopata assassino que executava trouxas sobre a sombra de um serial Killer trouxa famoso na Europa, mas havia fatos nesse caso que ainda incomodavam o chefe de departamento. Os últimos dias fora de preparo era de conhecimento do ministério o local e até mesmo a hora que aconteceria o próximo ataque, o tal ataque seria naquela mesma madrugada. James ainda questionava-se sobre sua obrigação de está lá liderando, afinal o simples ato de confiar uma grande tarefa como aquela a terceiros era dificil, mas sabia que necessária.

James fora retirando do carcere mental que seu trabalho sempre colocava-lhe por uma voz familiar e pelo rosto sereno de sua esposa que fazia até mesmo o rosto sério do Lufano suavizar-se - Você está sempre atrasada querida! - diz ele levantando-se para receber a esposa com um beijo, seu próximo comentário lhe fez sorrir - Da ultima vez que me disse isso você acabou engravidando no Neal - brinca James, imediatamente recebendo outro beijo. Crystal, uma verdadeira parceira, atenciosa, carinhosa e muito compreensiva o que é algo muito importante para pessoa com o trabalho de James - Desculpe querida acho que no final das contas eu que preciso compensar você...Tem sido bem corrido no departamento nos últimos dias. - o bruxo torna a abrir um sorriso um pouco mais travesso dessa vez, com o ultimo comentário da sua companheira - Você também disse isso da ultima vez.- o casal parecia entendesse bem. Então James perguntou - Como Marco esta? - perguntou, lembrando do que acontecerá com o parente da esposa enquanto trabalhava para ministério, ele sabia o quanto a família significava para a esposa.





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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sex 17 Nov 2017 - 1:32

O'Leary Cavendish
A mulher ajeitou os cabelos enquanto ria do comentário do marido sobre as recompensas que ela dava sempre que o deixa esperando em um bar, se lembrando da noite que eles tiveram alguns anos atrás depois de alguns copos de vinho na madrugada. Crystal ria divertida enquanto prosseguia com suas palavras. – Sabe que nunca me arrependi de nossas noites juntos, muito menos de ter engravidado de nosso corvino. E não se preocupe, meu amor, eu sempre compreendi a sua correria do dia-a-dia no Ministério. Ter uma noite boa ao seu lado é o que mais me importa. – Sorriu para o marido antes de erguer a mão para o garçom que passava. – Whisky de fogo, por favor. – Fez seu pedido gentilmente ao senhor, que logo assentiu e saiu dali rapidamente. Ouviu o esposo perguntar sobre seu parente, Marco. Ela suspirou. – Como sempre esteve. Ele continua deitado na cama falando coisas que ninguém entende e sempre se questionando quem são aquelas pessoas em sua frente. A esposa dele se recusa a deixá-lo nas mãos do Mungus por mais que eu, como antiga Enfermeira, diga que seria o melhor a ele. – Respondeu ela de olhos baixos, antes de voltar seu foco ao que importava. James. – Mas agora quero um drink para me esquecer de que o Mungus continua me chamando para voltar para a equipe. Não quero mais voltar a trabalhar com corpos e ferimentos por mais longos anos. Tenho meus filhos e um marido para tomar de meu tempo a toda vontade. – Disse passando carinhosamente a mão no braço do esposo, fazendo-o se arrepiar com os dedos gélidos que a mesma continha.

