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 Jardins

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AutorMensagem
Helena Lumier D'Salute
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qui 21 Set 2017 - 15:26



Felicitări Aine
Uma cigana que nunca esqueceu suas origens
 
Pessoas bebendo, dançando e brindando e conversando sobre trivialidades da vida; Helena nunca tivera essa chance antes e de alguma forma sentia que não deveria estar naquele local, mas precisava. Era uma das poucas integrantes da família Lumier, e como sempre mandara a etiqueta e as leis de sua casa, deveria permanecer nas festas esbanjando toda a realeza natural que se tinha. Com calma e delicadeza, a morena olhava a todos os rostos daquele local,e de alguma forma parecia estar procurando algo ou alguém naquele meio, mesmo seu acompanhante estando a seu lado.  Por um pequeno momento ela olhou delicadamente para o namorado e outrora para o garçom ──Um martíni sem gelo ── respondeu sorrindo em seguida para o Phoenix retribuindo o suave beijo dado pelo mesmo ──Agradeço o elogio anjo, mas estou preocupada com Gabriel ── falou olhando calmamente olhando para os céus ──Não acho ter sido uma boa ideia deixar o mesmo junto com lúcifer em casa── a morena olhava calmamente para os lados mas logo soltava uma risada baixa que era abafada pelas mãos ──O que estou dizendo, viemos para prestigiar a pequena Aine, e não deveria estar preocupada com esses pequenos... ── Logo a morena colocou a mão sobre a do namorado acariciando por cima da mesma ──Obrigada por ter vindo comigo, Anjo ── Os lábios da morena eram logo selados contra os do rapaz e logo a mesma acertava a postura mudando hora ou outra o peso do corpo de um lado para o outro.

COM: Blake Phoenix ✖️ ONDE: Mansão Odegaard ✖️ VESTINDO: Vestido Make Cabelo ✖️ POST: 002

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Jack Maslin Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sex 22 Set 2017 - 1:28


Aniversário da Aine
A menina estava mais agitada que o normal e quando ela falava, dava para ele sentir que a mesma havia ingerido bebida alcoólica. Seu coração disparou ao sentir o toque da menina em seu braço, foi um gesto tão rápido que ele não acreditou que era rela. Os olhos claros dela e seus cabelo dourado como os raios do sol, faziam os olhos dele brilharem. Estavam tão perdido em cada pedacinho da jovem, que nem conseguiu segurar com força o copo para impedir que ela bebesse seu suco, não queria que a mesma começasse a colocar nada para fora de seu estômago. Piscou algumas vezes ao escutar o pedido de desculpa da mesma e não tardou em responder, não poderia ficar olhando para ela que nem um babaca. - Está tudo bem, está melhor? - perguntou preocupado, não queria que ela fosse ao chão no meio da pista de dança. Ela não tinha o direito de julgá-la ao escutar que havia exagerado na bebida, pois um dia poderia acontecer a mesma coisa com ele, seria difícil já que era um garoto muito cuidadoso, mas não seria uma coisa impossível de se acontecer.

Ao vê-la abaixar a cabeça e encarar os próprios pés, sentiu uma pontada, uma cosia que sua mãe sempre lhe falava, nunca deveria se envergonhar de algo que fez e abaixar a cabeça, sempre deveria enfrentar as cosias com a cabeça erguida. Em um gesto delicado, levou o indicador dobrado até o queixo da loira e então fez gesto apa cima com ele, fazendo com que a cabeça dela fosse erguida e os dois pudessem se olhar novamente nos olhos. - Hey, não precisa ficar assim, não é nenhum pecado. - Deu um sorriso singelo para ela, querendo lhe transmitir segurança, que ela poderia confiar nele, o jovem não iria lhe julgar. O jeito que as bochechas dela estavam coradas, só faziam com que seus lindos olhos se realçassem. - Podemos ir para a cozinha se quiser, eu moro aqui. - Falou achando que era a melhor coisa,já que ela estava tonta, pois a música alta e as luzes picando poderiam piorar a situação da moça. - Se não quiser ir para a cozinha, tem a piscina aqui perto e a casa da árvore. Eu só acho que é melhor você sair de perto um pouco desse barulho. - Explicou sem desviar os olhos dela, ignorando as pessoas que ainda dançavam. Aguardou a resposta e decisão da jovem e então seguiu com ela para o lugar que a mesma determinou.

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Jack Maslin Odegaard
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Ártemis Lamoreaux Metzger
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sex 22 Set 2017 - 18:58



Party

Seus olhos ainda estavam fixos no sapato de salto alto que usava, onde estava com a cabeça para fazer uma coisa daquelas? O que o menino iria pensar? Pensou que talvez iria gostar de tê-lo conhecido em outra situação, de preferência uma em que não estivesse um pouco alterada. Acenou rápido com a cabeça indicando que sim para pergunta dirigida a si, estava se sentindo melhor sim, se comparado a seu estados algumas horas atrás, mas ainda sim sua cabeça doía e tinha a impressão de estar tudo girando. Não iria ingerir mas nenhuma gota sequer de álcool até o final do festa, já tinha batido sua cota de passar vergonha naquele dia.


Pensou que sua mãe estivesse ali provavelmente já teria levado um bom sermão e estaria de castigo, teve que se certificar mais de uma vez que não tinha nenhum parente por perto, ou alguém que pudesse dedurar seus feitos para a mulher. Voltou sua atenção para o menino na sua frente e se surpreendeu ao sentir os dedos dele em seu queixo, não pode evitar ter os olhos presos no do outro. Esboçou um sorriso um tanto quanto tímido, não iria mentir para si mesma, tinha gostado de ouvir aquilo, não esperava uma coisa dessas. — Sabe, as pessoas normalmente iriam jogar na minha cara o quanto errado isso é, mas obrigada. - De todo jeito não queria que ele entendesse errado as coisas. — Só para esclarecer, a culpa é toda do meu irmão mais velho, ele que me deu as bebidas. - No fundo estava rindo com uma risada bem malvada, iria sim jogar a culpa em Hunter, ele merecia.


Prestou a maior atenção do mundo nas palavras proferidas pelo mais alto, aquela não era uma ideia ruim, afinal seus irmãos já tinham sumido mesmo e estava sozinha de qualquer jeito, aproveitaria a oportunidade para conhecer melhor o dono dos olhos claros que tanto a encantavam. — Eu fico com a cozinha, acho que eu preciso de um pouco de água de qualquer jeito. - Sorriu para ele e então colocou seus dons de atuação para funcionar, se aproximou e agarrou o braço livre. — Você se importa se eu me apoiar em você no caminho? Eu ainda estou um pouco tonta. - Fechou os olhos por alguns segundos apenas para fazer um drama extra, era boa naquilo. A realidade era que precisava apenas de uma desculpa para se aproximar de fato, não costumava ser atirada mas para todos os efeitos, culparia o álcool sempre. — A propósito, meu nome é Ártemis. - Esboçou um sorriso e aguardou até que ele dissesse seu nome também. Foi guiada em meio as pessoas até a cozinha, ficaram o caminho todos agarrados e jurou que não estava achando aquilo nem um pouco ruim.



