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 Sala de TV

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AutorMensagem
Saphira Ritzo
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MensagemAssunto: Sala de TV   Qui 6 Abr 2017 - 21:51


Sala de TV

 

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Pierre Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Sala de TV   Sex 22 Dez 2017 - 5:44

Quero meu desenho
F
azia um tempo que Pierre já tinha acordado e tomado seu café da manhã, porém realizou tudo isso com o auxílio do elfo, pois sua mãe tinha saído cedo conforme o que a criatura havia lhe falado. Olhou o relógio da cozinha e suspirou, já era dez horas e isso indicava que seu desenho favorito estava prestes a começar. Saiu correndo pela casa até chegar na Sala de TV, porém não esperava que sua mais nova irmã estivesse assistindo um desenho. Yasmin tinha sido adotada pelos seus pais após a mãe dela morrer, afinal, Desiré e Ryan eram padrinhos da menor. Correu até ela e tentou puxar o controle da mão da menina se nem pedir primeiro, pois estava com pressa de colocar no Ben 10. - É hora do meu desenho, Yasmin. - Falou quando a menina começou a falar que estava assistindo Moranguinho. - Esse desenho é chato, eu quero assistir o meu, todo dia eu assisto! - Falou e então estendeu a mão em direção a ela, já que não tinha conseguindo arrancar o controle dela. - Me dá, agora! - Mandou que nem a irmã Alana  fazia consigo quando estava assistindo. Escutou mais uma vez a mesma falar sobre seu desenho e então resolveu que tomaria o controle dela, seu desenho já tinha começado provavelmente. Ajoelhou-se no sofá e então debruçou sobre o corpo da menina e então tentou arrancar o controle na marra mesmo que ela tentasse esconder o objeto atrás do corpo. - Me dá, Yasmin!!! - Brigou inconformando que a menina não queria lhe entregar o controle. - Vai assistir em outro lugar! - Mandou e acabou se irritando, uma das coisas que tinha puxado de Desiré era a falta de paciência e então acabou por morder mais uma vez a prima, mas dessa vez com mais força deixando uma mara eia no braço da mesma. Da última vez não mordeu ao ponto de fazer aquilo, tinha sido algo leve, mas hoje ele estava realmente bravo por conta de não conseguir ver o que queria. Afastou o braço da boca da menina quando escutou o grito e a mesma sair do sofá que estavam juntos e ir para o outro chorando. Não estava preocupado do pai escutar porque ele estava trabalhando e a mãe tinha saído conforme o elfo havia dito. Se sentou direito e então trocou para o canal que passava o desenho e começou a assisti-lo sem se importar com o choro da irmã.


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Pierre Ward Odegaard

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Yasmin Sophia Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Sala de TV   Sex 22 Dez 2017 - 8:15


O Pierre ataca de novo!
Outra mordida.