Crystal se recordava muito bem de todos os seus momentos com James, os dois quase nunca brigavam, a não ser somente quando ela teimava em pedir um pouco de carinho quando o mesmo precisava trabalhar, coisas que os faziam discutir vez ou outra por motivos bobos, mas que no fim das contas se acertavam quando ela o dava seu devido espaço. Conhecia muito bem o homem com quem casara, um homem certo de seus atos, confiante, atencioso quando precisava ser e muito honesto com tudo e todos, sendo as qualidades que ela mais admirava quando o olhava com os olhos curiosos para saber sobre o que ele tanto refletia quando ficava em silêncio, tanto que fazia aquilo naquele exato momento. “Mais duas taças do vinho daquela noite e eu com toda certeza não me importaria de ter outro filho com esse homem incrível”. Pensou ela observando o homem trazer a bebida que a mesma pediu, obviamente se esquecendo de que James podia ler a mente da mesma com um estralar de dedos. O garçom então encheu novamente o copo de James e depositou o copo de Whisky na frente da loira de batom vermelho. Crystal ia levando o copo a boca quando parou no mesmo meio do caminho, no instante em que percebeu que seu esposo a observava atentamente, ela acabou por rir de si mesma. Ela realmente deveria parar de esquecer da habilidade de James. Ela mordeu seus lábios em meio a alguns risos, se culpando por seus próprios pensamentos, logo se pronunciando. – Eu não deveria ter pensado nisso, eu só... – Riu colocando o copo sob a mesa de madeira escura e levando uma de suas mãos na testa. – Sempre me esqueço que é fácil para você saber dos meus pensamentos. Me culpe, mas eu só pensei na pura verdade. – Disse abrindo um sorrido ao mesmo tempo que erguia uma de suas sobrancelhas travessas, dando de ombros, agora sim bebendo um pouco de seu Whisky.

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James Kielland Cavendish
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua 22 Nov 2017 - 23:23

A moment with my queen





O marido escutou a esposa referisse ao seu antigo cargo de enfermeira no Mungus e sobre as constantes ligações da instituição para readmiti-la. James admirava a devoção que Crystal sempre demostrará a sua família, a ele e a seus filhos, sabia o quanto tinha sido difícil para ela deixar suas responsabilidades no hospital, definitivamente ela havia nascido pra isso, cuidar de pessoas, dada as suas latentes características zelosas e protetoras. James ocasionalmente uma vez ou outra sugeria a ela que retomasse a sua carreira, porém ela sempre abria o seu sorriso afetivo "Estou feliz assim, porque cuido das pessoas mais importantes da minha vida..." eram suas palavras. - Já dei há você minha opinião sobre isso não é? - digo em tom compreensivo.

James ficou em silêncio alguns instantes imaginando como estariam as coisas na operação em Liverpool nesse momento, conferiu o relógio uma vez mais sentiu os olhos da esposa sobre si, Crystal parecia tentar descobrir os pensamentos que ocorriam em sua cabeça, porém aquela não seria uma caraterística que ela possuía, mas James sim. O bruxo então acessa os pensamentos de momento da esposa: Ela estaria pensando nele mais especificamente em suas qualidades “Mais duas taças do vinho naquela noite e eu com toda certeza não me importaria de ter outro filho com esse homem incrível” James sorriu ao ouvir o seu consciente.

Ela voltou a bebericar da sua bebida quando se dera conta de que o marido olhava para ela com um sorriso malicioso no rosto, sua expressão constrangida fora maravilhosa para o homem a sua frete. Então ainda mantendo o contado visual sussurrou com calma -Legilimens!

Aos poucos as imagens foram ganhando forma: Um ambiente espaçoso era iluminado pelo fogo de uma lareira, aos pés de duas pessoas estava uma garrafa de vinho onde duas taças estavam caídas. Os batimentos cardíacos aceleravam-se com constância a medida que a respiração do casal ofegava levemente, as caricias mútuas faziam seus corpo umedecidos pelo suor ter arrepios de prazer a medida que o tapete persa dobrava-se pelo movimento dos amantes, os dedos do homem corriam delicadamente pelo corpo da mulher tocando nas áreas que sabia que sua parceira apreciava, fora quando veio o êxtase e o bem estar. Depois disso o casal ficaram ali apreciando a companhia um do outro enquanto olhava o brilho da lareira e seus dedos entrelaçavam-se revelando as alianças com os nomes James e Crystal.

Adoro essa memoria. - disse James com um sorriso meigo sentido ainda os efeitos dos sentimentos produzidos naquela noite, como se tivesse acontecido a apenas alguns instantes - Foi numa dessas que Neal nasceu... Você lembra como fomos para naquele chalé? - perguntou o bruxo, lembrando de tudo com detalhes das circunstancias.