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ártemis mary lamoreaux metzger
"J'SUIS L'PRÉFÉRÉ MES BELLES VICTIMES VOUDRAIENT SE PENDRE À MES LACETS."
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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 0:22


A valsa...
AINE ODEGAARD

Como Ministro da Magia e o atual patriarca da família Odegaard, Ryan sabia dançar uma valsa como ninguém, assim como era esperado já que frequentava as festas mais sofisticadas da sociedade bruxa. Aine ficou tranquila nos braços dele, sendo conduzida por cada acorde com maestria pelo tio. Trocaram poucas palavras pelo restante da música, já que ela estava mais preocupada em não pisar no pé do tio ou tropeçar na barra do vestido e passar a maior vergonha da sua vida. Afinal, quando se é adolescente, tudo pode ser a maior vergonha da sua vida. Julgando pelo tamanho da festa e o tanto de gente que assistia aquela dança, talvez poderia ser mesmo a maior vergonha de sua vida pela quantidade de expectadores. Enfim, nada disso aconteceu, graças a Merlim, e Aine conseguiu esquecer por alguns minutos entre a dança com seu pai e com o tio Ryan o medo que ela estava por Andrew. Medo de ele ter ido embora. Medo de estar estranho com ela. Medo de ele ter se arrependido daquele quase beijo... Teria sido um beijo se seu primo não tivesse aparecido? Talvez, quem sabe. Em seu íntimo, ela torcia que sim. E, mais, torcia para que ele tentasse de novo. Aine sorriu com a mais legítima felicidade quando a música acabou e seu tio beijou sua mão delicadamente. Logo atrás dele, surgiu um homem que ela não conhecia. Aine olhou meio confusa, mas seu tio explicou que era um primo dele e de seu pai e que fazia questão de participar daquele momento. A garota sorriu um pouco tímida, já que sempre se sentia daquela forma em situações com pessoas novas, mas, como mandava a boa etiqueta e a forma que ela foi educada, Aine estendeu a mão para o homem que descobriu ser seu primo de segundo grau, Gary. - Oi, tio Gary. - A música já tocava, então, como seu pai e seu tio, Gary começou a conduzi-la com extrema elegância.
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Aine Marie Brattrewood Odegaard
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Aurora Metzger J. Strauss
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 6:02


Haters Gonna Hate
¿ Who Is Aine ?

Adentraria aquele jardim tentando esquecer do sufoco que fora chegar até ali. A verdade era que Aurora não gostava muito de sair de casa, mas resolvera atender ao convite que recebera. Não conhecia a aniversariante, Aine, pelo visto, mal poderia reconhecer seu rosto, então sabia-se que realmente não fazia a mínima ideia de quem se tratava. - O que você tá fazendo aqui, Aurora. - Murmuraria em um tom que somente ela entendesse, ou ao menos esperava que nenhum super ouvido a detectasse. Teria então que por em prática o que fora até lá fazer, amizades. - Hum... O que será que tem de legal para se fazer por aqui além de dedar o bolo ? - Indagaria pacata, enquanto seus olhinhos atentos passeavam pela festa, tentando não olhar para o bolo, não queria acabar o dedando fatidicamente.
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Gary Odegaard Cavendish
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 14:03



15 anos






Continuei conversando com Lilly por um tempo enquanto nos atualizávamos sobre a vida um dos outro, fiquei surpreso quando ela disse-me que lecionaria em Hogwarts - Então seremos colegas de trabalho - dei um sorriso, a uma certa distância dali percebi que Ryan já havia iniciado com a debutante.

Me desculpe, mas precisarei ir sou o próximo a dançar com a aniversariante - ela compreendeu e logo nos despedimos ela sigo em direção a uma aglomeração que procurava seu espaço. Não demorou muito para que Ryan finalizasse sua dança então dei dois passos a frente, estendi a mão para a jovem esboçando um sorriso cordial -  Consideraria-me essa honra senhorita - ela parecia um pouco tímida, talvez pelo fato não lembrar de mim, o que não seria uma surpresa.

Fiquei satisfeito em saber que não estava tão enferrujado quando imaginei para aquela dança em quando deslizávamos pela pista a sua sobrinha aos poucos fora soutando-se - Você realmente cresceu bastante Aine, nem lembra aquela criança meio desengonçada que me lembrava - brinco - Talvez já tenha até um pretendente esperando a oportunidade pra dançar com você! - Aine corou imediadamente e suas mãos tremeram levemente - Não precisa ficar envergonhada querida, seria estranho não tivesse - abri um sorriso confiável - a proposito tenho algo para lhe dá - dei uma pausa para gira-la - Disseram-me que você gosta de dragões... então quando estava voltando passei na Romênia e comprei a miniatura de um cifre longo romeno pedi para deixarem nos seus aposentos. Espero que goste. Agora tenha um pouco de cuidado que ele pode ser um pouco temperamental - finalizei, nesse momento a musica alcançava o seu termino nesse momento me debrucei e beijei a mão da garota - Feliz Aniversario aniversario querida e obrigado por dançar comigo. - ela abriu aquele sorriso inocente que lembrava-me. Logo fiquei os primeiros passos da sua dança, fora quando vi ao longe duas jovens conhecidas uma loira de cabelo chapado e outra de rosto redondo e olhos azuis - Não é possível - soltei, Anne e Lilly estava do outro lado da pista logo abri espaço pela pessoas que assistiam as dança ao seu encontro.

Cifre longo Romeno:
 

 

   
   




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  Gary Brian Odegaard Cavendish

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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 20:36


A special day to be a father

Sillaz tentou bastante e por mais que tentasse não conseguiu achar Ivy. Ele havia então feito sua busca, se dedicado ao seu amor e agora era hora de rever a segurança de sua filha. Não tinha como ir dormir se não soubesse que Aine estaria perfeitamente segura. Já havia tido a mesma idade, então sabia muito bem quais eram os pensamentos, os hormônios, enfim a série de fatores que se organizavam dentro da cabeça de um jovem e não deixaria que isso acontecesse, sem cumprir com suas responsabilidades como um pai. Então precisava colocar certos pingos nos is antes de tudo fosse de água a baixo e fugisse ao seu controle. Assumiria essa parte sozinho, já que era o único presente e depois deixaria tudo seguir seu curso natural. E apostar que corresse bem para todos, na mesma paz que desejava para o mundo bruxo num geral e que parecia nada mais do que um sonho. Sentia, como um bom sensitivo, que aquele momento mais era a calmaria antes da tempestade e isso arrepiava toda a sua espinha. A desordem normalmente lhe balançavam daquela forma intensa.

A música invadia seus pensamentos de novo, os passos bem ditados por uma bengala que insistia em estar sempre em sua companhia, disfarçando para todos que o olhavam uma fragilidade fingida. Poderia mover-se ele mesmo muito mais rápido do que a maioria daqueles jovens neste ponto da festa alcoolizados ou mesmo os sóbrios, tal qual resistir a horas de combate, era esguio o suficiente para isso. Parou por alguns segundos a uma posição privilegiada no meio da multidão e deu uma respirada funda. Algumas conversas poderiam ser captadas a pouca distância e ele preferia ignorar. A música era mais de seu interesse. O som era mais calmo agora, relembrando alguns bailes que ele havia frequentado. Era certo de que o show de valsas com os intermináveis tios e parentes de Aine ainda estava acontecendo. Rondou os olhos pelo local, até achar o jovem, Andrew, um pretendente de sua filha, que havia conhecido mais cedo naquele dia. Parecia extremamente abalado com algo ou apenas perdido, pois seus olhos não focavam em nada. Tirou de dentro do bolso de sua vestimenta o cantil que parecia jamais acabar depois da primeira vez que colocou o líquido da festa. Tomou um pouco apoiado sobre a bengala e depois guardou novamente. Uma conversa delicada o aguardava sem dúvidas.

Andou até o rapaz sem que esse o notasse e tocou seu ombro para chamar a atenção. Na dança frenética de cores dos holofotes multicoloridos do jardim sabia que sua expressão pálida logo assustaria e muito o rapaz. Seus olhos negros encaram logo os olhos claros do rapaz. Tirou do bolso o cantil e apontou para o rapaz. – Tome. A conversa que iremos ter merece que esteja perfeitamente recomposto. – Esperou que ele tomasse o conteúdo e começou a se afastar devagar para uma área um pouco mais afastada da festa, o mínimo possível para ser ouvido sem ter que levantar a voz. –Me siga.





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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 21:14

O príncipe da Debutante
Impaciente, o garoto bufava e arranhava sua garganta, aranhando o próprio orgulho. Ele tinha vontade de ir até Iron – como muitas vezes havia feito quando os seguiu curiosamente por algumas ruas na esperança de conseguir falar com a loira, tentando ver a irmã mais de perto, mas de forma que o homem ao lado dela nunca permitia –, dizer que ele deveria parar com tudo aquilo, dizer que ele não estava certo em esconder isso dela, que ele era o irmão que ela deveria ter na vida. Seu orgulho era uma coisa que ele buscava esconder, aquilo não o ajudava em nada e ele sabia disso, porém chegava a ser torturante ver ela e não conseguir gritar e fazer seu grande discurso, mas ele teria que aguentar aquilo mais uma vez. Respiro fundo então, olhando uma pequena fonte um pouco ao longe do jardim. Talvez Aine gostaria de ir com ele até lá. Conversar com a garota naquele momento o faria esquecer dessa maluquice toda, ele sabia. Aine, a corvina que havia visto o melhor nele, a pessoa que ele se esforçava para ser todos os dias desde que pisou em Hogwarts e conheceu a morena de olhos azuis.

