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 Jardins

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Freya Blanc Cavendish
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 17 Set 2017 - 0:35




Estava surpresa com o quanto aquele homem era mais bonito de perto, pensou que poderia passar horas apenas olhando para aquele rosto perfeitamente esculpido, desde o queixo até os cabelos escuros, sentiu os dedos formigarem de vontade de tocar a pele mas se conteve. — Qualquer coisa. - Repetiu em meio a um sorriso. Aquela conversa estava tomando um rumo diferente do que pensava, não que não estivesse gostando muito pelo contrário, achava tudo aquilo interessante. Sentiu os olho brilharem ao ouvir a palavra “solteiro”, era óbvio que ele era já que estava ali flertando consigo, mas ter uma confirmação era melhor ainda, pode respirar aliviada. Freya soube que estava com as bochechas levemente coradas no instante em que fora convidada para dançar, não evitou sorrir, não esperava que o homem na sua frente fosse dizer aquilo nem tão cedo.


Deixou-se ser arrastada para a pista de dança e teve que segurar a barra do vestido para não tropeçar no pano. — Eu amo dançar, ainda mais se for com um homem tão charmoso quanto você. - Não sabia exatamente de onde estava tirando toda aquela coragem, já que o outro estava acabando aos poucos com toda sua autoconfiança. Não estava acostumada serem diretos consigo também, normalmente o papel de dar o primeiro passo, flertar e jogar conversa com segundas intenções fora era seu, e estar do outro lado da mesa era um pouco desconcertante mas não deixaria que o outro percebesse. Fitou as mãos unidas e gostou de sentir o calor da mão do mais alto contra a sua, aquilo era reconfortante e por breve segundos pensou que poderia se acostumar com aquela sensação. Arfou ao chocar-se com o peito do outro, a mão quente em sua cintura lhe causava arrepios, o que ele estava fazendo consigo? Resolveu entrar no jogo e prendeu os braços ao redor do pescoço, aproximando ainda mais o contato dos dois corpos, olhou no fundo das orbes claras e abriu a boca. — Não tão interessante quanto a sua, mas se quer mesmo saber, também sou solteira. - Respondeu quase em um sussurro, não daria tantas informações assim para alguém que havia acabado de conhecer, não confiava fácil nas pessoas e só daria informações que achava necessário. — E a propósito, me chamo Freya. - Assim como o homem tinha feito consigo, aproximou a boca do ouvido do outro e sussurrou o próprio nome de forma pausada. — E o prazer é todo seu.

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Freya Blanc Cavendish
Eu não ligo, meu trono continua intacto, isso é porque eu sou a melhor. Baby I’m bad all day.
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Pietro O'Leary Klinsmann
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 17 Set 2017 - 0:36


Lightbringer

smite and ignite
Seu corpo foi jogado de leve pra trás com o leve soco que levava no ombro, deixava um sorriso escapar com tal ação da menina, sabia que tudo que ela fazia, mesmo que parecesse agressivo, era de forma carinhosa com ele. — Gosto quando fala com essa feição séria, é tão bonitinha. — Ria baixinho e piscava para a menina, dava mais um gole na cerveja amanteigada e fechava os olhos, balançando a cabeça negativamente devagar.— Até parece que eu não iria cumprir minha palavra. Se eu disse que viria não faria coisa diferente, só me atrasei um pouquinho porque... bem... te explico depois. — Dava uma risada abafada, lembrando do fato, mas logo se recompôs e voltou a olhar a morena nos olhos, apreciando a troca de cor dos mesmos. — Gosto de ver seus olhos mudando de cor, mas ainda prefiro eles na coloração original... são lindos. Já te disse isso, né? — Arqueava a sobrancelha, sorrindo um pouco, enquanto aproveitava pra dar mais um gole na cerveja. Prestou bem atenção nas palavras dela e mordia o lábio inferior, pensando no que poderia fazer. — Você sabe que sempre conversamos sobre qualquer coisa, né? Estou sempre do seu lado pra te apoiar. Vem cá, vamos andar um pouco, tá muito barulhento por aqui. — Notou que a menina mostrava um semblante um tanto entristecido e desanimada, então logo segurou firme a mão dela e a puxava com certa pressa pra longe da pista e do barulho. — Nunca vim aqui então não sei onde vamos parar, temos que ver o que o destino nos reserva. — Ria com seu próprio comentário enquanto a puxava, aos poucos iam se afastando dali e o barulho da música ia ficando mais baixo e suave, não incomodando tanto e atrapalhando a conversa. Pouco tempo depois eles pararam e se encontravam em uma espécie de continuação do Jardim, onde havia uma casa da árvore, era um tanto longe da pista, para que não os atrapalhassem, mas ainda dava pra ouvir a música de forma suave.


▬ Traje igual ao PP
▬ Pietro e Megan se deslocaram dos Jardins para a Casa da Árvore

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Pietro Romanov
"I was told when i get older all my fears would shrink. But now i'm insecure and care what people think"

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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 17 Set 2017 - 0:39


Debutante...
AINE ODEGAARD

Aine andou com Andrew até o lounge com um leve sorrisinho nos lábios. Ela sentia como um leve formigar passando pelos seus dedos e subindo pelos braços. O polegar da garota acariciava de leve as costas da mão dele e aquilo era tão novo e, ao mesmo tempo, tão natural que Aine ficou se perguntando por que ele evitava tanto. Pelo menos, aparentemente, ele estava bem, até sorria! Aine sentiu seu rosto ruborizar quando adentraram o lounge que mais parecia um jardim secreto com uma iluminação mais cálida e menos barulho. Algumas pessoas já circulavam por ali conversando baixo, algumas até recostadas preguiçosamente nas poltronas e degustando uma bebida. Realmente, o clima na festa não poderia estar melhor. Até que Andrew puxou a mão e disse que não deveria. Aine sentiu como se um buraco tivesse aberto em seu estômago. Ela permaneceu alguns segundos com a mão deixada no mesmo lugar, até que a recolheu, cruzando com a outra na frente do corpo. Mais por vergonha do que qualquer outra coisa. A garota desviou os olhos dele e os manteve fixamente para a frente sem saber o que fazer ou dizer. "Burra, burra, burra!" Por um instante, Aine pensara que ele estava gostando dessa proximidade com ela. Pensara que Andrew veria que conseguia ficar perto dela e tocá-la sem ter uma crise e que aquilo o daria coragem para se aproximar. Mas não tinha porquê criar coragem se ele não queria se aproximar... Ela não pensara nessa hipótese. - É... É bem bonita sim. - Aine respondeu no automático, ainda com todos esses pensamentos na cabeça. Se sentia tola por ter criado algo em sua cabeça que não existia. "Você não pode deixar isso acabar com a festa e, muito menos, com sua amizade." A garota respirou fundo, ainda mantendo o silêncio ao lado dele, incerta de como falar com ele ou olhá-lo sem que ele percebesse o pouco de decepção que estava dentro dela naquele momento. - Vem! - Aine o olhou e, no reflexo, estendeu a mão para pegar a dele e puxá-lo, mas parou na metade do caminho. Ela retraiu a mão em seguida, abaixando os olhos. - Desculpa... - Ajeitou o cabelo atrás da orelha. - Eu não vou mais ficar agarrando a sua mão. - Desviou os olhos para o bosque que tinha além do lounge. - Vem comigo. - Ela esboçou um sorrisinho que não estava mais tão grande quanto antes e começou a caminhar em direção ao bosque, esperando que ele a seguisse.
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Aine Marie Brattrewood Odegaard
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Ulrik Markelöff Böröcz
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 17 Set 2017 - 18:44

risks committed
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— Seria interessante, de fato. — respondeu positivamente, apesar de sua real vontade seja apenas ser direto e agarrá-la. O garoto não estava seguro para dançar, sua consciência não deixava escapar o pensamento de que ia pagar um mico na frente de todos, e então, tentando fugir um pouco da dança, o rapaz decidiu fazer algumas perguntas para Camille. — Então... Como é sua vida em Hogwarts? Teve uma boa adaptação? — estava com receio de ouvir algo que atrapalhasse seus planos, então ficou nervoso. Olhando para os lados, Ulrik percebeu que havia uma área mais afastada, e haviam poucas pessoas por lá. Aquele seria um ótimo lugar para tentar algo mais arriscado, ou então fazer algo mais avançado. Começou a balançar a cabeça no ritmo da música animada, tentando entrar no clima do pessoal ao seu redor, e via Camille fazer o mesmo.
 