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Crystal O'Leary Cavendish
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Dom 26 Nov 2017 - 22:53

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O sussurro de seu marido com habilidades incríveis sobre qualquer um – inclusive ela mesma – veio como grande impacto sobre os pensamentos da loira, enquanto entrava em um momento de transe que durou somente alguns segundos, segundos esses que foram suficientes para arrepiar cada centímetro de seu corpo. Crystal pousou o copo sobre a mesa novamente no momento que via a lembrança, assim sorrindo boba com o que acabara de relembrar. A mulher se segurou para não fazer algo idiota ali mesmo, assim observando seu marido como quem dissesse “Não faça isso outra vez, ou sabe onde isso vai terminar” abrindo o sorriso que o homem em sua frente conhecia muito bem. – Sabe que não deveria me fazer lembrar disso logo agora, James...Estamos em um lugar que não posso sair da linha. – Sussurrou ela, rindo divertida. – Mas sim, eu também gosto dessa, é uma de minhas favoritas na verdade. – Crystal observou o marido atentamente por um tempo. Ela se lembrava de como ele avia mudado de aparência conforme os anos, como a barba por fazer o deixava mais sério, o cabelo pouco bagunçado o tornava ainda mais bonito, assim como as roupas que passou a usar. Tudo o deixava formal e sem defeitos aos olhos da mulher.

Com os olhos no anel em seu dedo, Crystal agora podia lembrar de como tudo naquela noite tinha acontecido. James era incomum, gostava de a surpreender sempre que podia, e nas horas que ela menos esperava, é claro. A loira não esperava uma noite daquelas, somente achando que eles iriam para casa logo depois de um longo dia, mas não, James fez questão de aparatar junto a esposa para o chalé no meio de uma floresta onde ninguém os incomodaria. A lareira era a única iluminação do lugar, o tapete era macio e poucos moveis eram vistos, mas nada que tirasse o foco do que mais importava, eles.

A mulher então viu a escrita no objeto dourado e o respondeu. – De primeira eu não entendi para onde me levaria, mas logo que chegamos eu entendi o porquê de ter ficado tão quieto o dia todo. Queria um lugar onde ninguém pudesse nos atrapalhar e realmente encontrou. – Dizia ela levando seus olhos azuis aos dele. – Me diga quando podemos ir para um lugar como aquele de novo. Estava pensando em dessa vez eu te fazer uma surpresa. – Dizia abrindo outro sorriso. – Mas não espere, eu não sou imprevisível como você. – Riu. – Me conhece melhor que ninguém, eu não sei fazer surpresas extravagantes e diferentes. Pode ser uma casa no lago e o mesmo vinho, mas eu ainda não me decidi. – Fingiu pensar sobre o assunto, mas não conteve o riso sincero nos lábios. Ela só estava pensando nas possibilidades dele a surpreender outra vez, e não o contrário, já que ela era péssima em algo que não fosse uma mesa de jantar repleta de velas quando o mesmo abrisse a porta de casa e escutasse a mulher preparando algo na cozinha, ou até mesmo acordá-lo com beijos inesperados. Ela realmente era péssima nisso.

O rosto sereno da loira foi se aproximando de seu marido aos poucos, junto a mão direita que tocava a gravata desarrumada do moreno bem ali perto de si, a ajeitando com delicadeza. – Acho que a melhor coisa daquela noite foi poder passar cada minuto sem me preocupar com nada além de te manter perto de mim. – Confessou. – Eu não poderia ter feito escolha melhor. – Seu rosto se aproximou ainda mais do de James conforme ela levantava seu olhar para vê-lo com o olhar que somente ela continha sob o marido. Seus lábios então chegaram por alguns segundos a quase tocar os dele, porém, quando ela voltou a si, por pouco se rendendo a outro beijo inesperadamente bom, um sorriso tímido insistiu em aparecer em seu rosto, de forma que ela acabou voltando a sua posição inicial antes de esvaziar seu copo e deixar sua feição serena novamente. – Eu costumava te pedir para ficar e beber outra, mas se não pudermos eu entendo perfeitamente. – Sussurrou ela por fim.