Distraído com a movimentação da festa, Andrew virou seu rosto para ver a dança da Debutante com um homem alto e moreno. Permaneceu em silêncio observando a garota, mas logo que sentiu uma mão em seu ombro, virou seu corpo imediatamente, logo se surpreendendo com a feição pálida do homem alto e sério a qual tivera conhecido a uma hora atrás. Limpou a garganta pensando no que dizer, mas logo foi interrompido por Sillaz que esticou um cantil ao garoto que provavelmente não entendeu nada de primeira, já que não esperava ver o homem novamente na festa, imaginando que ele não iria querer ver o rosto loiro do rapaz nunca mais depois da rápida cena no quarto de Aine. Andrew preferiu não dizer nada e somente seguir aos comandos do homem bem vestido, logo bebendo o líquido do cantil sem reclamar nenhuma vez. Sillaz, com seu jeito sério, passou a caminhar para longe da agitação, ordenando que Andrew o acompanhasse para um lugar mais calmo do grande jardim. Andrew fechou o cantil olhando em volta por um momento, antes de seguir o homem para seja lá o lugar que ele quisesse o levar naquela noite de festa.


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Sillaz B. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 21:51


A special day to be a father

As sombras dançavam pelo local onde os passos de Sillaz levavam as sombras das pessoas logo atrás deles, entre as frestas de luz da festa, era naquele lugar onde ele conseguiria sentir-se mais a vontade e pronto para aquela conversa. O barulho de passos na grama parou quando ele virou para a direção em que vieram. Ainda dava para ouvir com um pouco menos de nitidez os sons da festa, eles não estavam muito longe daquela agitação. O bruxo mais velho esperou que o mais novo ficasse nivelado com ele, lado a lado, enquanto observavam as pessoas do outro lado. Havia muita coisa difícil para decidir antes de dirigir qualquer palavra ao jovem. Qual o tom que usaria? Qual abordagem? Ele não poderia de forma alguma espantar o rapaz de mais, pelo contrário sua filha ficaria sem o “par” final, para aquela festa, fora que a magoaria profundamente caso fizesse este movimento. Não era para ele ser amigo também, pelo contrário aquele pequeno jovem jamais aceitaria sua autoridade e confundiria completamente a correlação de força entre os dois, que nem de perto se formavam iguais. Ele era a autoridade, jamais admitiria uma ideia diferente daquela. Sua expressão modificou-se breve, quando falou, assumindo por alguns segundos alguma emoção e olhou para o rapaz. – Qual relação você mantém com sua família? – Ele disse da forma mais pragmática que conseguiu, não havia por que usar de qualquer manipulação estando ele tão indefeso contra ele naquele momento. Sem defesa ou aviso poderia imobilizá-lo caso demonstrasse ser um agente infiltrado como imaginava naquele momento. – E não ouse mentir para mim ou omitir qualquer detalhe. – Novamente, não precisava lembrar ao rapaz de que era a entidade maior no Supremo Tribunal Bruxo da Grã-Bretanha e não faltava a ele recursos para descobrir suas mentiras. Seus dedos estavam perfeitamente posicionados por cima da bengala, preparados para qualquer proveniente ataque ou movimento inesperado.

Sabia agora muito bem do terror que sua família provocara, estava preparado e ele jamais ousaria fazer aquilo com sua filha. Estava pronto para fazer um sacrifício heroico por aquilo, mesmo que não fosse de sua natureza. Por um momento pensou que por aquilo, poderia entender até um pouco do sacrifício do antigo ministro. Sacrificar-se por um ideal ou por pessoas que se amam poderia ser realmente uma forma de ver as coisas por um prisma aceitável. Aguardou a reposta do rapaz com o clima nitidamente tenso no ar.

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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 23 Set 2017 - 23:04

O príncipe da Debutante
O garoto estendeu o cantil para o homem ao seu lado, devolvendo o objeto a ele. Andrew não fazia a mínima ideia do que o pai da garota queria dele naquele momento estranho e extremamente tenso bem longe de qualquer um, a única coisa que ele sabia era que Sillaz aparentava ser um pai protetor e que só estava protegendo Aine de qualquer um que tentasse chegar perto da mesma, como o loiro fazia agora. Respirou fundo então, tirando a visão de minutos atrás de seus pensamentos, deixando que o ar passasse por seus pulmões lentamente antes de dizer qualquer coisa. Sillaz tratou de começar com suas perguntas impactantes sobre o menino que caminhava ao seu lado com as mãos nos bolsos. Andrew não demorou para responder a perguntar, dizendo somente a verdade. – Eu não ousaria mentir, Senhor Odegaard. – Disse sincero, erguendo suas sobrancelhas por um momento. – Não mantenho uma boa relação infelizmente. Minha família não é muito unida e depois de tudo que vi, prefiro mudar minha rota e ser alguém melhor, e não, não posso dizer que o nome de minha família me orgulha, pois eu mentiria se dissesse isso...Gostaria de acrescentar que não sou como eles e não vou ser. – Afirmou sem medo. Andrew imaginava que Sillaz deveria de alguma forma ouvida falar dos Nikolaevich – não tinha fama, mas os poucos que os conheciam sabiam de toda a verdade, a verdade que Andrew carregava nas costas sem nem mesmo querer -, de certa forma ele deveria saber algo, ou não. Seu pai foi sim um comensal, mas havia sumido no mundo, deixando o garoto com seus 10 anos na casa de uma tia. Cresceu com raiva e rancor como era de se esperar, triste por nunca conseguir entender os verdadeiros motivos de seu pai. Isso o fez forte de certa forma, cresceu sabendo que nunca deveria ser assim, um homem que deixa o próprio filho e nem mesmo o explica sobre sua irmã ou sobre a morte da mãe. Família complicada? Com certeza, mas ele não tem culpa, mas felizmente tem como mudar isso de uma vez por todas, e faria isso com toda certeza e vontade do mundo. Comensal jamais, seria alguém ao contrário do que vira na infância, seria melhor que isso. Voltando seu olhar para as luzes da festa, terminou: – Sem detalhes, a menos que me peça...- Disse ele sem muita mudança em sua feição.

Alberfoth, seu pai, era sim um homem de rancor e sangue nas mãos, Andrew sabia disso melhor do que ninguém, pois muitas vezes seu pai o forçava a ser como ele, gritava milhares de vezes que o garoto era um inútil por não ser como ele e que ele nunca conseguiria ser alguém na vida se não procurasse o poder maior. O loiro odiava isso, ser forçado a ser quem não queria ser. Agora, mais do que nunca, queria provar a si mesmo que não é igual a Alberfoth, deixando que sua clarividência o levasse mais longe do que o pai e descobrisse assim toda a história que o homem não lhe contou. Andrew tem sim medo de ser como o pai, mas sabe que mudar tudo só depende dele e de sua irmã gêmea.  Enfim, viu o maldade perto e a teme, não desejando isso a ninguém.

Respirou fundo outra vez, escondendo as mãos tremulas por conta do susto que sua clarividência adorava pregar nele. Ficou um pouco sem jeito, sabendo que Sillaz havia percebido os olhos perdidos dele, misturados com sua agitação repentina. Arranhou sua garganta. – Me perdoe, só fico assim por conta de minha...- Pensou em dizer, Que mal tinha contar ao homem sobre aquilo? Era melhor que ele soubesse de uma vez. – Minha clarividência. – Disse por sua vez.

