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 Cozinha

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Alana Kuznetsov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Qui 14 Set 2017 - 23:21



Cozinha



Seguro seu pescoço ainda contra mim e mordo seu lábio inferior enquanto me coloca em cima da bancada. Retribuo o beijo na mesma intensidade e bagunço suas madeixas com a mão direita. Desço minha mão de seus cabelos e a levo até seu abdômen passando meus dedos por cada espaço entre os seus gominhos. Dou algumas mordidas em seu lábio inferior durante o beijo e o intensifico cada vez mais. -Vou acordar querendo mais? Eu sei que você já quer mais. - falo em seu ouvido e desço meu rosto um pouco e deixo algumas leves mordidas no local e volto a te encarar. –Só cuidado para não se viciar... - falo o olhando nos olhos e sorrindo de lado.

Sinto sua mão acariciar minha coxa por baixo do meu vestido e seguro em sua cintura o puxando contra mim. Observo seu olhar malicioso sobre mim e retribuo seu beijo acariciando sua cintura. Mordo a ponta da sua língua e depois o seu lábio inferior o olhando nos olhos, era claro que o garoto queria mais coisas do que alguns simples amassos, mas eu não iria deixá-lo conseguir nada além que isso tão rápido assim, não iria ajudá-lo nisso ou ser apenas mais uma na listinha dele. –Sim, pode ser apenas uma pegação com uma ótima química, mas, acha mesmo que vou deixar você ir até o final assim tão fácil? No nosso primeiro amasso?- o pergunto puxando seu lábio inferior com pouca força na mordida e sorrio o soltando.

Desço da bancada e sinto sua respiração em meu pescoço me fazendo arrepiar por inteiro, fecho meus olhos sentindo seus beijos em meu ombro e pescoço e sorrio de lado ainda com os olhos fechados. –Então precisa me soltar. - falo baixo sentindo você se remexer lentamente. Sorrio debochada e me viro pra você o encarando nos olhos. –Vai ter que fazer muito mais do que isso se quiser ir até o fim comigo.. - o provoco e seguro em sua mão. Pego sua blusa que estava no chão e vou correndo em direção a casa da arvora ainda o segurando.



“Às vezes, tudo o que você precisa fazer é cruzar uma porta”
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@Lilah

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Alana Odegaard
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Jack Maslin Odegaard

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sab 23 Set 2017 - 12:43


Longe do barulho
Após falar sue nome para a loira e senti-lá tocar seu braço, pois ela falou que aidna se sentia tonta, e ele não gostaria de vê-la cair no chão, ele seguiu em passos calmos em direção a cozinha da mansão. Adentrou o lugar sem fazer barulho e caminhou com calma em direção a  mesa e puxou uma cadeira. - Sente-se, por favor. - Pediu com sua voz calma, que estava passando por mudanças, pois estava crescendo. Pensou em oferecer uma poção  para ela, mas lembrou-se antes que não era bom beber algum medicamento depois de ingerir bebida alcoólica. - Água natural ou gelada? - Perguntou a olhando nos olhos e depois de ela escolher, ele foi pegar o líquido para a mesma. - Então, seu irmão mais velho lhe deu bebida, te deixou nesse estado e sumiu? - Tentou entender o que tinha acontecido. Apanhou um copo e junto com a jarra, levou tudo para a mesma, servindo-a. - Entendi, bom, acho que ele se perdeu pela festa.. - Comentou enquanto se sentava na frente de Ártemis e passou a mão pelo cabelo. A música ainda dava para ser escutada, porém era bem pouco e o cômodo que os dois estavam não tinha mais ninguém, o que permitia um bom diálogo entre os jovens. - Bom, eu não tenho nem irmão e nem irmã, sou filho único. - Disse quando ela perguntou se ele tinha irmãos. - Quer comer algo? - Ele estava com fome, mas não estava com vontade de voltar até a festa para comer algo. Se levantou novamente e caminhou até a geladeira, abrindo a parte do congelador. - Gosta de pão de alho? - Perguntou ainda mexendo para ver quais erma as opções que tinha para matar a fome. - Tem aqueles frango congelados, é de especialidade trouxa e é super fácil de preparar. - Ele estava com vontade de comer as duas cosias, então retirou as duas do compartimento gelado, o fechou e as colocou sobre a pia. Por um segundo ele parou para pensar e se lembrou que a prima conhecia adolescente trouxas, e ele nunca tinha visto aquela loira na vida, pois nunca tinha a visto em Durmstrang. Seu coração gelou, pois ele tinha usado a palavra trouxa e não sabia a realidade de vida da jovem. Soltou um longo suspiro quando ela usou a mesma frase, graças a Merlin era ela bruxa, afinal, ela não o questionou perguntado o que significava trouxa.


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Ártemis Lamoreaux Metzger
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Dom 24 Set 2017 - 16:43



In Love

Ao adentrar o cômodo da mansão se manteve perto de Jack, o acompanhou até a mesa e não evitou sorrir pela cadeira que ele havia puxado para si, sentou de bom grado e agradeceu. Apoiou os braços ali e acompanhou todos os movimentos do outro com os olhos, ele era interessante ao seu ver, diferente de outros garotos fúteis que sempre conhecia. — Gelada, por favor. - A cozinha era mais afastada do Jardim, o som da música quase não chegava ali então agora podiam ter uma conversa em um tom decente, sem precisar gritar e agradeceu por isso, pois agora podia ouvir a voz clara dele. — Sim! Ele deve estar perdido no meio das pernas daquela garota. - Fechou os olhos e fez um esforço para lembrar o nome da menina. — Acho que o nome dela era Aline, Luana, Alana, algo assim. - Deu de ombros. — Ele tinha pedido pra dançar comigo ai ela chegou e ele sumiu com ela. - Bufou ao lembrar do ocorrido. Era sim uma pessoa rancorosa e iria se vingar mais tarde pelo sumiço de ambos os irmãos.


Agradeceu pelo copo de água e tomou o líquido no mesmo instante, tinha que ficar completamente sóbria antes de voltar pra casa. Fitou o menino agora sentado em sua frente e pode ter certeza que ele era sim muito bonito, não estava tão bêbada agora e seus sentidos tinham voltado, sentiu vontade de suspirar de alívio, afinal sua mente não tinha a pregado uma peça. — Você tem irmãos, Jack? - Deixou a cabeça apoiada na mão e o fitou curiosa. — Sorte sua. - Disse pela resposta que recebeu. — Somos em quatro ao todo. Hunter é o mais velho, então tem eu e meu irmão gêmeo, Apollo, e por fim o caçula, Leon. - Sorriu ao lembrar dos irmãos, por mais que implicasse com eles a maior parte do tempo, no fundo tinha um enorme carinho pelos meninos. Sacudiu a cabeça indicando que sim, em outra ocasião provavelmente negaria por educação, mas seu estômago estava roncando, não tinha comido nada desde que tinha parado pra se arrumar para aquela festa. — Eu fico com o frango. - Não pode deixar de lançar um olhar curioso ao outro ao ouvi-lo dizer a palavra “trouxa”, então ele também era um bruxo? Já estava desconfiada daquilo, se ele morava ali então o menino era um Odegaard e os Odegaards eram uma família repleta de bruxos. — Os trouxas nos surpreendem cada dia mais com essas invenções estranhas, se bem que eu adoro essas tirinhas de frango. - Respondeu sem muito interesse.


Girou o copo algumas vezes, brincando com ele e então voltou sua atenção para Jack, que estava de costas para a mesa. Levantou sem fazer muito barulho e andou até estar ao lado do menino. — Eu nunca te vi em Hogwarts. - Seu tom era baixo. Ficou algum tempo tentando lembrar se já tinha o visto, mas sabia que nunca esqueceria aquele rosto então supôs que ele não era um estudante de sua escola. — Você não é de lá, né? Quer dizer, eu me lembraria de ter te visto andando por lá. - Esbarrou a cintura no corpo do garoto propositalmente, encarou o frango congelado apenas para disfarçar e então subiu o olhar para o rosto de Jack.  


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Jack Maslin Odegaard

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Seg 2 Out 2017 - 18:05


Se conhecendo
"Cara, ela só tem homens ao seu redor!" Pensou enquanto processava a informação e os nomes que a menina disse sobre seus irmãos. Ele não sabia se ter um irmão era bom ou ruim, já que tinha sido sempre único. Tratou de começar a abrir o saco com os pedaços de frango temperados e o pão de alho, a fome estava li matando. Mesmo de costas ele sabia que a menina estava de pé, pois era ligado a todos os barulhos a sua volta, o motivo disso? Bem, ele teve que aprender desde pequeno a tomar cuidado, graças ao lugar fechado que foi criado até os cinco anos. Viu de canto de olho ela parar ao seu lado e virou o rosto para dar atenção total a mesma, havia aprendido com sua mãe que se deve olhar uma pessoas nos olhos quando dirigi-se a palavra a esta. Arqueou a sobrancelha esquerda com o comentário que a loira fez, afinal, ela deveria ser bem popular ou que se dava bem com várias pessoas, já que tinha notado que nunca o tinha visto na escola. Ele nem precisava perguntar que escola ela estudava, pois só pelo comentário dava para saber, porém ficou curioso para descobrir que casa ela pertencia. - Não, eu não sou. - Respondeu a pergunta de forma direta, não tinha porque fazer joguinhos e não gostava de fazê-los. - Eu estudei desde os meus onze anos em Durmstrang, apesar de ter primos em Hogwarts. - Quando completou a idade para ingressar em uma das escola de magia, Dandara permitiu que seu filho escolhesse a onde gostaria de estudar. Acabou ficando preocupado quando ela se esbarrou nele, achou que ela pudesse estar tonta ou que iria desmaiar, afinal, encontrou a garota toda doida de tanto beber coisa que não devia ao seu olhar, mas não a reprendeu, não tinha esse direito. Largou as coisas congeladas e segurou em seu braço da menina, não com força que pudesse machucá-la, mas para que não permitisse que ela caísse. - Você está bem? - Perguntou encarando-a com atenção, era um garoto que conseguia descobrir quando alguém estava mentindo só pelos gestos das mesmas. - Não é melhor você se sentar? - A questionou e soltou seu braço com a resposta. - Não quero que caía e se machuque. - Comentou e então seguiu até o armário para pegar uma forma e uma panela para fritar os congelados. - Tem medo de usar a varinha fora da escola? - Perguntou ainda de costas, queria saber mais da menina e se ela gostava de se arriscas. - Hum.. - Analisou as coisas no armário e então pegou as que achava necessárias para o que precisava. Ligou o forno e então colocou o pão na forma. - Bom, se eu estiver com preguiça de fazer algo e a varinha for me dar algum benefício... - Deu de ombros. - Não vejo o porque de não usá-la, o ministério não vai estar o tempo inteiro de olho em bruxos que fazem magia em casa. - Comentou e então pegou o olho e o despejou na panela, para só então colocá-la sobre a boca do fogão. - Sabe fazer suco? - Perguntou enquanto ascendida a boca para esquentar o óleo. - Beleza, então está encarregada de fazer. Fica na segunda porta a direita perto da geladeira e o açúcar fica perto. - Explicou e então continuou fazendo suas coisas. - Ah, tem uma jarra na outra porta do lado esquerdo e a colher fica na terceira gaveta. - Respondeu quando ela perguntou sobre os objetos e então começou a preparar uma valísia para colocar os pedaços de frango fritos, com cuidado foi colocando papel toalha para chupar a gordura. Virou-se para Ártemis e então a viu adoçar o suco e levou um susto quando a mesma cuspiu. - Que foi? - perguntou se aproximando em passo rápidos da loira. - Como assim salgado? - Perguntou incrédulo, afinal, como alguém poderia errar o que colocar em um refresco se os potes da casa tinham nome. Experimentou um pouco e fez uma grande careta. - Nossa, isso tá horrível, você disse que sabia fazer sucos! - A olhou e depois encarou o pote que ela tinha pego. O pote de sal e açúcar eram iguais, a única coisa que os diferenciavam era os nomes e por um acaso alguém tinha trocado. - Ele não fez isso.. - Murmurou se lembrando que Pierre estava sentado na mesa mais cedo enquanto o elfo limpava os armários, claro que ele viu o primo entretido com os objetos, mas não pensou que ele estava aprontando. - Meu primo.. - Respondeu quando foi questionado. - Isso foi obra do Pierre, que por acaso é irmão da Alana que deve estar com seu irmão. - Completou e encarou o suco. - Bom, joga fora e faz outro. - Ninguém beberia aquele negócio horrível. Voltou para a panela e então começou a fritar o frango.