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Pietro O'Leary Klinsmann
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qui 30 Nov 2017 - 5:20


Forest Fire

I used to whisper it will be alright
Talvez aquela tenha sido uma das melhores noites da sua vida, dormir era uma das coisas preferida de Pietro e fazer isso depois de um dia tão produtivo era ainda mais relaxante. Acordou de bom humor, mesmo que a preguiça fosse grande ele despertava um grande sorriso ainda que o sol estivesse no seu rosto, demorou alguns minutos pra criar coragem e esperou que seu corpo despertasse força suficiente para que ele conseguisse se levantar da cama. Como um bom preguiçoso nem se preocupou em arrumar a cama, foi direto para a cozinha e deixou seu café matinal preparando enquanto partia para a coisa que o faria acordar de fato, era o que mais gostava pela manhã. Deixou sua casa e caminhou até o lago próximo a ela, olhou rápido e não parecia ter ninguém por ali, se despiu rapidamente e em um movimento rápido mergulhou na água e sentiu o ápice do conforto ao estar submerso. Todos seus sentidos eram ativados em pouco tempo, ele se movimentava mais rápido do que qualquer humano e não demorou muito para que o seu lado sereiano aflorasse. As guelras ficavam visíveis no seu pescoço e as membranas surgiam entre seus dedos transformando suas mãos e pés em algo parecido com nadadeiras improvisadas.

Decidiu por ficar um bom tempo ali, ainda era cedo e poder ter um tempo sozinho dentro da água era algo prazeroso, mas ele ainda preferiria passar todos os dias ao lado de Megan. Passado alguns minutos ele se retirava do lago, ainda não havia ninguém ali perto e isso o fazia se sentir melhor. Caminhou por poucos segundos e já se encontrava em casa, suas guelras e membranas se dissipavam e em poucos segundos sumiam e não deixavam nenhuma marca, Pietro já estava acostumado e tudo acontecia naturalmente. Se vestiu e pegou seu café, voltou a comodidade da cama e ficou ali por um bom tempo, só tinha compromisso pela noite então podia fazer o que mais gostava: dormir o dia todo.

A noite chegou e o menino já estava pronto, tinha um péssimo habito de se atrasar nos seus compromissos mas esperava que Megan não reclamasse sobre isso, talvez ela já estivesse até acostumada. Vestia uma camisa social de cor vinho e uma calça jeans, estava alguns minutos atrasado e fazia o possível pra correr contra o tempo e chegar lá o quanto antes. Pegou sua câmera antes de sair de casa e aparatou direto para o salão do Caldeirão Furado, tinha mais pessoas do que ele esperava e o local parecia mais sujo do que nunca. Até passou por sua cabeça pegar a sua câmera no momento mas deu uma olhada em volta e achou melhor deixar para depois, deu de ombros e saiu dali sem muita pressa. Dirigiu-se ao bar e ao entrar já avistou sua amada de longe, não era a aparência verdadeira mas já estava acostumado com as aparências que ela mudava, depois de tantos anos eles já se conheciam o bastante. Se aproximou devagar para que a garota não lhe notasse e então colocava as mãos em seu rosto, cobrindo os olhos e deixando um sorriso largo se estender na sua boca. — Advinha quem é. — Falava baixo mas era inevitável que ela descobrisse, sua voz já era familiar demais para que ela esquecesse, além do mais suas mãos era frias como gelo. Esperou que ela finalmente chegasse a conclusão e riu um pouco, puxava a câmera para si e rapidamente a fotografava. — Por mais que você fique muito mais linda do jeito que você é, gosto de registrar os momentos como eles são. Será que eu posso te ver de verdade? Quero comemorar com a pessoa certa. — Ria baixo e piscava para ela, lhe dava a mão e ajudava a menina a se levantar, assim que estivesse de frente para Megan levava suas mãos para a cintura dela e puxava, sem muita força, o corpo da garota contra o seu fazendo com que ambos ficassem bem colados. Tinha pouca gente ali então não se importou em demonstrar um afeto de forma mais cautelosa para que ninguém visse, aproximou seu rosto do dela e fez com que seus lábios se tocassem, deixou que eles roçassem um pouco e logo em seguida chupou o lábio inferior dela, apertou firme a cintura dela e concomitantemente desenvolvia um beijo apaixonado. — Parabéns para nós, tá tudo indo perfeitamente... poder viver isso com você é a melhor coisa que podia me acontecer. — Deu um sorriso bobo e acariciou a bochecha dela. — Temos muita comemoração pela frente. Espero que não tenha começado muito sem mim. — Ria, se referindo ao copo de Whisky que se encontrava vazio na mesa.