Quando a música terminou, percebeu que o cabelo da morena havia ficado um pouco bagunçado, então, aproveitou para mexe-lo. Com a mão direita, foi arrumando aos poucos, dando toques suaves na bochecha da garota. — Seu cabelo é lindo — afirmou, em um tom suave, sorrindo. Aquela dança havia sido uma boa ideia para tentar quebrar o gelo. De forma involuntária, desceu sua mão direita até a cintura de Camille, tentando dizer alguns elogios. — Você tem um corpo lindo — elogiou, umedecendo seus lábios. Os olhos claros do rapaz se encontravam com os da garota, e ficou assim por alguns segundos. Com a mão na cintura, puxou o corpo da acompanhante para mais perto de si. Para sorte do garoto, a música mudou para um ritmo calmo, mas sexy, e decidiu começar a se mexer. A tentativa de mudar um pouco era arriscada, mas já havia reunido coragem o suficiente para isso. Quando fosse possível, levaria a morena para a Lounge, caso tudo ocorresse como o planejado.

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— ulrik kostin markelöff borocz,
A brown piano settled on one side; In the corner of my childhood house, A brown piano settled on one side; I remember that moment, Way taller than my height, The brown piano that guided me; I looked up to you, I yearned for you When I touched you with my small finger; I feel so nice, I feel so nice;
first love.
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Raiser Phoenix

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 17 Set 2017 - 23:15


Fiesta
Assim que se aproximou da garota corvina, a mesma o reconheceu, o que já era uma boa notícia para ele, e pareceu não gostar da presença do garoto ali, muito menos ao lado dela, mas não que isso o incomodasse, pelo contrário, ele mudaria tal atitude da garota, até o final da festa, foi o que ele havia decidido assim que a viu.

Observando os drinks chegarem, o garoto pegou o seu Bourbon, e viu o homem sair meio assustado dali, o que arrancou um sorriso dos lábios de Raiser, que voltou a olhar para Luciel, como sempre a olhou, com paixão e admiração. -Eu tenho total certeza que essa forma fraca e amendrontada não é sua forma de falar e de agir...Quanto à confiança, eu posso te ajudar a retomá-la...- Se aproximou mais da garota e ergueu o seu copo para a mesma. -Vamos brindar, a aniversariante e principalmente a sua futura recuperação, eu vou te ajudar sempre nisso...- O garoto brindou com a mesma e bebericou do whisky.

Por um instante, ele desviou o olhar e ficou um pouco corado, sorrindo de forma discreta, olhou para o local onde o povo estava dançando e sorriu, de forma meio travessa, encarando a morena. -Façamos assim, me conceda uma dança e eu te deixarei em paz, o que acha? Se recusar, ficarei aqui te perturbando o resto da festa.

Raiser sorrindo, encarou-a e estendeu a a mão para Luciel, tirando o copo de Rum de sua mão e deixando o meu Bourbon ao lado de seu copo.




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Luciel C. Bianchinni
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 18 Set 2017 - 0:32

♥ Crowguardian and Pheonix ♥
"Keep your friends close, your enemies closer."
O cheiro do álcool presente naquela bebida era tão bom e reconfortante quanto o cheiro de chocolate quente quente feito a poucos minutos  " Isso me lembra um pouco da terra de meu pai..." pensava enquanto o rapaz do bar colocava o copo sobre o bancão, pela primeira vez naquela noite consegui dar um suave sorriso com relação a alguma coisa, mas o mesmo logo se desfez quando a voz do grifino entrou em meus ouvidos "Esqueci que você estava aqui..." pensava enquanto olhava-o tagarelar qualquer coisa sobre me ajudar ── Não preciso de ajuda... Obrigada ── falava ainda de forma baixa somente acertando um pouco a postura ── Brindar a aniversariante já está de bom tamanho ── os copos foram tocados de forma calma de forma a produzir um barulho fraco e com um único gole , terminei todo o conteúdo do copo ── Não lembrava que isso era tão bom── falava colocando o copo sobre o balcão e ouvindo o grifino falar novamente ──Dançar com você?── repetia intrigada olhando para as pessoas na pista de dança ──Você realmente quer isso Raiser ? ── Perguntava buscando pela primeira vez os olhos do rapaz que parecia dar tanta importância a meu estado de espírito que sequer parecia ser verdadeiro. Um longo e pesado suspiro escapou de meus lábios de forma desinteressada por aquele momento──Uma dança somente ── falei segurando a mão do mesmo e me retirando daquele local ──Uma dança e você me deixa em paz...── Paz... era tudo o que queria naquele momento, mas aparentemente não teria até que concedesse aquele desejo "Porque eu ainda tento discutir com essas pessoas?" Pensava enquanto me encaminhava para a pista junto com o grifino.

"Just so confused about it, Feeling the blues about it... I just can't do without ya. Tell me is this fair? [...] What goes around, goes around, goes around, comes all the way back around."


Como Estou  



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Luciel C. Bianchinni
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Lilly Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 18 Set 2017 - 13:18


TÍTULO AQUI
[b]'FRASE OU QUALQUER COISA AQUI(PEQUENA)"
~ Local: AQUI
~ Com: AQUI
~ Tempo: AQUI
~Roupas: http://picture-cdn.wheretoget.it/2sjfao-l.jpg

Festas, finalmente alguma festa para eu ir, era aniversário da minha sobrinha Aine, e eu estava louca para rever lá, me arrumei rapidamente e logo me dirigi a tal festa, lá estava bem arrumado e tocavam algumas músicas trouxas, eu gostei muito disso, assim que eu cheguei, encontrei algumas pessoas familiares e logo fui cumprimentar a aniversariante, e entregar o presente obviamente, assim que eu fiz isso, vi algumas bebidas com álcool e comecei a tomar las como se não houvesse amanhã, enquanto isso eu via todas aquelas pessoas e quem sabe uma delas não fala comigo..


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Camille Ward Ozanan
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 18 Set 2017 - 17:57

Toda aquela tensão e nervosismo aplicados em Camille a fez desviar o olhar, ainda que esboçando um sorriso como de costume. Ela não sabia como desvencilhar a onda de sensações que vinha acontecendo por dentro do seu corpo, sentindo-se aliviada quando Ulrik interviu para quebrar o silêncio que pairou por alguns segundos. — Sim, tive, mesmo que eu não tenha vivido nada tão arriscado como gostaria. — enfatizou a frase com as sobrancelhas erguidas, rindo um pouco com a própria imaginação. Durante todo este tempo a morena tinha um desejo do qual não havia sido realizado até aquele instante: Ter a sensação do verdadeiro perigo. Quer dizer, ela gostava de caçar e descobrir segredos que lhe eram proibidos, mas o que não era permitido sempre era mais gostoso para Camille. Havia notado o olhar suspeito do loiro pelo local, da qual desencadeou muitas curiosidades à garota que preferiu permanecer quieta e deixar a dança e o sonserino a levarem dali, física ou emocionalmente. Camille estava começando a se sentir mais confortável naquele momento enquanto imitava os movimentos do menino.