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Ter 3 Out 2017 - 19:29



Crianças...

Observou com atenção os movimentos que o outro fazia, Jack se movia de um lado para o outro na cozinha com certa elegância, se perguntou se ele era acostumado a fazer aqui o tempo todo, já que em sua própria casa tinha pessoas quem fazia aquilo por si. Sempre achou atraentes homens que sabiam cozinhar, sabia que era um tanto quanto clichê achar aquilo mas não podia evitar. — Durmstrang, interessante. - Disse. — Já pensou em fazer intercâmbio em Hogwarts? - Perguntou olhando nos olhos do mais alto. Aquela podia ser a única vez que se veriam, já que ele não era da sua escola e muito menos era acostumada a frequentar a casa dos Odegaard. No fundo não queria que aquela fosse a primeira e última vez que conversavam, esperava poder ter muito mais oportunidades para vê-lo.


Estava se sentindo um pouco confusa com aquele sentimento que insistia em crescer cada vez mais em seu peito, tinha o conhecido a apenas alguns minutos e já se encontrava naquela situação. Era estranho sentir aquele tipo de afeição por outra pessoa que não fosse seu irmão, Apollo. Até mesmo com seus familiares mais próximos, não era do tipo que demonstrava ou sentia aquele tipo de coisa. Gostava da família, mas no fundo sabia que não ligava de verdade para o que eles faziam e falavam, a única pessoa pela qual poderia afirmar com certeza que amava era o seu gêmeo. E agora se encontrava ali, de frente para um quase desconhecido ansiando por tornar-se mais próxima.


Balançou a cabeça tentando se livrar de tais pensamentos e focou toda sua atenção no que acontecia ali na cozinha. Continuava parada ao lado do menino e apenas se limitou a afirmar que estava bem, apoiou as mãos no balcão a sua frente e olhou para a comida congelada. — Eu estou bem, sério. - Mexeu os ombros despreocupada, tinha plena noção de seu estado mas agora já podia afirmar que estava bem. —  Usar minha varinha? Se eu fizer isso acho que minha mãe me mata. - Pensou no que a mãe faria caso descobrisse uma coisa daquelas e sentiu calafrios percorrerem o corpo. Era filha da Diretora de Hogwarts, de algum modo a mãe tinha contatos e conhecidos por toda parte, seria praticamente impossível fazer aquilo se se meter em uma furada. — Você usa a sua? - Perguntou curiosa. Acenou com a cabeça mostrando que compreendia o que ele dizia. — Quem me dera se meu problema fosse só o ministério. Mas tem uma primeira vez para tudo né. - Sorriu e não conteve a risada, estava blefando descaradamente, mas não que a ideia não parecesse tentadora. — Claro que eu sei, eu sou a rainha dos sucos, Jack. - Revirou os olhos, aquela era uma tarefa fácil de se fazer. Ouviu atentamente as instruções e seguiu passo a passo, procurando por tudo o que iria precisar para preparar o líquido.


A cozinha era grande e se não fosse por ele provavelmente não acharia nada, então apenas agradeceu por ele pelo menos dizer onde estavam as coisas. Quando alcançou a jarra de vidro levou o objeto para cima da bancada e começou a misturar tudo, despejou as coisas e no final adicionou uma quantidade considerável de açúcar, gostava de coisas doces e esperou que ele também. Virou o corpo em direção a pia e pegou um copo apenas para provar, então encheu metade do copo com o suco e assim que o líquido encheu sua boca sentiu os olhos lacrimejarem, aquilo não tinha gosto de suco. Nem os sucos de abóbora de Hogwarts eram tão ruins quanto aquele, cuspiu tudo sem nem se dar conta do ato. Fez um careta e apontou para a jarra. — Isso está salgado! - Seu tom de voz já não era mais tão calmo, se perguntou se tinha errado os potes de sal e açúcar, mas ao fitar o potinho cristalino teve certeza que não, afinal ali estava escrito bem claro “AÇÚCAR”. Olhou chocada para o outro e ergueu o pote. — Aqui tá escrito açúcar! Eu sei fazer sucos, não tenho culpa se o pessoal da sua casa gosta de trocar as coisas. - Deu a volta no corpo do mais alto e correu para a torneira, tomando uma boa quantidade de água. O gosto ruim parecia não sair de sua boca e se perguntou se quem tinha feito aquilo tinha más intenções, se era proposital. — Pierre é uma criança? - Questionou revirando os olhos, não gostava de crianças. Não tinha paciência nem com o próprio irmão caçula. — Pelo visto mal gosto é de família, a irmã dele está agarrada com meu irmão e ele faz brincadeiras assim. - O humor ácido era uma parte marcante de sua personalidade, não se importou se aquilo fosse ou não ofender, costumava soltar pérolas daquele tipo sem ao menos se dar conta. Pegou a jarra e despejou o conteúdo no buraco da pia, jogou um pouco de água dentro dela e começou a refazer todo o suco. — Agora sim. - Disse com um copo em mãos. — Por que seu primo fez isso? Ele costuma fazer essas coisas? - Queria saber mais sobre ele e achou que aquela era uma boa forma de começar, voltou para a mesa, repousou a jarra e se sentou enquanto observava novamente Jack.


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Jack Maslin Odegaard

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Dom 8 Out 2017 - 19:15


Se conhecendo
- Pierre é uma criança sim. - Respondeu a pergunta da outra e suspirou. - Não fale assim, ele sofre muito na mão de Alana e Savannah, elas o tratam muito mal, fora que... - Parou de falar ao escutar sobre o mal gosto ser de família. - Bom, eu pertenço a família deles, então o que disse me inclui também? - Ele não estava bravo ou algo do tipo, mas queria ver qual seria a resposta que ela daria para sair da pergunta que ele fez, seria engraçado. Virou-se novamente para a panela e foi retirando os pedaços fritos e os colocando  sobre o guardanapo para que ele chupasse o máximo do óleo. - Pelo que sei as meninas estavam aqui na cozinha preparando um bolo, uma coisa só delas e ele queria ajudar e claro, provavelmente pediu um pedaço e elas negaram. - Suspirou acabando de fritar os últimos pedaços dos congelados e abaixou-se para ver o pão de olha dentro do forno. - Ele não é assim, nunca vi ele revidar o que fazem com ele, mas acho que está crescendo, de certa forma eu achei genial a ideia dele, ele precisa a mostrar para elas que merece respeito. - Desligou o forno ao ver que a parte cremosa do pão estava derretida e acabou de retirar o resto das coisas que fritavam. Após os alimentos ficarem prontos, olhou para a menina e sorriu, trataria de aprontar um pouco. Sacou a varinha sem se preocupar se alguém poderia aparecer e apontou para o recipiente que o frango estava. - Wingardium Leviosa! - Fez com que os alimentos flutuassem até a mesa onde Ártemis estava sentada e pousassem em sua frente. - Quer ketchup e maionese? - perguntou enquanto caminhava até a geladeira e pegava as coisas, ele gostava delas, então mesmo que a outra não quisesse, ele queria. Apanhou dois pratos e os talheres para que matassem a fome que estava lhes matando. Colocou as coisas sobre a mesa e sentou-se ao lado da jovem. - Então, qual sua matéria favorita em Hogwarts? - Perguntou enquanto cortava um pedaço do pão de alho e o levava até a boca da menina. - Cuidado, está quente.. - Falou baixo sentindo suas bochechas esquentarem pela ação que fazia. Esperou que ela pegasse o alimento e sorriu de leve. - Está bom? - Perguntou enquanto cortava um pedaço para si e comia. Encarou a garota nos olhos e então ergueu a mão esquerda para limpar com o polegar o canto da boca dela que estava suaja com o recheio do pão. Seus olhos ficaram fixos nos lábios dela e então os levantou levemente para olhá-la nos olhos, sem percebeu acabou se deixando levar pelo sentimento e aproximou ainda mais o rosto do dela, fazendo seus lábios ficarem bem próximos ao ponto de poder sentir sua respiração.

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Seg 9 Out 2017 - 21:46



Baby come and kiss my lips

Tomou mais um gole do suco que estava no copo de vidro em sua frente e ouviu atentamente o que o maior dizia. Sabia bem que crianças podiam ser levadas quando queriam e aprontar bastante, tinha o próprio irmão caçula para provar que nem sempre a culpa era dos irmãos mais velhos. Mas não conhecia Pierre ou as irmãos deles, e pelo pouco que viu da tal Alana, preferiu se manter em silêncio sobre aquele comentário. Levantou a cabeça e encarou o garoto. — Não, eu me referi a parte deles da família. - Disse. Gesticulou um pouco com a mão, se perdendo na própria linha de raciocínio. — Você entendeu, né? Pierre, as irmãs. Você não. - Sacudiu a cabeça e fez uma careta, tomou mais um gole do suco e ficou em silêncio. Estava consideravelmente melhor, mas isso não significava que estava completamente sóbria. — Lá em casa é o contrário. - Pensou em Leon e na quantidade de pegadinhas que já tinha caído. — Meu irmão caçula é um terror quando quer. Você acredita que uma vez ele me chantageou e eu tive que dar minha sobremesa para ele durante um mês todinho? - Se ajeitou na cadeira e apoiou os braços na mesa. — Nem me pergunte o que ele fez com tanto doce.