Esticou os bracinhos enquanto se sentava sobre a cama em seu quarto. - Bom dia! - Falou para o elfo que abri a cortina, ela sempre acordava cedo e a criatura sempre entrava em seu quarto quando a menina já estava acordada. - A mamãe já acoldo? - Perguntou já descendo da cama e indo até o cabideiro que ficava com suas roupinhas penduradas. Tirou o pijama e depois colocou o vestidinho e calçou a sandália. - Foi no Beco Diagonau.. - Repetiu o que ele tinha dito e sorriu. - Sim, Min quer torta de morango! - Sorriu para a criaturinha e saiu acompanhada do mesmo até a cozinha, precisava tomar seu café. Tomou seu café sem fazer bagunça com o auxílio do mesmo e só depois seguiu em direção a Sala de TV. Não fez barulho nenhum durante seu percurso até a mesma para não acordar quem ainda dormira, era uma menina silenciosa. Chegou no local e o mesmo estava vazio, caminhou até o controle e pegou o controle e escalou o sofá, deitou no mesmo e começou a passar os canais até achar algum desenho que chamasse sua atenção. - Moranguinho!!! - Disse sorrindo ao ver a sua boneca favorita cantando no eletrônico. Segurando o objeto com firmeza ela cantava e mexia os pezinhos no ritmo da música, mas sua tranquilidade não demorou a acabar, pois seu mais novo irmão apareceu na sala e tentou agarrar o controle de suas mãozinhas, porém ela estava segurando com força e ele não conseguiu atingir seu objetivo. - Mim tá assistindo, mamãe disse que a Min não precisa sair quando chego primeiro na telivisaum. - Falou calmamente para ele, não era uma criança que perdia a calma fácil. - Ele é legal, Pi, olha lá! - Disse sorridente para ele para ver se o mesmo se interessava, mas suas palavras pareciam não surtir efeito no moreno. Olhou para o irmão com seu olhar doce de sempre quando viu o mesmo se ajoelhar ao seu lado, sorriu, pois esperava por um abraço com sua inocência, porém o que recebeu foi alto totalmente ao contrário. - Pi, para, tá machucando... - Pedia escondendo o objeto atrás de suas costas. - Pala, pol favooooooooooooooo. - Pedia se estivando toda para tentar fazer o irmão desistir e então foi surpreendida. Assim que sentiu a dor em seu braço por causa da atitude do irmão, acabou soltando um grito e o choro veio em seguida, pela primeira vez estava chorando alto, mas não era um escândalo atoa ou pirraça, Pierre tinha mordido pra valer. Acabou saindo de perto dele e foi para o outro sofá chorando, subiu nele e escondeu o rosto na almofada para abafar o choro, como sempre ela não queria incomodar ninguém. Diminui o choro para que ninguém acabasse escutando e ficou chorando baixo com a mão sobre a mordida que doía. Virou o rostinho e fundou, pois não estava conseguido respirar. Encarou a televisão ainda chorando e com as lágrimas escorrendo por toda sua face angelical.


Idade da postagem: Três anos. || interagindo com Desiré.

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Desiré Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Sala de TV   Qui 28 Dez 2017 - 2:18




Desiré tinha saído mais cedo naquele dia para ir em uma consulta marcada com a obstetra que estava cuidado de sua gestação — e que também era uma amiga querida —, após passar pelos exames de rotina e fazer um ultrassom para ver como seu filhotinho estava se desenvolvendo, ambas as mulheres dirigiram-se para um café próximo ao hospital e lá passaram algumas horas colocando o papo em dia. Havia a conhecido tempos depois de ter fugido com a família para a Inglaterra, acabaram por se tornar grandes amigas e a mesma até fez o parto de sua primeira filha. — Eu não acredito que você vai se casar! Aliás eu nem sabia que você tinha se separado do Bob. - Comentou enquanto devorava seu segundo cupcake, dessa vez o escolhido era um de frutas vermelhas, muito delicioso por sinal. — Sério, você se separou, conheceu outra pessoa e já vai se casar! Meu Deus, quanto tempo eu estive fora? - Esboçou um sorriso e prestou atenção no que a amiga falava. Às vezes a morena gostava de escapar de tudo que envolvia magia e viver um pouco a simplicidade do mundo trouxa, ela gostava de verdade do modo eles viviam e levavam a vida. A animaga gostava de ser bruxa, gostava de fazer magia, porém tudo de ruim que já tinha acontecido em sua vida era vindo dela, todos os momentos traumáticos que já tivera eram efeitos de bruxarias.


Quantas vezes Desiré já tinha cogitado simplesmente largar tudo e viver de vez como uma humana normal? Ela gostava de pensar que seus filhos gostariam de levar uma vida daquelas, mesmo sabendo que no fundo Savannah e Pierre iriam odiar. Contudo, ela era medrosa demais para abandonar e fugir de tudo que a cercava, pois querendo ou não, o mundo bruxo era seu mundo, tinha crescido envolta dele, sido ensinada desde bebê a como usar e aperfeiçoar seus dons. Mesmo assim, Desiré ainda esperava um dia poder desfrutar da mesma paz que todas aquelas pessoas que a rodeavam. E agora ainda era nada mais e nada menos, que uma serva da Dama do Lago, estava serviço dela e como tinha prometido a anos atrás, iria ajudá-la a salvar o mundo e cuidar da vida trouxa. No fundo Desiré se orgulhava imensamente de fazer parte de um bem maior, afinal, ela nunca tinha tido nada para se orgulhar antes de entrar para a Ordem, e agora sua vida tinha mudado drasticamente. Voltando sua atenção para a mulher, despediram-se quando a mesma avisou que precisava voltar para seu serviço, a loba comprou mais alguns cupcakes para a viagem antes de partir, só por precaução.