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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Seg 4 Dez 2017 - 15:29


Comemorando  a  Vitória

As mãos gélidas de alguém foram de encontro a ruiva de cabelos cacheados e cheios que abria um largo sorriso. Megan ainda estava com uma forma diferente da comum de olhos azuis e cabelos extremamente negros, porém, ainda sim conseguia ser facilmente conhecida por seu companheiro com mãos frias que tampavam seus olhos ainda verdes. Megan riu quando ouviu seu namorado sussurrar com a voz rouca em seu ouvido direito, a arrepiando os pés a cabeça. – Pietro! – Exclamou rindo enquanto tirava as mãos do homem de seu rosto disfarçado. A ruiva metamorfomagia fechou os olhos em um reflexo rápido quando o flash da câmera de Pietro a fotografou com a forma de uma mulher qualquer.

Era do costume da mulher mudar sua aparência por completo várias vezes, e era do costume de seu namorado grifino a fotografar como recordação de suas mil formas variadas, o que faziam os dois acabarem por rir feito bobos de toda aquela maluquice que suas vidas eram desde sempre. Os dois ficaram alguns meses sem se ver por conta dos milhares de estudos de ambos com o jornalismo bruxo do PD e suas saídas de Hogwarts como formandos finalmente bem-sucedidos. Pietro havia conseguido se tornar fotografo do Profeta, e Megan a Repórter do mesmo jornal. Estavam tão felizes por seus feitos que não poderiam deixar a comemoração passar, tendo a ideia de festejar juntos com alguns drinks a vitória finalmente conquistadas em suas vidas de casal bruxo. E, além de tudo, a alguns meses atrás o moreno tivera comprado uma casa no lago, onde passou muito tempo reformando com suas próprias mãos a casa inteira, Megan obviamente o ajudou vez ou outra a pintar a casa nos fins de semana, extremamente feliz por ele ter conquistado tudo que mais queria. Tudo estava indo conforme o planejado dos dois, que faziam 2 anos de namoro dali a poucos dias.

Megan rapidamente negou a cabeça rindo com os cachos que não eram dela balançando. – Eu não consigo me esconder de você, amor. – Disse voltando a sua parecia normal e conhecida por ele. Os cabelos ruivos e longos se tonaram curtos e pretos como carvão, seu rosto redondo se afinou um pouco assim como o nariz, e por último seus olhos que voltaram a cor do eterno mar azul. – Finalmente sua. – Disse sorrindo quando estendeu a mão para pegar a dele e se levantar em um ato quase inesperado, já que Pietro praticamente a puxava com um enorme sorriso gentil estampado em seu rosto. Com os corpos colados, Megan o observou chegar bem perto e selar seus lábios em um beijo lento e bom. A mulher de cabelos escuros acariciou o rosto do namorado e terminou o beijo lentamente com alguns selinhos distribuídos de forma carinhosa. Megan então ajeitou a grava do mesmo com um sorriso divertido e ajeitou o paletó preto que o mesmo usava. – Temos muito o que comemorar hoje! Estou tão feliz por nós, temos nosso trabalho juntos, você está finalizando as obras na casa do lago e futuramente vamos pode quebrar essa distancia entre nós. – Disse suspirando feliz. Pietro olhou o copo vazio na mesa, Megan ficou corada por um segundo, levando sua mão direita a boca tentando disfarçar o riso. – Você pode me pagar outra e bebo com você. – Comentou rindo enquanto seus ombros subiam e seus olhos mudavam de cor outra vez. E antes que ele se sentasse, Megan fez questão de encostar sua cabeça no ombro do homem alto e colar suas mãos livres em volta do pescoço de Pietro. – Não imagina como estou feliz...– Sussurrou no pé da orelha do namorado, abrindo um sorrisinho agradável e que poderia ser admirado milhares de vez sem se tornar ruim. – Eu te amo muito. – Dizia como sempre fazia, levantando sua cabeça e dando um beijo rápido em seu amado outra vez. Abriu os olhos devagar. – Agora vamos nos sentar, quero saber como a casa esta indo. – Disse animada.