Sentiu as bochechas corarem pelo sorriso direcionado a si pelo outro, pensou em desviar o olhar mas se recusou ao vê-lo sacar a varinha e usar um feitiço, não evitou sorrir. — Então você faz o tipo bad boy? Daqueles que quebra regras e usa feitiços fora da escola. - Apoiou a mão no queixo novamente e lançou um olhar divertido. — Claro, adoro molhos. - Se debruçou na mesa e sentiu o cheiro dos pães recém assados, sentiu a boca salivar, afinal não tinha comido nada desde que pisara naquela festa. Esperou até que Jack estivesse sentado ao seu lado e os pratos e talheres na mesa para começar a se servir. — É uma pergunta complicada, todas as matérias me parecem interessantes, mas se eu tivesse que escolher apenas uma eu diria poções. - O olhou no fundo dos olhos e continuou. — Me parece mais atrativa - Tombou a cabeça levemente para o lado e aproximou um pouco mais a cadeira do outro. Abriu a boca para quando o garfo foi levantado em sua direção, antes de abocanhar o pão o assoprou para não se queimar, mordeu um pedaço pequeno e o mastigou rápido. Acenou positivamente com a cabeça como resposta para a pergunta e baixou o olhar para o alimento sobre a mesa.


Não esperava pela atitude que viria a seguir, a mão do outro em seus rosto, perto demais da boca teve ações imediatas em suas bochechas, que logo assumiram uma coloração rubra, não se deu nem ao trabalho de se mexer. Apenas ficou ali, naquele transe, olhando no fundo dos olhos do garoto bonito, e agora que tinha a oportunidade de ver os detalhes do rosto de perto não iria dispensá-la. Sentia o coração bater forte dentro do peito pela aproximação, fechou os olhos antecipando o que iria vir e quando não sentiu a boca do outro sobre a sua voltou a abrir as orbes azuladas. “Três segundos. Você só precisa de três segundos de coragem”. Com esse pensamento na cabeça, colou os lábios nos do outro, em um beijo singelo. Pensou que Jack iria recuar, mas quando o mesmo não o fez, se aproximou ainda mais, aprofundando o beijo. Deixou as mãos no rosto do jovem, não queria assustá-lo, mas não conseguia se conter e nem queria. Já tinha dado alguns beijos ao longo de sua vida, mas era apenas isso, beijos, não queria se envolver com ninguém. Era óbvio que tinha uma paquera aqui ou ali, mas nunca passava disso, pequenos flertes. E aquele garoto na sua frente havia conseguido despertar em si essa ansiedade de querer beijá-lo repetidas vezes, por isso não se importou em levantar da própria cadeira para sentar sobre o colo do mais alto, apenas queria estar mais próxima dele, sentir o corpo quente, forte e esguio sobre seus dedos. Sua mente estava em branco, a única coisa que conseguia pensar era nos lábios colados aos seus

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sab 14 Out 2017 - 1:44


O beijo...
Os olhos azuis fizeram com que ele perdesse o controle e se deixasse levar pelos movimentos da loira, se esquecendo totalmente que alguém poderia entrar e as coisas ficarem feias. Seu oração foi a mil quando os lábios da jovem tocar os seus, pois não esperava que ela tomasse essa atitude, afinal, eles tinham acabado de se conhecer, e Jack não fazia o tipo de garoto de sair beijando qualquer menina, ainda mais uma que não deveria estar em seu juízo perfeito já que tinha a encontrado tontinha na pista de dança. Ele demorou alguns segundos para retribuir o beijo, mas não tempo o suficiente para que a garota achasse que ele não estava gostando e recuasse, acabou retribuindo o beijo com carinha e calma, não tinha porque ser selvagem em um momento como aquele, ainda mais com uma garota como aquela, que tinha despertado algo dentro de si que nenhuma menina havia feito antes.

Não queria forçar a barra então permitiu que ela guiasse o beijo em seu ritmo, mas a coisa mudou de visão quando sentiu a garota sobre seu colo. o fazendo ficar excitado e seu membro ficar volumoso. Fechou os olhos e passou os braços pela cintura dela, puxando-a para mais perto e colocando os corpos, queria tê-la em seus braços, queria sentir o calor que ela fazia seu corpo ter só com um simples sorriso. Começou a controlar o ritmo do beijo, o tornando mais ardente e cheio de volúpia, sua língua invadiu a boca da jovem e passou a explorar cada pedaço que podia, permitindo que a dela e a dele começassem a dançar juntas em uma música que só elas sabiam. Acabou permitindo que apenas só um de seus braços ficassem ao redor do corpo da garota, então subiu a mão direita até os cabelos loiros dela e entrelaçou em seus cachos sedosos, não queria que aquele beijo fosse quebrado tão cedo, então o tornou ainda mais ardente, passando a chupar o lábio inferior de Ártemis, mordiscando levemente. Aos poucos foi soltando seus cabelos e então descendo a mão até parar na lateral da cintura da moça, já estava sentindo falta de ar e sabia que necessitava respirar, porém não queria quebrar o beijo.

Acabou se assustando ao escutar a voz masculina que invadiu a cozinha e depois da garota sair de repente de seu colo. Foi então que olhou assustado para o lado para procurar de quem era a voz e sentiu sei queixo doer ao mesmo tempo que caía com tudo no chão, havia sido pego de surpresa por um soco bem dado em seu queixo, fazendo com que ele sentisse o gosto metálico em sua boca. - Hey.. Calma.. Quem é.. - O menino não queria conversar, pois acabou indo para cima de Jack e passou a socá-lo, fazendo com que o Odegaard se irritasse e começasse a se defender, nem sabia porque estava apanhando. Ele fazia aulas de Kickboxing desde muito novo para liberar um pouco de sua energia e seu jeito ciumento de ser desde meno, ele não iria deixar o garoto bater nele sem ter feito nada. Deu duas sequencias de soco no rosto do outro para fazer um belo estrago, mesmo sendo socado também. "Merda, ele deve fazer algum esporte!" Pensou ao sentir os golpes que eram dados contra seu corpo com violência. De longe escutava a voz de Ártemis e em seguida escutou uma voz bem conhecida, a de sua mãe, sim, ele agora estaria ferrado, mas nem tinha iniciado briga alguma. Movimentou com agilidade o braço esquerdo fazendo o cotovelo bater contra o nariz do outro e o jogou para o lado, não queria continuar aquilo, nem tinha começado, mas tinha que se defender e era isso que fez.

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sab 14 Out 2017 - 2:15


Não toca nela.

Apollo havia perdido os irmãos de vista desde que se afastou para conversar com Pietra, após não achar seus irmãos, caminhou para a mesa de comidas e beliscou algumas coisas. - Sempre me largam para ir dançar e não em chama.. - Murmurou sabendo que provavelmente Hunter e Ártemis estariam no meio da pista de dança. Viu sua prima Anya de longe junto com sue irmão caçula e suspirou, não acreditou que a garota foi capaz de trazer o pestinha a uma festa para adolescentes. Respirou fundo e engoliu o salgado que tinha na boca antes que eles se aproximassem. - Hum.. Sabe onde está minha copia feminina? - perguntou para a ruiva e suspirou. - Ela me deu um perdido e foi dançar com o idiota do Hunter, sempre me troca pelo trasgo. - Bufou e viu Leon rir de seu comentário. - Nada de contar isso, se manter segredo.. Te dou dinheiro para comprar aquele doce que faz o seu nariz sangrar, o que acha? - Perguntou para ele e bagunçou seus cabelos. - Ok, eu olho ele um pouco. - Disse a Any e então abaixou ao escutar que o irmão queria lhe contar algo. - Como assim, você viu um menino arrastando a Temis para dentro da casa? - Apollo não gostou nada de escutar aquilo e sentiu o sangue em suas veias ferver. - Vai procurar o Hunter, sabe para onde eles form? - O questionou mais uma vez e fez sinal positivo com a cabeça. - Ok, vai procurar o Hunter e depois o leve para lá! - Foi a última coisa que disse ao menor antes de sair correndo na direção que ele tinha apontado.

Em passos firmes se afastou da música e logo avistou uma porta entre aberta. "Hunter provavelmente a incentivou beber e agora um idiota quer abusar dela!" Pensou fechando as mãos com força só de raiva, o garoto que sua mãe tinha adotado a um ano estava incentivando Ártemis só fazer burradas, apesar que ela nunca precisou de incentivo para fazer coisas que lhe pudessem prejudicar. Não demorou muito para chegar ao destino e entrou sem bater, quando estava com a capa de irmão protetor, ele esquecia da educação e se comportava como um garoto selvagem. Se fosse possível faíscas saírem dos olhos de alguém ao ficar no estado de irá, alguém provavelmente veria tal coisa saindo dos olhos de Apollo ao ver a irmã sentada no colo de um garoto que ele nunca tinha visto na vida. - LARGA ELA! - Berrou pouco se importando com quem escutaria ou se ele era um dos moradores daquela mansão, ser morador não dava o direito de ele sair agarrando sua gêmea. Avançou na direção deles e viu a loira levantar de cima do outro, apenas a empurrou para trás ao chegar perto o suficiente e virou-se para o moreno, não demorando mais que dois minutos para lhe acertar o primeiro soco, não estava ligando se ele estava preparado ou não, Lamoreaux conhecia sua irmã, pois ela não era do tipo de sair beijando qualquer garoto, muito menos ficar sentada no colo de um. Foi para cima do outro que tinha praticamente a sua altura e passou a socá-lo com força, ignorando os socos que recebia de volta, estava irado, ninguém podia tocar Ártemis, ninguém podia olhá-la com um brilho no olhar, nenhum garoto seria bom o bastante para ela aos olhos de seu irmão. Mesmo com a voz dela mandando que parece, e até outra voz, ele não parou de desferir socos como podia no rapaz que estava em baixo de si, estava pronto para descer outro soco em direção ao pescoço do menino quando sentiu o cotovelo do outro bater com força contra o seu nariz, fazendo com que ele perdesse o equilíbrio e fosse jogado para o lado com mais facilidade. Estava pronto para levantar e ir em direção a ele mesmo com o sangue escorrendo em direção a sua boca, porém Ártemis entrou em sua frente para impedir que ele fizesse o que estava com vontade, ou seja, tentar matar o jovem a sua frente.

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—Apollo Lamoreaux Metzger


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Dandara Marie Odegaard

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sex 20 Out 2017 - 20:22

Brigas...

Algunas cosas no podemos ordenarlas por que obedecen el orden supremo. Si lo fuerzas se confunden las estrellas y solo el tiempo sabrá explicarlo.