Depois de procurar um canto isolado e sem nenhum trouxa por perto, a morena aparatou para o castelo que morava, cujo lugar ela insistir em dizer todos os dias que era um exagero sem tamanho. Não precisou dar nem alguns passos direito para começar a sentir o estômago revirar. — Droga de cupcakes! - Rosnou baixinho e abaixou a cabeça enquanto escorava a mão na parede do lado de fora dos fundos do castelo, ela sempre aparentava por ali. Desiré sabia que a culpa não era de fato dos bolinhos, mas sim devido ao estado atual em que se encontrava, os meses de gestação já deixavam a barriga até que saliente o suficiente para saberem que ali tinha um bebê. A morena olhou para a sacola com alguns cupcakes que carregava e somente o cheiro doce era o suficiente para fazer-la querer por tudo para fora. Ela desgrudou a mão da parede e correu o máximo que seu estômago revirado lhe permitia, entrando primeiramente na cozinha, jogou a sacola de qualquer jeito na bancada e correu para o banheiro mais próximo, por sorte, ou azar, o trajeto a fez ouvir vozes que ela conhecia muito bem, bem até demais. A morena parou no meio do corredor e fitou o andar de cima com o cenho franzido, o que ouviu a fez ficar tão irritada que até mesmo a vontade de pôr tudo para fora tinha passado.


A animaga subiu as escadas tão rápido, pulando de dois em dois degraus que até mesmo ignorou o elfo que tanto gostava pelo caminho, marchou com velocidade até a sala destinada a todos os moradores dali verem televisão. Era incrível como ela tinha a capacidade de sempre chegar na hora exata em que as crianças estavam aprontando alguma, seria aquilo um tipo novo de habilidade? Ou apenas uma intuição de mãe? Bom, no momento não importava, a única coisa que ela queria saber era o que estava acontecendo ali e ela iria descobrir, ah se iria. A morena abriu a porta com tamanha raiva que nem se importou com o estrondo causado por ela, seus olhos imediatamente voaram para Pierre, que estava estirado no maior sofá, e depois para Yasmin, esta que estava encolhida com o rosto em uma almofada, a loba até mesmo conseguia ver o rastro das lágrimas nos olhos dela. Desiré odiava ver seus filhos chorando, ao menos se fosse ela a causadora das lágrimas, ai era outra história — porque de fato as vezes Pierre merecia umas boas malvadas, e até mesmo a filha mais velha —. Depois da morte de Eliza, Desiré tinha prometido que cuidaria da pequena como uma filha e era isso que ela iria fazer. Respirou fundo e caminhou até o sofá onde a pequena estava, puxando a para seus braços e limpado as lágrimas que caiam, esfregou as costas da pequena e então se levantou ao ver-la se acalmar. Levantou e lançou um olhar bravo novamente para o menino mais novo, a animaga tinha certeza que a essa altura a coloração esverdeada de seus olhos já tinha mudado para um dourado vivo e brilhante, típico de sua transformação, fazendo a careta mais irritada que conseguia, rosnou. Desiré estava exausta de passar dias e mais dias gritando com Pierre, para ela o filho era grande o suficiente para saber o que era errado e o que era certo, ele estava literalmente brigando com fogo. — Eu vou te dar uma, veja bem, somente UMA chance de me explicar. - Deu dois passos ameaçadores em direção ao pequeno. — E eu juro por Merlim, se você mentir para mim você vai apanhar tanto que eu vou ser mandada para Azkaban. - Desiré rosnou mais uma vez e sentiu a temperatura de seu corpo se elevar, as chamas borbulhavam no interior de seu estômago e estava tão irada que nem notou o pouco de fumaça que se desprendia de seu próprio corpo. Temperamental era a exata palavra que descrevia a Odegaard, a morena se irritava tão fácil que ela nem sabia como ainda não tinha tido problemas no coração.




