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 Quarto do Tyler

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Saphira Ritzo
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MensagemAssunto: Quarto do Tyler   Sex 7 Abr 2017 - 0:13


Quarto do Tyler

 

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Dayenka Caileatt Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Tyler   Sex 19 Maio 2017 - 22:28

Meus passinhos correndo pelo quarto de meu pai poderiam ser ouvidos de longe, eu queria ficar com meu pai pelo menos um pouco e se lembrar de minha mãe era o que eu havida pensado quando ele havia me contado como eles se conheceram e agora eu estava com saudades dela e eu logo subia em sua cama olhando para ele em quanto eu ficava em cima dele.

-Papai eu lembrei da mamãe, bem na verdade eu sonhei com ela e a mesma morreu mesmo quando eu nasci, porque ela pelo menos parecia igual a minha mãe. - Dizia quanto a mulher em meus sonhos que assombrosamente e eu logo olhava para meu pai um pouco curiosa de mais. -É possível que minha mãe ainda morta quera me proteger? - Perguntava ainda curiosa

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Tyler Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Tyler   Qua 31 Maio 2017 - 23:34

Terminava de arrumar minha cama e percebi passos no corredor do segundo andar, eu não precisava de nenhuma habilidade especial para saber que era Dayenka, o ritmo de seus passos era inconfundível. Deitei sob os lençóis arrumados e esperei que ela viesse até mim e como previsto isso não tardou. – Está tudo bem? – Pergunto a ela preocupado. Logo ela começa a falar rápido demais, eu levei um tempo para entender onde ela queria chegar, mais tempo do que o comum. – Sim, foi o que aconteceu. – Afirmei. Malia havia morrido horas após o parto de Dayenka. – É possível sim, Day. – Disse sorrindo enquanto me ajeitava na cama de uma maneira que ela pudesse ficar mais confortável em cima de mim. – Assim como você pode ouvir os animais, existem bruxos que podem ver outros tipos de fantasmas. Isso é um pouco complicado de entender. – Articulei. Era só uma questão de tempo para outras centenas de perguntar surgirem naquela conversa.

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Dayenka Caileatt Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Tyler   Qui 1 Jun 2017 - 22:41

Eu ouvia com cuidado o que meu pai estava falando quando derre pente pude ouvir algo meio abafado ou simplesmente baixo e logo que olhava para a janela via que a coruja me chama e logo olhava para meu pai novamente. -Pera um segundinho pai que parece que sua coruja tem algo pra você. - Dizia descendo da cama logo em seguida indo até a janela abrindo a mesma para a coruja entrar.

Ela logo dava um pequeno rasante parando e soltando a carta no cama eu logo ia até ela com um sorriso. -Calma amiguinho respira um pouco. - Dizia a coruja que logo olhava para mim dizendo que era algo que talvez fosse importante para meu pai. -Ta tudo bem, se acalma ele já vai abrir. - Falava ao mesmo que logo havia o bicado quando meu pai foi pegar a carta e eu logo o olhava. -Pai antes de abrir a carta ele quer uma recompensa... - Dizia para ele seriamente o que a coruja havia transmitido para mim. -Ah ele não vai deixar você pegar a carta se não der a recompensa pra ele primeiro. - Continuava rapidamente logo sorrindo.

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Tyler Staminkhov Odegaard
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MensagemAssunto: Re: Quarto do Tyler   Dom 24 Set 2017 - 19:33

Era impressionante como as coisas mudaram tão rápido na minha vida. Por um momento eu parecia ter tudo;  uma carreira profissional ativa, uma família incrível e uma filha maravilhosa, bastou um piscar de olhos e tudo isso acabara indo pelo ralo. Não era segredo para ninguém que eu havia mudado, era como se o verdadeiro Tyler tivesse morrido e substituído por uma cópia fajuta e defeituosa. Estava deitado em minha cama, as portas estavam fechadas e as janelas também, uma escuridão estava imergindo o meu quarto na medida em que a noite se aproximava, hoje seria mais um dos meus dias suicidas. Mesmo que meu contato com todos os Odegaard cujas residências eram fixas na mansão tivessem sido reduzidos em duzentos por cento, eu bem sabia que essa noite uma festa enorme seria dada, afinal, era aniversário de quinze anos de uma das minhas sobrinhas, de qualquer forma, eu não iria à festa, eu não iria a lugar algum. Fechei meus olhos apenas assistindo a parte de trás deles forçando constantemente minha cabeça para que não dormisse, já estava cansado dos pesadelos. Batidas a porta tiraram minha concentração me forçando a abrir os olhos, eram batidas insistentes. – VAI EMBORA! – Berrei com todas as minhas forças fazendo as batidas cessarem.