 

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 24 Set 2017 - 0:23


A special day to be a father

A primeira coisa que fez foi pegar seu cantil de volta retornando ele ao seu bolso. Não era um alcóolatra nem mesmo dependia da bebida para se sentir bem, tal quais muitos outros bruxos que conhecia. Em especial em dias frios, porém, era costume tomar uma daquelas para aquecer o estomago, ou mesmo para iniciar uma conversa. Um costume que ele, por ter sido criado na Bulgária, acabou mantendo mesmo depois de tanto tempo longe daquela terra, que fora pouco acolhedora a ele se considerasse o quadro geral dos acontecimentos em sua vida desde aquele momento. Do qual o clima ameno daquele lugar nem mesmo o enganara. Imaginou que o jovem, também vivesse dos mesmos instintos quando no instituto. Pois era de prática comum o mesmo quando era um de seus frequentadores. Sim, não escapou a ele os pontos em comum como jovem desde sua última conversa a algumas horas atrás. Talvez fosse esse um dos motivos pelos quais havia lhe dado benefício da dúvida, mesmo depois de um indício tão cabalístico sobre suas suspeitas. Bastou-se então ouvindo, avaliando a verdade por trás das palavras que escorriam impressionantemente fluentes da boca do jovem. Mal ouvira falar muitas palavras antes, agora lhe fazia a jorrar sobre seu passado e sobre sua vida. De fato notara finalmente um intento de coragem no jovem, o que ele sempre esperou de um aluno da Durmstrang ou mesmo de um aluno da Sonserina. Afinal de contas, se ele fosse realmente um bom sujeito, esperava que ele a protegesse, enquanto na escola. Pois como bruxo atarefado, ou como um adulto, completamente formado, jamais poderia entrar no local, sem uma bela desculpa e sem a desejada fluência para manter as coisas sob seus olhos, como gostava. Era bem verdade que ele tinha alguns parentes para isso, mas o rapaz provavelmente estaria mais próximo. Se suas suspeitas eram válidas sobre o andamento daquele relacionamento.

Aos poucos a mão tensa, quase em veias sobre a varinha perfeitamente camuflada na bengala foi mudando o tom, tal qual o tom de stress do bruxo que ouvia atentamente as palavras do rapaz que o chamava de senhor, tal qual fizera antes. – Não sei até onde conhece sobre nós, mas nem eu, nem minha mulher, nem Aine temos uma relação muito boa com comensais, então espero que esteja ciente disso... – Ele parou de andar, depois do que já havia considerado sobre a fala do jovem e sobre sua família. Suas cicatrizes por baixo da roupa pareciam pinicar enquanto falava. A vida de torturas que sofreu antes de escapar sempre marcava sua caminhada. Tal qual haviam marcado os outros em seu caminho.  No fundo, achava que ele era um retrato distorcido de si mesmo e isso o incomodava. Pois ele sabia que independente de qual fora os motivos pelos quais as sombras os alcançavam elas jamais lhes abandonavam, não de um jeito fácil, não sem cobrar um preço muito desproporcional para quem ousou abandoná-la. Disse isso lembrando logo do ataque a sua casa. Balançou a cabeça pela consideração do rapaz relativo aos detalhes. – Detalhes não são interessantes agora, talvez em outro momento. Só quero que saiba que sua relação com este passado pode levar a riscos para minha filha, mesmo que tenha cortado ligações com ele. – Ele referente ao pai do garoto, o que esperava ficar subentendido ser esse passado e esperou que ele considerasse tudo.

Sillaz sabia que seu tempo era curto, portanto considerou ser o mais direto possível, assegurando em notar sua reação conturbada e da desviou os olhos por um momento se perguntando: qual era o problema dele? Sua resposta veio logo sem procurar outro interrogatório. O rapaz nascera com um dom. Clarividência, um dom útil, mas atormentador. Havia lido bastante sobre ela quando fazia suas pesquisas quanto jovem, porém jamais havia encontrado alguém que a carregasse. Sua expressão novamente mudou ao saber daquilo. Se ele conseguia prever o futuro, era bem provável que seus avisos de nada adiantariam, pois ele já saberia. Foi a vez dele, soltar algum ar pelos pulmões, sentindo suas palavras soarem quase como inúteis, odiava esforços desnecessários. Consertou sua postura. – Tudo bem não temos muito tempo. Então vou ser ainda mais pragmático. Não esconda segredos de mim ou de minha filha. Ela merece saber de tudo que eu sei agora e não brinque com os sentimentos dela, eu não iria gostar nem um pouco disso. – Pensou e tentou ser um pouco menos injusto, ressaltando sua índole como um juiz e trazendo a tona a compreensão do que é viver um passado conturbado. – E um filho jamais deve se culpar pelos erros do pai. – Virou logo seu olhar para outro lado. Não era a hora para ser sentimental ou mesmo expor qualquer brecha para o rapaz capturar suas fraquezas. Apontou para frente. – Agora vá, na certeza de que eu tenho meus olhos por todos os lugares e que eu jamais faço ameaças, apenas cumpro promessas. – Esperou ele se retirar, antes de ir atrás de algum dos seus parentes para atormentar ou melhor assombrar.

Andando com certo cuidado pelo barulho, voltando a festa ele encontrou sua irmã mais nova Lily. Ele não era um homem muito sociável, mas precisava ter a conversa com alguém e bom, um espírito jovial, talvez o animasse o suficiente para permanecer naquela festividade até o final. Tocou sorrateiramente o ombro dela e deu um sorriso, seguido de um cumprimento com a cabeça. – Boa noite, minha irmã... Lilly? – De fato ele ainda não conhecia completamente todos os seus irmãos, pois nem todos tinham morada na mansão ou trabalhavam em locais que exigiam certa dedicação a um longíssimo prazo. Bom ele era o irmão que foi raptado quando criança e o que por muito tempo morou nos Estados Unidos então, tinha certa desculpas para considerar.



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Lilly Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 24 Set 2017 - 12:37






Festa

15 anos

Eu sorri ao falar com o Gary, até que ele foi chamado para dançar com a Aine, algo típico das festas de 15 anos, fiquei observando ele, realmente ele havia mudado muito, estava bem mais atraente do que antes, bebi um pouco mais (Ainda estou sóbria) e fiquei observando a festa, até que eu vejo o meu irmão Sillaz, tinha uma memória muito vaga dele, afinal era praticamente um bebê quando ele desapareceu e logo respondi a pergunta dele:
-Sou sim a sua irmã mais nova- Sorrio para ele enquanto digo- Excelente festa, a minha sobrinha Aine está deslumbrante - Eu quase não lembrava dele, talvez conhecesse mais pelas coisas que eu escutei quando era menor, então fiquei mais reservada

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Dom 24 Set 2017 - 23:49


A valsa...
AINE ODEGAARD

Aine demorou um pouco para se acostumar com aquele homem que, para ela, era um completo estranho. Mas ele fora gentil e era da família, então ela se esforçou ao máximo para sorrir e desfrutar a dança. Assim como mandava a tradição Odegaard, Gary dominava a valsa com maestria e a conduziu pela pista de dança assim como seu pai e seu tio Ryan. Aine já estava ficando meio cansada com tantas danças e tantos giros, mas só se faz 15 anos uma vez, então, no próximo aniversário, cortaria qualquer tipo de valsa. Ela sentiu o rosto corar fortemente quando seu tio falou sobre um pretendente. No mesmo instante, ela pensou em Andrew e lançou um olhar discreto ao redor procurando por ele. Nada. Novamente, uma dorzinha se instalou em seu estômago. Será que ele tinha ido embora? Não, ele não faria isso. Foi tirada de seus pensamentos quando seu tio a girou e falou algo sobre uma miniatura de dragão. - Obrigada! - Ela sorriu animada, já querendo ir até o quarto ver o tal dragãozinho. - Prometo que vou tomar cuidado. - Retribuiu a reverência de Gary com extrema delicadeza assim como fora ensinada e observou o homem se afastar, já que a música já havia terminado. Aine olhou ao redor, alisando a frente do vestido um pouco sem jeito. Não conseguia ver onde Andrew estava, mas a música que eles deveriam dançar juntos já começava. Um aperto surgiu em seu peito e ela cobriu um pouco os olhos quando o foco de luz foi colocado nela.
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 25 Set 2017 - 0:21


A special day to be a father

Era de sentimento quase absoluto para o bruxo que a diferença de idade entre ele e sua irmã pesava nessa hora. O jeito dela de falar, mais descontraída, sem dúvida confrontava seu tom introspectivo de sempre, como ele havia pensando antes de se quer chamar sua atenção. Sabia que, no entanto, ele já havia enfrentado desafios mais difíceis e saberia de fato conduzir uma conversa com uma consanguínea. Então enquanto ouvia sua voz doce, pensava já no que completar a medida do que ela mesma falava. O truque era estar sempre pensando no futuro, pensando em que poderia dizer em cada situação. O que sabia sobre sua irmã propriamente? Que ela trabalhava em Hogwarts era professora igual seu primo. Sim, se tinha algo que sabia sobre as pessoas eram suas profissões, sua vida oficial propriamente dita. Odiava fofocas e só se integrava daquilo que dizia-lhe respeito em alguma instância. Tal qual, havia feito minutos atrás quando prensara um jovem bruxo na parede, agora não havia motivos para fazê-lo, então tentou contornar qualquer situação embaraçosa que pudesse pousar-se sobre os dois e estacionar. Afinal de contas, havia se aproximado de um irmão aquele dia, porque não outro? Outra no caso.