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Pietro O'Leary Klinsmann
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sab 9 Dez 2017 - 5:17


Forest Fire

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Seus lábios ainda tocavam nos dela e o menino aproveitava pra finalizar os beijos, dando uns selinhos na menina. Não conseguiu conter um sorriso bobo quando a viu arrumando seu terno e gravata, as vezes Pietro era um tanto descuidado ou desajeitado e tinha sorte da garota estar sempre lhe ajudando mesmo com as pequenas coisas. — É até difícil de acreditar que as coisas estão como estão, estou feliz demais por tudo isso. — Tocou o rosto de Megan e deu um outro sorriso bobo, entre tanto amor sempre havia um pingo de idiotice, ele sempre foi assim. Com seu polegar acariciou a bochecha dela e desceu até o seu queixo, onde trouxe o rosto próximo ao seu e depositou mais um selinho, não aguentava ficar longe dela por muito tempo e quando se viam não resistia a uns beijos.

Riu quando notou as bochechas de sua amada ruborizarem, era fácil deixar ela envergonhada e Pietro fazia de propósito só pra brincar com ela e porque achava bonito quando ela ficava assim perto dele. — Claro, vou lá buscar mais uma dose. — No momento que falou ia se virando para se dirigir ao balcão mas foi surpreendido pela namorada, ela voltava a encurtar a distância e seus braços agora estavam envoltos  em seu pescoço. — Eu também tô muito feliz... ainda mais por ter você comigo, meu camaleãozinho. — Acompanhava ela em um sorriso bobo e dava um beijo no ombro dela quando encostou sua cabeça nele, as vezes ele se sentia sufocado por ter uma pessoa tão especial em sua vida e mesmo que sempre se expressasse e mostrasse a quantidade de amor que sente por ela no fim ela não entendesse que se tratava da coisa mais importante do mundo, que é a prioridade do garoto. — Também te amo, amor. Muito mesmo, é a coisa mais importante pra mim. — Um breve sorriso voltava a aparecer em seu rosto mas logo se aproximava dela e seus lábios voltavam a encostar, era breve porém especial depois das palavras trocadas. Assim que a garota se sentava à mesa ele se dirigia ao balcão do bar e pedia duas doses da bebida mais forte que eles tivessem ali, em poucos segundos já estava de volta fazendo companhia a sua amada e sentava a sua frente. Deixava a dose da garota na sua frente enquanto já agarrava o seu copo, levava até o nariz e cheirava antes de ingerir. Sentiu um pouco de tontura só de cheirar aquilo mas riu baixo, balançando a cabeça, e deu um gole em seguida que foi acompanhado de uma careta. — A casa? Tá praticamente pronta! Eu tirei essas ultimas semanas pra focar nela e acabar o quanto antes, só faltam pequenos detalhes pra ela ficar pronta.  — Deixava o copo na mesa e olhava a garota nos olhos. — Já faz um tempo que você foi lá, não é? Podia dormir lá hoje... bem, assim você pode ver como ficou. — Dava um sorriso bobo e sem graça, mesmo depois de tanto tempo juntos ele ainda se envergonhava com algumas coisas em alguns momentos. — E já que tá pronto você pode ir lá sempre que der, agora que as coisas tão indo bem eu pensei em... é, bem, talvez fosse legal se pudêssemos tentar nos acostumarmos a morar juntos. Um dia teremos que fazer isso, né? — Mordia o lábio, um tanto sem jeito, e olhava para o lado enquanto trazia o copo para perto de si novamente para dar um outro gole.