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Pierre Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Sala de TV   Qui 28 Dez 2017 - 3:54

Não quero mais desenho, só quero minha orelha.
O
menor não estava mais ligando para a irmã até porque a mesma estava chorando baixo. Estava bem distraindo assistindo televisão quando a a porta foi aberta com tudo, fazendo com que ele soltasse o controle que segurava. Sentiu até falta de ar, quer dizer, esqueceu de respirar pelo medo do que estava por vir. Com certeza deveria estar branco que nem papel, era incrível como a mais velha sempre chegava quando ele estava teimando com alguém, descobrindo alguma regra, não feito algo que ela havia mandado antes de sair ou até mesmo brigando com a irmã caçula. Claro que não queria ter mordido tão forte, mais ultimamente ele vinha tendo surtos de raivas mais rápidos, tinha hora que parecia que algo queria sair de dentro dele, sentia sua pele esquentar e uma vontade enorme de arrebentar algo. O susto de ver a mais velha ali foi tão grande que se esqueceu do desenho. - E.. Eu.... Eu... - Sua mente pareceu esquecer como se formava palavras. - Eu não sei porque ela tá cho... Chorando.. - Falou quando conseguiu recuperar a voz que parecia ter ido para o céu, lugar que provavelmente conheceria ainda naquele dia e poderia perguntar se lá tinha pão. Sim, já tetava tirar suas contas, sua bunda e suas pernas da reta, não queria sentir de novo o peso da mão da mãe, apesar de ter levado apenas uma chinelada quando duvidou dela quando aprontou.

Observava a mãe acalmar Yasmin, que como sempre ficava calada e não falava nada. Seus pequenos olhos arregalaram quando a mãe soltou a menor e se aproximou dele. "Papai do céu, todo mundo diz que o senhor protege as crianças, por favor me protege." Pedia mentalmente enquanto sentia uma vontade de fazer xixi, coisa que sempre acontecia quando ficava com medo ou aprontava. Por um segundo pensou que a mais velha iria se transformar ali mesmo e tudo por causa da cor que os olhos dela tinham ficado. Como a mania que todo menino fazia com a pouca idade que tinha, levou a mão até até o pequeno membro e apertou levemente, tudo isso por causa do medo que estava sentindo. Engoliu em seco ao escutar que deveria explicar o corrido e então entendeu que se mentisse dessa vez, acabaria morto. Se a família presente na sala fosse de desenhos animados da, igual o Pernalonga, desenho do Looney Tunes e Merrie Melodies, os olhinhos dele tinham saltado para fora e voltado para o lugar. Desviou o olhar dela e encarou a irmã, mas logo tornou a olhar a mãe quando escutou seu nome ser chamado. - Eu machuquei, mordi, controle. - Sim, acabou se embolando todo pelo medo, acabou se encolhendo ao escutá-la novamente por não ter entendido o que ele tinha dito. - Eu.. Eu... Eu mordi ela... - Acabou falando e então viu a mãe falar para a irmã mostrar a onde tinha sido mordida, mas a reação da pequena fez Pierre ficar sem entender, pois ao contrario da Savannah e Alana, a irmã não quis denunciá-lo, ela estava lhe defendendo. - Viu... Não foi nada mamãe... Ela disse que já passou... - Falou voltando a olhar a mãe e então abaixou a cabeça quando a bronca começou. - Eu sei que n.. - Ergueu os olhos e olho para ela por não entender nada. Ela tinha acabado de perguntar se ela não sabia que não devia morder a irmã, mas quando foi respondê-la, ela mandou que ele se calasse. - Mas eu ti.. - Mas uma vez mandou ele se calar, porém tinha feito mais uma pergunta, o menor já não entendi mais nada, pois ela perguntava e na mesma hora o mandava calar a boca. Escutou a irmã chamando pela mãe e até mesmo indo até mais velha para pedir que se acalmasse. Viu até a caçula levar bronca por defendê-lo e ser mandada sentar novamente no sofá, acompanhou Yasmin com os olhinhos e a viu obedecer sem nem questionar Desiré.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! -
Exclamou ao sentir a orelha direita doer enquanto era puxada, fazendo com que ele desviasse o olhar da menina e voltasse a olhar a mãe que parecia achar que os filhos dentro da sala eram surdos. - Táaaaaaaa doendoooooo, mamãeeeeeeee. - Começava a choramingar enquanto era forçado a se levantar do sofá. - Eu peçooooo, eu peço! - Respondeu ao escutar a ordem e olhou para a irmãzinha mesmo com a mãe puxando sua orelha. - Des.. Des... Desculpa, Yasmin... - Tentou se desculpa com os olhos cheios de lágrimas e escutou a menina aceitar as desculpas. Não teve mais tempo de falar mais nada, após escutar sua mãe mandar Sophia ficar na sala, então começou a ser arrastado para fora pela orelha mesmo. - Sooooltaaaaaaaa, por favor, eu vou, eu vouuuuuuuu. - Pedia no maior escândalo enquanto era puxado em direção ao andar de cima, não tinha certeza para onde estava indo, mas provavelmente era o próprio quarto ou o quarto dos pais. Parou de pedir quando a mais velha mandou que engolisse o choro e então levou as mãos até o pulso da mão que a morena segurava sua orelha na tentativa de fazê-la soltar, porém não deu muito certo, apenas continuou sendo arrastado e retirado do local.