Em breve as aulas retornariam então uma das coisas que eu mais gostava de fazer era ficar em casa relaxando e até mesmo preparando algumas coisas para o ano letivo, a vida toda sempre fui muito organizada e deixar as coisas prontas antecipadamente era uma das minhas manias. Muitas das coisas já estavam arrumadas então fiquei sentada em minha cama olhando algumas coisas antigas lembrando do passado que eu gostava de manter muitas vezes em segredo, até mesmo de meu próprio filho meu único tesouro mais precioso nessa vida, Jack, minha única razão por estar viva e de pé.
Jack tinha crescido rápido demais e as vezes me custava querer acreditar que ele já não era mais o meu menininho e sim um adolescente com uma vontade de querer descobrir o mundo, mas muitas vezes até rápido demais, ri comigo mesma com todos os meus pensamentos deixando o álbum de lado então resolvi descer até a cozinha para poder fazer uma bebida mais mais quente e relaxar o corpo e a mente.
Calcei meus chinelos e segui para a cozinha então comecei a ouvir gritos e berros e já conseguia imaginar uma briga em plena cozinha, só torcia para que Jack não estivesse envolvido naquela confusão.- Mas eu posso saber o que é que está acontecendo aqui!?Pelas saias de Morgana....- ao olhar meu filho com sua boca sangrando e o outro garoto com o o nariz também sangrando, olhei para os dois furiosa, não queria saber quem tinha começado aquela briga.
- Podem ir parando já os dois, não quero saber quem começou ou deixou de começar!! Aqui não é lugar de brigas!! Parecem dois hipogrifos brigando por uma lontra!!! Os dois calados e se separem, não quero ouvir um pio!! Arthemis, me explique o que é que estava acontecendo aqui!!!- olhei para a loira que estava quase que desesperada com tudo aquilo que estava acontecendo, fiquei olhando os dois séria, enquanto ouvia a pequena contar tudo.

©️Faniahh/Lala


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Ártemis Lamoreaux Metzger
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Ter 24 Out 2017 - 23:19



sorry


O que antes era para ser um simples e tímido selar, estava evoluído para algo mais intenso, um beijo ardente e que lhe roubava todo o fôlego, lhe fazia tirar os pés do chão e voar alto, perder a sanidade e até mesmo se esquecer das demais pessoas que se divertiam na festa que ocorria do lado de fora. No primeiro momento, estava confusa por ter agido por impulso e o beijado, mas ao ter a cintura pressionadas pelas mão de Jack soube que tinha tomado a decisão certa. Estava mais que óbvio para si que o outro também estava curtindo o que acontecia ali, o volume bem abaixo deixava claro o interesse mútuo. Não evitou sorrir em meio ao beijo, logo voltou a colar os lábios nos do mais alto e passou a mão pela extensão da nuca, prendendo os dedos longos nos fios do cabelo do menino. Não reprimiu um gemido baixinho que escapou por seus lábios, o desejo apenas crescia entre ambos e não estava disposta a negar aquilo para si mesma, nem queria.


Abriu os olhos durante poucos segundo, mas por tempo o suficiente para ver um terceiro vulto surgir em baixo da persiana da porta do local, reconheceria aquela silhueta em qualquer lugar, afinal, tinha dividido todos os momentos de sua vida com ele, até mesmo o útero da mãe que nunca conheceu. Arregalou os olhos e afastou os lábios dos de Jack, levantou imediatamente do colo do intercambista e fitou as orbes e feições bravas do irmão. — Apollo! - Disse com a voz trêmula. Ele era a última pessoa que esperava ver naquele lugar, já que tinha o perdido de vista desde o começo da festa, nem ousaria ir atrás do gêmeo, pois no fundo sabia que ele provavelmente estaria com a menina da corvinal que vinha rondando-o nas últimas semanas, e em hipótese nenhuma queria ao menos pensar nos dois flertando.


Sentiu o corpo tremer ao escutar a voz furiosa do irmão e se surpreendeu ainda mais ao ter o corpo empurrado, acabou tropeçando nos próprios saltos altos e percebeu que ficaria com uma marca roxa na cintura quando acabou por tombar com a quina da bancada. Fechou os olhos e rangeu os dentes pela dor que irradiava das costelas, escutou sons horrendos de socos e correu em direção aos adolescentes que brigavam. — Apollo, pare! - Gritou para o irmão gêmeo, nunca pensou que um dia chegaria a vê-lo tão furioso quanto naquele momento, muito menos agredir alguém. — Para, eu mandei parar!! - Tentou a todo custo puxar o braço, mas o outro era mais forte, não tinha nem comparação. Limpou as lágrimas que insistiam em escorrer pelas bochechas. Estava assustada com a situação, já conseguia ver filetes de sangue nos rostos de Jack e Apollo, e passou a se sentir inútil perante a cena que se desenrolava. Ambos rolando no chão, distribuindo socos e chutes. Sabia que precisava intervir antes que algo pior viesse a acontecer. — PAREM VOCÊS DOIS! - Gritou mais uma vez. Notou outra pessoa aparecer pela porta, era óbvio que iriam atrair atenção desnecessária, o barulho da briga era inconfundível.


Aproveitou a chegada da adulta e se enfiou no meio dos dois adolescentes. — Chega! - Segurou os ombros do irmão de frente, olhando no fundo dos olhos escuros, levou a mão até o rosto do mais alto e limpou com o dedo o sangue que escorria pelo canto da boca. Voltou sua atenção para o outro menino e sentiu o coração se apertar dentro do peito. — Dandara, foi um mal entendido. - Explicou para a mulher, a conhecia desde que a mesma acabou virando vice-diretora de Hogwarts e consequentemente passou a visitar Lydia na mansão Metzger. — Não vai acontecer de novo, não era nossa intenção arrumar confusão.. - Disse referindo-se ao irmão, segurou firme a mão do mais novo e o arrastou até a porta. — Já estamos de saída. - Empurrou Apollo pela porta e deu uma última olhada para Jack. — Desculpa, de verdade. - No fundo desejava voltar a ver o aluno de Durmstrang, e até repetir mais uma vez o beijo que trocaram. Foram poucos minutos, mas o bastante para lhe fazer ficar com as pernas bambas e suspirar. Por fim, voltou até o jardim com o irmão gêmeo em seu encalço, notou que a movimentação ali já tinha diminuído e respirou fundo, já estava mais que na hora de voltar para casa. — Vamos voltar para a casa e saiba que se a Lydia ficar sabendo eu não vou te acobertar. - Informou enquanto ia em direção a uma rede de flu, estava preocupada e irritada com o mesmo e fazia questão de deixar aquilo claro.



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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Seg 30 Out 2017 - 1:35

Era um dos raros dias que eu sentia que precisava de ar fresco, embora aquela força negativa  existente dentro se esforçasse ao máximo para me manter trancado em meu quarto, eu só queria respirar um pouco o ar mais puro, na verdade, qualquer coisa podia ser considerada pura em comparação ao meu quarto. Com o passar dos dias, comecei a gravar melhor as rotinas dos outros moradores daquela residência, principalmente dos meus irmãos. Pra minha sorte, basicamente todos eles saiam para trabalhar mais ou menos na mesma faixa de horário o que facilitava as coisas pra mim. Meu maior problema mesmo era as crianças da casa, embora elas não tivessem idade o suficiente para entender o porque seu tio simplesmente desaparecera, era difícil pra mim vê-las sem lembrar de Dayenka e se havia uma coisa que eu me esforçava em fazer era não lembrar de minha falecida filha.

Aproveitei que Eliza as havia levado para dar um passeio - em um lugar que eu não me preocupava em saber -, com minha varinha toquei a maçaneta da porta destrancando-a e a abrindo devagar. Meus olhos arderam de imediato com a luz que entrava pela porta, a dor e ardência era semelhante a litros de álcool sendo derramados neles. Suspirei pesarosamente abrindo apenas pequenas brechas deles, o suficiente para que eu pudesse enxergar sem bater em nada. As muitas cores que decoravam todo o ambiente me causavam uma dor de cabeça intensa. Arrastava minhas pernas um passo de cada vez, a cada passo elas se tornavam ainda mais pesadas, minha postura curvada apenas dificultava as coisas. A verdade é que eu não tinha forças nem para deixa-la ereta, de qualquer forma, eu não me preocupava mesmo. Meu estômago roncava alto, mas isso não me fizera apressar as passadas. Desci a escadaria sempre me atentando aos barulhos que eu ouvia, qualquer sinal de aproximação de qualquer pessoa já era um alerta mais do que o suficiente para saber que eu deveria retornar ao meu quarto no mesmo segundo.

Ao chegar a cozinha, me dirigi até a geladeira procurando qualquer coisa que pudesse comer. Eu nem sabia quando havia sido minha última refeição decente, eu não havia perdido peso à toa. Encarei um pedaço de pizza em um prato enquanto me perguntava se eu comia ou não, a resposta logo me foi dada por meu estômago que roncou novamente. Peguei a pizza de sabor desconhecido e abocanhei um pedaço; ao mastigar e engolir senti meu estômago ferver, demorei cerca de alguns segundos para compreender o que aquilo significava, na verdade eu só entendi quando fui obrigado a vomitar na pia mesmo. – Maldição. – Resmunguei. Limpei os resquícios de comida, ninguém precisava saber que eu estava tentando comer alguma coisa. Assim que estava finalizando a limpeza, notei meu reflexo na pia de inox. Apesar do reflexo completamente embaçado, aquilo bastava para que eu percebesse o quão horrível eu estava. Minha pele estava extremamente pálida, os borrões mais escuros indicavam que minha barba, por mais rala que fosse, estava deixando minha pele extremamente irritada – isso explicava a coceira -, uma parte mais escura me faziam acreditar que olheiras fundas e muito escuras haviam se instalado em meu rosto e eu nem preciso comentar sobre meu cabelo. Fechei os olhos, eu mesmo sentia aquilo. Não precisava me martirizar com aquela visão.

Um pio baixo me obrigou a abri-los novamente, uma ruga de preocupação se instalara em minha face. Era realmente um pio ou alguém estava assoviando. Ao vasculhar ao meu redor, percebi a presença de uma andorinha, ela me encarava com curiosidade. Franzi o cenho. A ave inicia um trinar baixo, porém já era o suficiente para me irritar. – Xô! – Exclamei balançando as mãos no intuito de espanta-la, de primeiro momento pareceu ser suficiente para afastas a pequena criatura, mas ela se mostrou um ser muito insistente ao retornar ao local onde estava anteriormente. Ao encarar a criatura fixamente, imagens inevitáveis começaram a pairar sob minha mente: “Era como olhar um espelho, ou simplesmente assistir toda a cena do alto como um telespectador, a ave me encarava assim como eu. Sem dúvida alguma ela estava esperando algumas coisa. A cena não demorou muito para se desenvolver, ela estava a espreita de minha saída para que pudesse se alimentar das moscas que se juntariam ali na beira da mesa – local esse onde eu já havia deixado o pedaço de pizza que não consegui comer -, seu extinto natural já sabia o que aconteceria muito antes de acontecer de fato”. – Ah, tá. Ao menos você conseguirá fazer uma refeição hoje. – Murmurei enfiando as mãos no bolso. – Vai  em frente então, eu não vou te atrapalhar. − Disse dando as costas para a andorinha no parapeito da janela. Sai da cozinha sem pressa, mas antes de abandonar o recinto, permiti-me expiar por cima dos ombros. Alguma coisa havia assustado a ave, fazendo-a voar por todo o local como uma louca, o espaço não parecia ser muito confortável, haviam inúmeros obstáculos para ela evitar e mesmo as manobras de suas hábeis asas não eram o suficiente para que ela conseguisse escapar dali.