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Moon So Young
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua 20 Dez 2017 - 16:15




So Young havia passado a noite na base da Ordem – seus companheiros e ela estavam seguindo pistas específicas sobre um bruxo que detinha informações valiosas para a missão passada para os magos pertencentes à organização – e quando acordou na manhã seguinte já ganhou ordens, do recém-capitão, de ir até a localização do mesmo para arrancar tudo o que o mesmo sabia.
A coreana e até então membra mais jovem do grupo de bruxos mal teve tempo de ter um café da manhã decente, pois tinha que aparatar para a localização que tinham recebido com muito esforço. Sem muito que fazer a bruxa de descendência asiática, ainda com uma maçã na boca, caminhou até onde estava a sua varinha, deu um último aceno para os amigos e disse. – Aparatar!
A Moon – mesmo que fosse obrigada algumas vezes – detestava batalhar. Dentre todos os membros da Ordem, era ela que detinha o título de “embaixadora” ou “pacifista”, pois preferia resolver os seus problemas conversando. Batalhas eram e sempre seria seu último recurso. Depois de alguns segundos sob o efeito do feitiço de teletransporte a bruxa apareceu em uma ruela escura e sem movimento algum do beco diagonal.
- É hora de uma pequena espionada! – Aproveitando o dom que havia recebido de Milady Nyneve a coreana começou a controlar os pequenos raios solares que existiam naquele local, ela queria que eles não batessem nela, pois assim conseguiria ficar invisível aos outros. Aquele processo durou mais do que o esperado, talvez pelo motivo de não possuir controle total sobre seu poder, mas quando se certificou de que não estava visível, saiu daquele beco e caminhou decidida ao caldeirão furado.
A mesma já tinha ido aquele local algumas outras vezes para resolver assuntos particulares, como a questão de seu noivado, ou apenas para sair com as amigas, que incluía quase sempre as duas outras mulheres da Ordem – Desiré e Olivia – ou por vezes algumas outras Odegaard de que tinha contato, entretanto naquele momento ela não poderia se dar ao luxo de uma distração. Vidas estariam em jogo dependendo do que ouviria.
Não demorou muito para que ela chegasse ao estabelecimento onde um bruxo com uma flor branca na blusa apareceria. Segundo as informações que a Ordem havia conseguido, este cara iria se encontrar com alguém que estava diretamente ligado com as Feiticeiras de Avalon. So Young tinha a missão de descobrir em tempo hábil aonde seria o próximo ataque delas, afinal de contas sua missão maior – bem como dos outros bruxos pertencentes ao mesmo grupo que ela – era proteger os trouxas.
Enquanto o informante não chegava a bruxa de traços característicos da Ásia ficou em um local, onde não pudesse atrapalhar ninguém e que lhe desse visão total das pessoas que tinham ali. Pois, por incrível que pareça, mesmo sendo tão cedo o bar já tinha um movimento significativo de clientes, até porque ali também tinha quartos para hospedagem – pelo menos era o que seu noivo tinha dito uma vez.
“Essas feiticeiras vão aprender” pensou a mesma “Não enfrentei a morte tantas vezes para ser parada por um grupo de bruxas” Concluiu quando avistou seu alvo entrando pela porta daquele estabelecimento. A Moon teve sorte quando fora presenteada com essa habilidade, mas não negava de que se tivesse algum parente com metamorfomagia, momentos como aqueles eram muito mais práticos, já que tinha que ficar lembrando-se toda a hora de estava invisível.
Sorrateiramente a coreana esgueirou-se pelos bruxos ali presentes e buscou um lugar, melhor, uma parede – para que pudesse se encostar – próxima da onde o informante tinha se sentado. Por mais que lutasse contra a vontade de atacar o maldito e leva-lo para a sede da Ordem, onde teria um interrogatório para conseguir arrancar todas as informações de planos das feiticeiras, So Young sábia que aquela não seria a melhor ideia, principalmente pelo fato de um ataque desses chamaria a atenção do Ministério e isso era a última coisa que queria.
Assim que o contato do mesmo chegou a atenção da mesma dobrou – Ela desconfiava que aquilo tivesse haver com o seu falcão interior – e fazia de tudo para lembrar-se dos mínimos detalhes daquela conversa que havia acabado de iniciar. O bruxo com a flor branca da blusa e o comparsa, que tinha ligação direta com as inimigas da Ordem, trataram de diversos assuntos: desde coisas mais banais até os minuciosos detalhes do próximo ataque.
O problema naquilo tudo era que So Young tinha ordens diretas de sair dali apenas quando tivesse em mãos o local, data e horário do atentado contra os trouxas. Aquela espera estava deixando-a impaciente – e nesses momentos que dava graça de não está com Desiré. Tinha certeza de que ela já teria estragado o disfarce de ambas, afinal de contas a animaga não era do tipo paciente.
“Vamos idiotas!” Reclamou a mesma em sua mente. Merlim que a perdoe, mas tinha a sensação de estar andando demais com a loba. Ao ver da mesma a conversa dos dois estava prestes a acabar e nada de informações úteis, leia-se local do ataque.
- Lembre-se que a Ordem está de olho. – Disse o informante. Aquela frase era tão irônica que um sorriso apareceu nos lábios da asiática enquanto a mesma falava mentalmente “Você não faz ideia”. – As Feiticeiras de Avalon estarão te esperando Regent’s Park, sábado as 12horas em ponto. Não se atrase! – E assim ele saiu do local tentando não chamar a atenção.
Luna for sua vez fez o caminho contrário, rumou até as escadas existentes ali e subiu buscando algum quarto vago. Foi achar só no final do corredor e tendo certeza de que estava vazio a bruxa entrou lá dentro, já visível e aparatou de volta para a sede da Ordem. Eles tinham que montar um plano, afinal de contas naquele final de semana teriam algumas feiticeiras para caçar.

