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 Quarto 3

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AutorMensagem
Lydia Kielland Metzger
Diretora de Hogwarts
Diretora de Hogwarts
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Idade : 39
Mensagens : 459
Localização : Sala da Diretora/Hogwarts

Ficha Bruxa
Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Espinheiro-Negro, 26 cm, rígida, pena de Pássaro-Trovão

MensagemAssunto: Quarto 3   Ter 27 Jun 2017 - 0:29


Quarto 3


Aberto e muito bem iluminado, a área dos quartos está localizada no último andar do edifício proporcionando uma vista de alguns pontos de Londres. O quarto é equipado com tudo o que os medibruxos precisam para tratar de seus pacientes, poções, ataduras e até mesmo varinhas. Há também uma poltrona inclinável para conforto dos acompanhantes, uma estante com diversos livros da literatura bruxa e até mesmo trouxa.

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Sillaz B. Odegaard
Administrador
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Idade : 31
Mensagens : 57
Localização : In your mind

Ficha Bruxa
Casa: Haus Land
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Álamo, 29cm, inflexível, gota de sangue de Rês-ma

MensagemAssunto: Re: Quarto 3   Dom 15 Out 2017 - 17:25


Claws of Darkness

Ao contrário do que parecia, o corpo de Sillaz parecia estar em paz. Depois do ataque sofrido dentro do supremo tribunal, alguns aurores haviam o acompanhado até o hospital bruxo. Dentro daquelas paredes brancas, do ambiente o corpo do Juiz repousava despojado de seus trajes alinhados, vestido de uma roupa simples de hospital. Dentro de sua cabeça imersa em um vácuo negro, seu corpo caia num precipício que não parecia ter se quer qualquer fim, até cair no chão pedregoso, produzindo um baque forte. Ele poderia muito bem ter morrido, mas nem dor sentiu, sentia seu corpo leve. Levantou-se apenas para conseguir perceber o chão irregular com o tato dos pés. O ar tão pesado, que parecia expor-lhe ao mesmo peso que Atlas carregava nas lendas mitológicas da Grécia antiga, dificultando seus passos. Não havia varinha para ele se guiar, apenas seus recursos naturais do corpo. Por horas subiu e por outras desceu tomando outros tombos, escorregando por profundezas que ele nem mesmo conseguia enumerar, até que se perdessem incontáveis vezes. Tateando as paredes do local, ele percebeu que elas não eram só rochosas, se mexiam, num movimento continuo de expansão e retração. O barulho de uma respiração ofegante, quente parecia chegar ao seu rosto, quando ele olhou para frente, já ouvindo o que pareceu para ele passos. Sillaz olhou para frente, quando dois pares de olhos amarelados surgiram em meia àquela profusa escuridão. No vão entre a distância que cobria ele e os olhos, uma luz lunar foi projetada, vindo de algum lugar que ele não conseguia identificar. A figura de uma mulher pálida de cabelos desgrenhados, vestido branco surgiu e do lado dela um brutamonte de cabelos escuros. Os dois não tinham uma arcada de humanos na boca, mas sim, uma arcada de tubarão, eles babavam com olhos amarelos sedentos, o esquadrinhando de cima a baixo, as unhas grandes, mal cuidadas, o corpo meio comido, praticamente uma vivenda de vermes. Eles deram dois passos, para frente, pelo qual por consequência Sillaz deu para trás batendo na parede. Seus antigos algozes de uma infância atormentada pareciam propensos a fazê-lo correr, contudo, não havia espaço, ele não queria correr, queria enfrentar, mas sua presença era aterradora demais. Ele sentia pela primeira vez as pernas bambas, a respiração ofegante e quando cansou daquela tensão correu para o lado oposto. Sua corrida não durou nem mesmo três míseros segundos, sentiu mãos e pés pousarem sob seu corpo o jogando no chão. Os dentes das arcadas monstruosas cravadas em seu pescoço, arrancando sua carne como um papel e a dor excruciante que via no processo. Sillaz tornara-se o banquete dentro daquela caverna inóspita e obscura.

[...]