Com um aceno da varinha escancarei todas as janelas da cozinha, eu não sabia muito bem o que aquela ave usava para se localizar, mas foi a única maneira que eu encontrei para ajuda-la. Assim que a criatura saiu novamente pela janela, meus olhos a acompanharam até serem tomados por mais uma visão: “Dessa vez a andorinha voava pelos céus, suas asas nem precisavam se esforçar muito para mantê-la no ar uma vez que as próprias correntes de vento presente nas alturas faziam isso por conta própria. A ave voava além da nuvens, ainda teria que percorrer um longo percurso até chegar em seu ninho e algumas provações seriam lhe impostas pelo caminho, seus predadores viam em muitas formas e tamanho. Ela parecia aproveitar toda a paisagem que lhe era exposta de maneira exclusiva, poucos tinham a capacidade de voar tão alto de maneira tão livre. Esse era o ponto: liberdade”. Fui tirado de meus devaneios ao ouvir a porta da entrada principal se abrindo e sem pensar duas vezes aparatei de volta para o meu quarto, aquela visão sem dúvida alguma me traria horas e horas de reflexão.

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Pierre Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Qui 30 Nov 2017 - 22:10

O dia com ela
P
ierry amava os dias que tinha a mãe perto de si,a final, ele era criado a maior parte do tempo por ela, mas as vezes ficava com a babá.Para o dia de hoje ele tinha escolhido que tomaria banho sozinho de qualquer jeito e foi depois de tanto insistir que a sua mãe lhe deixou tomar o tal banho sem sua supervisão, porém exigiu que a porta não fosse trancada com a chave, coisa que ela não se importou, afinal, nunca podia trancar porta nenhuma, era uma regrada casa. Depois de encher a banheira e colocar seu barco favorito, ele entrou  começou a brincar, deixando sua imaginação ir longe. Fingia vários barcos ao seu lado indo de encontra as pontas dos dedos de seus pés quando escutou a batida contra a madeira. - Surpresa? Qual?  - Perguntou curioso e tratou de se levantar o mais rápido possível, queria ver o que a mãe tinha a lhe oferecer. Se secou o mais rápido que podia e então vestiu a roupa e ajeitou seu cabelo da maneira que mais gostava, para cima, mesmo sabendo que não era o penteado favorito de sua mãe.

Depois de devidamente arrumado, ele abriu a porta com um sorriso fofo nos lábios, que faziam as covinhas em suas bochechas aparecerem. - Eu sempre to cheiroso, mamãe! - Exclamou e acabou rindo ao sentir o nariz dela contra seu pescoço, fazendo até com que ele encostasse um pouco a testa no corpo dela tentando escapar do que sentia. Ao mesmo tempo em que parava de rir, ele puxava a porta e então encarou a mais velha. - Mas... O elfo limpa... - Disse todo preguiçoso e então fechou a porta. Em passos calmos desceu até cozinha todo feliz, sabia que aprontaria algo que deixariam suas mãozinhas todas sujas e provavelmente teria que tomar um bom banho assim que a atividade acabasse. - Cozinhar?  Hum... O que eu acho? Não sei.... - Fingiu uma cara pensativa nada perfeita, queria brincar com ela. Tombou a cabeça de lado ao escutar a proposta de que ele deveria escolher o que cozinhariam. - Tá bom..... - Respondeu enquanto caminhava até onde os ingredientes estavam distribuído e olhou o que poderia ser usado. - Vou ver o que podemos usar então. - Comentou enquanto passava a ponta dos dedos sobre o que achava interessante. - O que a senhora acha de cupcake de chocolate? - Perguntou com os olhinhos brilhando enquanto aguardava a resposta. - Ou um bolo formigueiro, já que temos granulado.. - Foi dizendo opções do que poderiam preparar. - Tem aquele doce que eu gosto bastante também.. Brownie... - Escalou o banco e se ajoelhou sobre o mesmo para então encara Ofélia.  - Panquecas com recheio de brigadeiro é uma boa escolha também, não acha? - Sorriu todo sapeca com as várias ideias de doces que vinham em sua mente, chocolate era com ele mesmo, ou seja, ele sabia de vários docinhos que eram feitos com o doce marrom.

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Desiré Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Dom 3 Dez 2017 - 19:55



Desiré estava sentada na cama de seu filho caçula atenta a tudo o que acontecia naquele quarto, principalmente no banheiro, onde Pierre tomava seu banho sozinho. Graças a sua animagia, a morena tinha sentidos mais apurados do que as pessoas ou bruxos normais, e depois de tantos e tantos anos de experiência, ela podia atribuir suas habilidades em sua forma humana também. A Odegaard mais velha estava com o rosto levemente emburrado, Pierre era apenas uma criança e, ao seu ver, ele não tinha idade para tomar banho sozinho, mas o menino acabou vencendo-a de tanto insistir, ele sabia que a mãe não tinha paciência  para discussões como aquela. Desiré não gostava disso, pois significava que seu filho estava crescendo e que em breve ele já não precisaria mais da mãe para nada e aquilo lhe afetava um pouco. Afinal, ela já tinha perdido tudo aquilo com sua filha mais velha, não queria perder com seu caçula também. A morena checou mais um vez o relógio pendurado em seu pulso e encarou a porta que estava encostada — coisa que era uma regra clara naquela casa — é claro que ela jamais deixaria seu filho pequeno se trancar em um banheiro, não que fosse ser um problema caso algo acontecesse, a mulher poderia muito bem quebrar a porta de diversos modos.


Desiré sabia que não iria conseguir tirar o filho dali nem tão cedo, Pierre parecia estar muito animado com a ideia de se banhar sozinho, então uma breve ideia passou por sua cabeça, sorrindo a morena se levantou da cama e caminhou até a porta. — Pierre? Eu tenho uma surpresa para você. - Disse enquanto dava leves batidas na porta. O sorriso no rosto da mais velha só aumentou quando escutou o barulho da água caindo indicando que seu pequeno tinha abandonado a banheira, após alguns minutos desencostou o corpo do batente de madeira e observou seu filho sair do banheiro com os olhos brilhando de curiosidade, a morena se ajoelhou e acariciou levemente os cabelos antes de fingir farejar o ar e aproximar seu rosto do pescoço de seu filho. — Como você está cheiroso. - Desiré esfregou o nariz na pele do pescoço e então se levantou, olhou rapidamente para dentro do banheiro e arqueou a sobrancelha vendo a bagunça que Pierre tinha feito, tanto com seus brinquedos, quanto com a água, que estava por todos os cantos do chão. — Não vai arrumar sua bagunça? - Perguntou apontando para dentro do cômodo, ao ouvir os resmungos e protestos respirou fundo e colocou a mão sobre os ombros pequenos, saindo do quarto.


Em passos calmos, rumaram até a cozinha, no caminho a mais velha encarou a criança com o canto dos olhos. — O que você acha de nós cozinhamos algo? - Questionou um tanto animada com a ideia, ela gostava de passar seu tempo com o Pierre. Na verdade, ela amava ficar na companhia dos filhos, eles eram seus bens mais preciosos. — Você pode escolher qualquer coisa para a gente fazer, que tal? - Murmurou passando pelo batente da porta e seguindo o filho até a bancada, onde vários ingredientes estavam colocados. Desiré não era nenhuma chefe de cozinha, muito menos costumava cozinhar todos os dias, contudo nas vezes que ela resolvia se aventurar pelo mundo da culinária seus pratos até saiam bons. — Cupcakes? Eles não são muito pequenos? Tenho certeza que você vai sentir fome mais tarde. - Falou enquanto encostava o quadril no balcão. — Você está mesmo com vontade de comer chocolate, não é? - Sorriu e se debruçou sobre a bancada mexendo em alguns ingredientes. — E se nós fizermos um brownie do tamanho de um bolo e recheamos com chocolate? O que sobrar da cobertura nós usamos para fazer panquecas amanhã. - Puxou os ingredientes que iriam precisar e colocou todos sobre a mesa de vidro. Desiré puxou a varinha do bolso da calça e olhou para Pierre. — Mas sem a ajuda disso, vamos pôr a mão na massa de verdade. - Andou até os armários e colocou o objeto mágico no alto sobre um deles, não queria correr o risco de deixar sua varinha cair nas mãos do pequeno, a morena sabia o quanto Pierre poderia travesso, não queria nem ver caso ele tivesse acesso a magia. — Bom vamos lá. - Voltou para perto da mesa e puxou algumas tigelas. — Você pode por duas xícaras de açúcar para mim aqui e depois quebrar os ovos? Eu vou ir fazendo o resto da massa. - Apontou para os alimentos que ele iria precisar e os arrastou para perto do pequeno.


Enquanto Pierre se entretia fazendo o que havia pedido, Desiré juntava o restante dentro de um recipiente e usou a batedeira para deixar a massa uniforme. — Agora, vamos por para assar e enquanto ele fica pronto a gente faz o brigadeiro. - Segurando firme a forma, puxou Pierre para perto do forno e juntos empurraram-na para dentro. Desiré não era muito paciente, ela queria poder utilizar seu poder natural de fogo para aquecer aquela massa, assim ficaria pronta em instantes, mas ela sabia que se fizesse isso poderia estar colocando tudo em risco. Com esses pensamentos,deixou sua mente vagar até a Dama do Lago, que tinha encontrado pessoalmente a tempos atrás, mais especificamente no dia em que ela lhe disse que uma guerra obscura estava se aproximando. A morena fitou seu filho e o puxou para um abraço apertado, esmagando-o em seus braços, acabou por rir ao ouvir as reclamações do menor. — Eu já disse o quanto eu te amo? - Perguntou com as mãos nas bochechas levemente rosadas. — Porque a mamãe te ama muito, Pi. - O puxou mais uma vez para seus braços e deixou um simples, porém significativo, selar no topo dos cabelos negros. Ela jamais deixaria algo acontecer com seus filhos, Desiré era capaz de qualquer coisa por eles e não mediria esforços para protegê-los de quaisqueres ameaças, seja humana ou não. — Bom, vamos fazer o brigadeiro? - Levantou do chão e voltou para perto da mesa, olhando os ingredientes que iriam precisar.