As horas passavam arrastadas, as luzes coloridas insistiam em invadir meu quarto pelas pequenas brechas que as cortinas não cobriam. Decidir o que era pior entre a música alta e o falatório infinito já era praticamente uma missão impossível. Levantei-me em um pulo e acendi a luz, a ardência dos meus olhos logo veio a tona, já havia perdido as contas de quantas semanas eu tinha me trancado em meu quarto, sem sair pra nada, nem pra comer. Meus olhos saltaram institivamente para os quadros pendurados nas paredes. As inúmeras fotos de Dayenka sorrindo e brincando mais agiam como uma forma de tortura do que como uma lembrança feliz, e a pior tortura de todas era o último quadro. Emoldurado com uma madeira simples decorado com flores do jardins que a própria Dayenka tinha colhido e colado, a foto consistia em Dayenka e o outro Tyler sentado em um banco de concreto com Dayenka sentada sob seus ombros segurando um filhote quase adulto de uma andorinha. Aquela fora a manhã que os primeiros sinais de seu dom de anicôncio haviam se manifestado, ainda podia ouvir os risos dela. Aquilo sim era mais torturante do que um crucio. Meu coração batia em ritmo acelerado, minhas mãos soavam enquanto meus olhos encaravam aquelas fotografias fixamente, agora me lembro porque eu passava dias e dias com as luzes apagadas e o quarto escuro. “Você devia tê-la salvado” Minha mente sussurrou pra mim. “Não salvou porque você é um incompetente. Se você fosse um bom medibruxo, teria descoberto a doença antes de ser tarde demais. Por sua culpa Dayenka morreu. SUA CULPA!” Ele gritava em minha cabeça. “SUA CULPA! SUA CULPA!” Repetia.

As lágrimas já escorriam por meu rosto, meu rosto trêmulo as faziam cair no chão. Em uma atitude completamente impulsiva, puxei minha varinha e apontei-a pra janela. – Bombarda. – Conjurei. Minha varinha parecia tão afetada quanto eu, era como se ela absorvesse toda minha raiva e descontasse nos feitiços, meu objetivo era conjurar apenas um Bombarda, mas a varinha tomara controle da situação e descontou toda sua magia na janela em um Bombarda máxima explodindo-a com tamanha violência, desmoronando parte da estrutura que sustentava a janela e jogando-a para longe, certamente alguns escombros haviam caído na festa de Aine. Arremessava as fotografias pela ‘janela’ uma a uma, não me importando onde elas iriam parar ou quem atingiriam. Ao pegar o último quadro, aquele que Dayenka havia decorado por conta própria, minha mente se acendeu. Elas estavam de volta, há algum tempo já não se manifestavam.

“A festa de Aine corria normalmente, seus convidados a presenteavam das mais diversas maneiras, Sillaz permanecia de olho na estrela da festa e ele não era o único, um garoto que aparentava ter a mesma idade parecia estar bem interessado na debutante, o que trazia a tona o lado super protetor Sillaz.” Aquela era uma visão diferente, era uma visão mais clara e muito mais nítida daquelas que as que eu costumava ter. Foi quando uma série de imagens passavam em minha mente como os créditos finais de um filme acelerados digitalmente para pouparem tempo. Era muita informação para que eu assimilasse ainda mais para uma mente cansada e doente como a minha. “O quadro voava pela janela destruída, atingindo a mesa de bebidas e estraçalhando as taças ali expostas, os estilhaços de vidros voavam e feriam algumas pessoas. O garoto que estava de olho em Aine acabava por falar demais e Sillaz decidia que ele nunca mais deveria ver sua filha, Aine odiaria o pai pela eternidade. Matth falaria com Nyeere e a mulher colocaria um fim na relação dos dois de uma vez por todas. Ryan socaria um bêbado que dava em cima de sua esposa até que seus dedos calejassem. As coisas sairiam do controle”.  Muitas imagens ainda pairavam em minha cabeça, mas aquelas foram as únicas que eu conseguia distinguir, aquele seria o futuro se eu jogasse o último quadro janela à fora Era incrível como uma única coisa podia mudar muitas coisas.

A vida sempre fora feita de escolhas e por mais que minha vida estivesse uma merda, eu não escolheria estragar a vida da minha família. Larguei o quadro ali mesmo sem me importar quando ele caíra no chão e quebrava em mil pedacinhos, não seria a única coisa quebrada ali naquele quarto. Meus olhos guiaram-se até o ukulele ao chão, seu braço e corpo agora eram dois ao invés de um, suas cordas estouradas e empoeiradas retratavam bem meu estado mental, o que antes era meu bem mais precioso agora era o reflexo da minha alma.

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