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 Cemitério Osborne

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AutorMensagem
Pettrus Njör Dzagoyev
Ex-Administrador
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Mensagens : 112

Ficha Bruxa
Casa: Lufa-Lufa
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Ébano, 38 cm, núcleo de pena de fênix azul, farfalhante.

MensagemAssunto: Cemitério Osborne    Qui 21 Abr 2016 - 2:17


Cemitério Osborne


É de longe o lugar mais sombrio e frio de toda a cidade. Seus portões são altos e feitos em metal negro, retorcidos e enferrujados, esquecidos pelo tempo, com grandes lanças no alto. Existe, entre as lápides do local, diversas árvores secas e o solo é todo coberto por pedras escuras e pouca grama. O cemitério fica afastado da cidade, às margens da floresta, ao leste. Existem muitas lápides e muitas estátuas, de certa forma macabras, algumas inclusive se mechem e assustam os visitantes. É comum ver alguns Testrálios nas margens da floresta, afinal ali por perto há uma colônia deles, o que ajuda ainda mais a manter o clima de tenebrosidade do local. Poucas pessoas costumam vir aqui, nem mesmo para visitar o túmulo dos parentes. Nos arredores da floresta, nos fundos do cemitério, há uma casa de madeira muito antiga, caindo aos pedaços, residência do antigo coveiro que morreu de causas desconhecidas, há alguns anos, e que desde então permanece abandonada. Muitos dizem ser uma casa assombrada e poucos são os que ousam caminhar próximas a residência, que é circundada por uma plantação de abóboras podres. O cemitério recebeu este nome em homenagem a Sarah Good e Sarah Osborne, duas bruxas das trevas que acabaram executadas durante a inquisição, deflagrando assim uma grande revolta bruxa na época. Suas estátuas se encontram bem ao centro do local, onde seus corpos estão enterrados. Estranhamente nenhum tipo de vida vegetal cresce no perímetro em que as estátuas se encontram.

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Gary Odegaard Cavendish
Ordem de Merlim
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Mensagens : 47
Localização : Hogwarts

Ficha Bruxa
Casa: Grifinória
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Figueira, 25 cm, maleável, pena de Grifo

MensagemAssunto: Re: Cemitério Osborne    Seg 18 Set 2017 - 8:15

Research, ritual and rescue.

Uma figura de vestes longas e capuz emergiu das sombras, seus passos eram ligeiros a medida que se aproximava dos portões da propriedade fúnebre de Salém, sua varinha estava em mãos com um simples agito os portões destrancam-se. Longe dos olhos de qualquer pessoa um lobo observava toda a estranha movimentação, a passos mudos o animal esgueira-se entre as barras de ferro e adentra ao local no encalço de seu suspeito.

As baixas temperaturas daquela noite de outono faziam seus pelos se ouriçarem, a visibilidade não era das melhores, porém Gary conseguia escutar os passos vagarosos do Homem a alguns metros à frente. O cenário a sua volta lembrava em muito as produções hollywoodianas de terror: Lápides sinistras, arvores mortas e uma serie de sons que fariam qualquer coração acelerar em ansiedade.

O grifino passou quatro anos da sua vida morando em Salém, em virtude de seus estudos, e aquela era a primeira vez que visitaria o histórico cemitério e tinha um motivo pra isso. Quando iniciou aquela pequena missão dois dias atrás dada pela dama do lago,  não imaginou que terminaria ali. Os sons mudaram e o cheiro de madeira apodrecida penetrou em suas narinas, a medida que avançava Gary começou a escutar vozes, sua audição sensível percebeu que talvez fossem duas pessoas, um homem e uma mulher. O grupo encontrava-se dentro de uma velha cabana, segundo relatos, lar de duas bruxas das trevas queimadas durante a caçada de 1692. Assim que Gary saiu de vista usou a sombra proporcionado pela parede de madeira apodrecida da construção e voltou a sua forma humana, sacou a sua varinha imediatamente e com cuidado espionou por entre as brechas da janela.

Suas feições endureceram, as velas que envolvia todo a sala não mentiam sobre o que ocorria queria que seus olhos de alguma forma estivesse lhe pregando uma peça, mas sabia que não. A mulher que levitava, os símbolos marcados no chão e paredes, as velas espalhadas e as palavras ditas por dois encapuzados em alguma língua arcana que repetia-se como um mantra eram evidências claras. Tudo aquilo tratava-se de um ritual.

Não sabia de que tipo de ritual especifico tratava-se, porém não poderia esperar mais para descobrir. Gary analisava suas possibilidades, aproximei-me da porta com a varinha firme em mãos – Ventus! – Sussurrei, um vento forte adentrou pela porta e pagou todas a velas do local. Os sons cessaram, ele apurou os ouvidos e assim que percebeu o primeiro gruindo do assoalho, disse – Estupefaça! – Uma rajada de luz saiu da sua varinha e adentrou na casa acertando um dos encapuzados no peito, deixando-o inconsciente. Imediatamente voltou a transformar-se em lobo logo distanciei-me da cabana, fazendo com que o sujeito que havia sobrado lhe seguisse.

Naquele momento animagia tornou-se uma vantagem, pois ele olhava para todos os lados a procura de pessoas com quem pudesse lutar. Logo aproximei-me dele e levando imediatamente uma mão a sua boca e a outra ao seu braço de ataque, o docente concentrou-se no braço e fez com que a circulação de sangue fosse interrompida congelando parcialmente seu braço e danificando seus nervos o homem se debatia, ele sabia que aquilo era doloroso não demorou até que ele desmaiasse.

Em seguida Gary tratou de amarrar os sequestradores e socorrer a garota, que observando melhor não devia ter mais de 16 anos, sua pele estava fria e seus olhos vazios, mas ainda tinha pulsação – Precisamos cuidar de você primeiro – disse assim que chegasse a cidade avisaria as autoridades locais sobre os prisioneiros, colocou a garota no colo foi então que percebeu um certo livro sobre uma mesa que poderia explicar que tipo de ritual estava pretendendo-se, logo pegando-o esperou que a garota suportasse uma aparatação, então sumiu aquele lugar.  

post 002
 

     

 



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  Gary Brian Odegaard Cavendish

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