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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sex 22 Dez 2017 - 5:35

Cuidado com a farinha!
O
menor amava ficar na presença de sua progenitora, momentos como este eram os seus favoritos, principalmente pelas irmas mais velhas não estarem por perto, pois elas sempre judiavam dele. Mordeu levemente o lábio inferior ao escutar ela falar sobre o tamanho dos doces deles. - É eles são pequenos, mas ai sobra alguns para levar para a escola amanhã.. - Comentou olhando para a mais velha. - Ah, se sabe que eu amo chocolate! - Respondeu com um sorriso nos lábios e então passou a ponderar a ideia que a mesma lhe deu. - Nossa, seria ótimo e alem do recheio de chocolate têm que colocar granulado! - Falou com os olhinhos brilhando por causa da opção que a morena deu a ele. Encarou ela puxar a varinha e sorriu ainda mais, amava quando ela usava o objeto mágico na sua frente. - Mas... Mas com ela é mais legal! - Exclamou incrédulo de que a mãe não iria usar a varinha para preparar as coisas, pois isso faria tudo demorar mais para ficar pronto. Acabou suspirando por perceber que ela não mudaria de decisão ao vê-la colocar o objeto sobre o armário e ainda por cima na altura que ela não conseguiria pegar sem subir em algo. - Tá bem... - Respondeu ao escutar o pedido dela e então pegou a xícara que tinha próxima a si e com cuidado encheu duas vezes e as despejou dentro da tigela e no final comeu um punhado de açúcar bem rápido para ela não ver já que estava com o olhar em outra coisas, porém não viu que ficou com o conta de sua boca suja. Quebrou os dois ovos com cuidado e não deixou que nenhuma casquinha caísse dentro do pote, então deixou sobre a mesa e foi lavar as mãos para tirar a gosma dos dedos.

- Já vai colocar tudo  para assar? - A questionou com a sobrancelha arqueada e então foi rapidinho para perto da mais velha sorrindo. Com o auxílio da mãe e ajudando a mesma empurrou a forma para dentro do forno todo sorridente só de pensar que logo a guloseima ficaria pronta. Abaixou um pouco para conseguir olhar pelo vidro e revirou os olhos. - Vai demorar muito para fic.. - Parou de perguntar quando foi puxado pela mais velha  e recebeu um abraço apertado fazendo com que ele começasse com suas reclamações. - Mamãe.. Mãeeee tá apertado!!! - Exclamou por causa do aperto dela. Sorriu ao escutar ela disse que o amava. - A senhora diz isso todo dia, quase sempre e principalmente quando vai me colocar para dormir, até mesmo quando está brava. - Respondeu a pergunta que a morena fez e continuou sorrindo. - Eu também te amo, mãe, te amo muito. - Ele disse com a maior sinceridade do mundo, afinal, só tinha cinco anos e as crianças de sua idade eram verdadeiras com o que sentia em relação aos pessoas a sua volta. No segundo apertou acabou por fechar os olhos e permitiu ficar tranquilo com a cabeça encostada no corpo de Desiré, ela conseguia transmitir que nunca algo aconteceria ele, que sempre estaria ao seu lado e ele nunca sentira o medo de ficar sem ela, o pai e até mesmo as irmãs que não gostavam de si. - Vamos e depois as panquecas! - Falou sorrindo e então foi para mesa olhar o que tinha para poder preparar o outro doce.

Depois que a mãe falou os ingredientes que precisariam para fazer o brigadeiro, ele a ajudou e enquanto ela estava no fogão derretendo tudo, ele lambia o leite condensado que tinha ficado na lata. - Eu amo lamber elas! - Respondeu com um sorriso no rosto que mostrava as covinhas que eram seu charme. - A Yasmin ainda está dormindo? - Perguntou só para garantir que a menor não interromperia seu momento a sós com a mais velha. Suspirou com a resposta que recebeu e então foi jogar a caixa vazia no lixo e levar as mãos. - Está bem, eu pego! - Respondeu quando ela solicitou a farinha. Pegou a latinha com a farinha e caminhou para perto da mãe que agora estava de volta na mesa, era hora de preparar a massa das panquecas, pois o brigadeiro já tinha sido preparado. Ele olhava a mãe tirar o doce da panela e colocar no prato, então um sorrisinho tomou conta de sua face, afinal teve uma ideia bem legal. - Mãe, olha aquele passarinho na janela! - Exclamou apontando para o local com  amão livre e quando a morena virou para olhar para lá, com a outra mão pegou um punhado de farinha dentro do pote aberto em sua frente e posicionou a mão em direção ao rosto da mais velha, então esperou. Assim que ela voltou a atenção para ele e começou a falar que não tinha nada sobre a janela, ele abriu a apalma da mão e assoprou com força a farinha em sua mão no rosto da mãe, sem se preocupar com as consequências que poderiam vir de sua brincadeira, era uma criança, não pensava nessas coisas.  

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Qua 31 Jan 2018 - 22:58

Café!
Era uma manhã de sábado, daquelas que se podia ouvir os cantos dos pássaros, com o sol brilhando em um céu azul com algumas nuvens brancas, que vão mudando de forma de acordo com o vento que sopra alto no céu. Enquanto na terra há uma brisa gostosa, contrastando com o calor do sol. E, como se acompanhasse o dia, Alex acordou naquela manhã com um sorriso em seu rosto. O motivo? Suas mãe estavam em casa. A garotinha abriu os olhos claros, enquanto se sentava na cama, e voltou a fechá-los. O quarto se encontrava tão claro que machucou a visão da pequena que só retornou a abri-los quando ouviu a voz da mais velha ecoar pelo local. Não tardou muito e seu pai logo apareceu desejando bom dia para ela. - Bom dia, mamãe. - Respondeu a pequena que levantou os braçinhos pedindo colo, como sempre fazia. Alex estava tão feliz que seus olhos não paravam de mudar a tonalidade, de azul-esverdeado para mel, de mel para roxo e de roxo para rosa, coloração que permaneceu pelo tempo que ficou abraçada a mãe. A mãe, que estava atrás de do pai, apenas observava a cena, pensando em como a sua única menina era tão parecida com sua esposa; tanto na aparência como na personalidade.Assim que todos já estavam despertos, trocados e arrumados, a família segue para a cozinha dos Odeggard, onde, a mando das mãe, o elfo da família já havia preparado o café da manhã para a princesinha da família. - Queca! Queca! - Exclama Alex ao ver que teriam panquecas para o desjejum, a comida favorita da criança. - Quero muitos, mamãe! - Diz alegre, saltitando em sua cadeira, enquanto a mãe servia a filha. […] Assim que todos terminaram o café da manhã, o pai coloca a louça na pia, agradece pela deliciosa comida que o elfo fez e a família sai da cozinha, com o intuito de iniciar os planos que as mães planejaram para o dia em questão.
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Desiré Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sex 16 Fev 2018 - 2:34


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Pegou uma panela de tamanho médio, mas espaçosa o suficiente para que o doce que queria fazer coubesse ali dentro e então virou-se para o filho. — Bem, vamos precisar de leite condensado, chocolate em pó, manteiga e um pouco de leite. É minha receita secreta. - Piscou para o pequeno e o fitou pegar as coisas que tinha pedido. Quando tudo o que precisava estava sobre a bancada ao lado do fogão, a animaga despejou o tão famoso leite condensado que tanto amava na panela e entregou o resto para que Pierre fizesse a festa, mas não antes dela mesma passar o dedo dentro da lata e pegar uma quantidade generosa do doce. — Eu também amo. - Esboçou um sorriso enquanto lavava o dedo indicador, para tirar os vestígios do grude. Desiré era simplesmente apaixonada por aquela invenção trouxa, em ambas as gestações de seus dois primeiros filhos, a morena devorava latas e mais latas daquilo. Deixando seus prazeres de lado, a gestante se concentrou na panela ao fogo, com o auxílio de uma colher de pau misturou tudo ali dentro sem nenhum problema e com paciência, apenas se deliciando com o cheiro do chocolate e da massa que assava no forno. Vantagens de ter um super olfato, cheiros bons eram realmente outra coisa de se sentir.

— Da última vez que eu a olhei, sim, ela estava dormindo. - Arqueou uma sobrancelha ao interesse repentino do filho por Yasmin. Desiré sabia que o menino não ia muito com a cara da pequena, para ela, aquilo tinha cheiro de encrencas e problemas, por isso a morena fez questão de fitar o filho com os olhos semicerrados e uma cara de “ei, eu estou de olho em você!”. — Filho, pode pegar a farinha para mim, por favor? - Pediu gentilmente desligando o fogo e deixando a panela de lado para esfriar. Desiré suspirou e arrumou seus fios castanhos em um coque improvisado, uma vez que não tinha nada para prendê-lo e então caminhou em direção a mesa, ela iria começar a preparar as famosas panquecas — único prato na qual ela se garantia. Contudo, Desiré virou para trás e fitou a panela de brigadeiro, aquilo estava tão apetitoso que ela realmente, realmente não estava motivada a esperar. Girou em seus calcanhares e segurou firme o cabo da panela e com a outra mão espalmou no fundo dela. Ao contrário de humanos ou bruxos normais, a quentura do metal não machucava seus dedos, muito pelo contrário. Desiré gostava da sensação do calor em contato com sua pele, afinal, ela era o próprio fogo, segundo a Dama do Lago. Em um passe de mágica, todo o calor que antes estava no objeto que segurava, agora era sugado para dentro da morena. No fim, ela caminhou até um prato que estava sobre a mesa e despejou o brigadeiro ali.

Desiré escutou a voz do filho e por outra vez franziu as sobrancelhas. — Onde? - Esticou o pescoço e debruçou o corpo por cima da mesa, tentando avistar a ave pela janela. — Que passarinho? - Nem mesmo sua visão aperfeiçoada pela metade lobo era capaz de enxergar um pássaro. — Pierre, não tem passarinho nenhum na janela. - Falou virando lentamente a cabeça para o lado onde o filho estava, porém assim que suas orbes esverdeadas bateram no rosto do filho e encararam a expressão sapeca, Desiré entendeu que ele havia feito de propósito. Para sua sorte, seus reflexos eram tão rápidos quanto ela correndo sobre quatro patas. Desiré apenas teve tempo de fechar os olhos com força, então sentiu algo leve e com cheiro estranho atingir seu rosto. Ela sabia que era farinha. A animaga respirou fundo e abriu os olhos devagar, fitando a criança em sua frente que ria. — Ah, é assim que você quer brincar? - A animaga rosnou baixinho e se movimentou devagar, pegando o saco da farinha com calma e cautela, como se estivesse prestes a pular em uma presa e apenas a estivesse estudando-a. Mas claro que ela apenas estava entrando no jogo da criança. — Corre!! - Falou esboçando um sorriso e limpando a farinha de seu rosto com o braço. Esperou até que o filho estivesse a alguns metros de si para começar a correr atrás dele por toda a cozinha com o saco do pó branco em mãos, toda vez que chegava “perto”, a morena enchia a mão com a farinha e a jogava no filho. — Há!!! Te peguei. - Desiré passou o braço direito em volta da cintura de Pierre e o segurou em seu braços, virando rapidamente todo o conteúdo do saco sobre a criança e depois espalhando a farinha pelo restante do corpo do filho. No processo, a mulher acabou escorregando no punhado de farinha que estava no chão e caiu sentada, sua primeira reação após arregalar os olhos, foi soltar o riso mais alto e longo que já tinha dado em muito tempo. — Trégua, trégua! Você venceu!! Eu me rendo! - Jogou as mãos para o alto e respirou fundo, buscando puxar o ar de volta para seus pulmões. A animaga então olhou ao seu redor e percebeu que toda a brincadeira tinha causado uma enorme bagunça na cozinha. — Acho que os elfos vão querer nos matar.  