O corpo da intercambista tinha o dom natural de se remexer com ou sem música, portanto não parou nem um pouco de dançar quando teve a oportunidade, na maioria das vezes com o olhar voltado ao loiro que parecia observá-la demasiadamente. Aparentemente ela gostava de ser observada por ele. O toque de Ulrik em seu cabelo e em seguida pelas suas bochechas a fez arrepiar como se tivesse sido tocada por um anjo. — Obrigada... — agradeceu, suspirando. Aos poucos estava perdendo a noção de como reagir às ações do sonserino, sempre sendo surpreendida por cada toque e comentário que vinham dele com louvor. Pela primeira vez Camille se sentia desejada e tentada a querer beijá-lo, mas se conteve até o momento em que ele desceu sua própria mão direita até a cintura da garota, arrepiando-a cada vez mais, Camille precisou crispar os lábios a fim de resistir com aquela persuasão natural do garoto, e embora quisesse tanto fazer coisas inapropriadas preferiu apenas fitar os lábios do jovem sonserino.

Com a puxada e a mudança repentina da música para um ritmo lento e sexy, a Ozanan acabou por ceder parte do seu próprio desejo ao envolver os braços por trás da nuca do loiro e encostar seu corpo contra o dele enquanto seu olhar descia à altura do chão. — Você me faz ficar sem reação. — confessou, sorrindo curto em apologia aos atos provocantes do garoto. O fogo que incendiava o controle das atitudes de Camille ia assumindo aos poucos cada razão da morena, principalmente por estar tendo aquelas sensações de uma única vez como nunca teve posteriormente. Como na noite do baile de Cinderela, ela tinha até meia-noite para fazer aquilo acontecer ou todo o conto de fadas desapareceria; o que não fazer por um beijo, não é mesmo? Não podia negar que estava sendo quase impossível de controlar aquela vontade. Jamais se sentira daquela forma com mais ninguém. — O que quer fazer agora? — murmurou próximo ao ouvido de Ulrik, suspirando ao fim da pergunta, no aguardo de uma resposta que lhe conviria. Essa resposta, na verdade, não precisava vir em forma de palavras, ao menos não era o que Camille aguardava.

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why do you wanna put me through the pain?
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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 18 Set 2017 - 21:36

O príncipe da Debutante
Andrew engoliu o seco quando percebeu a reação da menina diante dele quando o mesmo soltou sua delicada mão da dela por incomodo e medo de sua habilidade tão descontrolada. Ele fechou os olhos e respirou fundo quando Aine começou a falar e sentiu o tempo em volta dele parar por completo, como um segundo parado para que ele refletisse sobre suas ações, como se seus pensamentos se perdessem enquanto soltava todo o ar pesado de seus pulmões. Quando abriu seus olhos voltou a realidade e observou a garota que agora estava a sua frente, completamente sem graça e perdida. Era isso que ele fazia? Se distanciava das pessoas sem nem mesmo perceber? E se fosse, ele deveria fazer isso com qualquer outra pessoa, menos com ela.

Com os olhos sobre ela, Andrew a vou estender a mão como um reflexo e logo abaixar, lhe pedindo desculpas, tentando sorrir e o chamar para uma volta no lugar. Ele a segurou pelo pulso antes que ela voltasse a andar, a fazendo o olhar nos olhos imediatamente. – Não fica assim, me perdoa. – Sussurrou ele, a olhando completamente sério e triste ao mesmo tempo, de uma forma que poucos o viam ficar. – Eu prometi para mim mesmo que não sairia de perto de você essa noite e que faria de tudo para permanecer normal perto de você, mas eu não consigo. – Chegou mais perto por impulso. – Eu só não deveria ficar tão perto assim. – Abaixou o olhar, olhando a baixinha fixamente nos olhos. – Se fosse qualquer outra pessoa eu não me importaria em pegar uma lembrança ou outra...- Sua mão subiu para o rosto da garota, tirando uma mecha de seu cabelo que insistia em cair em seu rosto belo. – Mas eu me culparia se roubasse uma sua. – Tirou a mão do rosto da mesma rapidamente e suspirou.

Ali, com os olhares um sobre o outro, algo estranho surgiu, uma sensação que ele jamais avia sentido. Era um jovem bruto que nunca sentira aquilo. O arrepio que ele sentia agora não era sua pelo o lembrando de que o toque era perigoso, mas porque ele queria e sentia que devia tocar. Uma sensação idiota e boba que ele não podia simplesmente enganar. Eles não resistiram e começaram a chegar cada vez mais perto um do outro, deixando que suas respirações se misturasse, seus lábios quase se tocavam...até que...

- Aine! – Alguém a chamou a alguns metros de distância, correndo até eles. Andrew deu um pulo para o lado no mesmo instante. – Te procurei por todos os lugares. A sua valsa com seus tios e seu pai já vai começar! – Disse o garoto, agora um pouco ofegante por ter corrido tanto.

Andrew passou a mão em sua nuca um pouco sem jeito e deu alguns passos para trás, já colocando as duas mãos no bolso e passando a observar a conversa dos dois.

- Pode ir, vou estar lá quando for minha vez de te acompanhar na valsa. – Afirmou para a garota. – Vou ficar um pouco aqui, já te encontro lá. – Disse um pouco sério, como de costume, porém sorriu levemente para que ela não se preocupasse com ele.  



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Andrew Hoyer Nikolaevich
Nós dois somos livros de uma mesma obra?
❄️
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Iron Kielland Metzger
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 18 Set 2017 - 22:10

A Festa

Começei a olhar pelos arredores ao notar aonde estava e com quem estava – Ah, que bom que gosta, espero que continue a gostar. – Eu era péssimo em tentar impressionar alguém, a maioria das vezes todo mundo percebia. Respirei vagarosamente, mantendo a calma em cada palavra que fosse dita. Olhei nos olhos dela enquanto ela falava algumas coisas básicas, quando ela disse que era solteira meu sorriso chegou a aumentar, era incrível como ela conseguia fazer com que eu saísse de mim, isso que a conhecia por minutos apenas. Levei a mão ao rosto dela e acariciei por alguns instantes, sentindo o calor de sua pele, a cada toque arrepiando o corpo. Tomei as mãos delas com as minhas, levando-as, agora, até o meu próprio rosto, sentindo o reconfortante calor que invadia meus desejos. Depositei um beijo em uma e suas mãos e logo em seguida interrompi com todo o meu processo falatório. – Se me permite dizer, você é maravilhosa - Vacilei por instantes finais com a respiração ofegante, mantendo meus olhos sobre ela e, por mais alguns instantes continuei passar minhas mãos em sua bochecha, algumas vezes inalando o perfume de suas mãos com o nariz. Verdade deveria ser cruelmente dita, ela era uma mulher incrível.

Levei uma das mãos em volta de sua cintura, com o corpo bem colado ao dela - A propósito, sou Iron – Sorrio depositando um beijo suave em seus lábios. Esperava muito que não tivesse sido um passo maior que a perna, mas no momento, eu senti que deveria fazer aquilo, mesmo que ela ficasse brava. – O prazer com certeza é todo meu – Sussurro em seu ouvido mais uma vez.

     
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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 0:11