OFF: So Young não se encontra mais no local

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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sab 6 Jan 2018 - 21:11


Comemorando  a  Vitória


Megan abriu outro sorriso assentindo para o namorado a sua frente. Talvez ela realmente deveria morar com o mesmo já que a casa de campo de Pietro havia sido terminada a alguns dias com o grande esforço de vontade do grifino, mas ela não tinha certeza se deveria fazer aquilo. Eles namoravam a um bom tempo e ela não saberia o que dizer para o pai sem fazê-lo sustar completamente com a ideia da menina – que definitivamente já era uma mulher adulta – sair de casa para morar com o namorado. Certamente era difícil para Iron aceitar aquilo tão facilmente, mas Freya poderia dar uma força em casos estremos. É, demoraria, mas poderia dar certo.

Com outro suspiro, a morena ergueu o braço para que o garçom trouxesse o mais rápido possível, mesmo que eles não tenham ficado no local nem por 1 hora. Sorridente, ela deu de ombros e acariciou o rosto do grifino. – Vamos então, eu cansei desse lugar de qualquer forma. – Dizia rindo enquanto soltava sua mão delicada do rosto de Pietro e pegava seu casaco, o vestindo em seguida. – Quero ver como a casa está. Podemos ir? – Perguntou erguendo as sobrancelhas para o homem de aparência feliz ao seu lado, e com a aprovação dele os dois saíram de lá.


[...]


Então, de mãos dadas o casal aparatou para a pequena cabana no lago de Pietro. Obviamente eles mal prestaram atenção na paisagem ou conversaram muito sobre a mudança do lugar depois das reformas que Megan ajudou, pois estavam ocupados demais trocando olhares apaixonados e beijos ainda mais românticos. Pietro nunca deixava de fazer piada com algo, sempre sorrido enquanto a olhava. A noite dos dois foi significativamente boa e amorosa, coisa que eles precisavam ter para se esquecer dos problemas e pessoas ao seu redor. E, no fim, os lençóis da cama acabaram bagunçados e o sol da manhã batia no rosto adormecido de cada um deles, os lembrando que as páginas do Profeta Diário não se escreveriam sozinhas.




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