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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sex 16 Fev 2018 - 11:55

Cuidado com a farinha!
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omentos como aquele deixavam o garotinho todo empolgado e cheio de felicidade de estar com a mulher mais importante para si. O menor soltou aquela gargalhada gostosa de ser escutada por qualquer adulto, o rosto de sua mãe branco o fez rir daquela maneira, afinal, era complicado conseguir sujá-la, pois a mesma sempre conseguia escapar de alguma maneira. Ele parou de rir ao ver a maneira que a outra respirou e deu um pequeno passo para trás antes que a mesma abrisse os olhos. - Foi só farinha.. - Respondeu todo sapeca com a pergunta dela e acompanhou seus movimentos com os olhos castanhos. - Hey.. Mamãe.. - Falou assim que a outra já estava com o saco de farinha todo em suas mãos. -AAAAAAAAA SOCORRRROOO! - Berrou e começou a correr pela cozinha o mais rápido que conseguia. - AAAAAAAA MINHA ROUPA! - Berrou ao sentis a farinha várias vezes acertar suas costas durante a fuga, mas ele nem se importava com a roupa estava se divertindo na brincadeira. - NÃOOOO, SOCORRROOO FUI PEGOOO POR UMA MOSTRA DA FARINHA! - Era engraçado como as crianças brincavam sempre gritando parecia que aquele modo fazia a brincadeira ficar mais divertida. Ele tentava se soltar a todo custo, porém a outra era bem mais forte que si e suas tentativas estavam sendo falhas na escapada. - MEU CABE… - Parou de berrar ao sentir o gosto da farinha em sua boca, fechou os olhos e começou a cuspir o que tinha entrado na boca. Se não bastasse estar cego acabou indo para o chão quando a mais velha caiu, afinal, a mesma estava segurando em sua cintura. A queda não o machucou, apenas o fez rir ainda mais e abrir os olhos para olhar para a primeira. Levou as mãozinhas em seus cabelos e os bagunçou fazendo com que o pó branco fosse jogado na mais velha. - Isso ai, eu sou o VENCEDOR! - Disse todo alegre e se ergueu com os olhinhos brilhando. Outra pessoa no seu lugar poderia ficar brava com a brincadeira por minutos atrás tivesse acabado de tomar banho, mas isso não era uma coisa que incomodava o menor, afinal, brincar e tomar banho era a coisa que ele mais gostava naquela idade. - Querer não é poder mamãe! - Repetiu uma frase que Desiré sempre falava para ele e para a sua irmã quando estavam querendo algo, mas não podiam fazer. - Eu estou com fome, muita fome!!! Já ta pronto as coisas? - Perguntou levando a mão na barriga e começou a caminhar pela cozinha deslizando sobre o ó e sujando ainda mais o recinto. - O papai podia aparecer, ai a gente pega outro saco de farinha e joga nele, depois a gente sai correndo, deixa o papai aqui para limpar e nos escondemos! - Explicou a sua teoria de quem limparia o lugar que ele e a mãe tinham sujado sem dó e nem piedade na brincadeira.


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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Ter 1 Maio 2018 - 23:51


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O papel cheio de informações em seus dedos era esmagado com tanta violência que em questão de segundos a notícia falsa foi consumida pelas brasas quentes raivosas que brotavam da palma da mão da morena. Graças ao poder concedido pelo ser celestial, agora ela tinha o dom de manipular aquele elemento e com isso, era obrigada a carregar aquilo dentro de si. Porém, Desiré era temperamental demais para conseguir controlar algo tão poderoso como o próprio fogo, e por conta disso quando a mesma se alterava, facilmente suas chamas entravam em ação. Ela fitou a primeira página do Profeta Diário com ira nos olhos, os dentes trincados e as unhas fincadas na palma da mão facilmente denunciavam seu atual estado de espiríto. Que era brava. Brava como nunca. Oras, como eles poderiam escrever algo daquele calibre sobre ela em um jornal tão público? Aquilo era uma calúnia, um verdadeiro ataque contra ela. A morena pensou que talvez poderiam estar querendo atingir seu marido, que era o atual ministro, já que desde a posse do cargo a megera da editora-chefe vinha o atacando de todos os modos possíveis, contudo eles nunca haviam ido tão baixo assim. Ela nunca havia ido tão baixo assim.

— Eu deveria ir lá e queimar aquele prédio todo. - Ela rosnou irritada. — Quem eles pensam que são pra escrever algo assim sobre mim? Ainda mais sobre ele. - Jogou o papel carbonizado que segurava sobre a mesa da cozinha e apoiou ambos os braços na superfície de madeira, escondendo o rosto entre os ombros. Aquilo não era justo para ambos os lados, dela, de seu marido e de Gary. Desiré se culpava de certo modo pela morte do parente e principalmente amigo, eles não eram tão próximos, porém a ordem tinha os aproximado, Desiré confiava no Cavendish ao ponto de convidá-lo para ser padrinho do bebê em seu ventre, mas apenas isso, aquele era o único vinculo que Gary tinha com o bebê. A morte dele tinha a afetado mais do que ela esperava, com toda certeza tinha sido um choque para ela vê-lo morrer bem diante de seus olhos. Mas Gary havia morrido bravamente, tinha se sacrificado pela equipe, por Nyneve, por um bem maior, e agora aquele posto era dela. Ela não o decepcionaria. Ela não decepcionaria mais ninguém. A mulher cujos olhos eram verdes e por vezes dourados, estava farta de perder as pessoas.

Fitou novamente o papel carbonizado e então com sua super audição, pelo lado lobo que morava dentro de si, escutou passos firmes aproximarem-se do cômodo, ela sabia quem era. — Como eles puderam escrever algo assim sobre ele? - Sussurrou para o homem que estava atrás de si. — Ele morreu e é isso que aqueles imundos do profeta fazem? Como a própria irmã dele conseguiu escrever isso? - Desiré levantou o rosto e fitou o do marido. — Ela era nossa amiga, ela é madrinha do nosso filho, como ela pode, Ryan? - Trincou os dentes e sentiu a temperatura do próprio corpo aumentar à medida que algo se remexia em seu ventre, era quase como se o bebê ali dentro soubesse o estado da mãe e tentasse acalmá-la. — Eu vou fazer eles se arrepender. - Afastou a cadeira com brutalidade e marchou em direção a saída, porém acabou sendo impedida pela figura mais alta. Por mais que ela tentasse a todo custo ser uma mulher forte, a animaga conseguia ser mais frágil que uma leve pluma às vezes, e aquela fragilidade a deixava à mercê dos cuidados do homem que ela amava. Ryan era o único que já tinha a visto mais de uma vez daquele jeito.
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Ryan Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Qua 2 Maio 2018 - 9:11



Ryan estava andando de um lado para o outro por sua sala no ministério, tentando estar atento de tudo e tentando acalmar aquela crise, era tanto trabalho que mal sabia por onde começar, estava tudo complicado por ali, com todos os dias trabalhados ali nunca fora tão corrido quanto ultimamente.

- Entra - Disse o homem se encostando na mesa e esperando que a secretaria caminhasse até ele - Fale logo, não tenho o dia todo - A mulher entrega o jornal com uma expressão preocupada - Sai - Tudo que ele temia teria acontecido de volta, o jornal atacando novamente, o que mais lhe irritou foi o motivo de envolver sua família, boatos que eram totalmente ridículos - Hoje em dia nem morrer as pessoas podem mais - Comentou consigo mesmo, não sabia o que mais estava lhe irritando - Vai te volta LeBeau - Sussurrou amaçando o jornal aparatando direto para casa.

Caminhava irritado pela casa atrás da esposa, logo o elfo que teria percebido avisou-lhe onde a mesma estava - Como é que puderam escrever isso sobre a gente - Comentou se aproximando da esposa - Esses jornalistas fazem tudo para aparecer, não importa se seja verdade ou não.. - Disse colocando as mãos no braço da mulher - O que é dela está guardado - O ódio estava tomando conta do homem, queria ele mesmo ir tirar essa história a limpo - Desi, não - Se aproximou dela novamente levando a mão até seu rosto - Já basta de escândalos por enquanto, sei que está irritada pois eu também estou, mas isso não vai ajudar, chame Mia aqui, tiremos está história a limpo - Não sabia da onde vinha tanta calma na hora, mas quando se tratava do que achava que era melhor para a mulher e os filhos, nem a raiva superava, poderia ser aquilo que chamam de fraqueza, mas para o homem era o que lhe mantia em pé e lhe dava forças para continuar são de tudo - Vamos pensar no que é melhor pra gente e para nossa família.. Sei que não parece o melhor, mas ir lá só vai dar mais motovos para nos atacarem novamente - Colocará a mão na barriga da morena lhe dando um selinho - Se acalma por favor, eu vou ver o que posso fazer com o jornal, eles adoram pisar na gente, mas desta vez foi realmente um exagero.


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Luth Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Sab 12 Maio 2018 - 21:40

[quote="Luth Staminkhov Odegaard"]


Esperando sua confirmação ou talvez uma negação do meu pedido, retirei um pouco de dinheiro para dar aos atendentes pelo ótimo atendimento e carisma quando vinha na loja. Sobre um elástico entrelaçado nas notas deixei ao canto da mesa sem bilhete algum, posteriormente me levantando pronto para partir. Logo que ela se levantou também me deu a resposta, e no fim tudo foi aceito para minha alegria, estendi meu palmar canhoto esperando que ela entendesse o recado. — Me daria as honras? — Murmurei dando um sorriso rápido esperando o toque da mão dela tocar com a minha para partimos. Num movimento lesto, sentindo a frieza de seu toque dos meus lábios saiam indagações em forma de sussurro ''aparatar'' sugando nós para um portal vazio e nos mandando para o castelo da família Odegaard, mais precisamente para a cozinha.  