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Pierre Ward Odegaard

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Desiré Ward Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Sala de TV   Sex 5 Jan 2018 - 1:00



Desiré sentia o sangue ferver em suas veias, literalmente, e tinha certeza absoluta que seus níveis de estresse estavam mais que no pico. A gestante já não aguentava mais as brigas e implicações vindas da parte do filho menor, como se já não bastasse Savannah e Alana estarem de férias de Hogwarts e o provocarem, fazendo-o ficar ainda mais pirracento, após adotar a filha de sua falecida cunhada, os surtos de raiva e provocações apenas tinham aumentado da parte de Pierre, Desiré, por outro lado, andava mais impaciente do que de costume, fato cuja a culpa ela colocaria nos hormônios da gravidez caso ela mesma desse conta o quanto estava alterada nas últimas semanas. Por conta disso, a morena apenas vinha ignorando o excesso de brigas que que ocorriam dentro daquela casa, buscando com todo seu coração crer que uma hora ou outra todas as crianças daquela casa fossem se calar e se comportar, inclusive seu filho mais novo. Contudo, o universo nunca parecia colaborar com a loba, visto que Pierre havia escolhido o pior dia possível para aprontar outra de suas travessuras.


A mulher animaga cujos olhos brilhavam em um dourado vivo, analisavam o filho com uma extrema raiva e dessa vez sem nem um pingo de dó, já que vinha aliviando muito as coisas para o menor. Desiré estava farta, cansada de falar, falar e falar mais um pouco e continuar sendo ignorada, ou melhor, testada pelo mais novo. Se Pierre achava que ela não era capaz de cumprir com o que vinha dizendo, pois ele estava muitíssimo enganado. Com os braços esticados e as unhas fincadas na palma da mão, da mais velha continuava a fitar o filho pequeno. — O que? Fala direito, eu não estou entendendo absolutamente nada do que você está dizendo! - Falou em um tom alto. No fundo ela até se divertia um pouco em vê-lo se embolar todo no meio de suas próprias falas, aquele era um sinal de que as coisas estavam começando a fluir como ela queria. Desiré espremeu suas orbes verdes quando finalmente a confissão foi feita, encarando Pierre como se fosse mata-lo a qualquer instante. Movida pelo resto de consciência que ainda lhe restava, a morena virou o corpo para trás e encarou a filha de consideração. — Onde ele te mordeu, Yasmin? - A questionou série, não estava com paciência para enrolações. Desiré não se surpreendeu ao escutar a menor defender a péssima atitude de Pierre, Eliza realmente tinha a educado muito bem, o que fazia a Odegaard se questionar onde tinha errado. — Por que você mordeu sua irmã? Você sabe que ela é mais nova que você e você não deve, de jeito nenhum, morder ela! Aliás, você não tem que ficar mordendo ninguém!! - Desiré deu um passo a frente, em direção ao filho e falou em voz alta, alta o suficiente para quem quer que estivesse do lado de fora ouvir. — Calado!! Não se atreva a falar mais nada. - Apontou o dedo indicador para o menor e continuou com seu quase ataque de histeria. — Por que você insiste em morder os outros, quando eu digo sempre para você não fazer? - Perguntou sem fitar a criança. A animaga passava a mão nervosa por suas madeixas, bagunçando-as