A luz tomara seus olhos ao mesmo tempo em que, um calor começava a se sentir em cima de seu rosto, um trovejar vinha, ecoado dentro de sua garganta. O bruxo acordou com um grito de quem pareceu acabar de se recuperar de um afogamento, num sobressalto que assustou a enfermeira que parecia cuidar de sua situação tão pouco excelente. A primeira coisa que ele fez foi tocar, o lençol, o apertando, sentindo o fino pano que envolvia a cama e ofegante passou a olhar o lugar a sua volta, onde uma loira e preocupada enfermeira parecia querer o acalmar. – Senhor Odegaard, senhor Odegaard. Se acalme, o senhor está delirando e morrendo de febre. Está em segurança no hospital, no Mungus. – Ela tocava seu braço com uma voz doce, dando a Sillaz um pouco de paz. Precisava ficar em paz consigo recuperar a compostura e tentou com os olhos baixos, as mãos apoiadas na cama, mantendo seu corpo a meia altura. A enfermeira esperou pacientemente. Ele esticou as próprias mãos para frente de seus olhos, conferindo se as veias negras que vira anteriormente não estavam mais ali. Uma zona de conforto caiu sobre seu corpo ao perceber que suas mãos eram saudáveis naquele momento. Respirou mais algumas vezes até se virar para a moça. – Estou quanto tempo aqui? – Perguntou mais sério para a mulher, ainda focando seu olhar no nada, lembrando-se do pesadelo. Não fora real, só um pesadelo. A enfermeira pegou o prontuário preso na sua cama, leu e depois o respondeu. – Dois dias, senhor. O senhor parece estar apenas repousando, esperando acordar. Vou chamar a médica para lhe dar melhor informações. Qualquer coisa, só usar a varinha. – Disse mostrando que na sua cabeceira, sua bengala pendia apoiada e depois saiu com certa pressa. Entendia que poderia ser considerado um paciente importante, mas não queria glória naquele momento, queria voltar para casa o mais rápido possível.

Fez questão de apoiar os pés no chão, ficando sentado no lado da cama. Seus movimentos não eram os mesmos, apesar de que ainda eram melhores que quando estava no tribunal, afetado pela maldição. Ficou alguns segundos ouvindo o barulho do lado de fora das pessoas do lado de fora que passeavam, corriam, viviam suas vidas, longe do caos interno do hospital. Não lembrava se este era protegido por alguma espécie de feitiço, nem tinha cabeça para lembrar. Seu olhar distraído foi surpreendido quando ele olhou para o lado. Um borrão, nada distinto, ondulava da meia distancia entre a porta e sua cama. Aquela não era a primeira vez que Sillaz via um fantasma daquele, ele convivia com esse tipo de aparição desde os seus dezessete anos, muito diferente do que para sua filha era uma total novidade. E depois do pesadelo que teve tão real, tão assustador, aquele borrão, era um Gasparzinho em meio a poltergeists. O bruxo estreitou o olhar na esperança de que a sombra tomasse uma forma mais distinguível do que ele estava acostumado e soprou o ar para fora dos pulmões quando nada aconteceu. Virou o rosto para o outro lado e fingiu que aquilo não existia. – Você pode me ouvir pelo menos? – Perguntou ao ar. – De qualquer jeito eu não posso. Enfim, se me entende vá embora. Não a nada aqui para você a vida acabou... Aproveite seu descanso. – Olhou de volta e o borrão ainda estava no mesmo lugar. Levantou-se pegando sua bengala e com dificuldade passou pelo caminho que levava a porta. Quando atravessou a sombra, ela se desfez e logo ele pode se apoiar na porta. No corredor alguns enfermeiros passavam extremamente ocupados para lhe dar atenção, todos com roupas azuis bem claras ou verdes. Para seu azar, viu que aquela sombra não era a única. Podem avistar no lugar pelo menos umas cinco, pontilhadas em lugares aleatórios. Por quê não pensara nisso antes? Se não fosse o cemitério, aquele deveria ser o lugar mais infestado de fantasmas de cada localidade. Um hospital gigante, cheio de pacientes em risco de vida. Não ficaria naquele lugar por muito tempo, isso ele tinha certeza...





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