Ele sorriu de volta ao perceber que ela confirmara sua suspeita, sim, apesar da distância ainda reconhecia os rostos de seus irmãos muito bem. – Bom minha irmã, espero que se lembre de mim, Sillaz... – Ele deu um sorriso, já tirando novamente o seu cantil do bolso. Um cantil que tinha certa história em volta e que poderia ser contando outra hora, ou daqui a pouco, depende do ritmo. Iria acompanhar ela na bebida também. Pelo comentário dela, desviou sorrateiramente o olhar para sua filha que naquele momento dançava com Gary e deu uma golada distraída. – Sim uma excelente festa e concordo. Devo agradecer os dois a minha esposa, ela que organizou tudo e bom, Aine parece muito mais com a mão do que comigo... Uma filha de ouro. – Apoiou-se na bengala, pensando por algum segundo nas verdades sobre aquelas palavras. Naquele momento, elogiar ela, significava afastar boa parte de suas características dele e colocar muito no de Ivy, mas ele sabia que não era exatamente assim. De qualquer forma, as pessoas pouco o conheciam verdadeiramente. De novo Sillaz voltou se para ela, antes que se afundasse em pensamentos abstratos. – Mas e você minha irmã? Fiquei sabendo que agora da aula em Hogwarts. Como tem sido essa experiência? E no que especializou? – Sillaz guardava um entusiasmo verídico pelo assunto, um dia pensara em ser professor, dar aula, mas desistiu em prol de sustentar a família. Era mais confortável a vida que viviam desde então, mas nunca se sabe o que pode acontecer no dia que tarda, no futuro. Sua intenção, no entanto, era permanecer onde estava, nos tribunais onde até o momento sua presença era mais urgente e interessante.





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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 25 Set 2017 - 12:06






Festa

15 anos

Meu irmão logo falou que sabia que eu era professora em Hogwarts (Novidade), pelo jeito ele precisava se atualizar sobre tudo, eu ainda ria internamente, era muito engraçado o fato de meus irmãos serem tão mais velhos que eu, logo ouço ele falando da filha dele como se fosse o bem mais precioso dele, nunca fui muito próxima dela, mas como serei professora dela pode ser uma boa maneira de nós aproximarmos.
-Eu darei aula de estudo dos trouxas, esse vai ser meu primeiro ano como professora- Depois brinco-Amo tanto Hogwarts, que em menos de 1 ano após ter finalizado meu sétimo ano, eu escolhi ir para essa área-Apos isso falo- E o seu trabalho no ministério-Depois disso falo bem divertida- E melhor não falarmos sobre trabalho, pelo menos não agora Sillaz-Depois me corrijo- Irmão, e meio estranho te chamar assim, afinal faz um tempão que não te vejo-Falo para ele bem espontânea e calorosa com ele, por mais que faça tempo que eu não o veja, ele é meu irmão, então devo ser no mínimo agradável com ele.

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 25 Set 2017 - 14:56


A special day to be a father

Esperava entusiasmado, a resposta dela e se surpreendeu em muitos aspectos com sua resposta. Primeiro o que não foi nenhuma grande surpresa era de que sua irmã mais nova era bem inteligente, tal qual parecia ser uma constante na sua família e tinha certo orgulho em constatar isso, depois de uma análise de alguns anos de análise, convivência. Comum, era ouvir pelos corredores de qualquer lugar que a família Odegaard era amplamente favorecida pela presença de seu “patriarca” por assim dizer na frente do Ministério da Magia e isso não era verdade. Os Odegaard estavam em lugares que muitas vezes não tinham nenhuma ligação com o Ministério, tal quais ascendiam com um amplo esforço as posições que almejavam. Eram realmente dois belos exemplos do fenômeno, ele e sua irmã Lily naquele mesmo local, em conversa. Infelizmente não era de seu conhecimento a casa pela qual pertenceu, mas sem dúvidas sair de uma graduação, com o objetivo tão próximo num pouco tempo, tinha certeza de que ela se destacou. Da mesma forma que via nele, pessoa que conhecia mais, uma trajetória bem sofrida, com premissas de um futuro curto, de ladeira abaixo e que conseguiu seu emprego dos sonhos desbravando, trabalhando duro. Havia garantido que seus trabalhos acadêmicos evidenciassem sua qualificação e sua premissa pela qualidade. Então, somado a essas considerações, pode chegar à conclusão de que os Odegaard eram pessoas ambiciosas, com a vontade suficiente para correr atrás de seus desejos e conquista-los. Não podiam, portanto reclamar deles, sobre o risco de ser tachados de invejosos velados. E olha que sua natureza, um pouco contraditória, o impedia de assumir uma causa ou um julgamento injusto, a ponto de valorizar laços familiares tão abrangentes, em detrimento do que era logicamente defensável.

O segundo ponto, um pouco mais simples é que estudo dos trouxas, não era uma área que gostava. Já falara muitas vezes que estudara no Instituto da Durmstrang, um lugar nem um pouco acolhedor a esse tipo de ensino que poderia ser considerado liberal de mais para ser aceito ou mesmo completamente oposto a sua doutrina. Sillaz ainda guardava esse tipo de ensinamento ou realidade de pensamento. Porém, seu parentesco com a interlocutora e o fato de ser um estudioso o ajudou a manter-se cordial a ela, sem reservas. Naqueles famosos casos, em que se fosse outra pessoa, talvez tivesse encerrado a conversa no mesmo momento. E outra, que tendo Lily tão próxima a sua filha poderia ser ela mais um excelente olho para mantê-la segura enquanto sua estadia em Hogwarts. – Nunca me interessei muito com essa área, mas em alguns momentos tive algum contato com esse mundo. Todo conhecimento é válido e você é realmente decidida não é Lily? –  A pergunta final obviamente havia assumido um tom divertido, logo depois tomou mais um gole e ofereceu um sorriso. Sabia o quanto ela estava animada e não queria estragar o clima, definitivamente não, era sua irmã afinal. – Estava pensando aqui minha irmã, que temos certo prestígio intelectual, todos nós demos muito certo na vida e eu lhe desejo o mesmo sucesso. – Seu tom era extremamente verdadeiro, algo que compunha a leve mudança de personalidade que ocorria de forma gradual, a um convívio mais aberto com sua família, uma feição que antes de tudo, não estava ali. Levantou ligeiramente o cantil, simulando um brinde imaginário no ar e respondeu sua pergunta. – Ah sim, meu trabalho foi decidido em último momento. Já desejei muito ser um professor igual a ti e voltar para Durmstrang, mas o destino me levou ao ministério e estou muito bem em minhas funções. É bem complicado, me toma bastante tempo, mas é um trabalho necessário. Acredito que me entende... – Piscou para ela brincando e tomou mais um último gole, finalmente a bebida começava a fazer efeito, era hora de parar. Guardou o cantil no bolso do paletó, ajeitou um pouco a roupa, para diluir qualquer amassado e levou suas mãos para dentro deles, escondendo-as. Havia algumas cicatrizes que não precisavam ser vistas. A bengala sumira instantaneamente, sabe se lá para aonde. Ponderou um pouco sobre o assunto, com sua aparência totalmente esguia agora, com os braços alinhados ao lado do corpo. – É muito verdade, faz tanto tempo... Eu era muito novo, lembro turvamente das coisas... Mas tenho que agradecer, pois vocês me fazem me sentir em casa, apesar de ainda ser um forasteiro na família. – Seu olhar pensativo revelava o quão custosas eram aquelas palavras a ele, talvez o pequeno empurrão do álcool tenha ajudado no processo. Indicou com a cabeça para um lado, uma mesa vazia. – Bom, minha irmã... Quer se sentar? Acho que vou pegar mais uma bebida e esperar pelo fim dessa festa se quiser me acompanhar. Fiquei sabendo que terá uma dança depois e vou poupar minha energia. E onde estão nossos outros irmãos? – Dizia procurando a volta, um pouco perdido em meio a multidão e com um sorriso até que divertido no rosto.