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AINE ODEGAARD

Aine encarou Andrew com surpresa quando sentiu seu braço ser puxado por ele. Com a força do impulso, ela deu dois passos na direção dele e seus olhos cravaram nos dele imediatamente. Andrew estava profundamente triste e ela se culpou por isso. Aine daria tudo para vê-lo sorrindo como no início da foto o tempo todo. Tão feliz, tão lindo... Mas ela sabia o quanto ele estava se esforçando e o que escondia por trás daquela aparência séria. - And... Eu nunca te culparia... - A voz da menina não saía mais do que um sussurro, mas era o suficiente para que a ouvisse, já que o sonserino se aproximou um pouco mais. Uma dorzinha surgiu no estômago de Aine com aquela proximidade e com o jeito que ele a olhava. Ela sentia como se ele conseguisse ver a sua alma, e mais, todos os sentimentos que ela escondia. Aliás, estava cada vez mais difícil esconder. Quando Andrew continuou se aproximando, Aine sentiu seu coração disparar. Ela sabia o que ia acontecer e um misto de emoções começou a eclodir dentro dela. Alegria, ansiedade, nervosismo, medo... Quantas vezes ela sonhara em tê-lo assim tão próximo? Tão dela... O lugar era praticamente perfeito para aquele momento: um jardim com a iluminação perfeita, ninguém por perto, uma música romântica tocando de fundo... O sonho de toda menina para o seu primeiro beijo. Ela sentiu a respiração dele fazendo cócegas em seu rosto, viu a íris dos olhos dele se dilatarem, sentiu o tecido do terno dele já encostando na renda fina de seu vestido... Até que um grito ao longe fez tudo se desmoronar. Aine arregalou os olhos e se afastou no mesmo momento que Andrew quase deu um pulo de susto. Seu coração batia na garganta e ela olhava ao redor sem saber o que estava acontecendo. Parecia que tinha acabado de ser acordada no susto e, por um instante, não sabia mais como era o próprio nome. O dono da voz inconveniente se aproximou e Aine reconheceu como algum de seus primos que ela passara a conviver recentemente. A tensão era palpável no ar, mas o garoto pareceu não perceber, mal dando atenção a Andrew e só preocupado em levá-la para a tão aguardada valsa. - Mas, agora...? - Ela mal teve tempo de falar e já começou a ser puxada pela mão pelo primo. Aine olhou para trás com olhos suplicantes para Andrew, querendo que ele visse a todo custo que ela não queria deixá-lo ali, que ela daria tudo para voltar aos braços dele e ter aquele beijo. Aine ficou lançando olhares para trás até que saiu do lounge e a música alta invadiu seus ouvidos. Andrew permaneceu de pé no mesmo lugar, a olhando enquanto a garota era puxada pela mão. Ela sabia que ele estaria na pista de dança quando chegasse a hora de dançar com ela, sabia que ele não iria embora, mas, mesmo assim, Aine sentiu como uma dor no peito só por deixá-lo ali depois daquele momento tão íntimo e, ao mesmo tempo, tão confuso que eles vivenciaram. Seu pai a esperava ao lado da pista de dança e Aine se forçou ao estampar um sorriso no rosto quando ele a abraçou. Sabia como aquele momento era especial para ele e como esperara ansioso por aquela dança. - Oi, papai. - Aine sorriu. - Está se divertindo? - Ela viu o tal primo correndo até a mesa de som e avisando Kilieger que tudo já estava pronto para a dança. Com isso, a música mudou, começando uma mais lenta e um frio surgiu na barriga de Aine quando as luzes também mudaram na pista e todos se afastaram para que ela entrasse com o pai. Ela segurou firme na mão do pai como sempre fazia quando era criança e precisava de coragem. Ele sorriu de forma encorajadora e apertou a mão dela de volta, enquanto caminharam para o centro da pista de dança e começaram a dançar.
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 1:09




Freya se surpreendeu ao ter a mão agarrada e ofegou quando a ponta dos dedos tocaram o rosto de homem, parecia até que ele podia ler sua mente. Aproveitou o momento para acariciar o local, aquela podia ser sua única chance e não iria desperdiçar a oportunidade, deixou a mão correr pela face em um carinho singelo. Não era acostumada a demonstrar afeto com outras pessoas, sentia-se sem jeito fazendo aquilo, mas algo no interior do seu próprio corpo gritava para que tentasse e não lutou nenhum um pouco para ir contra ela. Freya abriu um sorriso com o toque quente nas próprias bochechas, era um sensação boa, podia dizer até reconfortante e no fundo um pouco assustador. Era assustador sentir isso tudo, tinha acabado de o conhecer e já estava extremamente confusa. Gostava de flertar com outros, ter casos de uma noite só, mas ao encarar os lindos olhos azuis do outro tinha vontade de passar o resto da vida naqueles braços. — Obrigada. - Sentia um friozinho na barriga e estar nervosa era apenas uma consequência. — Você também não é nada mal. - Piscou. A música lenta de fundo deixava aquele momento ainda mais especial e nunca se sentiu tão feliz ao ter ido direto para um bar ao chegar em uma festa.


— Iron. - Repetiu para fixar o nome em sua mente, não que fosse esquecer, jamais. Não seria capaz de esquecer aquele homem por um bom tempo. Freya sentiu os olhos duplicarem de tamanho ao ter os lábios selados pelos do outro, era como se  o tempo tivesse parado naquele momento. Conseguia sentir a boca formigar e estava tão surpresa que ao menos podia dizer algo, o máximo que conseguiu fazer foi sorrir. Sorriu como uma besta, de orelha a orelha. Ele realmente estava superando suas expectativas. — Talvez o prazer seja um pouco meu também. - Respondeu com o mesmo tom baixo. Fitou no fundo dos olhos de iron antes de virar a cabeça e dar uma rápida olhada ao redor. — Vem comigo, Iron. - Sorriu mais uma vez e agarrou a mão do homem, era sua vez de o puxar consigo.


Andou pelo gramado, se dirigindo até os fundos do jardim, na parte mais afastada onde não tinha ninguém e o som já se fazia baixo. Segurava firme a barra do vestido vermelho com uma mão e com a outra entrelaçou firme os dedos com os de Iron, não sabia se o que estava planejado fazer era a coisa certa, mas tinha certeza que se não fizesse iria se arrepender bem mais. E como sempre dizia, preferia se arrepender de fazer alguma coisa do que de não fazer. Quando achou um lugar confortável debaixo das árvores, virou o corpo em direção ao outro e o olhou nos olhos. — Eu senti vontade de fazer isso no momento em que coloquei os olhos em você. - Disse e então juntou ambos os lábios, em um beijo voraz, passou a mão por de trás da cabeça e descansou os dedos na nuca do mais alto.  

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Ulrik Markelöff Böröcz
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 10:26

✝ risks commited

Tranquilizado, o garoto percebeu que tudo estava ocorrendo bem, quando a intercambista respondia que não estava tendo nada de arriscado. Tudo bem, ficar com alguém talvez não seja algo arriscado, mas eu já estava encantado, para tentar pensar nesta possibilidade. Com o murmuro de Camille, Ulrik tinha total certeza de que havia um interesse por parte da Corvina. Mordeu seu lábio inferior, virando o corpo da morena, fazendo com que ela ficasse de costas para o loiro. O rapaz levou seus lábios até o ouvido da garota, mordendo o lóbulo da orelha. — Não sei explicar... Tem várias coisas que pensei, e que quero fazer — murmurou, olhando ao seu redor, percebendo que aquele não era um bom lugar para continuar aquela conversa. — Vamos ali — pegou uma das mãos de Camille, encaminhando-se até o Lounge, um lugar mais reservado e que não havia nenhum barulho que atrapalhasse, o local perfeito. O Kostin logo tratou de acomodar a garota em um dos sofás, que estavam bem afastados do centro da locação, sentando no lado da morena em seguida.

— Melhor aqui, do que no meio de todos — afirmou, colocando uma das mãos na coxa da morena. Sorriu maliciosamente, fitando novamente os belos olhos da acompanhante.  Novamente, o loiro olhou em volta, haviam poucas pessoas por ali, e que estavam ocupadas com "outras" coisas. O Boröcz riu, percebendo que aquele era o lugar perfeito. Com a mão livre, levou até a nuca da morena, aproximando ambos os rostos. — Então, eu quero fazer isto — falou, iniciando um beijo lento em seguida. Subiu a mão que estava na nuca da menina até seis cabelos, segurando-os. Era como um sonho se realizando, a sensação de estar beijando alguém que desejava era impressionante. Inconscientemente, levantou um pouco do vestido da morena, até que aparecesse suas coxas, novamente colocando a mão lá. Ulrik talvez estava tendo um pouco de pressa, mas a pouca presença fazia ele pensar que era permitido, e havia outras ideias passando por sua cabeça. Mordeu o lábio inferior da intercambista entre os beijos. Tudo estava ocorrendo bem naquela noite, era como se a sorte finalmente havia chegado na vida do Sonserino.


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A brown piano settled on one side; In the corner of my childhood house, A brown piano settled on one side; I remember that moment, Way taller than my height, The brown piano that guided me; I looked up to you, I yearned for you When I touched you with my small finger; I feel so nice, I feel so nice;
first love.