Tocando em solo firme da cozinha, soltei a mão dela indo lavar as minhas para poder começar a fazer o almoço. Não tinha ideia do que poderia cozinhar, não pela falta de sabedoria, mas porque não perguntei se ela gostaria de comer a mesma comida que eu. — Eu esqueci de perguntar...você gosta de lasanha? — Secando minhas mãos, questionei se ela gostaria de comer. — Pode escolher outra comida, sinta-se em casa para pedir a comida que prefere comer hoje. Não vai ser incômodo algum preparar um prato que você goste. — Complementei indo na geladeira pegar tomates, cebola, alface americano, pepino, cenoura e azeitona. Sim, eu começo pelas coisas mais fáceis de se fazer, e nada melhor do que preparar uma salada para ir enganando um pouco o estômago ou dando mais apetite. Enquanto ia preparando o prato frio, percebi que ela estava meio acanhada e não era bem o ótimo de almoço que estava querendo, mas que ela se sentisse bem.  

— Pode pegar o sal, azeite e limão para mim? Eles ficam ali em baixo, na portinha branca. — Pedi um favor, apontando com o dedo indicador onde estava os ingredientes. Acho que era melhor eu ir pegar aquilo, ela poderia pensar que eu estava a pedir para olhar seu corpo o que não era verdade, porém se não pedisse ela iria ficar acanhada e se sentir desconfortável por eu não estar interagindo com ela. Sem questionar a moça foi gentilmente pegar os ingredientes, nesse meio termo me virei fingindo estar procurando ela só para não ficar olhando ela naquela posição, e logo iria me virar para agradecer. — Obrigado. — Sussurrei. — Acho que está pronto essa parte, me ajuda a fazer nosso almoço? — Deixei a salada de lado, abrindo a geladeira e vendo os ingredientes que iria pegar dependendo da resposta dela.  

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Dom 13 Maio 2018 - 0:49



O Castelo



Saimos da dedos de mel, apos termos pagos todas as consumações dentro da loja, assim que nos levantamos, Luth estendendo a mão a minha que logo atendi com precisão, toquei sua pele cautelosamente, sentindo sua textura fitando seus olhos e ao murmurar ''aparatar'' fomos levados para o local indicado pelo auror. Como uma rápida piscadela, chegamos a cozinha da mansão, ou poderia me referir um castelo, observei a grande sala de jantar e pela janela os jardins para chegar em tal conclusão, apesar da mesa ser localizada no subsolo. Aquela decoração, toda sua estrutura não me era estranho, algumas das fotos que Ryan me enviava estava como destaque aquele quadro no inicio do grande salão de jantar indo de termino com a cozinha, talvez seria o quadro do famoso pintor Picasso, me recordo por que gostei muito do desenho. Uma grande cozinha e super bem equipada chamava minha atenção, todos os utensílios em seus devidos locais, algumas frutas frescas davam destaque na mesa no centro do comodo, as cores claras do ambiente procuravam nos deixar mais a vontade, e isso era ótimo.

- Adoro lasanhas, mas não quero atrapalha-lo,na dedos de mel você me disse que seus alimentos sempre estavam separados, segue alguma dieta? - perguntei ao auror passando um raio-x com o olhar no corpo do homem a minha frente, de fato deveria estar seguindo alguma dieta a risco, para estar tão bem de saúde. - Pode escolher outra comida, sinta-se em casa para pedir a comida que prefere comer hoje. Não vai ser incômodo algum preparar um prato que você goste. - sugeriu indo a geladeira pegando algumas leguminosas, - Ah aceito a lasanha, sinto saudades daquele sabor. - respondi sorrindo. Na Dinamarca não é comum encontrar gastronomias pelo mundo no pais, sua cultura é exclusiva dinamarquesa, temos que nos adaptar de qualquer forma. Luth pegou os alimentos e os levou ate a mesa aonde começou a corta-los, fiquei no campo de restrição sem saber se poderia oferecer alguma ajuda, mas ali observava o auror cortando os alimentos com mera sutileza, tipico de quem domina a cozinha e não tem nenhum problema com a mesma, era fascinante admira-lo, em alguns minutos atras, estava conhecendo um auror britânico com um grande prestigio, agora estou conhecendo o que tem por de trás daquele homem.

Durante minha distração o observando, o mesmo pediu para pegar alguns ingredientes onde indicou com a mão seus devidos lugares, assenti com a cabeça eu fui de encontro com a portinha branca indicada pelo auror, peguei os ingredientes que havia pedido, e me virei para o mesmo, onde agradeceu, talvez seria o momento de termos a mesma interação que estávamos a ter na dedos de mel, - Sim, mas é claro que ajudo,- fui surpreendida com o seu pedido o que veio a calhar muito bem, - Como vamos iniciar? olha, eu a cozinha temos um relacionamento difícil, - disse sorrindo chegando mais próximo do auror que me olhava com um sorriso no rosto, - Mas juro não quebrar nada.- finalizei, afastando os vidros de algumas conservas que estavam próximas a mim.

Mesmo morando com amigos em Aalborg não era fã de carteirinha da cozinha, sempre sobrara outra tarefa com menos risco para ser executada, meus dotes gastronômicos eram praticamente nulos, porém estava disposta a mudar aquilo, aprendendo com Luth. Pegou alguns dos ingredientes da geladeira outros em um armário de madeira próximo os esparramando cuidadosamente na bancada, aonde estava ao seu lado, observando alem dos alimentos  suas mãos e seus gestos, não imaginaria nunca ter uma experiência daquelas com um auror.


 

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Ter 15 Maio 2018 - 20:34



Tudo o que iria precisar estava em cima do balcão com ela ao meu lado, esperando minhas orientações para continuar nosso almoço. E parando para pensar bem, eu mesmo não sabia muito bem como montar a lasanha e contar isso agora seria talvez um suicídio. — Eu posso ir montando a massa e você ir colocando os ingredientes; carne moída, muçarela, os tomates e o presunto. Pode ser? — Sugeri a ideia mais fácil e a mais colaborativa em que ambos poderiam participar juntos, assim ela não iria ficar tão sozinha e ver eu fazer a maioria do serviço. Trouxe a tigela mais próximo de nós dois, mais precisamente entre nós. Desprendi o lacre para pegar as massas e fui colocando com delicadeza pelo fundo todo do objeto. — É só fazer com carinho e amor que a cozinha vira sua amiga sabia? — Murmurei baixo sorrindo ao final, mostrando para ela que cozinhar não era tão difícil o quanto ela descreveu seu '' relacionamento.'' Observei ela ir cobrindo a primeira camada com os ingredientes e poderia dizer que se treinar mais um pouco iria arrasar na cozinha.  

Continuei cobrando camada por camada com ela ao meu lado me ajudando. — Deve investir nesse seu dom de ajudante de cozinheiro. — Gargalhei, finalizando a lasanha e indo coloca-la no forno já aquecido. Logo, voltei para continuar nossa conversa, ficando frente a frente com ela. — Pretende tomar o que? Vinho? Suco? Água? — Desferi as palavras tentando acertar seu paladar.  

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Qui 17 Maio 2018 - 16:00



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Agora ao lado do auror pude observa-lo mais de perto e de como sua beleza se misturava com sua gentileza, se não fosse ainda, deveria ser chefe do esquadrão, por tudo que li sobre o mesmo, não haveria motivos contra sua promoção.
Olhei como suas mãos faziam perfeitamente os gestos sobre a primeira massa aberta em cima do balcão de negrito, - Claro,vamos lá. - sorri em seguida tocando as tigelas que continham os ingredientes, se por algum motivo estivesse eu fazendo esta lasanha, poderia ter certeza que com fome iriamos ficar, isso justificaria perfeitamente a minha relação com a cozinha. - Não imaginava que seria tão fácil, afinal é verdade que os chefs devem experimentar alguns ingredientes antes? - perguntei mordendo um pedaço da rodela de tomate que sobrava na tigela.

- É fácil pra você dizer isto, olha só como domina esta cozinha. - sorri questionando seu comentário sobre, a cozinha ser minha amiga, - E olha que não falta amor e carinho. - finalizei com um sorriso um pouco corada, era meu primeiro dia em Londres e estava em uma cozinha, fazendo uma deliciosa lasanha com um auror que conhecia apenas por matérias de jornal, meu dia esta cheio de novidades. Finalizamos o prato principal, camada por camada, com mais um dos seus comentários que me fazia soltar risos, - Não me imagino fazendo isto, estou fazendo agora por que tenho a plena certeza de que não irei colocar fogo em nada. - sorri mais uma vez lavando minhas mãos enquanto Luth levava a lasanha ate o forno. - Pretende tomar o que? Vinho? Suco? Água?. - perguntou o auror parado em minha frente tentando decifrar meu liquido preferido, - Um vinho cairia muito bem. - repliquei minha escolha sobre as bebidas que iriamos tomar. Estava me sentindo bem naquele momento, a um bom tempo não sentia isto, acho que os anos passados na Dinamarca me fez referenciar a vida de outro modo.

Luth era um auror diferente, o mesmo conseguia quebrar vários paradigmas sobre ser um servidor do ministério, imagino como ele seria no seu ambiente de trabalho, - Olha, vou começar no ministério daqui ha uns dois dias, e acho que sera frequente nos cruzarmos pelos corredores, portanto não esqueça de me fazer outros convites para trabalhos na cozinha. - afirmei com um sorriso largo, dando um gole no vinho que o mesmo trouxe, que por sinal era bem antigo, talvez pertence a uma daquelas coleções raríssimas de vinhos Cabernet, que eram ótimos de safra.

 

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MensagemAssunto: Re: Cozinha   Seg 21 Maio 2018 - 0:31



— Vinho? — Poderia dizer que fiquei impressionado com meu chute. — É uma ótima escolha. Aqui em casa não tomamos tantos, mas meu irmão colecionava os melhores vinhos do mundo. Então, pode ficar tranquila que peguei um clássico. — Murmurei indo ver se a lasanha estava pronta, porém mais alguns minutinhos e ela estaria perfeita para ser digerida. Nada melhor que um prato clássico da família Odegaard e um vinho de altíssima qualidade para acompanhar esse almoço com a bela e recém-chegada Dianna. Caçando o bento vinho não consegui prestar muita atenção no que ela me dizia, pegando apenas o final de sua frase. — Convidarei sim, será um prazer. Aqui em casa o pessoal não cozinha muito, eu mesmo faço minha comida e ter uma presença para compartilha meus dons será ótimo. — Clamei apanhando o vinho; o famoso Cabernet indo para a mesa com duas taças na mão pondo em cima da mesa com as taças perto de nossos pratos. — Creio que deu o tempo dás lasanha ficar pronta. — Corri para ver e pega-la caso estivesse pronto, e bingo estava.

Servindo um pedaço generoso para ela e outro a mim, fiz o mesmo com o vinho. Desde pequeno aprendi a ser cavaleiro e tratar uma mulher muito bem, isso mamãe deixava muito bem explicado para mim e meus irmãos. — Bom apetite! — Sorri, brindando a taça com a dela. Dando alguns minutos para nós aproveitamos a lasanha que por sinal estava ótima tentei formular mais perguntar ou assuntos para nosso almoço não ficar calado. — Me conte sobre você, o que a Dianna gosta de fazer nas horas vagas? Seus hobbies? — Questionei dando meu almoço.


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