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Andrew Hoyer Nikolaevich
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Seg 25 Set 2017 - 21:21

O príncipe da Debutante
O garoto assentiu para o homem ouvindo tudo que ele dizia com toda a atenção que podia lhe dar. Sillaz parecia ser um homem de honra, pela qual corre atrás de tudo que está a seu alcance e muito mais além disso, sendo alguém que Andrew percebeu ser bem firme em seus argumentos, de certa forma o garoto admirava o pai de Aine, mesmo não o conhecendo totalmente. Então, espirou fundo e retomou o posto que teria de mostrar ao homem. – Sim, estou ciente disso. Vejo que sua família não permite nenhum mal que lhes afete, eu admiro isso e concordo plenamente. – Afirmou ele.

Andrew não era curioso, mas a bengala que Sillaz carregava consigo o deixou um tanto quanto interessando, pois em nenhum momento vira o bruxo carregar sua varinha, talvez estivesse no bolso externo de seu paletó como o garoto fazia naquele exato momento, ou talvez a bengala fosse ainda mais do que um simples objeto. Deixando o assunto de lado, Andrew desviou os olhos da bengala e voltou a responder o homem com um olhar sincero, como se dissesse que tivera cortado laços e que nada o faria voltar atrás, preferindo não comentar nada, pois “detalhes realmente não eram necessários”.

Sillaz disse sobre Aine, fazendo o garoto respondê-lo de imediato, quando o mesmo lhe deu permissão para falar. – Não me atrevo a mentir ao Senhor e muito menos para Aine, ela foi a primeira que me acolheu em Hogwarts e até hoje somos leais um ao outro. Me machucaria imaginá-la sofrendo por minha culpa, então eu não ouso sequer dizer uma palavra falsa a ela. – Disse confiante. Não queria que Sillaz confiasse nele assim tão facilmente, entendia que lealdade levava tempo e que como pai ela nunca concordaria com as palavras do garoto, mas Andrew queria dizer o que pensava e deixar claro que Aine era uma princesa não só naquela noite, mas eternamente seria se dependesse dele. – Não irei machucá-la. – Afirmou novamente.

Tocando na ferida, o pai de Aine só precisou de uma frase para fazer toda a conturbação Andrew tinha em relação a visão curta daquela noite sumir por um segundo. “Um filho jamais deve se culpar pelos erros do pai”. O garoto guardaria aquela frase para si, se recordaria daquilo sempre que lembrasse das palavras raivosas do pai, do pai que o fez não querer ser como ele.

Deixou o ar passar por seus pulmões antes de responder Sillaz. – Certo, Senhor Odegaard. – Apertou a mão do homem rapidamente e se despediu do homem assim. – Dançarei com sua filha com sua licença concedida, assim espero, Senhor. – Disse por fim assentindo e logo saindo à procura de Aine.

Passou pela multidão às pressas quando viu o holofote se acender no meio da pista de dança e alguém por trás de um microfone anunciar a tão espera valsa entre a Debutante e seu Príncipe da noite, fazendo Andrew correr como louco e esbarrar em milhas de pessoas sem nem mesmo pedir licença ou se importar com o toque que se fazia em meio a tanto aperto. “Eu sou o tal do Príncipe dela! Me deixem passar! ”, grunhia ele vez ou outra quando alguém o empurrava por querer passar tão apressado no meio deles. Quando finalmente conseguiu chegar ao meio da pista aberta e com várias pessoas em volta para ver a valsa, Andrew viu Aine totalmente perdida e confusa com o holofote direcionado a ela, mas quando o garoto fez sinal para o homem que comandava as luzes mandar um holofote sobre ele, Aine se virou e colocou seus olhos sobre seu acompanhante. Andrew não conteve o sorriso em seu rosto ao ver a reação da garota. – Me acompanhe. – Sussurrou movendo os lábios lentamente como se fizesse sinal para que a menina não ficasse envergonhada com tanta pressão sobre si. Os dois passaram a andar acompanhados pelos holofotes até se encontrarem no meio da pista, Andrew a puxou levemente pelo braço. – Achou que eu não iria aparecer na nossa Valsa? – Perguntou mais perto dela, sorrindo em seguida. A música então continuou, deixando que o garoto a levasse em seu melhor momento da noite.

 

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 26 Set 2017 - 0:16

1.5 Aine
A água caía como cascata pelo meu corpo no banho, fiquei pensando se Pietro estaria lá e se gostaria de me ver logo minha cabeça começou a me confundir se perguntando o que vestir ou usar. Mil pensamentos pra uma escolha somente, logo o banho termina e me enrolo na toalha e seco meu cabelo e faço meu penteado e minha make enquanto escolho o que vestir e sem dúvidas meus pais me matariam ao me ver e logo iriam me cobrir mais não antes de Pietro me ver, eu me sinto confiante de que ele vai querer me ver, sensual por trajar este vestido que sei que me destaca e feliz por reencontra-lo além do Castelo.

Em frente ao espelho sorrio me vendo pronta e logo me perfumo com uma fragrância chamada Chance Chanel, o melhor cheiro de todos e logo espirro nos pulsos, pescoço, nuca, ventre e seios são lugares onde perfume deve ser espirrado desde que me intendo por assuntos do gênero. Logo desço as escadas por estava em casa e procuro por Pietro, logo ao ver meus pais ao longe fujo em outra direção não queria ter de trocar de confiante a ridícula num vestido brega e normal como todas as moças usam, eu sou diferente delas e arraso simplesmente.

Logo ando pelos jardins me afastando dos demais da festa e procuro o lago para observar a água pura e cristalina já que não encontrava Pietro decidi me afastar dos demais já que não era chegada a eles e pelo fato de ser adotada pela família e ainda estar me acostumando. Depois de uns minutos sinto uma luz me iluminar e um cheiro conhecido, lembrei do dia que finalmente me aproximei dele na Torre do relógio. - Pietro?. Me virei calmamente e sorri.






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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 26 Set 2017 - 1:44


A valsa...
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A luz do holofote brilhava em seus olhos e Aine sentiu seu rosto ficando vermelho com os olhares de todos sobre ela. A música já havia começado e Aine não sabia o que fazer. Todos esperavam o início da valsa mais esperada, a debutante e seu príncipe, mas não havia sinal de Andrew. Um aperto no peito de Aine fez com que lágrimas subissem aos seus olhos. Ele tinha mesmo ido embora? A abandonara ali? Ela alisou o vestido com as mãos trêmulas e geladas e já estava se preparando para sair da pista de dança e correr para o seu quarto, quando uma luz se acendou do outro lado da pista. Aine virou o rosto e viu Andrew sorrindo para ela. Um peso saiu de seu corpo na mesma hora e ela sentiu vontade de correr até ele, o abraçar e soltar as lágrimas que estavam presas em seus olhos, mas se conteve. Deu passos curtos e lentos em direção a ele, conforme o garoto também andava em direção a ela, sentindo seu coração bater mais forte a cada passo que ficava mais perto dele. Ele sorria e Aine começou a achar tão lindo o sorriso dele, que passou a se concentrar só nele e não em todas as pessoas que olhavam ao redor. Andrew lhe passava segurança e paz, ele tinha esse tipo de dom sobre ela. Quando ele a segurou em seus braços para começar a dança, Aine sentiu o rosto enrubescer e desviou os olhos por alguns segundos antes de voltar a olhá-lo. - Claro que não... Você nunca faria isso. - Ela se sentiu culpada por ter pensado que ele faria algo assim com ela. Aquele era o Andrew. Seu melhor amigo. Uma das pessoas que ela mais confiava no mundo. Seu Andrew. Ele nunca faria algo para machuca-la ou magoa-la. O sonserino começou a conduzi-la com delicadeza pela pista ao som da música que ela escolhera a dedo para aquele momento. "Close to you" era uma das músicas preferidas de Aine e, por algum motivo, fazia ela lembrar dele quando ouvia. O jeito que ela gostava de ficar perto dele... A garota riu quando Andrew a girou. Nem parecia que era uma dança cheia de pompa e regras como uma valsa de debutante devia ser. Apesar de os dois estarem dançando muito bem, Aine se divertia como se estivessem brincando no meio do jardim da escola. Um leve suspiro saiu dos lábios da garota quando, depois do giro, ela voltou para os braços dele e a mão de Andrew a segurou pela cintura. Aine encarou os olhos dele com um leve sorriso no rosto e acariciou com o polegar a mão do garoto que segurava a dela. - Obrigada... - Sussurrou.
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Ter 26 Set 2017 - 22:30