Última edição por Ulrik Kostin Böröcz em Ter 19 Set 2017 - 19:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 12:38






Festa

15 anos

A festa estava bem legal, e após beber, eu avisto um cara bem gato, percebo que ele estava sozinho e quando estou quase chegando perto dele, o reconheço, era Gary,  meu o professor (De quando eu estudava em Hogwarts, de repente DCAT se tornou uma matéria bem interessante) que eu secretamente peguei em meus pensamentos, (Meus irmãos iriam pirar se soubessem disso, mas quem liga mesmo, pelo menos eles tem os sobrinhos para criar e então me deixam em paz.), ele estava bem mais diferente e logo digo:
-Oi Gary, lembra de mim ? - Era um pergunta óbvia, mas não resisti e logo o observei com meu olhar típico.

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Última edição por Lilly Staminkhov Odegaard em Ter 19 Set 2017 - 13:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 12:58

15 anos da Aine


Havia passado poucas semanas desde a festa do pijama, uma das meninas a Aine me convidou para a festa dela de 15 anos, para mim foi bastante difícil decidir uma roupa, então peguei a primeira que eu vi pela frente e me arrumei, fiz meu irmão Erick esperar um pouco, assim que chegamos fomos presentear a aniversariante, dei um livro para ela de Shakespeare " Sonho de uma noite de verão" e a parabenizei pelo aniversário, após isso o meu querido irmão me abandonou para ficar com a Eleanor, os dois formam um casal lindo, só espero que meu irmão não a machuque, e após isso sai por lá sozinha, muitas pessoas se divertindo e eu preferi ficar quieta, bebi um copo de suco de morango, e depois comi uma trufa, após educadamente me limpar, voltei a observar todos, 15 anos é tão romântico, me permiti me imaginar dançando uma valsa com alguém, principalmente com um certo grifino que encontrei na sorveteria e ainda fomos comprar filhotes de gatos juntos, logo voltei a me concentrar na situação, não queria parecer alguém que fique no mundo da lua o tempo todo.


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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 13:59



15 anos





Procurei Aine por um tempo, encontrei a garota preparando-se para sua dança ao lado do pai Sillaz, teria que esperar mais um pouco pelos visto para lhe desejar suas felicitações estava começando a achar que não conseguiria falar com a garota aquela noite, beberiquei mais um gole da minha bebida enquanto vi um garoto ir até o DJ da festa para pedir para coloca-lo a primeira musica, pelo menos fora o que deduzi.

Foi nesse momento que fora surpreendido por uma garota, bem atraente por sinal, seu rosto era famíliar, mas seus traços não associava-se com um nome em minha mente - Desculpe, não! - a garota pareceu um pouco frustada e fez com que o grifino senti-se mal por não lembrar - Não espere, você é a Lilly, irmã mais nova do Ryan - falei um pouco surpreso, havia tantos Odegaard no mundo que era dificil lembrar de todos, pelo que lembrava ela era um tanto baixinha na época que lecionava em Hogwarts, - Nossa você cresceu bastante garota - dei um abraço tirando ela do chão, mas para compensar sua gafe por não lembrar imediatamente do que por qualquer coisa. Ela ainda continuava leve que nem uma pena - Não posso chamar mais você de Hobbit pelo visto, veja como você está linda? - brinquei, agora sua lembrança de chamar a garota de Hobbit nas aulas retornaram e lhe fizeram abrir um sorriso - Aposto que agora você esta arrasando vários corações agora não? - logo fiquei a aguarda sua resposta.  

   
   




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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 14:11






Festa

15 anos

O rapaz após me olhar muito, finalmente se lembrou de mim e me chamou de Hobbit, está certo eu era baixinha na época de Hogwarts, dei um risinho e falei:
-Eu não era um Hobbit, você era um avatar, logo qualquer um que ficasse perto de você era um Hobbit- Apos ser abraçada pelo Gary ele logo me tirou do chão, com certeza ele estava malhando, apesar de que eu não sou nem tão difícil de ser carregada, após isso ele me colocou de volta no chão e assim que ele me elogia eu logo digo:-Obrigada, eu sei que sou linda- Claro que não era um convencimento e sim auto estima - E você também está lindo e não não estou arrasando corações porque nenhum rapaz-Olho para ele fixamente- Até agora é o meu tipo, realmente aquele reencontro estava muito interessante.

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 20:34

A felicidade pode ser encontrada nas horas mais escuras, se a pessoa se lembrar de acender a luz.

A Festa e a Visão Surpresa...

Tinhamos recebido o convite para a festa de aniversário da Aine, Megs ficou super empolgada já começando a pensar quais roupas iriamos usar na festa. Era incrível como minha irmã conseguia me fazer me sentir melhor diante dos últimos acontecimentos mesmo eu tentando me afastar dela e de papai.
Quase que forçada Megan me convenceu a ir com ela comprar nossos vestidos comecei a me sentir melhor e a ficar animada junto com ela, já fazia alguns meses que não tinha uma visão e aquilo me alegrava então resolvi não me importar e tentar voltar a ser aquela Poppy alegre de antes. Papai fora conosco sabíamos que fazer compras com a gente não era nada legal mas passar um tempinho com a gente ele sempre amava, entramos numa loja onde achei um vestido lindo e mostrei para minha irmã.- Vem Megs eu amei esse preciso experimentar, tenho certeza que você vai achar o seu!!- entramos na loja correndo sorrindo, o vestido ficou perfeito então compramos. Logo que voltamos para casa papai e minha irmã se arrumaram primeiro e foram na frente, eu disse que iria depois junto da Tia Panda, queria me arrumar com calma e foi o que fiz.
Subi para o meu quarto e tomei um bom banho para poder relaxar enquanto pensava numa bela maquiagem e num penteado, o vestido estava em cima da cama, quando terminei me enrolei na toalha e segui para a penteadeira para começar com o cabelo onde fiz um coque e depois uma maquiagem bem leve, assim que estava pronto segui para a festa junto de meus tios. A festa estava bem cheia com bastante convidados e logo ao longe pude ver meu pai e minha irmã, acenei para eles sorrindo caminhando quando comecei a sentir uma sensação estranha não sabia da onde vinha nem de quem.
Seguia em direção a minha irmã e meu pai acenando para alguns familiares que ali estavam, para a minha sorte o caminho estava livre então segui em frente até esbarrar em um garoto loiro sem querer, não o tinha visto ali foi então que ao olhara para ele...- Nossa me desculpe eu não te vi você....- no que nos tocamos por conta do esbarrão, tudo ficou cinza e começou a girar a minha volta não consegui controlar a visão que de repente começou a surgir em minha cabeça.
A visão não estava muito clara mas conseguia ver meu sorrindo ao longe para mim que estava no jardim de casa me vi perto da árvore com o balanço que sempre gostei de brincar, a visão foi ficando clara quando me vi na pequena poppy estava brincando com um garoto loiro no balanço, agora eu via tudo pelos olhos da pequena eu sorrindo para o loirinho a minha frente que não sabia quem era mas as imagens estavam ficando uma pouco mais nítidas.
- Agora é sua vez Poppy, mas sobe com cuidado maninha deixa que Drew te ajuda vem!!!- as palavras do garoto ecoavam em minha cabeça e as imagens surgiam cada vez mais, podia ver o loiro me ajudando no balanço e papai no fundo sorrindo. Nossas risadas juntas conforme brincávamos também iam ficando cada vez mais longe, a visão foi sumindo quando tudo começou a voltar ao normal e logo me afastei daquele garoto sem entender nada. Meu coração estava acelerado e tudo rodava com nunca antes depois que uma visão desaparecia, me segurei em uma cadeira respirando descompensada podendo ver papai se aproximar de mim enquanto me segurava nele.
- Papai....preciso de água me ajuda!! Tive outra...- falei baixo para ninguém ouvir enquanto papai me levava para sentar em uma cadeira, puxava o ar com força me acalmando enquanto buscava o garoto pelos cantos tentando entender o que tinha acontecido e do porque daquilo acontecer de repente.