mais do que já estavam, dando alguns passos ao redor da sala de TV. — Eu mandei você ficar calado, Pierre! - Rosnou irritada, encarando outra vez as orbes do caçula. Desiré ouviu a voz doce e delicada de Yasmin e logo sentiu as pernas serem abraçadas por um corpo pequeno, o que a fez fechar os olhos por alguns segundos, ela apreciava verdadeiramente o ato dela de querer proteger Pierre, mas o lado irritado e bravo dela falavam mais alto do que qualquer tipo de compaixão. — Yasmin, não! Chega, para de proteger o Pierre. O que ele fez é errado, vocês dois sabem disso, então para de querer proteger ele. - Ditou série para a menina, a gestante não queria assusta-la, mas definitivamente Yasmin precisava parar de querer acobertar as coisas que o garoto fazia. — Volta para o sofá, Pierre vai sim sofrer as consequências dos atos dele. - Apontou para o sofá e encarou as costas da pequena enquanto ela cumpria a ordem dada. “Por que meus filhos não são obedientes assim, Merlim? Por que?”, questionou-se mentalmente.


Depois de Yasmin estar devidamente sentada no sofá menor, Desiré virou a cabeça lentamente em direção ao filho, deixando com que seus olhos voltassem a brilhar em um tom dourado. Em dois passos, a mais velha já estava de frente do sofá onde a criança estava sentada, sem nem pensar duas vezes, direcionou a mão até a orelha do filho e o puxou para fora do estofado. — Você vai pedir desculpas agora para ela, anda, peça! - Puxou Pierre até que o mesmo estivesse perto o suficiente de Yasmin e aguardou até que as “palavrinhas mágicas” fossem ditas pelo filho. — Bom, Yasmin, não saia daqui. - Proferiu ainda muito séria para a menor, no fundo a morena sabia que, ao contrário de Pierre ou Savannah, a menina jamais iria contra uma regra imposta por ela. Desiré apertou os dedos em volta da orelha do filho e suspirou antes de fazer toda uma caminhada para fora daquele cômodo, com o menino preso entre seus dedos. A animaga rosnou pela quarta ou quinta vez naquele dia, definitivamente Pierre conseguia fazer mais escandalo do que ela pensava ser possível e, querendo ou não, os gritos agudos do filho machucavam a audição sensível da mais mulher mais velha. Aquele era só mais um motivo para Desiré ficar ainda mais irritada. — Engole o choro, Pierre! Eu não quero mais ouvir nenhum piu saindo da sua boca. Se você ousar abrir-la para qualquer coisa você vai se arrepender. - Gritou em meio a escada que levava para o corredor de cima. Era um fato que a morena não podia andar se estressando devido a gestação que passava, mas era praticamente impossível para ela não se alterar com coisas como aquela. Na verdade, era praticamente impossível para ela não se alterar com qualquer coisa, até mesmo uma mosca voando era capaz de tirar a Odegaard dos trilhos. Ao pisar no exato corredor que queria, a loba com a barriga saliente andou até a frente da porta do quarto do filho e a abriu nervosa, fazendo a madeira bater contra a parede e arrastou Pierre para dentro, finalmente largando-o. — Se você queria me tirar do sério, parabéns, você conseguiu. - Rosnou outra vez e levou as mãos até as têmporas na testa. — Você escolheu o pior dia possível para me irritar, Pierre, você não tem noção do quanto está encrencado.




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