O príncipe da Debutante
Abrindo outro sorriso - um que Aine certamente não via a muito tempo – e continuou a guiando, a girando e fazendo assim que toda a atenção das pessoas ao redor da pista a observasse com olhos arregalados por estar tão encantadora, ainda mais com aquele vestido tão bonito. – Por nada, sabe que eu estou aqui por você, sempre vai ser assim. – Disse a trazendo para a posição que a dança pedia, e afastou uma mecha do rosto da menina de seu olho. Sorriu observando o colar que havia dado a ela. – Ouso dizer que está maravilhosa. – Comentou sorrindo, como sempre não dispensando os bons modos e as palavras adequadas para a ocasião. Andrew nunca tivera sido tão sorridente por tanto tempo como naquela noite, ele nunca passou tanto tempo sem ser irônico, nunca! Chegava a ser estranha, mas algo que ele não se importava e até mesmo chegava a gostar.

A música escolhida por Aine continuava tocando e a garota esbanjava pequenos sorrisos cada vez que o menino a girava e a conduzia pela pista, se mostrando um ótimo acompanhante em valsas. Enquanto os dois deslizavam em meio aos holofotes, as pessoas que observavam a dança não paravam de comentar sobre a tal valsa, sussurrar coisas, tudo, porém não conseguiam tirar os olhos do que estava bem a frente deles, da dona da festa inteira. – Você não me parece muito feliz, está preocupada com algo? – Ousou perguntar em um sussurro quando Aine colocou seu rosto no combro do garoto ouvindo a música acabar e dar início a outra – porém agora todas as pessoas ao redor poderiam se juntar e dançar uma valsa no em volta deles -, ainda sim lenta de forma que eles não paravam de dançar. – Me diz, prometo que isso fica só entre nós. – Sussurrou novamente olhando os casais já se formando e dançando junto a ele e a Aine.

Tudo em volta deles parecia em câmera lenta, pessoas sorrindo, luzes girando pela pista, mais pessoas. De longe o garoto percebia que Aine estava desconfortável e sabia que era pela vergonha, mas não queria piorar as coisas se ela não quisesse conversar. "Será que foi por conta do que aconteceu a alguns minutos atrás? Ou será que foi o meu atraso? ", tentou formular vários "será que" em sua mente, mas nenhum deles tinham respostas realmente concretas. Andrew suspirou apoiando seu queixo na cabeça de Aine - já que a garota era bem baixinha - e esperou que ela dissesse algo e cortasse o silencio entre eles ali, dando passos para lá e para cá no ritmo lento.

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qua 27 Set 2017 - 19:28


A valsa...
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Realmente, por mais que Aine estivesse feliz e tentasse ao máximo sorrir, era como se uma sombra cruzasse o olhar da garota vez ou outra. E, Andrew, como a pessoa que mais a conhecia no mundo depois de seus pais, percebeu. Assim que a valsa acabou e outra música lenta começou e Aine percebeu outros casais se juntando a eles na pista de dança, os tirando do foco principal, ela enlaçou os braços ao redor do pescoço de Andrew e apoiou a cabeça no ombro dele. Apesar de eles continuarem dançando, mesmo sendo bem mais lento do que antes, ela permitiu que seu corpo relaxasse um pouco, deixando que toda a tensão que se acumulara ao longo daquela festa pelo medo do palco fosse embora. Um suspiro saiu dos lábios da garota e ela fechou os olhos, deixando que Andrew a guiasse. Ela não queria ver mais luzes em seu rosto, não queria ouvir mais comentários sobre a festa e seu vestido, mais nada. Deixou a pergunta dele no ar durante alguns minutos, apenas desfrutando daquele momento em que ela deixou que os braços dele fossem como um abrigo que a protegia de tudo e de todos. Por fim, quando outra música começou, Aine levantou a cabeça e encarou os olhos do garoto tão azuis quanto os dela. Um sorriso calmo estampava seus lábios e ela ajeitou a gravata dele, mesmo que não precisasse de nenhum ajuste. - Você está muito bonito hoje. - O elogio saiu tão natural, que o rosto da garota nem ficara vermelho. Acima de qualquer coisa que acontecesse, ele sempre seria o seu Andrew, seu melhor amigo, aquele que se preocupava e a protegia sempre. - Eu gostaria muito de te ver sorrindo assim todos os dias... - Alargou o sorriso e, antes que ele começasse a falar sobre todas as coisas que o impedia de sorrir daquela forma, ela o interrompeu. - Eu sei, And, eu sei. - Sussurrou com doçura e voltou a abraçá-lo. Não um abraço da dança, mas um abraço sincero. Um abraço que Aine se esforçava em expressar toda a sua gratidão por ele estar ali, e mais, por ele estar em sua vida. Ela nunca poderia pensar em ter um amigo melhor. Se afastou aos poucos, só para conseguir olhar para o rosto dele de novo. - O que aconteceu lá no lounge, And? - Sussurrou porque, devido à distância, já era o bastante para que ele ouvisse. E perguntou rápido, certeira, antes que perdesse a coragem. Era aquilo que a estava afligindo. Não que ela não tivesse gostado ou que não quisesse que aquele momento tivesse continuado até onde os dois sabiam que ia chegar, mas ela estava confusa.
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Qui 28 Set 2017 - 22:04



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Algumas horas deviam ter se passado desde que eu havia sido transformado em um DJ, bem, não tinha como eu saber ao certo, já que acabei por dormir "sem querer" no meio da festa. Ao acordar pude perceber que o baile já havia começado, e nenhum ser humano por perto tentou me acordar, o que me deixou um tanto quanto irritado. Na tentativa de tentar dar uma acordada, me dirigi a bancada de bebidas onde peguei o primeiro copo de bebida que vi na frente. Enquanto tomava minha bebida pude observar minha irmã Samantha sozinha, próxima a pista de dança e, como eu queria aproveitar a festa e não podia ver minha querida irmã sozinha em uma festa tão badalada, resolvi tomar alguma providencia quanto a isso - Hey Sam !!! - a chamei sem deixar de exibir meu largo sorriso - A senhorita me concederia a honra de uma dança ??? - terminei enquanto lhe erguia a mão.