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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 19 Set 2017 - 21:51


A special day to be a father

Sillaz era um homem de raros modos e de uma precisão matemática incomparável. Havia calculado previsto se quisesse pensar assim, que seu dia especial como pai haveriam de ter muitos momentos solitários, muitos momentos de meditação, consigo mesmo e sem fantasmas para lhe atormentar. Como dito antes isso não era problema. Acompanhado de seu cantil de aço perfeitamente preparado para sua bebida com um feitiço, ele conseguiu a companhia de que precisava. Enquanto a bebida aquecia seu estomago, evitando qualquer chance da sensação gélida da noite e como se realmente fosse possível sentir qualquer uma delas num lugar tão movimentado, mesmo que aberto. Ele ruminou bastante sobre primeiro, onde sua mulher estava. Era muito possível, ou provável que passara mal, que poderia ter tido um ataque, ou ocupada demais. Se precisasse de sua presença, ele saberia, não havia com o que preocupar. Foi assim que se focou em sua família. Havia primeiro, muitos parentes no local, além do seu irmão mais velho, já citado, Ryan. Mattew. Lily, Gary... Parecia que o principal esporte da família, era o de fabricar crianças. Um sorriso irônico brotou de seu rosto ao pensar isto, visto que ele ainda só tinha feito uma e adotado outra. Deveria ele ser o mais retido nesse quesito? Dificilmente. Desejava mais filhos também, isso ele não negaria. Logo em seu pensamento em filhos, veio a percepção do desaparecimento de sua filha. O acordo firmado exigia que ele mantivesse certa distância dela, deixando a vontade com o rapaz, isso não significava que ela desapareceria do próprio aniversário. Se havia pagado tudo àquilo para ver ela feliz, queria vê-la de fato. Até por motivo circunstância, de que já passara um bom tempo da devida paz prometida. Não que ele gostasse de pensar que sua presença fosse incomoda para filha. Se orgulho era ter mantido harmonia em seu núcleo familiar e de ser um bom pai, marido.  

Conferiu pelos lados procurando uma vítima de seus mandos. Encontrou um rapaizinho que se ele lembrava bem, era um dos seus sobrinhos. Chamou-o, logo dando uma benção a ele. – Rapaz, faça um favor ao seu tio. Encontre sua prima, a aniversariante. Serei grato caso isso ocorra. – O rapaz desapareceu de sua frente, acatando comportadamente seu pedido, algo que anotou mentalmente para agradecê-lo depois. Queria que sua outra filha, Vênus, fosse tão comportada quanto, mesmo ele mesmo ter sido um jovem bem rebelde há tempos atrás. Eis a sina de todo pai, tornar-se o inverso do que fora na juventude. Isso não o incomodava, de modo algum. Via sua maturidade como um processo natural que chegaria uma hora ou outra. Esperou algum tempo, pelo qual conseguiu dar se por conta do sobrenome que havia ouvido. Nikolaevitch era sobrenome de dois bruxos das trevas, comensais propriamente. Lembrou pelo menos dois casos envolvendo os dois. Parecia que um martelo havia pregado seu coração em uma estaca, que arregalaram seus olhos. O Juiz se levantou com urgência, pronto para ir em direção à filha pronto para ir atrás de Aine, quando ela surgiu. Olhou para os lados, sem ver sinal do rapaz e sua expressão se metamorfoseou para algo tranquilo, a expressão tranquila de marfim, serena. Sem dúvida ela não sabia, não saberia, poderia cuidar disso logo. Foi por isso, talvez que não tenha percebido o movimento sorrateiro de expressão de sua querida filha. Abraçou-a com uma mescla de felicidade e alívio. Ela estava bem, isso era o que importaria agora. Havia ansiedade por aquele momento e queria se preocupar com isso agora. Sinceramente, ele precisava e protegê-la-ia a todo custo por trás das cortinas. – Oi minha filha, você desapareceu, estava preocupado. Essa é a hora. – Ele disse com um sorriso que poderia muito bem ser confundido facilmente com um natural. Anos esforçando o sorriso, havia lhe dado à habilidade suficiente para esconder seus segredos no fundo do baú. – Bastante, a música é boa, vi muitas pessoas que não via faz tempo e vi quantos parentes temos. E você Aine, minha filha, como está essa noite? Satisfatória? – Mentira sobre se divertir, conversar com parentes, a verdade era que sua preocupação era exclusiva agora. Entregou sua bengala a Wolfie que respondeu ao seu chamado prontamente, ele deixou um breve aviso em código para ele ir atrás do rapaz, ficar de olho nele. Essa seria sua função a noite toda.

O som melodioso da música tomou seus ouvidos fazendo com que seu coração disparasse um pouco mais forte e até mesmo amenizando sua face. Conduziu a filha, aos holofotes com prazer, depois segurou suas mãos começando a dança com um sorriso encorajador. Não havia dúvidas de que aquele momento poderia lhe fazer feliz. Como um destino perfeito para sua trajetória em ascensão por todo aquele tempo de vida. Uma filha, feliz, era esse o maior sonho de Sillaz no fim de toda aquela penumbra que sufocava sua alma. Aproximou o rosto deixando a de lado ao dela e conduzindo a dança. Ouvia muitas pessoas comentando e encarando eles. Sem dúvidas, talvez, pelo menos os alunos, poderiam saber pouco sobre o pai da menina, talvez tivessem passado por ele sem saber essa informação, mas esse não era o momento para se esconder. – Estou orgulhoso de você Aine. – Disse por fim a sua filha com um imenso carinho. Mesmo que o sentimento fosse nítido em sua expressão, fora muito das poucas vezes em que disse essas palavras, essa seria uma delas.




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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 2:12


Debutante...
AINE ODEGAARD

Aine sorriu com a expressão de alegria do pai. Expressão esta que ela não via tanto. Sillaz era um homem muito contido em suas emoções, e Aine via como uma de suas funções na vida arrancar sorrisos do pai. Esse era um desses momentos e ela se permitiu sorrir com isso. Claro que ela não tirava da cabeça o olhar triste de Andrew enquanto ela se afastara do lounge. Ela lançou breves olhadas disfarçadas para os lados, tentando ver se o sonserino já estava à vista, mas não havia nenhum sinal dele. - A festa está maravilhosa, papai. Obrigada por ter pagado por tudo isso. - A garota esboçou um sorrisinho sem graça apesar de saber que seu pai nunca colocaria um preço em sua alegria. Quando os dois começaram a deslizar pela pista de dança, Aine tentou ao máximo se concentrar em cada passo que aprendera nas aulas de dança que sua mãe insistiu que ela tivesse. Segundo sua mãe, esse era o momento mais importante da festa, o que não ajudava para diminuir sua ansiedade ou o medo de tropeçar nos próprios pés. Seu pai, como um homem culto e sofisticado, dominava a arte da valsa com maestria, o que ajudou um pouco a garota a recobrar um pouco da paz. Ela segurou forte nos braços do pai, deixando que ele conduzisse cada passo no segundo exato em que a música pedia. Realmente, era um momento mágico. - Obrigada, papai. - Aine sussurrou com a emoção embargando sua voz. Tudo o que ela sempre quis foi sempre dar orgulho aos seus pais. Sabia o peso que eles carregavam e queria ser o alívio de alegria e orgulho que eles tanto precisavam. Ela já havia sido prevenida de que dançaria com seus tios também, então, não se surpreendeu quando seu pai a fez dar o último giro e a encaminhou na direção de seu tio Ryan que já esperava no canto da pista com um enorme sorriso. Além de seu tio, Ryan era seu padrinho e sempre fizera de tudo para mimá-la, principalmente, depois do incidente terrível que a fez morar nos Estados Unidos com sua família durante um tempo. Quando Aine retornou ao final de seu ano escolar em Ilvermorny, seu tio e padrinho fez questão que ela fosse coberta de mimos e presentes para se sentir bem-vinda em um lar que já não lhe era tão familiar. Aine sorriu quando apoiou a mão delicadamente por cima da mão que o tio lhe estendera e caminhou com ele novamente para o centro da pista de dança, continuando a música. Não conseguiu evitar de lançar um olhar discreto ao redor, ainda à procura de Andrew, mas sem sucesso. Uma pontinha de medo se instaurou em seu coração, mas ela se esforçou ao máximo para não demonstrar, mantendo um radiante sorriso no rosto, enquanto Ryan a conduzia nos primeiros passos.
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Blake Phoenix
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 17:05

Fiesta Phoenix
Renascer e Destruir aqueles que te fizeram morrer. Mostre o poder da Fênix. Transforme tudo à seu favor. Isso é ser Phoenix!


O dia de uma festa era sempre algo empolgante, principalmente para os Phoenix, que adoravam uma bagunça, caos e bebidas, e lógico que eu não era nem um pouco diferente disso tudo, porém por ser o atual chefe da família e ainda estar junto de uma dama que também representava uma poderosa família, o loiro de olhos azuis tinha que mostrar formalidade e respeito quase sempre, mesmo que não gostasse muito.

Helena já estava pronta, só a minha espera e eu a espera dela terminar, como Phoenix e Alquimista Negro, eu quase sempre trajava o mesmo tipo de roupa, e muitos achavam que era até mesmo a mesma roupa, por sempre serem iguais. Naquele dia, eu estava trajando um terno vermelho escuro, quase parecido com sangue, uma camisa preta e gravata da mesma cor, uma escuridão quase que parecendo como se eu estivesse indo para um velório, coloquei o relógio que havia ganhado de presente meses atrás de minha namorada, Helena e por fim, o colar com a Fênix Vermelha-Sangue, afinal todo Phoenix tinha um pingente com uma cor diferente.

-Já estou pronto minha Rainha, podemos ir-Uma carruagem mágica nos aguardava, algo bem incomum, mas com uma aparência que não cabia para um Phoenix viajar nela, então sorri para minha dama e bati as mãos. -Deixe-me mudar algumas coisinhas, afinal, está muito fresco essa carruagem...Não andarei em algo assim, vamos "tunar" ela um pouco.- Entre risadas, transmutei a carruagem com Alquimia, colocando uns tons vermelho-sangue e preto nela. -Agora sim podemos ir...- E então partimos para a festa.

Não demoramos muito para chegar lá, porém a mesma já estava lotada, o suficiente para eu me livrar de ir cumprimentar a aniversariante, porém, Helena, gentil como era, queria ir até lá de qualquer jeito, então só esperamos um tempo e fomos. -Parabéns pequena, aqui está o seu presente, espero que goste.- Enquanto falava com ela, atrás de mim, eu transmutava uma pedra em algo brilhante, uma simples pulseira com tons de rubi para a garota, afinal tudo que eu transmutava tinha que ser relacionado à vermelho ou preto.

Saímos de perto de Aine e nos sentamos numa mesa próxima ao bar, chamei o garçom e olhei para Helena, me sentando ao seu lado e colocando uma mão sobre sua coxa, acariciando a mesma. -Eu quero uma Montilla com um pouco de Coca-Cola e um limão fatiado...E você minha Rainha, quer o que?- Após Helena fazer o pedido, o garçom se retirou e eu fiquei com a minha namorada ali. -Eu ainda nem te elogiei, nem disse o quão linda está...- Sorri para ela e dei um selinho na mesma.





Notas: Notas notas ou qualquer coisa.




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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 18:09

O pior momento para um reencontro familiar
Andrew então observou o lugar onde estava, bem longe de qualquer convidado da festa, com as mãos no bolso enquanto abaixava a cabeça e respirava fundo várias vezes. Pensava em Aine e como aquele momento de minutos atrás tinha o abalado por completo, somente o olhar dela o fez se arrepiar dos pés à cabeça. O que mais ele sentiria se eles tivessem dado o segundo passo? Ele não sabia e preferia deixar as perguntas para lá, seguindo o caminho de volta para a multidão de pessoas que ele não queria ver por perto, mas que era preciso. Suspirou erguendo a cabeça, confiante de que iria esquecer o ocorrido estranho e dançar com a aniversariante quando fosse a hora certa. Continuou andando então - com as mãos no bolso como sempre -, chegando no centro da festa em questão de poucos minutos.

Observou o lugar, se pondo ao lado de algumas mesas vazias e manteve seus olhos azuis na valsa de Aine e seu pai á alguns metros de distância dele. Sorri um pouco ao ver a menina se divertindo na dança com milhares de pessoas a olhando com aquele vestido longo que parecia flutuar na pista. O garoto estava tão distraído que mal percebeu que uma garota loira de aproximava dele, só percebendo a mesma quando ela esbarrou nele e se virou para se desculpar. – Tenha mais cuidad... – Ele tocou o ombro da garota por impulso e foi tomado por um tranco maior do que tudo que ele já havia sentido. Seus pensamentos foram tomados por um flash de memória muito embasado e quase cinza, o fazendo arregalar os olhos sem nem mesmo perceber, começando a tremer as mãos.

“Uma casa da árvore, duas crianças de cabelos dourados estão brincando e sorrindo com um homem alto e de cabelos pretos. O menino era parecido com Andrew quando pequeno e ria dizendo ' – Agora é sua vez Poppy, mas suba com cuidado maninha, deixa que Drew te ajuda, vem! –'Com aquele jeito de criança brincalhona que mal consegue dizer as palavras direito. Com a visão sumindo lentamente, Andrew ouviu as crianças rindo no balanço e brincando na companhia do homem alto e moreno que parecia amar as crianças como um verdadeiro pai. As imagens já sumiam e as risadas já ecoavam cada vez menos, sumindo por completo quando ele voltou a realidade”.

Sim, aquele era Andrew e sua irmã Poppy juntos na infância de anos atrás. A garota na frente dele era realmente sua irmã perdida? Ele tinha certeza absoluta que sim.

Segurando no pulso da garota, implorou por mais uma visão, implorou para que ela não fugisse dele. – Poppy? – Chamou por ela que ainda estava em transe por conta da visão compartilhada entre eles. Ela voltou a seu estado normal e piscou várias vezes tentando entender o que estava acontecendo, de imediato recolhendo sua mão que Andrew segurava e se apressando em andar para longe dele, com medo e confusa. – Espera! Me deixa ao menos tentar te explicar o que aconteceu, Poppy! Por favor! – Gritou por ela no meio da festa, vendo a menina se desequilibrar e se segurar rapidamente em uma cadeira, recuperando seu fôlego. O homem alto e moreno da visão apareceu ao lado dela e a ajudou na mesma hora. Andrew engoliu o seco vendo ela o chamar de pai e pedir ajuda ao mesmo. – Pai? Mas por qual motivo eu vi ele quando pequeno? Ele me conhece? – Se questionou em sussurros, confuso e falando sozinho sem nem ao mesmo perceber o que fazia. Caminhou até ela mas foi interrompido pelo homem que se posicionou na frente dele, o impedindo de chegar até a irmã que se sentava e tentava se acalmar do susto. – Vá embora, você sabe que vai ser melhor para ela, Andrew. – Disse o homem. – Não! Eu procurei ela por anos, não vai me impedir de conversar com ela agora. Sai de perto de mim! – Exigiu que o moreno se distanciasse, mas foi barrado quando tentou chegar perto dela. – Deixe ela em paz, Drew. – Disse colocando a mão no ombro do menino que começava a ter a respiração acelerada.  – Espera...Você é o Iron, eu lembro de você agora, foi você que ajudou a mim e a Poppy...Você me conhece, sabe quem sou. – Disse tudo tremulo e gaguejando, completamente sem chão ao ver a pessoa que mais ama e a qual foi separado. – Me deixa falar com ela! – Disse furioso, logo sendo puxado pelo braço e ouvindo atentamente cada palavra que Iron dizia em seu ouvido: “Deixe ela se acostumar com a verdade, Andrew. Um dia iram ter a oportunidade de se resolver, mas agora não é o melhor momento”. Assim, o garoto respirou fundo e assentiu de mau grado, puxando seu bravo de volta e se distanciando do homem. Olhou a irmã gêmea pelo canto do olhou mais uma vez antes de ir para longe dela, aflito e nervoso, sem saber o que fazer com o que tinha acabado de vivenciar.