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Samantha S. Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sex 29 Set 2017 - 14:14

Festa da Aine
É sério, eu ainda não sabia o que estava fazendo ali na festa da Aine. Como era festa de quinze anos, claro que casais iriam se formar em menos de dois minutos para a valsa e como já era de se esperar, eu fiquei sentada na mesa sozinha, olhando os convidados dançando porque ninguém ainda tinha me chamado para dançar. E por que eu não fugira da tradição e não chamara um garoto para dançar ? Simples : Não conhecia quase nenhum garoto que estava na festa, mesmo que a maioria fossem meus parentes.  —Se não fosse para não chatear papai e não chatear a tio Ryan e tia Desi, eu nem teria vindo á festa.. -Eu disse para mim mesma, chateada, bebendo mais uma taça de um coquetel de frutas sem álcool que eu havia encontrado em uma mesa perto da minha. Estava terminando de tomar meu coquetel e me levantando para sair da festassem ser notada, quando, para salvar meu dia, Killieger, meu novo irmão mais velho, apareceu e me perguntou se eu aceitaria dançar com ele. Bom, ia ser mais divertido dançar com meu irmão do que ficar chateada o resto da festa.-Claro que aceito, maninho, você salvou meu dia !-Eu disse á Killi, rindo, segurando sua mão e deixando que meu irmão me conduzisse para a pista de dança.  
Maninho *-*— Jardim de casa — Noite

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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sex 29 Set 2017 - 20:50

O príncipe da Debutante
Andrew chegava a achar engraçada a forma de Aine se pronunciar, o tocar, até mesmo abaixar os olhos era extremamente cautelosa e delicada, sempre tão gentil e ingênua aos olhos dele. Não, aquilo não era algo que ele estava acostumado a lidar, era difícil alguém ser gentil com ele além de Aine, é isso era de um valor gigante para ele. Aquela corvina o abalava mais do que qualquer visão idiota que surgia inesperadamente, ela era encantadora em vários aspectos, vários aspectos que Andrew odiaria deixar de ver.

Aine massageou o ego de Andrew, o elogiando de propósito enquanto ajeitava a gravata no pescoço do mesma. Mal ele sabia que ele odiava roupas de gala e que estava se segurando a horas para não arrancar aquela gravata ridícula de seu pescoço, obviamente também desabotoando todos os botões da blusa branca, bagunçando seus cabelos rebeldes e por fim jogando o blazer preto em qualquer canto que pudesse ser longe o suficiente de seu olhos. Andrew sorriu e ergueu uma da sobrancelhas. – Essa troca de elogios está cada vez mais frequente hoje. – Brincou só para a ver corar, levando o ritmo calmo segurando na cintura da menina. Aine comentou sobre seu sorriso. – Você sabe que eu não sou assim semp…– A corvina o interrompeu de forma engraçada na visão dele. – Ah é, já me conhece melhor do que qualquer pessoa, tinha me esquecido desse detalhe. – Piscou, divertido. Andrew se esforçava muito para arrancar um sorriso dela, já que ela arrancava alguns dele. E, com os braços em volta do pescoço do jovem, Aine permanecia bem perto, e quando a garoto desembuchou o que tanto a afligia Andrew não pode deixar de rir da garota. – Está preocupada com o “quase beijo” no Lounge? – A observou de um jeito diferente, como se suas palavras travassem uma trégua com as dela, a fazendo se silenciar em questão de segundos, era o que ele queria, que Aine permanece calada e o permitisse terminar o que começou. Rapidamente Andrew a puxou para mais perto de seu corpo com um só movimento rápido. – Deveria parar de se preocupar tanto com as coisas e só aproveitar o momento. – Disse ele com a voz rouca e clara no ouvido da garota que se arrepiava em questão de segundos. – Eu...quero fazer isso a um tempo, mas não sei se eu deveria. – Continuou ele entre sussurros, suspirando em seguida. - Vem comigo. - Ele foi rápido e a pegou pela mão e a levou para longe da pista no meio de várias pessoas que começavam a dançar ao som de um música bem mais agitada, onde o DJ disse que seria uma das últimas músicas tocadas da noite.

Eles seguiram para a fonte que ficava um pouco longe da multidão, em um lugar mais calmo e sem tantas pessoas rondando, onde eles poderiam ficar um pouco mais afastados de tanta agitação. Antes que Aine perguntasse o que ele queria tanto fazer, mas não conseguia, o garoto respirou fundo e observou a água da fonte jorrar por todos os lados, era possível até ver algumas moedas na mesma, e sem a olhar disse: - Aine ? - A chamou em uma voz baixa. Aine o olhou e ele estremeceu com aqueles olhos sobre si. Ela estava tão bonita que ele mal percebeu que suas mãos ainda estavam juntas, e obviamente seus corpos também estava bem perto um ao outro. - Eu…- Começou a dizer, mas não conseguiu se concentrar e dizer algo. De repente algo aconteceu, o corpo de Andrew clamava por algo inesperado naquela noite, o fazendo se esquecer de tudo e de todos e só pensar nela, logo chegando cada vez mais perto. O barulho da água caindo da fonte deixava tudo ainda mais calmo e romanticamente bobo, o que Andrew nem mesmo se importou, só conseguindo se aproximar mais. Quando percebeu, suas respirações já estavam unidas.


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Aine Brattrewood Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Jardins   Sab 30 Set 2017 - 22:57


O beijo...
AINE ODEGAARD

Aine não entendia muito bem o que estava acontecendo. O jeito que Andrew agira na pista de dança não era típico dele e aquele arrepio que ela sentiu quando ele falou daquele jeito em seu ouvido também não era algo típico. Ela seguiu atrás dele, sendo puxada pela mão para longe da festa. Não era assim tão longe, ainda dava para ver as luzes e ouvir a música animada que Aine reconheceu como sendo das músicas que Kilieger havia separado para encerrar a festa. Já estava tarde, vários convidados já haviam ido embora e até ela, apesar de estar se divertindo muito, já estava cansada. Chegaram até a fonte que ficava no canto do jardim e Aine ficou o observando sentindo um misto de curiosidade e ansiedade. Seu coração batia acelerado e ela tentava ao máximo se controlar para não falar nada e estragar o momento. Ele a havia levado até ali, então ela esperaria que ele falasse. Aine abaixou os olhos em direção a água da fonte. Várias vezes ela já jogara moedas ali quando era criança, mas várias vezes já entrara ali junto com seu primo Kilieger para roubar as moedas dos outros primos para que os desejos deles não se realizassem. Bons tempos. Foi tirada de seus devaneios quando ouviu a voz de Andrew a chamando. Aine levantou os olhos, sentindo o coração pulsar na garganta. Ele estava sério e a olhava de uma forma que nunca havia olhado antes. - And... - Ela sussurrou vendo ele se aproximar ainda mais. As mãos deles estavam coladas e, logo, os corpos também ficaram. Ela sentiu a respiração quente dele fazer cócegas em seu rosto, o perfume almiscarado do garoto inundando suas narinas, os olhos dele a arrebatando de uma forma hipnotizante... Foi como se Aine não tivesse mais controle sobre seu corpo e, antes que fizesse qualquer coisa, Andrew diminuiu ainda mais a distância entre os rostos deles e a beijou. Aine nunca havia sido beijada antes e não é preciso dizer que, como a maioria das meninas em sua situação, havia uma grande expectativa no ato. Ela sempre sonhou que fosse com um garoto especial em uma situação especial e que ele a fizesse se sentir a garota mais especial do mundo. E foi assim. Nenhum garoto nunca a tratara como Andrew. Não só em uma festa esperando conseguir algo dela, mas do jeito que ele a tratava também na escola com tanto carinho e proteção. Todos os momentos que eles brincaram e riram juntos. As vezes em que ele se abalou com uma visão e ela ficou ao lado dele, o acalmando. Não tinha outro garoto que ela queria mais ter aquele beijo do que ele. Além do fato de estarem naquela festa onde ele foi um cavalheiro durante toda a noite, naquela fonte com as estrelas brilhando acima deles, com a música de fundo... Aine o abraçou, deixando que os braços repousassem levemente sobre os ombros do garoto, enquanto um leve arrepio percorreu seu corpo com as mãos dele em sua cintura. Ela não sabia muito bem o que fazer com a boca e estava nervosa com a situação, mas tentou ao máximo deixar que seus instintos a guiassem. Ela não sabia se ele já tinha feito aquilo antes, mas o beijo era lento e carinhoso e, depois de alguns segundos, Aine conseguiu se acalmar um pouco, conseguindo até esboçar um sorrisinho quando os lábios se afastaram. Ela ainda permaneceu alguns segundos com os olhos fechados, somente gravando aquelas sensações em sua mente, e, quando abriu os olhos, encarou os olhos profundamente azuis de Andrew. Ele sempre fora tão bonito? Aqueles olhos sempre foram tão profundos e penetrantes? - Isso foi bom... - Aine alargou o sorriso, sentindo o rubor tomar conta de seu rosto.
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