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Andrew Hoyer Nikolaevich
Nós dois somos livros de uma mesma obra?
❄️
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Raiser Phoenix

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 19:51


Fiesta
Conforme eu fazia o pedido de dançar com a Corvina, eu ouvia ela questionar, perguntando se era o que eu realmente queria, porém não respondi, apenas aguardei com a mão esticada, esperando-a que segurasse a minha mão para podermos ir dançar, o que acabou não demorando muito, ela logo acabou sedendo e segurando minha mão, arrancando um sorriso de meus lábios e enfim levei-a até a pista de dança.

Já dentro do local apropriado para danças, eu olhei para o DJ que atento aos olhares, percebeu o meu e sorriu para mim, colocando uma música um pouco mais lenta, então voltei o meu olhar para a morena e me aproximei dela. -Somente essa dança, e eu não te perturbarei até voltarmos para Hogwarts.- Sorri para ela e a segurei em meus braços, guiando-a na dança lenta e que permitia tal envolvimento com os corpos.

Enquanto dançávamos, eu aproximei os meus lábios do seu ouvido. -O que eu realmente quero, é você...É viver ao seu lado, te fazer feliz...- Por um momento, me afastei dela e coloquei a mão no bolso de trás, pegando algo parecido com uma caixinha. -Para você, não precisa abrir e pode fazer o que quiser, mas espere eu estar fora do seu campo de visão.- Com um simples impulso, a beijei, segurando suas mãos e deixando a caixa negra com a pulseira de Fênix Negra dentro em suas mãos, sorri para ela e me afastei, voltando para o Bar.




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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 23:12


A special day to be a father

A presença de Aine tão próxima, o ato de dançar tinha um sentindo bucólico, familiar, um famoso dejavú. De fato o momento em si foi de duração efêmera, pois sabia que havia naquele lugar uma milhagem de pessoas prontas para ter sua atenção, a atenção da aniversariante da noite, como ele já havia analisado antes e por um ser quase que dá penumbra havia incomodo em toda aquela exposição. Mesmo assim, até as palavras ditas lembravam-se de seu tempo menos civilizado, da primeira com a dança com sua esposa e isso fez com que a imensa saudade que sentia se apertasse. Arriscaria dizer que aquela música era até idêntica. Era muito possível, provável que a mesma escolhera aquela melodia em especial, do jeito que havia planejado tudo, não seria por menos e decidiu mesmo em suas neuroses que depois daquele momento iria medir-se naquele movimento. Agora haveria de aproveitar os segundos que lhe restavam, torcendo para que assim que o acabasse, notasse seu presente na cama. Algo que com esmero, juntos, dois irmãos haviam planejado, num evento de rara proporcionalidade.

As declarações dela lhe pareceram verdade, apesar de notar que no fundo havia algo que a incomodava. Conhecia-a tão quanto sua mãe, desde que nasceu, mesmo assim não soube associar sobre qual sentimento em específico tratava aquele, chutou nervosismo e permaneceu com o belo sorriso tentando tranquilizara. Fora fácil a conduzir com os anos de prática, da qual quando jovem eram declaradamente outros, mais que os bailes cada vez mais formais transformaram. Anotou todas as suas respostas na certeza de que pelo menos ela se contentara com a festa e da qual o esbanjo financeiro nem mesmo fazia cócegas em sua consciência. O melhor, para a melhor filha, simples sentença que não fora difícil ter. Foi com a mesma classe com que ele girou Aine, entregando gentilmente ao seu tio mais próximo e padrinho Ryan. Não poderia negar que o acolhimento do chefe da família em sua casa havia provado se um acalento para sua filha, seu núcleo familiar no geral e que mesmo com certos desencontros sempre lhe seria grato. Afinal, cumpria um excelente papel como pai, ministro e que ele pretendia seguir, a sua maneira. Com a entrega sutil, se afastou aos poucos dos holofotes, com a presença instantânea do elfo que o devolveu a sua bengala. Repetiu ordens na cabeça dele e saiu mancando disfarçadamente pela multidão que parecia ocupada demais prestando atenção no espetáculo da pista. Notou em última instância as mais variadas conversas entre adultos, crianças, dentre outros grupos mistos, preservando sua percepção de que Ivy não estava naquele local em específico e  saiu a sua procura satisfeito de sua participação até agora no dia de sua filha. Na certeza de que ela estava em boas mãos.

Sillaz se retira da festa




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Luciel C. Bianchinni
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Casa: Corvinal
Ano Escolar: 4º ano
Varinha: Nogueira, 20cm, pouco flexível, corda de Coração de Dragão.

MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 20 Set 2017 - 23:42

♥ Crowguardian and Pheonix ♥
"Keep your friends close, your enemies closer."
O suspiro pesado escapou por meus lábios enquanto caminhava calmamente para a pista onde haviam vários casais que dançavam ao som de alguma música que não dei a mínima importância naquele momento. Os olhos vasculhavam calmamente cada uma das figuras existentes naquele local antes que o grifino conseguisse aproximar nossos corpos e guiar-me em uma dança lenta. "Porque eu concordei com isso tudo..." pensava enquanto sentia o peso de todo o corpo ser equilibrado no salto alto fino "Porque eu aceitei isso mesmo?" pensava enquanto sentia o halito quente do garoto em minha orelha, aquilo de alguma forma causou um pequeno arrepio ── O que ? ── falava baixo enquanto terminava de ouvir as palavras do grifino sendo logo surpreendida por um beijo que de alguma forma fez todo o corpo arrepiar-se completamente e fazer com que ficasse parada por alguns segundos tentando entender tudo o que estava acontecendo.  Estava agora sozinha na pista de dança, nas mãos jazia uma caixa de coloração negra; a curiosidade em olhar seu conteúdo era grande, mas precisava de um tempo solitária. Dirigi-me para o lado contrário do bar para que pudesse então olhar o conteúdo da caixa. "Uma pulseira?" pensei enquanto observava o pingente em forma do grandioso animal mitológico ── Meu merlim... porque... ── perguntava-me de forma calma enquanto deixava a cabeça pender para traz fazendo os olhos fintarem os céus calmamente ── Qual é o problema com esses garotos hoje em dia ? ── continuava de buscando ainda respostas, mesmo sabendo que as estrelas poderiam não me dar as mesmas ──eu preciso devolver isso...── a resposta final escapou por meus lábios e os pés logo voltaram a ir em direção ao rapaz que encontra-se no bar novamente. De forma calma toquei seu ombro colocando a caixa negra sobre o bar ao lado do mesmo ──Raiser, eu não posso aceitar isso ── Diferente de outrora, a fala agora era firme e convicta. Estava determinada a não aceitar aquilo, mas a duvida ainda assolava minha mente "Porque ele deseja me dar isso? " os olhos, pela primeira vez buscavam os do garoto de forma doce e gentil, não havia hostilidade, nem o desejo de distância, somente a dúvida ──Não me peça para ficar com esse lindo presente ── logo a mão direita pousou sobre o coração do garoto ──Muito menos isso── um suave sorriso foi esboçado nos lábios enquanto esperava qualquer reação do garoto "Meu coração está ferido... não quero ferir alguém com falsas mentiras" pensava sentindo o silêncio pesar acima de nós dois ──Eu sinto muito ── logo virei de costas saindo daquele local. Sim sentia-me derrotada pelo fato de estar tão frágil ao ponto de sentir medo de novos relacionamentos. Sentia ódio por ser fraca... mas era o certo a se fazer naquele momento.

"Just so confused about it, Feeling the blues about it... I just can't do without ya. Tell me is this fair? [...] What goes around, goes around, goes around, comes all the way back around."


Como Estou  


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Luciel C. Bianchinni
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